sexta-feira, setembro 04, 2009

Juvêncio, Raimundo...

Vários amigos de Raimundo José Pinto tiveram conhecimento de sua morte através de telefonemas do jornalista Paulo Roberto, secretário estadual de Comunicação, que se dedicou a diversas ligações até as primeiras horas desta sexta-feira para comunicar a péssima notícia, já esperada, a qualquer momento, devido ao agravamento da doença.

Contemporâneo de Raimundo e Lúcio Flávio Pinto, irmão do jornalista falecido, Paulo não escondia a emoção ao celular, pedindo aos seus interlocutores que fossem ao velório, ainda nesta madrugada.

Para quem não sabe, Raimundo Pinto e Paulo Roberto, durante os tempos rochedos da ditadura militar, travaram lutas corajosas contra o arbítrio e pelo fortalecimento do Sindicato dos Jornalistas do Pará, do qual o jornalista santareno foi seu presidente.

Originário de família de talentosos jornalistas, Raimundo foi um dos grandes nomes da imprensa paraense.

Em menos de dois meses, o Pará pensante perdeu Juvêncio de Arruda e Raimundo Pinto, vítimas de câncer.

O blog encaminha a Lúcio e ao seu mano Elias Pinto, cronista do Diário do Pará, sentimentos sinceros, extensos a todos os demais familiares.

6 comentários:

JOSE MARIA disse...

Meu caro Hiroshi,

Assino embaixo do seu post.
E peço sua permissão para fazer minhas homenagens do Paulo Roberto pelo beau geste.

Hiroshi Bogéa disse...

Meu querido Alencar, fique à vontade para suas homenagens. Mais do que merecidas. O Paulo é uma excelente figura humana, e está dando nova cara à Secom.

Breno Yared disse...

Obrigado pela lembrança, Hiroshi. Eu me chamo Breno Pinto, filho do Raimundo Pinto. Bom saber que ele tinha tantas pessoas que gostavam dele.

Hiroshi Bogéa disse...

Breno, seu pai conquistou amizades e respeito na profissão pela retidão com que ele exerceu o Jornalismo. Exemplo a todos nós. Nossos sentimentos sinceros.

Sílvia Sales disse...

Olá Hiroshi,

Muito obrigada pelas palavras carinhosas. Raimundo, com quem fui casada por 16 anos,estará sempre em nossos corações. Um abraço,
Sílvia Sales

Hiroshi Bogéa disse...

Sílvio, a marca do homem é o que ele deixa de bom. Raimundo só construiu em favor de uma sociedade mais justa. Essa obra dele ninguém esquecerá. Nosso abraço sincero, estimulando forças pra vocês superaram essa redemoinho.