sexta-feira, abril 24, 2009

Nas asas do Águia

Gerson Nogueira repercute, no seu blog e na coluna do Diário do Pará, a reação do torcedor a atuação do trio de arbitragem que brecou o ímpeto do Águia no jogo contra o Fluminense.


Sou engenheiro mecânico da Coca Cola aqui de Macapá. Resido há 6 anos nesta maravilhosa cidade, porém sou paraense, natural de Belém e torcedor apaixonado do Clube de Periçá, Filho da Glória e do Triunfo - Clube do Remo.
Em junho de 2008, tive o prazer de junto com meu pai, que veio de Belém, receber a delegação do Clube do Remo em jogo realizado pela Série C frente ao Cristal-AP. Tivemos também o prazer de levar do aeroporto ao hotel e almoçar no dia do jogo com os srs. Rui Guimarães e Paulo Caxiado, da Rádio Clube.
Fora o amor a este único clube, pois após anos de injustiças frente ao futebol das outras regiões deste país, resolvi nunca torcer pelos chamados clubes de massa do eixo Sul/ Sudeste. Sou paraense acima de tudo. Como faço pós-graduação uma semana por mês em Belém e neste período torci bastante pelo Águia de Marabá frente ao Fluminense… E após o jogo lamentei o fato de o mesmo não ter ampliado o placar, pois temia artimanhas como vistas no Maracanã.
Li sua belíssima, acertada e justíssima análise da coluna de sexta-feira (UM TRAMBIQUE FUTEBOLÍSTICO). Vi o jogo, me revoltei com cada impedimento marcado erroneamente pelos falsos e decadentes profissionais da arbitragem que se dizem imparciais e justos… Pessoas denominadas de JUÍZES…
Porém, vemos nos dias de hoje, bate-boca entre ministros do Superior Tribunal deste país e sujeiras que não param de emergir. Imaginem só estes meliantes dentro das quatro linhas de nosso amado, porém sofrido, esporte bretão…
Será que meus filhos e descendentes que continuaram na Região Norte estarão destinados, assim como meu pai (59 anos) e eu (32 anos), a sempre ver nossos times serem roubados descaradamente em jogos de âmbito nacional?
Carlos Magno Bogoevich Morais

4 comentários:

Francisco Rocha Junior disse...

Hiroshi,
Vi ambos os jogos, o daqui de corpo presente no estádio e o do Rio pela TV. Noves fora a visível decadência física do Águia no segundo tempo, era impossível ao Fluminense resistir às arrancadas de Mamão, Aleílson e Flamel, nos contra-ataques que deixavam sempre alguém na cara do Fernando Henrique, não fosse a ajuda dos bandeiras.
Até parece que, ressabiado pelos dois gols que pegou aqui - e que partiram de jogadas semelhantes, sempre alguém do meio enfiando bolas para os atacantes por trás da zaga -, o Tricolor das Laranjeiras tenha chamado a atenção dos auxiliares para o fato. Mas isto é só uma impressão, é claro...
Na real, este trio de arbitragem agiu como um verdadeiro trio de molecagem. Pena que não foi a única, nem será a última vez que isto ocorreu no futebol brasileiro.
Abração.

Anônimo disse...

FOI UM ASSALTO A BANDEIRADA. QUATRO IMPEDIMENTOS DESAVERGONHADOS. SE FOSSE CONTRA O FLUMINENSE, TERIAMOS ATÉ OUTRA PARTIDA.É O MESMO PROBLEMA DE DISPUTAR CAMPEONATO CONTRA REMO OU PAYSANDU. A FPF QUE DIGA...

Hiroshi Bogéa disse...

Francisco, vi os dois jogos. E tive a mesma leitura exposta em seu comentário. Abs

Anônimo disse...

Gente, para de choramingar!!! que dia um clube do interior do Pará conseguiria desbancar os interesses financeiros da Vênus Platinada (Globo), CBF e demais cartolas? Parabéns ao Águia!!!