quarta-feira, outubro 31, 2007

Quando a chuva chega

Quando a chuva chega trazendo o gostoso sentido de vida molhada, a cidade silencia para ouvir o sussurro das águas descendo em telhados.
É diferente o jeito de chuva intensa caindo em Marabá. Chega avisando que vai chegar mais forte a partir de dezembro, aliviando o desassossego de agricultores e a asfixia de matas e igarapés covardemente depredados durante a imensidão do verão brabo de fogos & fogaréus gerais.
Chove chuva. Chove sem parar.

2 comentários:

Anônimo disse...

Baby, quanto lirismo em teu verso. Certamente movido pela paixão que a condição de filho dessa terra. Você tem a capacidade de fazer de coisinhas que as vezes parecem miúdas ao homem , se tornarem vitais no olhar sensível de poeta que és. Um abraço, querido.

Hiroshi Bogéa disse...

Valeu queridinha. E vê se não fica muito tempo fora do ar.
Um abraço.