sábado, julho 19, 2008

Farol baixo

O repórter Bob Fernandes, de Terra Magazine, publicou frase de Lula que ilustra a determinação do presidente em querer passar a limpo as bandalheiras de Daniel Dantas no seio do capitalismo nacional.

Ao ser perguntado, em março de 2007, sobre o andamento das diligencias da Policia Federal no rastro da turma do Opportunity, resposta do presidente:

- Não sei como anda a investigação, nem quero saber, mas se tiver que prender, vai prender qualquer um... O que tiver que ser, será. E, por mais que tentem, não conseguirão me atingir... E quem tiver que ser preso, será.

O blogger se delicia diante de revelações do gênero. Inda mais quando Lula mostra que ele sempre quis ver bandidos do quilate de Dantas & Cia. na cadeia.

Uso de lanterna de neblina, é a sugestão do blog à turma aqui da região que sempre “viu” Lulinha , filho do presidente, “sócio” das fazendas do marginal.

Jogo de cena

O avalista de devoradores de florestas, Adnan Demachki , prefeito tucano de Paragominas, usa dados do Imazon – consultora da prefeitura daquele município - para dizer que o desmatamento freqüentemente flagrado naquela região é bem menor do que os números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente. Ele só não diz que a tara com que os predadores avançam mata adentro teve origem exatamente ali, em Paragominas.

Se manobrou com esperteza para ocupar generoso espaço no jornal buscando um fato político em plena campanha eleitoral, conseguiu.

Acreditar no que diz o prefeito inimigo da natureza, são outros quinhentos.

Formigueiro humano

Impressionante como Canaã dos Carajás cresce. Incha. Aumenta de tamanho e de pessoas.

A cidade é um efervescente centro comercial habitada por gentes de todo o país. Não é por gratuidade que muitos empresários de Marabá aportam por aqui montando uma filial de seus negócios.

Dentro de três anos, Canaã deverá superar Parauapebas no item exportação. A produção de cobre do Sossego cuidará de bater esse recorde.

Canaã dos Carajás é uma cidade para se ganhar dinheiro.

Mesmo com a fumaça das queimadas a cobrir parte da região, nesta fase do ano.

Espaço congestionado

Entre os nove aeroportos integrantes da Superintendência Regional do Norte – São Luis, Imperatriz, Carajás, Marabá, Belém, Júlio Cesar, Altamira, Santarém e Macapá -, o terminal aéreo de Marabá foi o que mais apresentou crescimento no primeiro semestre de 2008, em relação os seis primeiros meses de 2007: 54,81% no acumulado no período.

Desmilinguido Águia

Depois de sagrar-se vice-campeão do Estado apenas pela campanha que fez no 1º Turno do Campeonato Paraense, o Águia desceu a ladeira e corre o risco de espatifar-se de forma irreparável nessa Série C do Brasileiro. Além de perder praticamente todo o time titular, a agremiação encontra dificuldades para contratar jogadores de fundo de quintal.

A direção do clube perdeu o tino. Não sabe qual caminho seguir.

De repente, uma marca que poderia sinalizar bons exemplos ao falido futebol paraense, segue a mesma rota.

Segurança privada

O repórter Ulisses Pompeu, do Correio do Tocantins, revela algo assustador: empresas privadas de segurança de Marabá possuem 533 profissionais atuando no setor, enquanto a média de policiais que formam o 4º Batalhão de Polícia Militar de Marabá é de 150 homens.

Em dois anos, diz o competente repórter, “o exército de vigilantes aumentou cerca de 100%, mostrando que a ausência de segurança pública, dever do Estado, obriga empresas a contratarem mão-de-obra especializada para manter seu patrimônio e a sua integridade física”.

Lenta atualização

O blog tem sofrido atraso em sua atualização devido às viagens do poster pelo Sudeste do Pará. Aqui, reforçamos nosso pedido de desculpas.

quinta-feira, julho 17, 2008

JF de Marabá anula compra e venda de 3 milhões de hectares de terra

Adriano Monteiro, de Belém, informa para o UOL:


A Justiça Federal de Marabá, sudeste do Pará, anulou a compra e venda de 3 milhões e 883 mil hectares de terra em São Félix do Xingu por uma empresa estrangeira e sua filial nacional. As terras negociadas eram griladas e fazem parte da reserva indígena kaiapó. A decisão foi dada pelo juiz federal Carlos Henrique Haddad em ação civil pública ajuizada pela Procuradoria da República de Marabá, anulando definitivamente todos os negócios, registros e averbações da compra das propriedades denominadas Fazenda Santa Margarida e Fazenda Carapanã.
Os responsáveis pela venda das terras e reús no processo são: Jovelino Nunes Batista, suposto proprietário das terras na época das negociações; Almir Santos, representante de Jovelino Batista nas negociações; José Carlos Paes de Barros Júnior, advogado da empresa americana no Brasil; Maria do Socorro de Souza, dona do cartório de São Félix do Xingu; além da empresa Allied Cambridge LCC e sua filial no Brasil, Worldwide Ecological Handling Timber Corporation Ltda.
O registro da terra, tanto dos donos passados quanto dos atuais, apresentado pelos réus foi considerado falso pelo juiz, além de imagens de satélite e informações do Incra confirmarem que as fazendas fazem parte da reserva indígena kaiapó. Os mais de 3 milhões de hectares foram vendidos por menos de R$ 2,5 milhões, quando o valor de mercado, segundo o juiz, é "muito acima".
"Verifica-se que a fraude atinge o imóvel desde a origem. E mais claro fica o engodo com o preço vil a que foram vendidas as referidas fazendas para as requeridas Worldwide Ecological Handling Timber Corporating Ltda e Allied Cambridge LCC. Se pusermos que cada hectare equivalesse à quantia ínfima de R$ 10, o preço que deveria ter sido pago seria superior a R$ 38 milhões", ressaltou Haddad.
Em depoimento, os réus alegaram que desconheciam o fato dos lotes serem registrados em nome da tribo kaiapó, fosse pela demora na divulgação do registro das terras pelas instituições federais responsáveis ou por negligência do cartório de São Félix do Xingu.
O réu Amir Santos Jobim alegou que a fazenda Carapanã pertencia ao suposto dono originário Joaquim Conceição de Menezes, após negociação com o Instituto de Terras do Pará (Iterpa), tornando lícita a compra da propriedade.
O juiz, no entanto, afirma que a compra, a venda e o registro de bens, desde o primeiro proprietário, foram feitas em desacordo com a legislação. O Iterpa negou qualquer transação do Estado com Joaquim Conceição de Menezes, que nunca compareceu às audiências.
De acordo com o procurador da República Marco Mazzoni, grande parte do desmatamento na Amazônia é causada por ocupações irregulares de terras públicas, seja por posseiros ou por empresas estrangeiras: "o MPF está atento aos milhões de hectares grilados na região. O poder público precisa aumentar a retomada de terras se quiser efetivamente controlar a floresta", declarou Mazzoni.
O processo já tem mais de sete anos. Tramita desde setembro de 2000. Um mês após o início da tramitação, foi aprovada a tutela antecipada pedida pelo procurador da República responsável pelo caso na época, Ubiratan Cazetta, impedindo que as terras fossem ocupadas pela empresa norte-americana e sua filial nacional.

quarta-feira, julho 16, 2008

Safados ocultos

Notas publicadas na coluna do poster no Diário do Pará e aqui no blog, contando tramóias de tentativa infrutífera de derrubada do secretário José Raimundo, da Sefa, atiçaram o ódio em pessoas ligadas a Jorge Tachi (ou no próprio?), ex-diretor de Fiscalização do órgão, pegado de cuecas liderando a conspiração malfadada.

Nas ultimas horas, a caixa de comentários foi bombardeada por depreciativas notas de anônimos acusando o blogger de estar à serviço de uma banda da secretaria da Fazenda, inclusive com citação de que o mesmo receberia dinheiro de fiscais-auditores para promover a campanha.

Em primeiro lugar, a relação do poster com servidores da Sefa é quase nula. Nem o próprio secretário – a quem o poster admira pela forma decidida com que vem combatendo com habilidade a corrupção e implantando uma moderna gestão de arrecadação – o blogger o conhece pessoalmente a ponto de manter alguma conversa com o mesmo.

As notas publicadas – e nenhuma contestada – de tão verdadeiras, levaram Jorge Tachi a esvaziar as gavetas da diretoria de Fiscalização.

Contorcionismo, contorcionismo, é isso o que resta a quem tem a boca grande e não respeita seus limites de atuação à frente de uma função pública.

Quanto aos comentários de anônimos covardes que não sustentam suas “denúncias” assinando o quiprocó, todos, como sempre, na lata de lixo.

Cara ou Coroa

A campanha eleitoral de Marabá começou empatada, pelo menos quanto a pedido de impugnações.

Todos os quatro candidatos potencialmente cotados a disputar em condições de igualdade a prefeitura, acionaram seus advogados para apresentação de defesa às ações de impugnação de seus nomes ajuizadas na 23ª Zona Eleitoral, presidida pela juiza Maria Aldecy Pissolati.

O Psol pede o indeferimento de registro das candidaturas de Bernadete ten Caten (PT) – e João Salame (PPS), ambos por abuso do poder econômico.

A Coligação “Marabá Quer Muito Mais”- PT, PMN, PSB, PHS -, e Jurandir Lisboa, tentam impugnar a candidatura de Asdrúbal Bentes (PMDB) sob alegação de que a mesma responde a processo no Supremo Tribunal Federal acusado de oferecer cirurgias de laqueaduras em 2004; e, fraude nas atas das convenções partidárias do PMDB, PSDB e PSC.

A coligação que apóia Bernadete/Ferreirinha também pediu a impugnação da candidatura de Maurino Magalhães (PR) acusando-o de malversação de recursos da ordem de R$ 2.321.445,00 pelo período de cinco meses em que se manteve à frente da prefeitura de Marabá.

Os candidatos já estão concluindo suas defesas.

terça-feira, julho 15, 2008

Idéia de Jerico

Está no blog da Franssinete Florenzano:

A idéia de Minc
Está na cara que o tal leilão de bois piratas está condenado ao fracasso. Os fazendeiros combinaram se fingir de mortos, e deixaram os governos estadual e federal com um grande mico na mão. Periga, no máximo, o lote ser arrematado por açougueiros. Isto é, se o gado não estiver magro demais até lá.


Exatamente do jeito que a charmosa, com todo o respeito, Franssinete escreveu.

Ainda existem figuras exóticas a chafurdar a base produtiva com medidas inconseqüentes. Igualzinho aos tempos dos "Fiscais do Sarney" e da prisão de boi no pasto, na época do desabastecimento provocado pelo congelamento de preços.

Agora está aí, o MMA desmoralizado.

Horário do TRE

Sem contabilizar a segundagem, é este o tempo dos candidatos a prefeito de Marabá para os programas de Rádio e Televisão:

João Salame (PPS), 9 minutos;

Asdrúbal Bentes (PMDB), 8 minutos;

Bernadete tem Caten (PT), 7 minutos;

Maurino Magalhães (PR), 3 minutos;

Abdik Araújo (Psol), 3 minutos.

Diamantes tocantinos

Guardada as devidas proporções, o Garimpo da Bagagem foi a Serra Pelada da década de 40, no Tocantins. No garimpo de diamantes trabalhavam mais de 2 mil pessoas num extenso poço.

Há casos de prósperos comerciantes surgidos depois em Marabá -, procedentes desse garimpo.

A foto é dos arquivos da Casa da Cultura.

Outra marca

O blog aproxima-se dos 100.000 acessos, com pouco mais de ano e meio de existência.

A siderúrgica

Na coluna do Diário do Pará de hoje, o poster informa que Ana Julia e Roger Agnelli iriam anunciar nesta quinta-feira, 17, a construção em Marabá da siderúrgica da mineradora. A manchete do próprio jornal aborda também o assunto, ressalvando, no entanto, mudança de data do anúncio para a primeira semana de agosto, a pedido do presidente Lula, que faz questão de estar presente à solenidade, em Belém.

Como a coluna foi fechada às 19 horas de ontem, o adiamento do evento marcado para esta quinta, no Centur sofreu alteração depois desse horário, não sobrando tempo para o colunista atualizar a informação.

A confirmação da construção da siderúrgica em Marabá coroa um trabalho de quase seis meses perseguido pelo poster. Nesse período, dezenas de telefonemas para Belém, Brasília e Rio de Janeiro foram feitos, na busca do furo antecipado.

O local do empreendimento, em Marabá, também já foi divulgado em primeiro plano pelo blogger, inclusive com detalhamentos de desvio da rodovia Transamazônica e da construção do porto à jusante da cidade.

Hoje, na coluna do Diário, antecipamos outra grande notícia: estudos de três áreas para a escolha do local onde uma mega empresa construirá uma indústria de celulose. Também em Marabá.

Coluna do Diário

Destaque de hoje da coluna do poster no Diário do Pará:

1- Ana Julia e Roger Agnelli anunciarão siderúrgica em Marabá.

2-Outro grande projeto em fase de planejamento para Marabá: uma indústria de celulose.

3- Por que Silvia Mara, superintendente de Policia Civil do Sudeste, não entregou a carta de demissão.

4- Sem nenhum político a acompanhá-lo, prefeito de Marabá entrega cheque de R$ 125 mil ao Sindicato dos Produtores Rurais;

5- Área da “Coca-Cola” desapropriada pelo governo do Estado. No local, mais de 3 mil pessoas aguardam a notícia.

Embrulha que é peixe

Paulo Henrique Amorim, em seu site, Conversa Afiada:


- Avisa ao Daniel que tenho uma matéria de encomenda para ele, diz Andréa Michael, repórter de Folha (da Tarde *) em Brasilia.

- Tá, vou avisar, diz Guiga, Guilherme Henrique Sodré Martins, membro do triunvirato (*2) do círculo íntimo de Daniel Dantas, e amigo pessoal do governador Jacques Wagner, da Bahia.

- Aproveita e pergunta pra ele o que ele vai fazer com o dinheiro que ele vai receber da Brasil Telecom e da Telemar, diz Andréa Michael, repórter da Folha (da Tarde*) em Brasília.

. Guiga diz a Dantas que Andrea Michael, repórter da Folha (da Tarde *) em Brasília acabou de escrever uma matéria “sob encomenda” para ele.

. E conta que ela perguntou o que ele vai fazer com o US$ 1 bilhão do cala-a-boca que a Telemar e a Brasil Telecom vão pagar a ele, com dinheiro do BNDES.

. Dantas cai na gargalhada. Ri, ri e diz:

- Diz pra ela que eu vou comprar ações da Telemar.

. E riu, riu muito ...

. Como diz o Mino Carta, a degradação da imprensa nativa ainda não chegou ao fundo do poço.

. Ainda vai descer mais.

segunda-feira, julho 14, 2008

Sete do "Control Alt Del" são condenados

A Justiça Federal no Pará condenou, no último dia 07, seis pessoas por furto de senhas bancárias na internet. A prisão dos acusados pelaPolícia Federal foi realizada no caso conhecido como “Control AltDel”, que teve início em dezembro de 2006.
Os condenados são Luís Carlos Gonçalves Siqueira - total de 12 anos e 9meses em regime inicial fechado , Antônio Carlos de Souza Lima – 08anos e 08 meses em regime inicial fechado, Ricardo Castro Marinho – 6anos de reclusão em regime inicial semi-aberto, Genilson Gomes da Souza- 07 anos e 2 meses em regime inicial semi-aberto, Marcos Helder DantasFigueiredo – 07 anos e 03 meses em regime semi-aberto e ChristianoRichardson Coutinho Nunes – 07 anos e 02 meses em regime inicialsemi-aberto.
Além das reclusões, o juiz determinou que fossem remetidos à União osequipamentos de informática (CPUs, modems, CDs, pen drive, CD-ROM,disquetes, chips), aparelhos celulares, todo o dinheiro apreeendido e umveículo obtido por Genilson Gomes de Souza com o dinheiro dos crimesDenúncia – Os acusados foram denunciados pelo Ministério PúblicoFederal no Pará no final de dezembro de 2006. Segundo a denúncia, obando utilizava basicamente três mecanismos para efetuar o“pishing”, termo que designa a “pesca” (fishing) dassenhas (passwords) bancárias de usuários da internet.
A primeira estratégia da quadrilha era espalhar por meio da internet oprograma de computador conhecido como “Cavalo de Tróia” ou“trojan” , que capturava informações pessoais das vítimas quandoabertos nos aparelhos infectados e as repassavam para o e-mail daorganização criminosa.
Outro mecanismo de atuação era o envio de e-mails com mensagensameaçadoras ou que anunciavam supostas dívidas da vítima com o Serasa. Nas mensagens, a quadrilha pedia dados bancários do usuário,como senha e número da conta.
O último estratagema conhecido da quadrilha era a criação de páginas “clones” sobre as páginas virtuais de instituições bancárias. Osusuários eram direcionados para essas páginas falsas ao tentar acessaros endereços originais por meio de provedores infectados.
Ainda segundo a denúncia do procurador da República José Augusto TorresPotiguar, havia certas hierarquias dentro da organização:
1) os programadores, figuras centrais e responsáveis pela criação,manutenção e atualização dos trojans, das páginas “clones” e peloenvio das mensagens eletrônicas. Os criminosos recebiam de cinco a seismil reais pela venda dos programas;
2) os usuários, que utilizavam diretamente os trojans, emitindodiariamente milhares de mensagens virtuais e coletando os dados furtadosdas vítimas;
3) os "biscoiteiros" ou "carteiros", encarregados de adquirir cartões eboletos bancários bancários para serem utilizados na transferênciafraudulentas do dinheiro;
4) e, por último, os "laranjas", pessoas que "emprestavam" suas contasbancárias, voluntariamente ou não, como depósito para os créditosfurtados, ou entregavam boletos de pagamentos para a quadrilha. O bandodepositava os débitos dos "laranjas" na conta corrente de vítimas, querecebiam uma certa quantia pelo serviço.
Dos seis acusados, apenas Luís Carlos Gonçalves Siqueira e AntônioCarlos de Souza Lima atuavam como “usuários”. Os outros eram“carteiros” dentro da organização.

Fonte: Assessoria de Comunicação PRF

Guerra suja

Vale tudo na guerra pelo controle da secretaria da Fazenda. Até a plantação de notas na imprensa com nítida intenção de derrubar José Raimundo, titular da Sefa.

A turma ligada a Jorge Tachi, ex-diretor de Fiscalização demitido, não descansará enquanto não espalhar explosivos de efeito retardado na imensa estrutura do órgão.

Amanhã, na coluna do Diário do Pará, o poster conta como é o esquema da tchurma do Tachi.

Navegando com Lúcio

Lúcio Flávio Pinto colocou seu Jornal Pessoal na web, em regime experimental. Para acessá-lo: www.jornalpessoal.com.br

Força tarefa

Os agentes da Polícia Federal que estão em Marabá e Xinguara vasculhando a trajetória da Santa Bárbara Agropecuária averiguam, com lupa, escrituras das fazendas adquiridas pelo Opportunity na região Sul do Pará.

E agora, José?

A Operação Satiagraha da PF não apenas veio desmontar o maior esquema criminoso implantado no país nos últimos anos. Enterrará também o mito criado em torno da figura da Lulinha. Todos os documentos extraídos nos cartórios de Marabá e Xinguara, em poder da Polícia Federal, mostram que os verdadeiros donos do império: Verônica Dantas (irmã de Daniel Dantas) e Carlos Rodemburg, ex-marido de Verônica, presidente da Santa Bárbara.

Como ficam aqueles que por diversas vezes acessaram a caixa de comentários do blog para insinuar a participação do filho de Lula em sociedade com Daniel Dantas, na compra de fazendas do Sul do Pará?

Maldade, pura maldade de gentes ligadas ao agronegócio avessas a Lula.