quarta-feira, outubro 24, 2007
Quase indigesto
Talvez nem Ana Julia tenha percebido, mas durante sua presença em Marabá, domingo, travou-se estressante luta de bastidores pelo cancelamento de um almoço previamente marcado, com a presença dela, na residência de importante personalidade do município. Padre Ademir Gramelik, pároco do Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, estava ontem desapontado pela não realização do comensal que reuniria numa mesma mesa, o bispo D. José Foralosso. Para o público externo, ainda contaminado pelo fervor da fé de cem mil marabaenses em torno do Círio de domingo, o sacerdote explica o cancelamento do almoço a “problemas de forças maiores”. Mas ele sabe que uma tendencia do PT vetou o encontro, em cujo cardápio figurava pato-no-tucupi, maniçoba e otros quitutes mas.
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10 comentários:
O almoço era na casa do prefeito Tião Miranda, que ficou puto da vida com o cancelamento do encontro acertado no dia anterior com o cerimonial de Ana Júlia.
Seu blogueiro porque ao invés de dizer que "uma tendencia do PT vetou o encontro" nao aponta logo a Democracia Socialista? Agindo assim o senhor expõe as demais tendencias que na verdade nenhum trabalho estão dando a governadora. Apenas a DS, somente ela é a responsavel por todas as brigas internas.
Seja mais claro, moço!
11:04 AM, não! Nada a ver com a casa do prefeito. O almoço não era lá.
11:33 AM, você estar aformando ser a DS, então fica o resgistro.
Não seria na casa do Léo ???
O anonimo 11:33 AM certamente é ligado ao PT Pra Valer que morre de inveja da SD está mandando no Estado hoje. Inveja mata, cristão.
Padre Ademir comentou para alguns comerciantes que ajudam a igreja que o bispo de Marabá ficou muito desapontado com a politização do almoço não realizado e que tinha por objetivo entrosar mais a prelazia com o governo do Estado. Quem saiu perdendo, depois de mais uma da DS, foi a governadora. Coitada.
1:22 PM, como exercício de pajelança, agora tudo vale, né? rs
É porque D. Foralosso, padre Ademir, Leo, a Igreja Assembléia de Deus, Bernadete, Ademir Martins, João Salame, Miguelito, Vanda, Maurino...e demais denominações religiosas e políticas já consideram Marabá o Capital do Carajás e, em breve, o segundo maior Círio e ventos mmultireligiosos que o Pará jamais viu.
É por isso...A governadora amarelou.
Pensei que quem mandasse fosse o Jáder. Mas é a DS. Aqui no Peba, todo mundo manda, menos o "quase-prefeito". Esse não manda nem em casa. Deve ser o tal do "des-centralismo democrático".
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