O Rio Preto é afluente do Tocantins. Em território goiano, a beleza de cachoeiras como esta transforma sua extensão num paradisíaco mundo de fortes emoções.No sudeste do Pará, precisamente no município de Curionópolis, existem quedas d'águas ainda não exploradas pela indústria do turismo. A mão de Deus presente neste chão.
sábado, março 03, 2007
sexta-feira, março 02, 2007
Um olhar sadio sobre a Amazônia
Para você que se encontra em Belém, a partir desta sexta-feira, bela exposição difunde belezas naturais do Pará, na Escola Superior da Amazônia, do repórter fotográfico Ray Nonato.
A mostra é parte das comemorações pelo dia nacional do Turismo, que é comemorado no dia 2 deste mês. Segundo Ray Nonato, esse trabalho fotográfico visa alertar o público a respeito da degradação da natureza. "Em 20 anos de carreira, registrei belezas naturais de diversos municípios, muitas vezes ignorados pelo próprio paraense, que procura viajar para outros Estados e desconhece locais como a ilha de Marajó, Santarém e Conceição do Araguaia. O que me chamou a atenção foi a crescente degradação ambiental de praias e cachoeiras. Não é justo que isso ocorra. Nossos filhos e netos merecem conhecer essas belezas, assim como devem aprender a preservá-las para as gerações posteriores".
Serviço
Vernissage está marcado para essa sexta-feira (2), às 20h45, na Escola Superior da Amazônia (Esamaz), localizada na avenida Nazaré 489, entre as travessas Benjamin e Rui Barbosa. A exposição ficará aberta ao público na segunda-feira (5) até o dia 9 deste mês, de 8h às 20h, na Escola Superior da Amazônia (Esamaz).
Informações: abrajetpara@gmail.com / 8842-8129
A mostra é parte das comemorações pelo dia nacional do Turismo, que é comemorado no dia 2 deste mês. Segundo Ray Nonato, esse trabalho fotográfico visa alertar o público a respeito da degradação da natureza. "Em 20 anos de carreira, registrei belezas naturais de diversos municípios, muitas vezes ignorados pelo próprio paraense, que procura viajar para outros Estados e desconhece locais como a ilha de Marajó, Santarém e Conceição do Araguaia. O que me chamou a atenção foi a crescente degradação ambiental de praias e cachoeiras. Não é justo que isso ocorra. Nossos filhos e netos merecem conhecer essas belezas, assim como devem aprender a preservá-las para as gerações posteriores".
Serviço
Vernissage está marcado para essa sexta-feira (2), às 20h45, na Escola Superior da Amazônia (Esamaz), localizada na avenida Nazaré 489, entre as travessas Benjamin e Rui Barbosa. A exposição ficará aberta ao público na segunda-feira (5) até o dia 9 deste mês, de 8h às 20h, na Escola Superior da Amazônia (Esamaz).
Informações: abrajetpara@gmail.com / 8842-8129
Rejeição Geral
O 5º Núcleo Regional da Setran, sediado em Marabá, até presente momento não tem coordenador. E nem pretendentes ao cargo tal a desimportância destinada à sua gestão ao longo desses últimos doze anos. Em qualquer estado do país, a chefia de uma regional da Secretaria de Transportes é uma das mais cobiçadas pelo fato de gerenciar ações de infra-estrutura. A do Pará foi totalmente esvaziada pelo estilo centralizados dos imperadores tucanos. Os agentes políticos reponsáveis pelas indicações de auxiliares ao segudo time passam ao largo do núcleo de Marabá.
Troca-Troca
Bernadete Caten, deputada estadual do PT eleita no Sul do Pará com mais de 38 mil votos, a mais votada do partido no Estado, decidiu encaminhar à Casa Civil outro nome para ocupar uma das Agências do Detran, em Marabá. Antonio Leite, fiel escudeiro da parlamentar, inicialmente cotado para assumir a regional da Setran, está designado na funçao postada em ofício que pousa na mesa de Lívio Rodrigues de Assis, diretor-geral.
O advogado Félix Marinho, anteriormente citado como escolhido por Bernadete, na verdade nem chegou a ser cogitado.
O advogado Félix Marinho, anteriormente citado como escolhido por Bernadete, na verdade nem chegou a ser cogitado.
O que era esperado
Saiu no Diário Oficial de hoje a mudança que o blog antecipou em diversos post: Simone Miranda, filha da ex-deputada estadual Elza Miranda (PSDB), não é mais diretora da Divisão Administrativa da 11a Regional de Promoção Social, com sede em Marabá. Aliás, ela nem chegou a assumir o cargo. Para seu lugar, a Casa Civil nomeou, a pedido da DS, Eva de Araújo Abreu, esposa do ex-presidente da sub-seçao da OAB, Ronaldo Giusti - vice-presidente municipal do PT.
Bomba no Detran
O que ninguém esperava pode acontecer na segunda-feira (5): mudança na direção do Detran do Sudeste. Um dos dois agentes, Regional (José Milési) ou Local (Aderson Junior), que acabaram de assumir, será exonerado pela Casa Civil, a pedido da deputada estadual Bernadete Caten (PT). Quem sair será substituído pelo advogado Félix Marinho, presidente municipal do PMN, e aliado da parlamentar.
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Saindo na frente
Comentando o post “Erro e sacanagem”, o deputado João Salame(PPS) sai na frente ao anunciar a apresentação de moção, de sua autoria, propondo ao governo do Estado formação de um Grupo de Trabalho, integrado por técnicos da prefeitura e Universidade Federal, com responsabilidade de indicar soluções permanentes para a questão das cheias e suas conseqüências sociais.
Conhecedor a fundo dos problemas de Marabá e região Sul/Sudeste, Salame não se furta de imediato sugerir a construção de galpões multiuso equipados com estruturas decentes destinados a abrigar flagelados, durante o período das cheias e, no verão, utilizados como oficinas profissionalizantes.
Nenhum bicho de sete-cabeças, mas perfeitamente factível. O negócio é ter sensibilidade e coragem para mexer com o vespeiro do reacionarismo. João, assim, começa bem a partida dentro da Assembléia Legislativa.
Conhecedor a fundo dos problemas de Marabá e região Sul/Sudeste, Salame não se furta de imediato sugerir a construção de galpões multiuso equipados com estruturas decentes destinados a abrigar flagelados, durante o período das cheias e, no verão, utilizados como oficinas profissionalizantes.
Nenhum bicho de sete-cabeças, mas perfeitamente factível. O negócio é ter sensibilidade e coragem para mexer com o vespeiro do reacionarismo. João, assim, começa bem a partida dentro da Assembléia Legislativa.
O erro e a sacanagem
Todo ano a cena de repete. Os bacuraus ditos responsáveis pela defesa civil são pegos de calção, no meio da chuva, anunciando, com bastante atraso, "estarem tomando medidas cabíveis" para atender aos flagelados, enquanto estes invadem prédios públicos em busca de abrigo. Se a Defesa Civil tem seus servidores mensalmente pagos pelo dinheiro do contribuinte, por que não planejam com antecedencia a locação dos abrigos para o encaminhamento programado das famílias desalojadas? Por que as prefeituras, se em primeira instância são as que permitem o surgimento de aglomerados em áreas baixas das cidades, revelam sempre despreparo no enfrentamento do flagelo? Já que permitiram a construção de casas nas regiões atingidas pelas cheias do Itacaiúnas e Tocantins, prefeitos e vereadores deveriam ser responsabilizados pelos maus tratos dispensado aos desalojados nessa época do ano, com algum tipo de pena civil destinada a corrigir a repetição das barbáries comumente registrada na primeira subida das águas.
Como carcará
Na esteira da miserável situação em que permanecem ao relento, as familias flageladas (parece propositalmente exposta para esse fim) são alvos cobiçados da classe política. Como que expostos numa vitrine de açougueiro, aparece de tudo: vereador distribuindo carne, outro entregando medicamentos (muitos deles com prazo de validade vencido) e, como nao poderia deixar de ser, o prefeito prometendo farta doação de botijões de gás e agasalhos. Isso é parte da ´cultura´ das comunidades ribeirinhas, vem desde tempos de bisavós. Não era mais pra ser assim. A evolução ética tem provocado mudanças em tantas coisas neste país, só não atingiu em cheio o clientelismo e a proliferação da indústria da cheia. Acho até que o Ministério Público, mesmo sem ser provocado, pode acompanhar isso de perto para dar um freio de arrumação no uso indevido da miséria dos outros.Os respeitados promotores tem esse poder, não tem doutor?
Mudança sem volta
Este ano, o poster tentará levantar os custos de atendimento aos flagelados de Marabá, criando planilha com despesas de transporte, combustível, alimentação, distribuição de gás de cosinha, agasalhos, medicamentos, montagem de abrigos, recuperação de prédios públicos e da infra-estrutura urbana. Tentará incluir também o que representa essa demanda para os cofres da Celpa e Cosanpa - duas empresas que também tomam prejuízos incalculáveis. Logicamente, só teremos essea dados depois da cheia, mas já dá para ter idéia do tamanho do drama e o que ele representa para o bolso do contribuinte.
Bem mais barato seria enfrentar de frente essa questão, proibindo, se possível até com penalidades de lei municipal, a costrução de casas em áreas baixas - como medida inicial. Numa segunda etapa, estimular a retirada de quem já mora naquelas baixadas, construindo casas populares dignas em regiões mais altas. Quem não aceitasse amigavelmente a mudança de "ares", ficaria responsável pela própria mudança futura dos terrenos alagados e idenização de danos que viesem acarretar ao erário a permanência delas em áreas proibidas.
Sai mais barato. Prova a existencia de governabilidade e a melhoria, isto sim, da qualidade de vida de muita gente.
Bem mais barato seria enfrentar de frente essa questão, proibindo, se possível até com penalidades de lei municipal, a costrução de casas em áreas baixas - como medida inicial. Numa segunda etapa, estimular a retirada de quem já mora naquelas baixadas, construindo casas populares dignas em regiões mais altas. Quem não aceitasse amigavelmente a mudança de "ares", ficaria responsável pela própria mudança futura dos terrenos alagados e idenização de danos que viesem acarretar ao erário a permanência delas em áreas proibidas.
Sai mais barato. Prova a existencia de governabilidade e a melhoria, isto sim, da qualidade de vida de muita gente.
Coragem e bom senso
O poster nasceu na beira do rio Tocantins, tão perto que aos quatro anos já sabia nadar em suas águas. Na alma e na condição de menino do interior, foi doído deixar a cidade para estudar em outras paragens. A vontade de voltar para a mesma casa de frente para o rio, perturbava-me, deixava o coração partido. Isso me perseguiu por muitos anos. Até hoje, tenho imagens gostosas do cheiro da água do Tocantins. Mas, decididamente, jamais voltaria a morar no mesmo lugar - todo ano atingido pela cheia. O poster mesmo e sua familia tiveram que fazer várias mudanças, enquanto ali moravam.
A quebra de paradigmas é uma necessidade. O tal ´fator cultural´ tantas vezes usado, e sempre repetido por quem não quer pegar o boi pelo chifre, para justificar a permanência de moradores nas regiões mais baixas de Marabá, precisa ser combatido. Os problemas sociais do município são graves e aumentam anualmente à reboque do crescimento da cidade, tudo enfrentado com recursos que diminuem na preoporção inversa das demandas acumuladas. Sem falar do surgimento de municípios competitivos e que disputam com o mesmo ardor os recursos destinados aos setores de infra-estrutura, saúde, educação e saneamento.
Quem se atreve a segurar essa bandeira?
A quebra de paradigmas é uma necessidade. O tal ´fator cultural´ tantas vezes usado, e sempre repetido por quem não quer pegar o boi pelo chifre, para justificar a permanência de moradores nas regiões mais baixas de Marabá, precisa ser combatido. Os problemas sociais do município são graves e aumentam anualmente à reboque do crescimento da cidade, tudo enfrentado com recursos que diminuem na preoporção inversa das demandas acumuladas. Sem falar do surgimento de municípios competitivos e que disputam com o mesmo ardor os recursos destinados aos setores de infra-estrutura, saúde, educação e saneamento.
Quem se atreve a segurar essa bandeira?
Meio Ambiente
"Uma verdade inconveniente", é o que descobriram no dia a dia do ex-vice
presidente Al Gore.
Pior notícia do que esta, certamente ele não esperava.
presidente Al Gore.
Pior notícia do que esta, certamente ele não esperava.
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