sexta-feira, outubro 26, 2007

Em nome da biografia

Impressionante como determinadas pessoa se permitem ao surgimento de conjecturas ao usarem a tática do silencio diante do envolvimento de seus nomes no “Caso Novelino”. Homens público, principalmente, precisam ser ágeis em esclarecimento para que não se propaguem dúvidas e nem suspeitas quanto as suas idoneidades. Raros aqueles que sabem se comportar com firmeza diante de crises, reagindo com determinação e competência -, para isso contribuindo muito a assessoria de profissionais de comunicação experimentados.
Todos aqueles que tiverem seus nomes citados nessa “baiúca” – usando termo do promotor Paulo Godinho na matéria do Diário do Pará -, tem o dever moral de vir à público dizer por que diabos foram jogados no liquidificador.

4 comentários:

Anônimo disse...

Tu és malvado demais, poster.Querer que réu confesse o crime, onde já se viu isso?

Anônimo disse...

Impressionante como voces jornalistas tem a mania de especular em cima de fatos irreais. Só mesmo muito irresponsável para acreditar que o deputado Paulo Rocha esteja envolvida em ondas de crime. Voces merecem um processo nas costas, isto sim.

Hiroshi Bogéa disse...

10:53 AM, não quero nada. A insinuação é tua.

Hiroshi Bogéa disse...

4:04 PM, ninguem disse aqui nem alhures que o deputado Paulo Rocha está "envolvido em ondas de crime". O restante de tuas fedentinas a descarga do banheiro toma conta.