Resumo do balanço comparativo de ocorrências policiais em Marabá, encaminhado ao blog, referentes aos meses de janeiro 2011/2010:
Ocorrências Janeiro 2011
Homicídios e tentativas de homicídios - 20 casos
Prisões de traficantes 18 prisões
Furtos de motos 5 furtos
Roubos de motocicletas 11 roubos
Ocorrências Janeiro 2010
Homicídios e tentativas de homicídios - 27 casos
Prisões de traficantes 1 prisão
Furtos de motos - 11 furtos
Roubos de motocicletas - 31 roubos
O novo Superintendente Regional de Polícia Civil do Sudeste, Alberto Teixeira, ao lado de comandantes militares, comandou diversas ações na cidade, durante vinte dias do mês de janeiro, usando operações em bairrros e nas estradas. Como resultado, desarticulou perigosos grupos de traficantes.
São esses grupos de tráfico de drogas que estariam por trás das ameaças de morte dirigidas ao superintendente de PC. Foi o próprio Alberto Teixeira quem fez a denúncia, apontando bandidos ligados ao traficante José Rogerlândio Moreira, conhecido por Rosa, morto em confronto com policiais no bairro da Santa Rosa, um dos mais antigos de Marabá, interessados em sua morte.
A verdade é que os efeitos das ações policiais são notados em todo canto da cidade.
Saber se a violência será reduzida em escala ascendente, só o tempo dirá.
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quarta-feira, fevereiro 16, 2011
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Na cabeça do oficial posudo
Alguma coisa não bate na fala e na conta do comandante-geral da Polícia Militar do Estado, coronel Mário Solano.
Leiam o que ele disse em Marabá, a seguir reproduzido do Correio do Tocantins, coluna Repórter Tocantins:
Agora, quem questiona, é o blog.
Primeiro, que diabos faz um comandante-geral da Polícia Militar se furtando a discutir temas, como número de viaturas e materiais de uma unidade militar da importância do 4o Batalhão da PM, resvalando a questão para o contigente policial?
E quando o repórter entra na questão do número de policiais, discussão a qual ele se diz apto a nivelar, o moço desconversa, sorrateiramente, usando frases feitas do tipo "não se pode tratar as pessoas como números. Existem locais onde valores, costumes e atos são relevantes, e um policial pode tomar conta de uma praça com mil pessoas".
A forma como o comandante se comportou na entrevista, ao ser cobrado do alto de sua autoridade, resvala para o deboche e o desdém. Não há outro entendimento, lendo palavra por palavra do que ele disse ao repórter.
Quer dizer, preso apenas à fala do prezadíssimo oficial, manter, ou não, as viaturas nas ruas, não é prioridade? Tanto faz como tanto fez?
E a continha rápida, passada pela cabeça do digníssimo oficial, de que um policial dá conta de resguardar uma área ocupada por mil pessoas - isso parte de infalível critério científico ou é um processo revolucionário de seu comando visando policiar mais com menos profissionais?
Por que a conta é outra.
A ONU recomenda um policial para cada 250 habitantes. Qualquer cabo inciante no quartel sabe disso.
Assustadora a declaração de Solano.
Preocupante mais ainda porque, vejam só, pode levar a pique promessa do governador Simão Jatene de que em quatro meses reduzirá o nível de violência no interior, principalmente assaltos a bancos - que nem bem o novo governo sentou o batente já chegam a seis registrados, segundo dados dos sindicato dos bancários.
Como o 4o BPM possui 500 policiais, pela conta do posudo oficial, ele pode até tirar 250 desse total e mandar pra outro quartel, considerando a população municipal de 250 mil pessoas. Tipo assim: - "empresta a metade do 4o BPM pra quem está precisando!"
Ora, ora, ora, o 4o BPM, como bem registra o Repórter Tocantins, opera em 16 municípios habitados por 620 mil pessoas, conforme censo de 2010.
O 4o BPM necessita de 2.480 policiais, obedecendo universo de policial por habitante sugerido pelas Nações Unidas. Ou seja, está com déficit de 1.980 militares!
Somente para atuar dentro de Marabá, o quartel precisa dobrar seu contingente.
Outra coisa: em segurança pública, caso o comandante não saiba, é bom lembrá-lo, as pessoas devem ser tratadas, sim, como números.
Viaturas, policiais, armamento, tudo proporcional ao campo ocupado.
Sem os números não dá para quantificar eficiência, resultados e, principalmente, os efeitos de tudo aquilo lá na ponta do principal interessado: a população.
Leiam o que ele disse em Marabá, a seguir reproduzido do Correio do Tocantins, coluna Repórter Tocantins:
Questionado se a PM vai manter nas ruas de Marabá as 20 viaturas do projeto Rede de Proteção ao Cidadão, o comandante da PM observou que as discussões sobre viatura e materiais não são prioridades do Comando-Geral da Polícia Militar, mas sim os policiais.
Indagado se haverá aumento da tropa à disposição do 4o BPM, que atende Marabá e outros 16 municípios da região, que não passam de 500 homens, o coronel Alfredo Solano não respondeu com objetividade o questionamento, limitando-se a dizer que "não se pode tratar as pessoas como números, Existem locais onde valores, costumes e atos são relevantes, e um policial pode tomar conta de uma praça com mil pessoas".
Agora, quem questiona, é o blog.
Primeiro, que diabos faz um comandante-geral da Polícia Militar se furtando a discutir temas, como número de viaturas e materiais de uma unidade militar da importância do 4o Batalhão da PM, resvalando a questão para o contigente policial?
E quando o repórter entra na questão do número de policiais, discussão a qual ele se diz apto a nivelar, o moço desconversa, sorrateiramente, usando frases feitas do tipo "não se pode tratar as pessoas como números. Existem locais onde valores, costumes e atos são relevantes, e um policial pode tomar conta de uma praça com mil pessoas".
A forma como o comandante se comportou na entrevista, ao ser cobrado do alto de sua autoridade, resvala para o deboche e o desdém. Não há outro entendimento, lendo palavra por palavra do que ele disse ao repórter.
Quer dizer, preso apenas à fala do prezadíssimo oficial, manter, ou não, as viaturas nas ruas, não é prioridade? Tanto faz como tanto fez?
E a continha rápida, passada pela cabeça do digníssimo oficial, de que um policial dá conta de resguardar uma área ocupada por mil pessoas - isso parte de infalível critério científico ou é um processo revolucionário de seu comando visando policiar mais com menos profissionais?
Por que a conta é outra.
A ONU recomenda um policial para cada 250 habitantes. Qualquer cabo inciante no quartel sabe disso.
Assustadora a declaração de Solano.
Preocupante mais ainda porque, vejam só, pode levar a pique promessa do governador Simão Jatene de que em quatro meses reduzirá o nível de violência no interior, principalmente assaltos a bancos - que nem bem o novo governo sentou o batente já chegam a seis registrados, segundo dados dos sindicato dos bancários.
Como o 4o BPM possui 500 policiais, pela conta do posudo oficial, ele pode até tirar 250 desse total e mandar pra outro quartel, considerando a população municipal de 250 mil pessoas. Tipo assim: - "empresta a metade do 4o BPM pra quem está precisando!"
Ora, ora, ora, o 4o BPM, como bem registra o Repórter Tocantins, opera em 16 municípios habitados por 620 mil pessoas, conforme censo de 2010.
O 4o BPM necessita de 2.480 policiais, obedecendo universo de policial por habitante sugerido pelas Nações Unidas. Ou seja, está com déficit de 1.980 militares!
Somente para atuar dentro de Marabá, o quartel precisa dobrar seu contingente.
Outra coisa: em segurança pública, caso o comandante não saiba, é bom lembrá-lo, as pessoas devem ser tratadas, sim, como números.
Viaturas, policiais, armamento, tudo proporcional ao campo ocupado.
Sem os números não dá para quantificar eficiência, resultados e, principalmente, os efeitos de tudo aquilo lá na ponta do principal interessado: a população.
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quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Assaltos a bancos recrudescem
Release é da Assessoria de Imprensa da Artban PA/AP:
A semana ainda não acabou e já foram consumados quatro assaltos a bancos no Pará: em Brejo Grande do Araguaia/Banpará; em Baião/BB; em Santo Antonio do Tauá/BB e Rio Maria/BB. Nos 4 assaltos, tiroteio; gerente apanhado em casa pelos assaltantes e policiamento precário. Para bancários e população das 4 cidades, a insegurança total, criminalidade crescente.
O patrimônio dos bancos está protegido por altos seguros. Mas e a vida e a saúde física e mental dos trabalhadores bancários que são vítimas primordiais desses crimes, como é que fica?
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Assaltados recebem prioridade
O posto bancário do Banpará em Brejo Grande do Araguaia já foi assaltado 4 vezes. Na última ocorrência, ficou inteiramente destruído e vai atravessar o mês de fevereiro fechado, enquanto é reconstruído, os funcionários de licença médica, necessária diante do trauma que foi mais esse assalto.
Para os funcionários do PAB, o clima é de insegurança total. O caixa que foi abandonado na estrada, requereu ao Banpará transferência de Brejo Grande, por uma questão de segurança. O Sindicato dos Bancários e a FETEC-Centro Norte levaram ao CRT-Comitê de Relações Trabalhistas do Banpará a reivindicação de dar prioridade absoluta, em processo de transferência, a bancários e bancárias vítimas de assalto. O assunto está em estudo na direção do Banpará, pra efeito de normatização e voltará ao CRT para debate. O Comitê é um espaço formado peplo banco, Sindicato e Federação dos Bancários que debate as ocorrências do mundo do trabalho.
Heidiany Katrine, diretora de Bancos Estaduais do Sindicato dos Bancários e responsável pela entidade na região de Carajás, diz que é indispensável ampliar a segurança pública na região, pois é impossível que apenas 4 policiais consigam dar cobertura aos municípios de Brejo Grande e São Domingos do Araguaia, distantes entre si 30 km. Sem contar que urge ampliar a segurança bancária para proteger não apenas o lucro mas, principalmente, a vida de clientes, usuários de bancos e trabalhadores.
Assalto em Baião - O BB de Baião também foi assaltado por uma quadrilha de 15 assaltantes que chegaram na cidade atirando e espalhando o terror. É nesse ambiente insalubre que trabalham os bancários e vive a população do Pará!
Fonte: Ascom
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terça-feira, fevereiro 08, 2011
Bancos: face cruel da insegurança
Ficou bastante destruído o posto do Banpará de Brejo Grande do Araguaia, assaltado ontem à tarde por uma quadrilha de assaltantes que já entrou atirando no posto bancário e arrebentou os caixas eletrônicos para consumar o furto. E o assalto deixou muito abalados os colegas que estavam presentes no psoto naquela hora. Foram já pelo Sesmt do banco. O PAB - Posto de Atendimento Bancário de Brejo Grande é vinculado à agência de Marabá e a distância entre o Brejo e Marabá é de 110 quilômetros.
Heidiany Katrine, diretora do Sindicato dos Bancários e responsável também pela região de Carajás, informou ao Arte Bancária que é frequente a incidência de assaltos nos bancos daquela região, muito insegura, tornando a profissão de bancário um risco maior do que já é, intrinsecamente. "Ainda bem que nenhum colega ou cliente foi ferido ou morto, mas esse assalto evidencia a urgente necessidade de maior segurança pública e também segurança bancária, pois os colegas bancários têm sua vida exposta diariamente dentro do local de trabalho, ou quando estão em suas casas. É preciso e já mais segurança, falou Heidiany.
O assalto - Os assaltantes entraram no posto bancário ontem à tarde, logo após a chegada do carro forte que trouxera o numerário. Só o caixa estava no posto e foi coagido a abrir o cofre e levado como refém e abandonado numa fazenda. Entraram atirando e quebraram os caixas eletrônicos. Levaram o dinheiro e deixaram atrás de si um rastro de destruição e terror.
O SESMT e a área de segurança do banco estiveram no local, emitiram a CAT - Comunicação por Acidente de Trabalho e prestaram assistência aos trabalhadores. A gerente do banpará de Marabá também esteve no PAB de Brejo Grande.
Fonte: Ascom Artban PA/AP
segunda-feira, janeiro 17, 2011
História mal contada
Sinceramente?
O poster não acredita um dedo mindin nessa versão da polícia para justificar o baculejo que deu no deputado federal Paulo Rocha (PT), em plena via pública de Bélém.
Paulo é um um sujeito educado, e jamais se ouviu algo de que ele tenha tratado semelhantes de forma acintosa e apresentando sinais de embriaguês, além de "desacato",
Exige-se explicação mais convicente do ocorrido.
O poster não acredita um dedo mindin nessa versão da polícia para justificar o baculejo que deu no deputado federal Paulo Rocha (PT), em plena via pública de Bélém.
Paulo é um um sujeito educado, e jamais se ouviu algo de que ele tenha tratado semelhantes de forma acintosa e apresentando sinais de embriaguês, além de "desacato",
Exige-se explicação mais convicente do ocorrido.
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quinta-feira, dezembro 30, 2010
Perigo na ponte do Moju
Três dias antes da tentativa de assalto a um motorista de caminhão, sobre a ponte do rio Moju, família que fazia o mesmo percurso dentro de um veículo, passou por momento de sufoco, nem bem o carro colocou os quatro pneus sobre a ponte.
Dois homens armados surgiram, de repente, no meio da pista de rolamento, obrigando o motorista da camionete L-200 acelerar desesperadente em direção a um dos bandidos, que se jogou ao lado para nao ser atingido pelo carro.
O parceiro do marginal, espantado com a cena, saiu correndo,
Sorte do condutor, de seus dois filhos e esposa, acompanhantes.
Dois homens armados surgiram, de repente, no meio da pista de rolamento, obrigando o motorista da camionete L-200 acelerar desesperadente em direção a um dos bandidos, que se jogou ao lado para nao ser atingido pelo carro.
O parceiro do marginal, espantado com a cena, saiu correndo,
Sorte do condutor, de seus dois filhos e esposa, acompanhantes.
quinta-feira, novembro 25, 2010
Pará receberá três bases aerofluviais
O futuro governo de Simão Jatene (PSDB), ainda no primeiro semestre de 2011, deverá ser contemplado com recursos do governo federal para a área de segurança, com a implantação da primeira base aerofluvial a ser construída pela Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) no País.
Em sua viagem a Brasília, o governador eleito recebeu a informação diretamente do diretor Força Nacional de Segurança Pública, Luiz Antônio Ferreira.
Com investimento da ordem de R$ 68 milhões, a base aerofluvial terá suporte da Secretaria de Segurança Estadual, Polícia Federal, Força Nacional de Segurança, Ibama e da Polícia Rodoviária Federal.
A contrapartida do Estado limita-se a 1% do valor total do empreendimento, além de assumir a responsabilidade pela manutenção da base, que será equipada por carros, helicópteros, lanchas e aviões,
Simão Jatene esclareceu que a base não se limitará a atender apenas a área de segurança. Ela é projetada para prestar serviços nas áreas de saúde, resgate e monitoramento ambiental.
Ao Pará, deverão ser destinados recursos para a construção de mais duas bases, além da projetada para Belém. Um em Marabá, e outra em Santarém.
Em sua viagem a Brasília, o governador eleito recebeu a informação diretamente do diretor Força Nacional de Segurança Pública, Luiz Antônio Ferreira.
Com investimento da ordem de R$ 68 milhões, a base aerofluvial terá suporte da Secretaria de Segurança Estadual, Polícia Federal, Força Nacional de Segurança, Ibama e da Polícia Rodoviária Federal.
A contrapartida do Estado limita-se a 1% do valor total do empreendimento, além de assumir a responsabilidade pela manutenção da base, que será equipada por carros, helicópteros, lanchas e aviões,
Simão Jatene esclareceu que a base não se limitará a atender apenas a área de segurança. Ela é projetada para prestar serviços nas áreas de saúde, resgate e monitoramento ambiental.
Ao Pará, deverão ser destinados recursos para a construção de mais duas bases, além da projetada para Belém. Um em Marabá, e outra em Santarém.
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segunda-feira, novembro 22, 2010
Explosão maior está por vir
Quem conhece a precariedade física e estrutural da penitenciária agrícola Mariana Antunes, de Marabá, não foi pego de surpresa diante da notícia de fuga de presidiários do centro de recuperação, no final de semana.
O Crama, como é conhecido, é um caldeirão constantemente em ebulição.
A explosão de dinamite no interior da prisão, é o primeiro aviso de uma grande tragédia anunciada. E que está por vir.
O Crama, como é conhecido, é um caldeirão constantemente em ebulição.
A explosão de dinamite no interior da prisão, é o primeiro aviso de uma grande tragédia anunciada. E que está por vir.
terça-feira, setembro 21, 2010
Perto dos moradores
Pode onde a polícia anda, a bandidagem não se expõe.
Nas Folhas (bairros) mais perigosas da Nova Marabá, a presença de viaturas da PM instalou traanquilidade à população.
A Polícia está nas ruas, literalmente.
Nas Folhas (bairros) mais perigosas da Nova Marabá, a presença de viaturas da PM instalou traanquilidade à população.
A Polícia está nas ruas, literalmente.
segunda-feira, junho 21, 2010
Leitor aponta área de risco
Comentarista anônimo aponta área de risco próximo a Igreja do Colégio Santo Antonio, no centro de Belém, com suposta participação de flanelinha em onda de roubos.
O alerta serve para que as autoridades marquem presença no local.
Diz o comentarista:
O alerta serve para que as autoridades marquem presença no local.
Diz o comentarista:
Cheguei há pouco hoje domingo da missa na Igreja do Colégio Sto. Antônio (9às 10) onde sofri tentativa de roubo de meu carro estacionado junto ao muro do Colégio à Rua Gaspar Viana.
As borrachas do vidro direito estavam todas para fora e o vidro sujo, por certo tentariam levar o carro já que não havia nada dentro e era o último da fila estacionada.
A rua é absolutamente deserta e a delegacia que funcionava ali junto no prédio da antiga Central de Polícia foi fechada.
O flanelinha que estava no local, aliás o mesmo que fica no prédio da Receita Federal logo antes esquina com Pte Vargas, correu para dizer que "ninguém" tocara no carro, ora, eu saí de minha garagem com meu carro perfeito direto para lá, portanto soou estranho a defesa do flanelinha e sua insistência sem que lhe fosse perguntado.
O 190 foi acionado e chegou lá meia hora depois mas não pude esperar pois a rua imediatamente ficou deserta e somente o flanelinha e mais dois juntos com ele.
Procurei a Capitania dos Portos para quem relatei o ocorrido mas tbém NÃO PUDE CONTAR COM AJUDA pois lá não fica nenhum guarda de vigia por fora, o que torna o lugar deserto e perigosíssimo.
Por favor, espero que divulgue para aviso dos incautos e de todos os funcionários da Receita sobre o tal flanelinha que lá faz ponto.
sexta-feira, abril 30, 2010
Polícia Civil em Marabá
Pressrealese enviado por Walrimar Santos, Assessor de Comunicação da Polícia Civil, pontua investimentos em Marabá do órgão de segurança:
A Polícia Civil do Pará dobrou o número de policiais civis que atuam em Marabá, região sudeste do Pará, nos últimos dois anos. Em 2007, apenas cinco delegados estavam em atuação no município. Atualmente, Marabá conta com 13 delegados, ao todo. Naquele ano, o município contava com apenas seis escrivães. Hoje, já são 14. Diariamente, de segunda a sexta-feira, onze delegados trabalham para atender as demandas da região. Três (Bruna Paolocci, Renato Tarallo e Victor Manfrini Braga) são lotados na Delegacia da Cidade Nova; outros cinco (Sérgio Máximo, Vinícius das Neves, Victor Diego Ribeiro, Álvaro Ikeda e José Casemiro Beltrão) atendem a Seccional Urbana, e mais três (Adelina Delpilar, Alberone Lobato e Sílvia Mara Tavares) atuam, respectivamente, nas Delegacias da Mulher (DEAM), de Conflitos Agrários (DECA) e Corregedoria.
Aos finais de semana, a Polícia Civil conta com plantonistas nas unidades policiais. O delegado Miguel Cunha, diretor de Polícia do Interior, da Polícia Civil, afirma que, em 2007, com a realização de concurso público, a maioria dos novos policiais civis nomeada foi lotada, especialmente, em Marabá e no sudeste do Pará. Atualmente, na Seccional Urbana de Nova Marabá, nove escrivães, dos quais quatro plantonistas e cinco no expediente, estão lotados na unidade policial. “Todos estão aptos a registrar boletins de ocorrências”, explica. As unidades da Polícia Civil, em Marabá, estão todas equipadas com equipamentos de informática. Apenas a Seccional Urbana de Nova Marabá possui 11 computadores e um notebook.
Já a Delegacia da Cidade Nova conta com seis computadores. Na DEAM há três e na DECA outros três. A rede de Internet está interligada, em Marabá, ao sistema Navegapará, o que garante acesso em alta velocidade à rede mundial de computadores. Quanto a viaturas, a Polícia Civil afirma que a cidade de Marabá conta com 18 veículos. Quatro deles, tipo caminhonete L200, estão na Seccional Urbana de Nova Marabá (três) e outra na Corregedoria. A Polícia Civil, no município, conta ainda com outros três veículos descaracterizados e um furgão, além de cinco motos. Em 2007, no início do atual Governo, Marabá só contava com duas viaturas em condições precárias de funcionamento.
Em termos de infraestrutura, o Governo do Estado investiu 500 mil reais na construção da Seccional Urbana da Cidade Nova, em Marabá, inaugurada no final do ano passado. Todos os municípios da região sudeste, onde as Delegacias não possuíam viaturas, receberam veículos zero quilômetro. Entre eles, Itupiranga, São Geraldo do Araguaia, Jacundá, Bom Jesus do Tocantins e Eldorado dos Carajás.
O delegado Miguel Cunha lembra que a Polícia Civil está realizando concurso público para mais 350 vagas. Assim que os novos policiais civis forem nomeados, a maioria será lotada na região sudeste e, em especial, em Marabá, para aumentar o efetivo. Ressalte-se que, no início de abril, houve um treinamento em Belém de policiais civis de Marabá. O município recebeu armamento moderno.
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