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quinta-feira, setembro 03, 2009

Tempos cabeçudos

Além da técnica revolucionária de nosso respeitado juiz federal, existe a cabeçada “facciosa e mentirosa”, conforme batizou o presidente do Sinditaf, Charles Alcântara, ao ser perguntado pelo poster se ele havia agredido o servidor Marco Barros, em meio a explosão de impropérios contra o blog, ao telefone, sugerindo que o poster estaria a serviço da secretaria da Fazenda e contra os interesses da classe.

Preferindo a técnica antiga, usada muito pelos nossos tataravós de matar a cobra e mostrar o pau, o blogueiro exibe, a seguir, cópia do BO fornecido pela seccional de São Brás....
... E cópia do laudo de exame de corpo de delito.


Finaliza, lembrando que Marcos Barros, o servidor cabeceado, encaminhou à Corregedoria Fazendária, pedido de providencias administrativas.

Traduzindo: abertura de sindicância para apurar a violência sofrida à porta de um dos órgãos de SEFA e provável punição ao presidente do sindicato.

domingo, agosto 30, 2009

Greve sem greve, definha-se.

Agora no final da tarde de domingo, recebi telefonema de amigo residente em Dom Eliseu.

- Aqui o movimento não durou duas horas. Quando passou das 11h30, os fiscais grevistas da Sefa abandonaram seus postos e foram pro Itinga do Maranhão tomar umas cervejinhas. Ficaram por lá se divertindo em alegre bate-papo, experimentando uma deliciosa galinha caipira que faz muito sucesso num barzinho conhecido do outro lado da fronteira.

A informação do colega que atua na imprensa da BR-222 resume a paralisação de um movimento paredista destinado a durar até o próximo dia 2 de setembro, com objetivo de sangrar a arrecadação do Estado, conforme pretendia o presidente do Sinditaf (Sindicato dos Trabalhadores do Fisco do Pará), Charles Alcântara, pleiteando uma série de reivindicações.

O fracasso estrondoso do movimento que nem chegou assim a se caracterizar estava previsto.

Aforamente os servidores presentes às assembléias da classe, manifestações de auditores e fiscais lotados em diversos municípios do Estado consideravam o confronto, declarado pelo sindicato, prejudicial aos servidores, considerando – conforme atestam em depoimentos - que a atual gestão avançou muito mais do que os últimos governos em muitas propostas discutidas – apesar da necessidade de ser legalizar o mais rápido possível os avanços discutidos.

Na barreira da SEFA no Itinga, informa a fonte de Dom Eliseu, o constrangimento foi bem maior porque enquanto os fiscais grevistas se dirigiram para o lado maranhense buscando algumas horas de lazer, seus colegas de plantão ficaram no batente, processando notas fiscais dos caminhões que entravam e saiam do Estado.