Curtinhas férias de 15 dias afastaram o blogger do batente.
E da blogosfera.
Hora é pra ouvir o barulho de águas do mar ressoando na praia, braba e mansa.
Tempo de andar descalço, jeans skinny cinza com gosto de descolado - totalmente entregue à contracultura como estilo de vida.
Mais preciso: easy rider.
A política, os negócios, o tititi dos comentaristas do blog, às favas tudo isso.
Como é bom tocar um instrumento na beira do mar.
Ou jogar a emoção de um oceano de canções no bojo do violão.
Ouvindo Sinatra, Cesaria Avora, afinando o instrumento com um diapasão digital.
Chique esse troço digital comprado na quinta-feira, 24, que nem sabia ser tão preciso.
De tão bom, fico agora afinando e desafinando as cordas do violão, só pra medir a precisão da geringonça digital.
Foi-se o tempo em que eu ficava com um analógico na boca, soprando como se fosse guarda de trânsito pra deixar a afinação nos trinques.
Hoje, sinto assim como se o mundo brilhasse em mim...
Nem sei como definir.
Água que corre sobre meus pés descalços, como sangue em minha terra.
Tudo se mistura.
E parece explodir, docemente, nessa imensidão salgada de mares.
O mar que enche, na fluência da maré, molhando minha pele.
Em férias, somos assim: soltos e lerdamente desconexos.
Bem, mas o que quero mesmo é saber se você teve um bom Natal, reunido com a família e amigos.
E, com gosto de sal na boca de águas verdes a me molhar, desejar-lhe um Ano Novo redondo.
Redondinho como esse universo criado por Deus pra gente contemplar, pelo menos uns poucos dias do ano.
Vai, leitor, ser feliz no Ano Novo.
Até mais ver..
quarta-feira, dezembro 30, 2009
Entrevista
Entrevista do prefeito Maurino Magalhães concedida há dez dias, já foi transcrita na VídeoV e mandada por email ao poster, para revisão.
Vamos ver se daqui pra sexta, primeiro dia de 2010, a gente dá uma checada no depoimento do prefeito.
Até o dia 1º de janeiro, material vira post.
Vamos ver se daqui pra sexta, primeiro dia de 2010, a gente dá uma checada no depoimento do prefeito.
Até o dia 1º de janeiro, material vira post.
Nova faculdade
Numa barraca especializada em caranguejo no toc-toc, engenheiro civil informa que seu colega recebeu a incubência de projetar prédio destinado a construção de um faculdade para sete cursos superiores.
Dono do empreendimento, empresário Jader Barbalho Filho pretende edificar projeto num imenso terreno que possui em área nobre do Núcleo Nova Marabá, na cidade de Marabá.
Dono do empreendimento, empresário Jader Barbalho Filho pretende edificar projeto num imenso terreno que possui em área nobre do Núcleo Nova Marabá, na cidade de Marabá.
Na onda do tititi
Lá em Marabá, corre papo contando da hipotética posse do empresário Demétrius Ribeiro (PSDB) no Senado, diante de um suposto afastamento por 90 dias do titular, senador Mário Couto.
Mas como essa conversa é antiga, fica apenas o registro.
E a certeza de que o poster não gastará um minuto de telefonema para checar o barato.
Por total desinteresse e indisposição.
Se algum assessor do senador Couto tiver interesse em impactar a informação, basta mandar comentário.
Mas como essa conversa é antiga, fica apenas o registro.
E a certeza de que o poster não gastará um minuto de telefonema para checar o barato.
Por total desinteresse e indisposição.
Se algum assessor do senador Couto tiver interesse em impactar a informação, basta mandar comentário.
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Mais informação
Única emissora de televisão geradora de Marabá, o Canal 2 da RBA lançou sua programação de jornalismo local, anunciando três tele-jornais diários.
Consistente e atuando nas áreas de jornal impresso, TV e rádio, o grupo amplia sua influência no Sul do Estado.
Comida pelas beiradas, a concorrência se mostra zonza e sem rumos.
Em tempo: as demais emissora de televisão de Marabá são repetidoras - inclusive o Canal 5 (Liberal).
----------------
atualização:
Prestigiando apresentação da programação da emissora, diretoria da RBA marcou presença em Marabá, entre seus integrantes, Jader Filho (diretor-presidente), Camilo Centeno (diretor-geral), Miguel Barbosa (gerente comercial) e Inaldo Souza (gerente de Marketing).
Consistente e atuando nas áreas de jornal impresso, TV e rádio, o grupo amplia sua influência no Sul do Estado.
Comida pelas beiradas, a concorrência se mostra zonza e sem rumos.
Em tempo: as demais emissora de televisão de Marabá são repetidoras - inclusive o Canal 5 (Liberal).
----------------
atualização:
Prestigiando apresentação da programação da emissora, diretoria da RBA marcou presença em Marabá, entre seus integrantes, Jader Filho (diretor-presidente), Camilo Centeno (diretor-geral), Miguel Barbosa (gerente comercial) e Inaldo Souza (gerente de Marketing).
Como dois e dois
Olhar crítico
Ninguém se interessou pelo assunto ou passou mesmo batido na blogosfera -, artigo assinado pelo deputado federal Jader Barbalho, no Diário do Pará de domingo.
“A divisão do Pará” intitula os argumentos do líder peemedebista com os quais ele defende a aprovação do plebiscito para auscultar a vontade do povo paraense quanto a criação ou não dos Estados de Carajás e Tapajós, e trás à luz dados até agora não abordados por ninguém: a distribuição do eleitorado nas três áreas interessadas.
“Ora, o Pará hoje tem um pouco mais de 4,5 milhões de eleitores e o quadro com os 64 municípios que poderão formar os Estados de Carajás e Tapajós possui cerca de 1,5 milhão, restando três milhões de votantes. Isso deve favorecer uma grande disputa de convencimento”, diz, sutilmente, um dos parágrafos da matéria com a qual Jader Barbalho assina sua posição de apoio ao plebiscito.
Plebiscito que o próprio parlamentar assegura ser aplicado em todo o Estado, e não apenas nas duas regiões interessadas na divisão como tem dito alguns de seus defensores.
Jader praticamente explicita: - Ora, por que vós, direis estrelas, se apavoram tanto diante de avassaladora diferença de votantes domiciliados naquilo que poderia ser o Estado remanescente do Pará?
Ninguém se interessou pelo assunto ou passou mesmo batido na blogosfera -, artigo assinado pelo deputado federal Jader Barbalho, no Diário do Pará de domingo.
“A divisão do Pará” intitula os argumentos do líder peemedebista com os quais ele defende a aprovação do plebiscito para auscultar a vontade do povo paraense quanto a criação ou não dos Estados de Carajás e Tapajós, e trás à luz dados até agora não abordados por ninguém: a distribuição do eleitorado nas três áreas interessadas.
“Ora, o Pará hoje tem um pouco mais de 4,5 milhões de eleitores e o quadro com os 64 municípios que poderão formar os Estados de Carajás e Tapajós possui cerca de 1,5 milhão, restando três milhões de votantes. Isso deve favorecer uma grande disputa de convencimento”, diz, sutilmente, um dos parágrafos da matéria com a qual Jader Barbalho assina sua posição de apoio ao plebiscito.
Plebiscito que o próprio parlamentar assegura ser aplicado em todo o Estado, e não apenas nas duas regiões interessadas na divisão como tem dito alguns de seus defensores.
Jader praticamente explicita: - Ora, por que vós, direis estrelas, se apavoram tanto diante de avassaladora diferença de votantes domiciliados naquilo que poderia ser o Estado remanescente do Pará?
Surucupinense de ribanceira
Sinceramente, o blog achava que isso não existia mais no nosso Pará.
O correspondente do Diário de Carajás informa:
Os grifos são de nossa autoria.
Quem gosta de rir, deem gargalhadas.
Os mais ressecados, por favor, evitem suicídio!
PS- Na passeata, certamente não faltaram queima de fogos, pois, pois!
O correspondente do Diário de Carajás informa:
“A Câmara Municipal de Conceição do Araguaia, em uma iniciativa ousada da Mesa Diretora 2009, acaba de adquirir um veículo Pajeto Mitsubishi, que ficará à disposição dos vereadores daquela Casa de Leis para o desempenho dos trabalhos legislativos.
O veículo foi apresentado à população conceicionense durante passeata que percorreu toda a cidade na manhã do último sábado (19).
Os grifos são de nossa autoria.
Quem gosta de rir, deem gargalhadas.
Os mais ressecados, por favor, evitem suicídio!
PS- Na passeata, certamente não faltaram queima de fogos, pois, pois!
Dinheiro no bolso
O comércio de Marabá começa a bombar, a partir desta quarta-feira, 23.
O salário de dezembro dos servidores da prefeitura foi pago com antecipação de uma semana.
A secretaria de Finanças disponibilizou os recursos na terça-feira, 22.
Agora é por conta do banco.
O salário de dezembro dos servidores da prefeitura foi pago com antecipação de uma semana.
A secretaria de Finanças disponibilizou os recursos na terça-feira, 22.
Agora é por conta do banco.
terça-feira, dezembro 22, 2009
O que disse Almir Gabriel
Com insistência, o blog conseguiu apurar o que foi tratado na conversa de Almir Gabriel com os deputados do PPS, Arnaldo Jordy e João Salame.
Amiga do ex-governador pelo PSDB, a fonte decidiu revelar ao pôster alguns detalhes do encontro para o público saber que Almir não abandonou a política – “e que estará firme e forte influenciando a eleição de 2010, no Pará” .
Trocando em miúdos:
Terceira Via
O ex-governador paraense já está trabalhando para encontar uma candidatura capaz de enfrentar Ana Júlia (PT) e Simão Jatene (PSDB).
Com quem conversar
Almir Gabriel deixou a entender aceitar conversar até com Jader Barbalho, desde que este não pleiteie candidatura ao governo do Estado. Incluir o PMDB numa composição em que Jader seja candidato ao Senado, não haverá nenhum problema.
Candidatura de Tião
Gabriel disse nada ter contra a pré-candidatura de Tião Miranda, pelo PTB, mas considera o ex-prefeito de Marabá inexperiente ainda para disputar o governo estadual.
Simpatias
Ficou claramente explícito haver da parte de Almir Gabriel dois nomes que ele apoiaria abertamente para governador, inclusive, transformando-se em soldado à cata de votos para um deles: Anivaldo Vale (PR) e Valéria Pires Franco (DEM).
Conspiração a caminho
Esclarecendo de vez a tal expressão "Vale do Rio Amargo" que ele cunhou na carta divulgada pelo Diário do Pará comunicando seu desligamento do PSDB, Almir Gabriel disse aos dois interlocutores, com todas as letras, segundo a segura fonte, haver um movimento conspiratório contra os interesses do Pará comandados pela Vale S.A e pelo hoje desafeto Simão Jatene.
Futuro partidário
Já quase no final do papo com o ex-governador, Arnaldo Jordy convidou-o a ingressar no PPS.
Neste momento, Almir levantou-se da cadeira e começou a falar alto, alegremente satisfeito:
Amiga do ex-governador pelo PSDB, a fonte decidiu revelar ao pôster alguns detalhes do encontro para o público saber que Almir não abandonou a política – “e que estará firme e forte influenciando a eleição de 2010, no Pará” .
Trocando em miúdos:
Terceira Via
O ex-governador paraense já está trabalhando para encontar uma candidatura capaz de enfrentar Ana Júlia (PT) e Simão Jatene (PSDB).
Com quem conversar
Almir Gabriel deixou a entender aceitar conversar até com Jader Barbalho, desde que este não pleiteie candidatura ao governo do Estado. Incluir o PMDB numa composição em que Jader seja candidato ao Senado, não haverá nenhum problema.
Candidatura de Tião
Gabriel disse nada ter contra a pré-candidatura de Tião Miranda, pelo PTB, mas considera o ex-prefeito de Marabá inexperiente ainda para disputar o governo estadual.
Simpatias
Ficou claramente explícito haver da parte de Almir Gabriel dois nomes que ele apoiaria abertamente para governador, inclusive, transformando-se em soldado à cata de votos para um deles: Anivaldo Vale (PR) e Valéria Pires Franco (DEM).
Conspiração a caminho
Esclarecendo de vez a tal expressão "Vale do Rio Amargo" que ele cunhou na carta divulgada pelo Diário do Pará comunicando seu desligamento do PSDB, Almir Gabriel disse aos dois interlocutores, com todas as letras, segundo a segura fonte, haver um movimento conspiratório contra os interesses do Pará comandados pela Vale S.A e pelo hoje desafeto Simão Jatene.
Futuro partidário
Já quase no final do papo com o ex-governador, Arnaldo Jordy convidou-o a ingressar no PPS.
Neste momento, Almir levantou-se da cadeira e começou a falar alto, alegremente satisfeito:
- Eu achava que não seria convidado, eu achava. Agradeço demais o convite, vamos conversar mais.
Se quiser preparar o suco
Respondendo a um dos leitores de seu blog, o deputado federal Vic Pires Franco (DEM) disse que a pré-candidatura ao governo do ex-prefeito de Marabá, Sebastião Miranda (PTB), "não vai decolar, é um balão de ensaio".
O blogger quis saber também de um outro político paroara, bem articulado com a maioria das correntes partidárias do Estado, se ele pensava o mesmo do deputado comandante do DEM paraense.
"Na política, também, você pode fazer de um limão, uma limonada", respondeu, enigmático, para explicar em seguida que tudo vai depender de como Sebastião Miranda se comportará a partir de agora: emprestando o nome dele para os líderes do PTB e PR - Duciomar Costa e Anivaldo Vale -, fazerem jogo de pressão buscando boa margem de negociação em futuro próximo; ou, partindo para viabilizar-se como verdadeiro candidato ao governo.
Como viabilizar-se?
Colocando o pé na estrada para conversar com os representantes dos partidos, propondo alianças, etc.
E é bem aí que reside o X da questão.
Sebastiao Miranda é avesso a esse jogo de muita conversa. Tem demonstrado, ao longo de mais de vinte anos como político de Marabá, detestar fazer sala ou visitar algum correligionário ou aliado em potencial.
Se quiserem deixá-lo amuado é só propor marcar reuniões para discutir isso ou aquilo no jogo jogado da política.
Agora, para colocar a mão na massa, e tocar obras - é com ele mesmo.
Para transformar o limão em limonada, Tião Miranda precisa conversar com os partidos - preferencialmente aqueles propensos a apostar numa terceira via, se é que eles existem.
Dar uma esticada até Redenção, onde num fim de semana pode conversar com o deputado Giovanni Queiuroz, do PDT, apenas como exemplo, para o espírito acomodado de Sebastião Miranda, isso aí é como uma via crucis.
Só vai empurrado. Ou puxado por insistência de terceiros.
O blogger quis saber também de um outro político paroara, bem articulado com a maioria das correntes partidárias do Estado, se ele pensava o mesmo do deputado comandante do DEM paraense.
"Na política, também, você pode fazer de um limão, uma limonada", respondeu, enigmático, para explicar em seguida que tudo vai depender de como Sebastião Miranda se comportará a partir de agora: emprestando o nome dele para os líderes do PTB e PR - Duciomar Costa e Anivaldo Vale -, fazerem jogo de pressão buscando boa margem de negociação em futuro próximo; ou, partindo para viabilizar-se como verdadeiro candidato ao governo.
Como viabilizar-se?
Colocando o pé na estrada para conversar com os representantes dos partidos, propondo alianças, etc.
E é bem aí que reside o X da questão.
Sebastiao Miranda é avesso a esse jogo de muita conversa. Tem demonstrado, ao longo de mais de vinte anos como político de Marabá, detestar fazer sala ou visitar algum correligionário ou aliado em potencial.
Se quiserem deixá-lo amuado é só propor marcar reuniões para discutir isso ou aquilo no jogo jogado da política.
Agora, para colocar a mão na massa, e tocar obras - é com ele mesmo.
Para transformar o limão em limonada, Tião Miranda precisa conversar com os partidos - preferencialmente aqueles propensos a apostar numa terceira via, se é que eles existem.
Dar uma esticada até Redenção, onde num fim de semana pode conversar com o deputado Giovanni Queiuroz, do PDT, apenas como exemplo, para o espírito acomodado de Sebastião Miranda, isso aí é como uma via crucis.
Só vai empurrado. Ou puxado por insistência de terceiros.
A entrevista de Maurino
O prefeito de Marabá, Maurino Magalhães, concedeu entrevista ao blog. Uma longa entrevista.
Topou o desafio e respondeu a todas as perguntas.
O conteúdo do depoimento passa por um processo de transcrição, para ser publicado no próximo domingo.
A entrevista provocará repercussão.
Topou o desafio e respondeu a todas as perguntas.
O conteúdo do depoimento passa por um processo de transcrição, para ser publicado no próximo domingo.
A entrevista provocará repercussão.
Arrumando a casa
Foram mais de 90 dias de cabeça enfiada num projeto de produção (gravações externas) de um vídeo que retratará o "Caminho da Castanha", trajeto de Marabá a Belém que faziam as grandes embarcações do Tocantins transportando a castanha extraída na região.
Dedicação ao documentário afastou o blogger da atualização diária deste sítio, que será normalizada a partir de hoje, com eventuais atrasos até a próxima quinta-feira, 24.
E daqui a pouco, no período vespertino, alguns posts sobre o lançamento da pré-candidatura de Tião Miranda ao governo do Estado, com repercussão no Sul e Oeste do Pará.
Até mais.
Dedicação ao documentário afastou o blogger da atualização diária deste sítio, que será normalizada a partir de hoje, com eventuais atrasos até a próxima quinta-feira, 24.
E daqui a pouco, no período vespertino, alguns posts sobre o lançamento da pré-candidatura de Tião Miranda ao governo do Estado, com repercussão no Sul e Oeste do Pará.
Até mais.
Coluna Diário do Pará
Coluna do poster publicada na edição desta terça-feira, 22, no Diário do Pará.
Umas & Outras
__________
Novos tempos
O novo secretário de Saúde de Marabá, Ademar Rafael Ferreira, ex-gerente do Banco do Brasil, foi recebido carinhosamente pelos servidores do órgão, durante rápida solenidade de apresentação do dirigente, e em meio a emocionado discurso de uma funcionária declarando o renascimento da esperança de dias melhores para a secretaria. Ademar transmitiu excelente impressão aos seus subordinados, garantindo trabalhar intensamente para recuperar o tempo perdido. Ganhou também o comprometimento de todos apoiá-lo na implementação de medidas amargas.
Siderurgia interiorizada
Ian Correa, vice-presidente da Sinobrás, representou a empresa na solenidade de lançamento das obras da Companhia Siderúrgica do Pecém, no complexo industrial e portuário do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. Durante evento, os projetos Alpa e Aline foram citados como outro grande empreendimento da Vale, na área de siderurgia, com execução prevista para 2010, em Marabá. Roger Agnelli, José Carlos Martins, Aristides Corbelline – pela Vale -, e Cid Gomes, governador do Ceará, também estavam lá.
Premiação comemorada
Associações de bairros e lideranças comunitárias das áreas urbana e rural repercutem no município a premiação outorgada pelo IBRAE (Instituto Brasileiro de Estudos Especializados) ao prefeito Maurino Magalhães (PR), pela inclusão de Marabá entre os Cinquenta Melhores Administrações Municipais do Brasil, “sob o enfoque da sustentabilidade urbana”. Com distribuição de folders exaltando o diploma, as entidades solidarizam-se com o prefeito ratificando confiança na gestão dele.
Olho no futuro
Com anúncio de que as construtoras Andrade Gutierrez e Odebrechet deverão instalar canteiro de obras em Marabá preparando-se para participar do boom de construções na área de siderurgia, o SINE/Marabá formatará um banco de dados para abastecer de informações as empresas em busca de mão-de-obra. Nesse sentido, abrirá cadastramento de profissionais da construção civil, a partir de 05 de janeiro, com vagas destinadas a pedreiro, ajudante de obras, carpinteiro, soldadores, entre outros.
Bases empolgadas
Peemedebista do Sul do Pará que participaram de convenção estadual do partido, em Belém, retornaram aos seus municípios empolgados com a possibilidade de Jader Barbalho disputar o governo do Estado. Para alguns prefeitos, o discurso do deputado federal declarando que se o PMDB decidir encarar o pleito, o candidato estaria no segundo turno, é sinal da disposição de Jader em analisar positivamente o desafio.
Sem censura
Colunista entrevistou por quase duas horas o prefeito de Marabá cercado de um clima inicial um tanto pesado. Justo se diga, todavia, a determinação de Maurino Magalhães não deixar uma pergunta (muitas delas provocativas) sem resposta, mandando ver questões tipo descontrole de gastos públicos, caixa dois de campanha eleitoral, oposição ao governo dele, instabilidade institucional, e até imersão religiosa na administração municipal. Maurino dá estocadas diretas no ex-prefeito Tião Miranda e no deputado João Salame (PPS). Está sendo transcrita para publicação no blog.
Agentes de saúde
A propósito de nota publicada na edição passada da coluna sobre o plano de carreira para agentes comunitários de saúde, em discussão na Câmara Federal, Ed Wilson, do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, observa que em hipótese alguma o poder publico municipal poderá estabelecer padrão salarial inferior ao salário mínimo nacional, para os agentes comunitários, e que a utilização dos recursos para possíveis aumentos salariais, deve ser analisada por cada município, envolvendo negociação entre os gestores e trabalhadores.
Umas & Outras
Deputado federal Asdrubal Bentes (PMDB) garante a coluna não ter mais dúvidas: Jader Barbalho anunciará, na hora certa, candidatura ao governo do Estado.
Explosão demográfica em Marabá é algo incontrolável. O bairro Francolândia, área de terra doada pelo empresário Daniel Franco a 300 famílias, está praticamente com todos os lotes ocupados. Diariamente novas construções são edificadas no local, que deverá se transformar no mais novo bairro de Marabá, totalmente habitado.
Representando Ana Júlia, o Gerente do Centro de Integração Regional de Marabá, Sebastião Ferreira, apresentou à imprensa e a diversas entidades de classe as obras de reforma completa do Colégio Plínio Pinheiro, que há mais de 40 anos não recebia benefícios em sua estrutura física, ganhando agora até ginásio de esportes.
RBA lança a programação local de Marabá do Canal 2, nesta terça-feira, 22, em solenidade numa casa de eventos. O telejornalismo contará com quatro programas diários nas áreas de polícia, esporte, entrevistas e noticiário em geral.
__________
domingo, dezembro 20, 2009
De pernas pro ar
Um escárnio, a manchete do UOL, portal da Folha de São Paulo, atiçando a pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial: “Serra supera Dilma e Ciro no segundo turno”.
Não tem jeito, a esforço da família Frias no processo de “bombeamento” da candidatura do governador de São Paulo está cada vez mais entrando em fria.
A editoria hiberna o que é mais importante na última rodada de pesquisa do instituto: a manutenção do crescimento constante da candidatura da ministra da Casa Civil, saltando de 17% para 23% de intenção de votos.
O portal busca na leitura dos índices de um suposto segundo turno manter acesa as possibilidades de Zé Serra chegar ao poder, subvalorizando outro fator bastante significativo que é a diferença agora de 14 pontos entre os mais fortes candidatos.
Distanciamento que já esteve próximo a 30 pontos segundo pesquisas do próprio Datafolha, a partir do momento em que incluiu o nome de Dilma nos questionários.
Não tem jeito, a esforço da família Frias no processo de “bombeamento” da candidatura do governador de São Paulo está cada vez mais entrando em fria.
A editoria hiberna o que é mais importante na última rodada de pesquisa do instituto: a manutenção do crescimento constante da candidatura da ministra da Casa Civil, saltando de 17% para 23% de intenção de votos.
O portal busca na leitura dos índices de um suposto segundo turno manter acesa as possibilidades de Zé Serra chegar ao poder, subvalorizando outro fator bastante significativo que é a diferença agora de 14 pontos entre os mais fortes candidatos.
Distanciamento que já esteve próximo a 30 pontos segundo pesquisas do próprio Datafolha, a partir do momento em que incluiu o nome de Dilma nos questionários.
sábado, dezembro 19, 2009
It has to be today
Correta a decisão do prefeito Darci Lermen de não adiar, pela terceira vez, a data da inauguração do Centro Administrativa de Parauapebas, conforme pediu Ana Júlia, lá de Copenhague.
Seria acumular desgaste demais no lombo.
E na credibilidade.
Seria acumular desgaste demais no lombo.
E na credibilidade.
A candidatura Tião
A pré-candidatura do ex-prefeito de Marabá, Tião Miranda, ao governo do Estado pode dar um nó em muitas articulações enfeitadas nos bastidores. De repente, ela desponta com o potencial de arregimentar as forças políticas do Sul e Oeste do Estado, num momento em que o sentimento separatista acumula frustrações pelo adiamento da votação do plebiscito ninguém sabe para quando.
A entrada de Tião Miranda no jogo sucessório é um desses ingredientes capazes de apimentar a disputa e potencializar-se, durante o processo de convencimento eleitoral, numa zebra sem precedente.
Detalhe: caso o ex-prefeito de Marabá tenha mesmo aceitado oferecer seu nome à sucessão de Ana Júlia, ele tem o dever moral – e ético – de entregar à governadora o cargo de superintendente do SEBRAE-PA, para o qual foi eleito numa disputa em que o governo estadual se indispôs com o PIB de Belém, acumulando desgastes depois de fratricida luta com expressivas personalidades empresariais.
A entrada de Tião Miranda no jogo sucessório é um desses ingredientes capazes de apimentar a disputa e potencializar-se, durante o processo de convencimento eleitoral, numa zebra sem precedente.
Detalhe: caso o ex-prefeito de Marabá tenha mesmo aceitado oferecer seu nome à sucessão de Ana Júlia, ele tem o dever moral – e ético – de entregar à governadora o cargo de superintendente do SEBRAE-PA, para o qual foi eleito numa disputa em que o governo estadual se indispôs com o PIB de Belém, acumulando desgastes depois de fratricida luta com expressivas personalidades empresariais.
Sonhos feitos de pó
Jobson, o jogador de Conceição do Araguaia flagrado duas vezes no exame antidoping por uso de cocaína, é mais um jovem do interior deste país a ser castigado duramente pelo peso da transição do ocaso para a fama. Igual a ele, outros garotos vivem a mesma situação: o sonho de ser ídolo esmagado pela saturação psicológica de estar entre dois mundos.
O mundo da miséria e do isolamento no interior de vilas e bocadas, e a descoberta da possibilidade de se tornar ídolo num grande clube de futebol.
É tênue, muito tênue, a linha a separar situações opostas.
De origem pobre vivida nas ribanceiras do rio Araguaia, Jobson quis ser apenas mais um Adriano da vida.
Ou outro ídolo dele famoso.
A exposição desse caso na mídia e as especulações criadas em torno da situação vivenciada pelo jogador, sujeito a ser banido dos esportes, devem ser analisadas com cuidado.
Se já estava vulnerável a ponto de usar cocaina ninguém sabe a quanto tempo, Jobson corre agora o risco de se transformar num marginal, com todos os riscos que isso representa para a sobrevivencia de um garoto que queria apenas ter seu nome gritado pela torcida num dia de domingo ensolarado.
O caso Jobson retrata a necessidade, cada vez mais urgente, dos dirigentes de clubes criarem departamentos específicos para o desenvolvimento do chamado trabalho psicopedagógico, uma novidade no Brasil, mas fundamental para o atleta ser acompanhado logo em que o mesmo passa a ser domínio dos clubes.
O trabalho psicológico deve ser feito de forma gradativa, a fim de que o esportista aprenda a lidar com as pressões à medida que vai crescendo profissionalmente.
O mundo da miséria e do isolamento no interior de vilas e bocadas, e a descoberta da possibilidade de se tornar ídolo num grande clube de futebol.
É tênue, muito tênue, a linha a separar situações opostas.
De origem pobre vivida nas ribanceiras do rio Araguaia, Jobson quis ser apenas mais um Adriano da vida.
Ou outro ídolo dele famoso.
A exposição desse caso na mídia e as especulações criadas em torno da situação vivenciada pelo jogador, sujeito a ser banido dos esportes, devem ser analisadas com cuidado.
Se já estava vulnerável a ponto de usar cocaina ninguém sabe a quanto tempo, Jobson corre agora o risco de se transformar num marginal, com todos os riscos que isso representa para a sobrevivencia de um garoto que queria apenas ter seu nome gritado pela torcida num dia de domingo ensolarado.
O caso Jobson retrata a necessidade, cada vez mais urgente, dos dirigentes de clubes criarem departamentos específicos para o desenvolvimento do chamado trabalho psicopedagógico, uma novidade no Brasil, mas fundamental para o atleta ser acompanhado logo em que o mesmo passa a ser domínio dos clubes.
O trabalho psicológico deve ser feito de forma gradativa, a fim de que o esportista aprenda a lidar com as pressões à medida que vai crescendo profissionalmente.
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Tuitando a morte do filho
Cerca de 30 minutos depois de os paramédicos chegarem, e enquanto ainda tentavam reanimar o garoto, Ross escreveu no Twitter: "Por favor rezem como nunca, meu filho de 2 anos caiu na piscina".
Cinco horas depois, quando médicos anunciaram a morte do menino, ela foi ao site e escreveu: "Me lembrando do meu menino de ouro". Em seguida, colocou no ar uma foto do filho.
Tuiteira norte americana causa polêmica no micro-blog.
Saiba mais aqui.
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Soldados da Borracha: aposentadoria justa
A Comissão Especial da PEC do Soldado da Borracha (Proposta de Emenda à Constituição 556/02) aprovou nesta quarta-feira o substitutivo da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que aumenta de dois para sete salários mínimos a pensão dos ex-seringueiros que atuaram na Segunda Guerra Mundial e cria um abono que fará as vezes de 13º salário. O presidente da comissão, deputado Lindomar Garcon (PV-RO), e a relatora anunciaram que já foi apresentado pedido de urgência e esperam que a PEC termine sua tramitação em 2010.
A relatora explicou que seu relatório busca resgatar a história dos soldados da borracha e fazer justiça salarial. Ela relatou que, em 1943, quando o Japão deixou de produzir borracha, Brasil e Estados Unidos fizeram acordo para manter a produção bélica. Com isso, 60 mil pessoas foram enviadas à Amazônia para extrair borracha. A maior parte delas foi convocada, da mesma forma como foram os pracinhas brasileiros; 30 mil morreram. Dos 20 mil pracinhas, 454 morreram na Itália.
Equilíbrio para a Previdência
A PEC da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) previa que o pagamento dos soldados da borracha, hoje de R$ 930, fosse equiparado ao dos ex-combatentes militares, que recebem R$ 4.143 mais abono referente ao 13º salário.
O deputado Fernando Melo (PT-AC) perguntou a relatora por quê o substitutivo prever um salário de R$ 3.265, R$ 878 a menos do que recebem os ex-combatentes. Perpétua Almeida explicou que a proposta foi pensada de forma a não dificultar a tramitação. Ela afirmou que, com certeza, esse valor será questionado no Plenário e acrescentou que seu objetivo foi buscar um equilíbrio aceitável também para a Previdência.
Perpétua Almeida enfatizou que é urgente a aprovação da PEC porque morrem 3% dos ex-soldados a cada ano. Hoje, informou, há 14.900 pessoas recebendo pensão, 6.584 dependentes de soldados da borracha. Os outros 8.316 são ex-seringueiros como seu pai, que hoje tem 86 anos.
O deputado Moreira Mendes (PPS-RO) afirmou que não há um único dia em que um político da Amazônia não seja abordado por um ex-seringueiro que espera que seja feita a correção em seus vencimentos. Ele elogiou a ênfase dada pela relatora ao resgatar a história “desses heróis, que deram a vida por um ideal”.
A proposta segue para ser analisada pelo Plenário.
Fonte: Agência Câmara
Atualização:
Clique Aqui, para conhecer íntegra e tramitação da matéria.
----------------------
atualização às 14:00
Prenhe de razão, Ademir Braz, manda cocomentário revoltado com a tardia aprovação da matéria que propõe o pagamento digno dos "Soldados da Borracha":
Hirô, mano velho: essa esmola não vem tardiamente? Quantos "soldados da borracha" ainda sobrevivem? Veja como está o pai do João Filho, vizinho aí de cima: 90 anos, cego de glaucoma e há bem dez anos à espera de Justiça.
Conheci alguns desses "soldados" aqui em Marabá que, ao procurar seus direitos de aposentadoria", no INSS lhe pediram prova concreta de que trabalharam nos seringais: facão, raspadeira, cuités para recolher o leite...
Puta que pariu!
Claro que eles não tinham mais essas tranqueiras! Resultado: nenhum se aposentou.
terça-feira, dezembro 15, 2009
Calendário tucano
Depois do lançamento da pré-candidatura de Simão Jatene ao governo do Estado, vereadores e prefeitos do PSDB retornaram aos seus municípios com a missão de organizar encontros mesorregionais com objetivo de levantar o moral da militância, depois do longo mergulho ao qual ficou submetida a legenda no Sul do Pará.
Já a partir da primeira semana de janeiro de 2010, membros da executiva estadual passarão a orientar cada liderança municipal para as viagens a serem feitas pelo candidato nas cidades da região, promovendo corpo a corpo com o eleitorado em visitas relâmpagos.
Já a partir da primeira semana de janeiro de 2010, membros da executiva estadual passarão a orientar cada liderança municipal para as viagens a serem feitas pelo candidato nas cidades da região, promovendo corpo a corpo com o eleitorado em visitas relâmpagos.
Dia seguinte
Em mesas separadas, lideranças das quatro correntes do Partido dos Trabalhadores, no Pará, saborearam peixe e arroz ao tucupi, no início da tarde de segunda-feira, 14, na Estação Gourmert, ao lado da Basílica de Nazaré.
Pela DS, André Farias (secretário de Integração Regional) e Marcílio Monteiro (Projetos Estratégicos).
O PT Pra Valer se fazia presente nas vozes de Valdir Ganzer (Setran) e deputado Zé Geraldo.
Deputado federal Paulo Rocha representava a Unidade na Luta, acompanhado do prefeito de Belterra, Geraldo Pastana.
Outro deputado, Beto da Fetagri, falando em nome da AS – Articulação Socialista.
O papo do grupo demorou mais do que se consome num tempo normal de almoço.
O cardápio político, claro, girava em torno da definição de Simão Jatene, candidato opositor à reeleição de Ana Júlia.
----------------
atualização às 13:00
O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores no Estado do Pará, reunido em Belém, no dia 12 de dezembro de 2009, avalia o trabalho realizado pela atual direção do Partido dos Trabalhadores nos últimos dois anos, faz um balanço do governo do estado do Pará e reafirma as estratégias eleitorais para 2010.
Em extensa nota com 21 tópicos, distribuída à imprensa do Pará, o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores comunica resultado de avaliação das ações do governo do Estado, reafirmando as estratégias eleitorais para 2010.
No que se refere ao quesito “Eleições 2010, alianças e estratégia pré-eleitoral", diz a nota:
1-Para 2010, nossos adversários estão divididos. Dão como certo seu retorno ao lugar de onde não admitem terem sido apeados pelo voto direto do povo. Além desse passado nefasto que tentam o tempo inteiro vender como uma época de ouro, os tucanos não conseguem apresentar idéias e propostas para o Estado, a exemplo do que acontece com seus congêneres nacionais José Serra e Aécio Neves, e até hoje não apontam seu programa para o Pará, a não ser duas ou três obras turísticas concentradas na capital.
Pela DS, André Farias (secretário de Integração Regional) e Marcílio Monteiro (Projetos Estratégicos).
O PT Pra Valer se fazia presente nas vozes de Valdir Ganzer (Setran) e deputado Zé Geraldo.
Deputado federal Paulo Rocha representava a Unidade na Luta, acompanhado do prefeito de Belterra, Geraldo Pastana.
Outro deputado, Beto da Fetagri, falando em nome da AS – Articulação Socialista.
O papo do grupo demorou mais do que se consome num tempo normal de almoço.
O cardápio político, claro, girava em torno da definição de Simão Jatene, candidato opositor à reeleição de Ana Júlia.
----------------
atualização às 13:00
O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores no Estado do Pará, reunido em Belém, no dia 12 de dezembro de 2009, avalia o trabalho realizado pela atual direção do Partido dos Trabalhadores nos últimos dois anos, faz um balanço do governo do estado do Pará e reafirma as estratégias eleitorais para 2010.
Em extensa nota com 21 tópicos, distribuída à imprensa do Pará, o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores comunica resultado de avaliação das ações do governo do Estado, reafirmando as estratégias eleitorais para 2010.
No que se refere ao quesito “Eleições 2010, alianças e estratégia pré-eleitoral", diz a nota:
1-Para 2010, nossos adversários estão divididos. Dão como certo seu retorno ao lugar de onde não admitem terem sido apeados pelo voto direto do povo. Além desse passado nefasto que tentam o tempo inteiro vender como uma época de ouro, os tucanos não conseguem apresentar idéias e propostas para o Estado, a exemplo do que acontece com seus congêneres nacionais José Serra e Aécio Neves, e até hoje não apontam seu programa para o Pará, a não ser duas ou três obras turísticas concentradas na capital.
2-A prioridade do PT em 2010 é aprofundar o nosso projeto de desenvolvimento no Pará, com a reeleição da governadora Ana Júlia, a recuperação da vaga do PT no Senado com a candidatura do companheiro deputado Paulo Rocha, liderança capaz de fortalecer a chapa majoritária e animar ainda mais a militância petista; ampliar nossas bancadas na assembléia legislativa e na câmara federal e contribuir com os avanços do Brasil no futuro governo da ministra Dilma Roussef, que já alcançou os 20% nas intenções de voto a mais de um ano das eleições.
3-A construção de um programa democrático e popular capaz de aprofundar as mudanças em andamento e inscrever novos desafios na construção de um Pará Para Todos passa por um amplo debate nas instancias partidária e com participação dos nossos aliados é peça fundamental deste tabuleiro.
4-É necessário construirmos uma ampla aliança entre as forças democráticas e progressistas, unindo partidos e sociedade civil, envidando todos os esforços para reeditar a aliança vitoriosa de 2006 com o PC do B, PSB, PMDB e PRB e buscando ampliá-la na direção de PR, PTB, PP, PV, PSC e PDT e outros partidos que estão dialogando com a nossa base.
5-Também é preciso organizar o mais rápido possível o comando da campanha de reeleição da governadora Ana Júlia e do senado e definir o calendário da pré-campanha é uma tarefa urgente. Precisamos destacar as obras e ações por região, demonstrando o impacto dessas obras e serviços na vida da população beneficiada.
6- Em síntese, é missão do PT construir a estratégia de mobilização que fará do ano de 2010 não apenas um ano eleitoral, mas um ano de intensa participação política, em defesa de nossas conquistas. Para tanto, o balanço e o programa de governo terão função central. É preciso popularizar esse debate, desde já. É necessário, também, construir uma ampla base de alianças para propiciar a reeleição de nosso projeto político e a consolidação da coalizão que sustenta o governo, ampliando nossas bancadas na Assembléia Legislativa, retomando nossa vaga no Senado, objetivo essencial para a agenda de mudança que queremos para o Brasil e para o Estado do Pará.
Coluna Diário do Pará
Coluna do poster publicada nesta terça-feira (15), no Diário do Pará.
Umas & Outras
__________
Promotor censurado
A Procuradoria-Geral de Justiça acolheu ato de punição sugerido pela Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado com aplicação da penalidade disciplinar de censura ao promotor público de Marabá, José Luiz Brito Furtado, acusado de disparar três tiros contra a própria companheira, Maria Odinéia Rodrigues Farias, em fevereiro de 2008, no interior da residência do casal. Relatório do Processo Administrativo Disciplinar 010/08 concluiu que “ficou demonstrado o envolvimento do indiciado do feito, tanto que este tratou o caso como acidente, admitindo-o, portanto”.
Credibilidade funcional
Citando artigos da legislação que estabelece como dever dos membros do Ministério Público “manter ilibada conduta pública e particular”, a conclusão do relatório destaca, no entanto, que, no caso em apreço, “a conduta do indiciado (José Luiz Furtado) não aparenta gravidade suficiente para a perda do cargo, porém compromete a sua credibilidade funcional, sendo, sem a menor sombra de dúvidas censurável pela sociedade”.
Samba do crioulo doido
As sentenças proferidas pela juíza da 3ª Vara Cível de Marabá, Maria Aldecy de Souza Pissolati, costumam deixar a população perplexa e indignada. Não bastasse a luta de braço da meritíssima com a Procuradoria Geral do Estado, cujas decisões de sua jurisdição têm atrasado os trabalhos de implantação da Alpa, siderúrgica que empregará mais de treze mil pessoas, gerando renda e riquezas pra região, agora a juíza sentenciou mérito de ação favorável ao dono de matadouro clandestino, condenando a cidade a consumir carne sem inspeção dos agentes sanitários. Nas duas frentes de batalha, a juíza já teve suas sentenças reformadas pelo TJE, que deverá se manifestar outra vez no caso do liberou geral de Aldecy, já que a prefeitura irá recorrer da sentença.
Filme antigo
Colunista tem mantido postura crítica em relação à administração atabalhoada do prefeito Maurino Magalhães (PR), principalmente ao que se refere à falta de firmeza na gestão fiscal. Acompanhou, também, em cima dos fatos, a prisão pela polícia federal do vice-prefeito Nagilson Amoury, na operação que apura fraudes na compra de medicamentos. Os equívocos administrativos, todavia, não avalizam nenhuma aventura no sentido de pedir o impeachment do prefeito, como se ouve falar dentro da Câmara Municipal. Esse filme, já foi visto várias vezes. Uma crise institucional, agora, é o que menos Marabá precisa diante da implantação dos projetos de industrialização anunciados.
Cheiro de golpe
Impeachment é um processo político, não criminal, que tem por objetivo apenas afastar o titular do cargo sem que por isso ele seja condenado penalmente. Fica até parecendo golpe de verdade. Trocar um por outro, sem aval popular. Ademais, os servidores estão recebendo em dia, com 13º salário pago integralmente. O descontrole administrativo pode ser contornado com a colocação de pessoas preparadas, no lugar certo. O resto é carnaval de quem quer ver o circo pegar fogo.
Sem volta
Ao apresentar à sociedade o Projeto Aline, indústria de laminados, durante reunião ocorrida na Associação Comercial e Industrial de Marabá, o vice-presidente do Grupo Cearense, Ian Correa, garantiu que o empreendimento é uma decisão definitiva, ainda que se aguarde a conclusão dos estudos de sua viabilidade. Alpa e Aline, na avaliação de Ian, se completam entre si, motivo pelo qual a Aço Cearense e a Vale decidiram investir em suas implantações. Três empresas internacionais estão sendo contratadas para confeccionar os estudos.
Agentes comunitários
Autor da lei 10.507 que regulamentou a profissão dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, o deputado federal Paulo Rocha (PT) crê na aprovação em plenário das duas casas, ainda no primeiro semestre de 2010, da PEC 391/09 que cria agora o plano de carreira para os agentes comunitários, garantindo que o repasse do governo federal para as prefeituras seja utilizado integralmente para o pagamento dos salários dos 300 mil agentes em todo o País. O repasse hoje é de R$ 651,00, mas muitas prefeituras utilizam esses recursos para outros fins. O texto prevê que esses trabalhadores terão um piso salarial, a ser fixado posteriormente por meio de projeto de lei complementar. Hoje, os agentes de saúde são pagos conforme a capacidade das prefeituras.
Umas & Outras
Coluna de 28 de novembro registrou: “Prefeito Maurino Magalhães entende que o problema da saúde se resolve com um choque de gestão, razão maior para se suspeitar de que ele deverá escolher um administrador para o cargo” (secretário de Saúde).
Mais uma vez, o colunista antecipa fatos: o novo secretário de Saúde de Marabá será Ademar Rafael Ferreira, ex-gerente do Banco do Brasil e que trabalha como executivo da Maragusa. Administrador nato.
Eugênio Alegretti, Gerente Administrativo da Unimed Sul do Pará condecorado com a medalha João Rocha, na festa do Empresário do Ano.
Quem também recebeu homenagens foi o Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Cláudio Puty.
Nesta quarta-feira, 16, Ian Correa desembarca em Fortaleza para representar a Aço Cearense na festa de entrega do Prêmio Maiores Contribuintes do Ceará, pelo sexto ano consecutivo.
Termina hoje, 15, cadastramento ao programa Bolsa Trabalho, oferecido pelo Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Marabá, no Ginásio Poliesportivo da Folha 16.
__________
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Ânimo restabelecido
Os dois prefeitos do PSDB eleitos no Sul do Pará, Maria Ribeiro da Silva (Palestina); e “Alegria”- Gilgleider Altino Ribeiro (Santana do Araguaia) retornaram de Belém animados com o lançamento da pré-candidatura de Simão Jatene ao governo do Estado. Garantem que vão rodar estradas em busca de votos para a recondução dos tucanos ao poder.
MPE censura promotor de Marabá
Saiu o relatório do PAD 010/2008 que apurou a agressão do promotor José Luiz Furtado a sua companheira Maria Odinéia Rodrigues Farias. O processo Administrativo Disciplinar instaurado pelo Ministério Público Estadual concluiu pela culpabilidade do promotor, ratificando informações à época de tiros disparados contra a parceira e outros projéteis espalhados pela residência do casal.
Pela gravidade do caso, a censura do MPE é um presente natalino que chega às mãos do promotor, corroendo de forma quase ininteligível sua biografia de autoridade pública instituída para fiscalizar os maus costumes e as práticas criminosas.
Amanhã, na coluna do poster no Diário do Pará, mais detalhes sobre a leve penalidade imposta ao promotor de Marabá, poelo MPE.
Pela gravidade do caso, a censura do MPE é um presente natalino que chega às mãos do promotor, corroendo de forma quase ininteligível sua biografia de autoridade pública instituída para fiscalizar os maus costumes e as práticas criminosas.
Amanhã, na coluna do poster no Diário do Pará, mais detalhes sobre a leve penalidade imposta ao promotor de Marabá, poelo MPE.
domingo, dezembro 13, 2009
Hipocrisia sem-vergonha
Mestra Marise Morbach dá o seu recado, à altura de sua sensibilidade docente:
----------------------
Comentaristas
Na caixa de comentários do Quinta, Marise encontra apoio à sua indignação.
Professor Alan, bate de prima:
Bom demais essa blogosfera!
Com ela, o mundo já está sendo marravirrosamente diferente.
Como escreveu Drummond: "sejamos docemente pornográficos". O fim do ano está a poucos passos: vamos nos arrastando, rezando, suplicando, pedindo: "um pouco de pornografia aí, por favor!".
Não é fácil viver com essas elites tão refinadas, formadas nas melhores universidades brasileiras e do exterior.
Não é fácil conviver com jornalistas ávidos por escrever no vocabulário adequado aos 'manuais da redação'.
É de uma perfeição o cenário político que nos deixa à beira de uma congestão intelectual: são cuecas, dólares, euros, filmagens, delações e processos, que de tão refinados, ofuscam as mentes mais brilhantes do país, a ponto de um simples "merda" ser motivo para debates acalorados.
Não é fácil ser presidente dessa república orgulhosa e culta; não é não!
----------------------
Comentaristas
Na caixa de comentários do Quinta, Marise encontra apoio à sua indignação.
Professor Alan, bate de prima:
Pois é, Marise, o Lula falou "merda"...
Como diria o meu avô, seu Raimundo: "grandes merdas!".
Com toda a sua erudição o FHC não mudou nada no panorama do país. Aliás, se fosse com ele a imprensa diria que ele na verdade falou "merde", em francês, o povão que teria entendido "merda".
O problema dos políticos não é quando eles falam merda, nem quando dizem besteiras em geral.
O problema é quando eles resolvem falar - e agir - a sério...
Aí sim é que dá merda!
Bom demais essa blogosfera!
Com ela, o mundo já está sendo marravirrosamente diferente.
Nossos Jackson do Pandeiro
Temos duas bandas de música de qualidade, em Marabá: a da Fundação Casa da Cultura, idealizada há mais de 18 anos pelo Noé Von Atzingen; e a Banda Shalom, da Funcad – Fundação de Assistência aos Menores e Adolescente, criada e mantida sob monumental esforço pela Márcia Costa.
As duas bandas, encorpadas por metais, são orgulho da cidade.
Idealizadas a partir da necessidade de reduzir a presença de meninos em áreas de risco.
Ontem à noite, assisti ao VI Recital da Shalom, nas dependências do clube da Vila Militar, totalmente lotadas.
Emocionante sob todo aspecto, o recital nos mostrou a música clássica, erudita, popular, eletrônica, numa relação simbiótica de estilos que no final das contas (ou dos acordes?) não deixou diferenciar o que é erudito nem popular.
Villa-Lobos e Almir Sater, no frigir dos ovos, depois de executados pelos meninos da Marcinha, são apenas músicas de bom gosto – sem possibilidade de comparar o que é erudito nem canção de esquina.
Músicas de fazer um bem danado aos ouvidos. E à emoção.
Desde muito tempo, os meninos da Shalom são a alma da cidade.
Eles representam mais a cidade do que aquilo que se toca em rádios, TV ou no festival de alguma cidade.
Eles são os verdadeiros cronistas da cidade!
Porque são capazes de misturar, num só paneiro, Anne Macginty, Cristina Mel, Jota Quest, Bach, Tony Broxton, Chitãozinho e Xororó, Renan Mingorance, Martinho da Vila, Oswaldo Montenegro, entre tantos outros, fazendo crônicas de lugares através de personagens urbanos e rurais.
Ouvindo-os, no recital, cada rosto de origem humilde e pobre, deu pra confirmar aquilo que eu já desconfiava: a banda dos meninos tirados das ruas é formada por músicos de rua mesmo.
Eles são emboladores, sambistas, hip hop, sertanejos de raiz, clássicos sem serem eruditos – espécie de cultura das ruas reivindicando espaço e voz nas periferias, como se estivessem gafitando os muros da cidade com desenhos de partituras multicoloridas.
A combinação disso tudo resultou na beleza de emocionar corações de simples e fidalga origem, como estava representado o público emotivo da Vila Militar.
De uns trinta anos pra cá, principalmente nas grandes cidades, as pessoas só reconhecem como cultura o que a mídia diz ser cultura. E essa mesma visão de cultura passou a se expandir pelas cidades do interior, pois as culturas locais são consideradas de segunda classe pelos seus próprios habitantes.
O habitante urbano do interior quer repetir os gostos das grandes cidades, da grande mídia e isso acaba fazendo com que a atividade cultural se afunile numa direção que quem controla é basicamente a televisão.
No meio da Banda Shalom já há meninos compondo suas próprias obras que falam de seus lugares, de suas tribos e guetos esquecidos.
Mas também fala de amor.
Claro, a banda não é uma ideia de composição original. Mas é uma ideia de fazer falar (e tocar!), ao mesmo tempo, a diversidade musical em suas diversas expressões.
O professor Gilvandro Monteiro da Silva, orientador dos meninos da Funcad, deixa sempre seus alunos tocarem o que eles gostariam de tocar. A partir da colaboração de cada um, ele orquestra composições, uma sequência, não interessando a música dele.
Interessa, sim, a música da cidade e essa música é a soma do som de cada um.
Por isso, dá pra perceber claramente toda a meninada à vontade. Ninguém preocupado se está tocando uma coisa que não faz parte do mundo deles.
Cada músico tem uma particularidade muito especial.
Cada um representa um universo, uma cultura dentro da cultura urbana.
Que também pode ser rural, dependendo da origem de cada aluno.
O importante é a música expressando um pouco da cidade em que ela está sendo feita.
A Skalom, é isto mesmo: paz!
As duas bandas, encorpadas por metais, são orgulho da cidade.
Idealizadas a partir da necessidade de reduzir a presença de meninos em áreas de risco.
Ontem à noite, assisti ao VI Recital da Shalom, nas dependências do clube da Vila Militar, totalmente lotadas.
Emocionante sob todo aspecto, o recital nos mostrou a música clássica, erudita, popular, eletrônica, numa relação simbiótica de estilos que no final das contas (ou dos acordes?) não deixou diferenciar o que é erudito nem popular.
Villa-Lobos e Almir Sater, no frigir dos ovos, depois de executados pelos meninos da Marcinha, são apenas músicas de bom gosto – sem possibilidade de comparar o que é erudito nem canção de esquina.
Músicas de fazer um bem danado aos ouvidos. E à emoção.
Desde muito tempo, os meninos da Shalom são a alma da cidade.
Eles representam mais a cidade do que aquilo que se toca em rádios, TV ou no festival de alguma cidade.
Eles são os verdadeiros cronistas da cidade!
Porque são capazes de misturar, num só paneiro, Anne Macginty, Cristina Mel, Jota Quest, Bach, Tony Broxton, Chitãozinho e Xororó, Renan Mingorance, Martinho da Vila, Oswaldo Montenegro, entre tantos outros, fazendo crônicas de lugares através de personagens urbanos e rurais.
Ouvindo-os, no recital, cada rosto de origem humilde e pobre, deu pra confirmar aquilo que eu já desconfiava: a banda dos meninos tirados das ruas é formada por músicos de rua mesmo.
Eles são emboladores, sambistas, hip hop, sertanejos de raiz, clássicos sem serem eruditos – espécie de cultura das ruas reivindicando espaço e voz nas periferias, como se estivessem gafitando os muros da cidade com desenhos de partituras multicoloridas.
A combinação disso tudo resultou na beleza de emocionar corações de simples e fidalga origem, como estava representado o público emotivo da Vila Militar.
De uns trinta anos pra cá, principalmente nas grandes cidades, as pessoas só reconhecem como cultura o que a mídia diz ser cultura. E essa mesma visão de cultura passou a se expandir pelas cidades do interior, pois as culturas locais são consideradas de segunda classe pelos seus próprios habitantes.
O habitante urbano do interior quer repetir os gostos das grandes cidades, da grande mídia e isso acaba fazendo com que a atividade cultural se afunile numa direção que quem controla é basicamente a televisão.
No meio da Banda Shalom já há meninos compondo suas próprias obras que falam de seus lugares, de suas tribos e guetos esquecidos.
Mas também fala de amor.
Claro, a banda não é uma ideia de composição original. Mas é uma ideia de fazer falar (e tocar!), ao mesmo tempo, a diversidade musical em suas diversas expressões.
O professor Gilvandro Monteiro da Silva, orientador dos meninos da Funcad, deixa sempre seus alunos tocarem o que eles gostariam de tocar. A partir da colaboração de cada um, ele orquestra composições, uma sequência, não interessando a música dele.
Interessa, sim, a música da cidade e essa música é a soma do som de cada um.
Por isso, dá pra perceber claramente toda a meninada à vontade. Ninguém preocupado se está tocando uma coisa que não faz parte do mundo deles.
Cada músico tem uma particularidade muito especial.
Cada um representa um universo, uma cultura dentro da cultura urbana.
Que também pode ser rural, dependendo da origem de cada aluno.
O importante é a música expressando um pouco da cidade em que ela está sendo feita.
A Skalom, é isto mesmo: paz!
Joga na fogueira!
As elites deste país bem que deveriam ser punidas pelo Santo Ofício - se ainda houvesse os metódos da época, ensandecidos e sádicos.
Em nome da discutível liturgia do cargo, seus representantes se dizem horrorizados por Lula ter falado em merda, usando um símbolo de linguagem para dizer da miserável situação em que se encontravam mais de 80 milhões de brasileiros, quando ele assumiu o primeiro mandato.
Mas a mesma elite jamais demonstrou ter se horrorizado com a fome.
Fome e merda, são as mesmas coisas.
Em nome da discutível liturgia do cargo, seus representantes se dizem horrorizados por Lula ter falado em merda, usando um símbolo de linguagem para dizer da miserável situação em que se encontravam mais de 80 milhões de brasileiros, quando ele assumiu o primeiro mandato.
Mas a mesma elite jamais demonstrou ter se horrorizado com a fome.
Fome e merda, são as mesmas coisas.
Coluna Diário do Pará
Coluna do poster publicada neste sábado, 12, no Diário do Pará:
__________
Mirando Jader
Dá pra notar claramente a preocupação das principais lideranças políticas do Sul do Pará para tentar descobrir os rumos a serem tomados pelo presidente do PMDB, Jader Barbalho. Mesmo aquelas já comprometidas com a reeleição de Ana Júlia, ninguém ousa diagnosticar o que pode ocorrer no pleito de 2010 sem a inclusão do peemedebista no tabuleiro da disputa. Isso o colunista ouviu de pelo menos oito personalidades residentes nos municípios de Conceição, Redenção, Xinguara, Canaã, Parauapebas e Marabá.
Sobrando cacos
Nessa altura do campeonato, difícil está encontrar, nos mesmos municípios, algum tucano entusiasmado com o futuro da legenda. As brigas internas do PSDB paraense conseguiram esconder o ânimo da galera, que espera ansiosamente o resultado do encontro do partido marcado para este final de semana, em Belém, para medir o tamanho das perdas até agora contabilizadas.
De bem com tudo
Quem está cada dia mais assim com a população de seu município é o prefeito Wenderson Chamon (PMDB. Se fizerem pesquisa agora, em Curionópolis, a popularidade dele deve estar nos níveis de satisfação do presidente Lula. Em menos de um ano de administração, Chamon já oferece aceitável atendimento de saúde no Hospital Municipal, totalmente reformada, e pavimentou inúmeras ruas da cidade, com recursos próprios.
Emprego e renda
Pra fechar o ciclo de boas notícias,Wenderon Chamon testemunhou a entrega, pela governadora Ana Júlia, da licença do Projeto Serra Leste, onde dentro de 90 dias a Vale inicia a exploração do minério ali existente, empregando quase mil pessoas e gerando royalties municipais. Na festa de entrega da licença, no meio de semana, Ana e Wenderson foram ovacionados por mais de duas mil pessoas.
Eruditismo na praça
Programação pra lá de gostosa: a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz se apresenta neste sábado, 12, , na Praça Duque de Caxias, em frente à Câmara Municipal,num evento da prefeitura de Marabá destinado a traduzir fraternidade no período natalino. No repertório, obras de Bizet, Rossini, Verdi, Franz Lehar e Mozart, citando clássicos compositores da música erudita -, além de obras de paraenses como Waldemar Henrique e Tynnôko Costa. Bem cedo da noite, a partir das 20 horas.
Afiando asas
Obras de ampliação e melhorias do estádio Zinho Oliveira estão sendo executadas pela prefeitura de Marabá com planejamento agendando para colocar o Águia em campo no seu primeiro jogo, pelo Campeonato Paraense 2010. Capacidade ampliada acomodará cinco mil torcedores. Ao mesmo tempo, a diretoria do time trabalha silenciosamente na contratação de jogadores, que serão apresentados à torcida dia 27 de dezembro. A pré-temporada será em Curionópolis.
É agora?
Coordenadores do movimento pela criação do Estado de Carajás, garantem que de terça-feira, 15, não passa. Nessa data, a Câmara Federal votará o PDL 052/07 propondo a realização de plebiscito para que a população escolha se o Pará deve ou não ser desmembrado para a criação de uma nova unidade da Federação, cuja matéria já foi aprovada no Senado. Ao contrário do que andaram propagandeando erroneamente, ou por má fé, caso aprovado, o plebiscito será realizado em todo o Estado, e não apenas nos 38 municípios inseridos no mapa sugerido para Carajás.
No alto da serra
O moderno Centro Administrativo de Parauapebas é realmente muito bonito, construído no alto de uma das serras que circundam a cidade e planejado para atender as demandas pelos próximos vinte anos. Darci Lermen (PT) pretende realizar grande festa dia 19 de dezembro, por ocasião da inauguração da suntuosa obra, ao lado da governadora e de outras lideranças políticas do Estado.
Umas & Outras
Programado para o dia 20 de dezembro, a segunda parcela do 13º salário dos servidores de Marabá foi quitada no meio desta semana. Ao contrário dos dias negros anunciados, 2009 será fechado com o salário dos funcionários públicos em dia. A primeira parcela do 13º foi paga no mês de julho. O salário de dezembro está garantido para o dia 27.
Exposto na fábrica da Alubar, o presépio produzido com miriti leva a assinatura do artesão Nildo Farias, Mães do Projeto Japiim, do Grupo Alubar, e colaboradores portadores de necessidades especiais da empresa empresa. Outros presépios de Nildo estarão à mostra na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Igreja de São José e Hotel Equinócios, em Barcarena.
Oficialmente, a Premium Engenharia colocou os pés em Marabá ao lançar o Loteamento Ipiranga, localizado na bifurcação das rodovias Pa-150, Rodovia Transamazônica e Br-222. Nos projetos da construtora, o lançamento de um shopping nas imediações do loteamento.
Asdrubal Bentes empolgado com a possibilidade da Câmara Federal sacramentar o plebiscito sobre a criação do Estado de Carajás. Muita gente se deslocará, de novo, pra Brasília, a partir de segunda-feira, 14.
__________
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Tolos espertos
Leve (*) Meneses recheia o post Derretendo Alianças com pertinente comentário, reproduzido abaixo:
Estes movimentos todos causam estranheza à quem é acostumado com coronel.
Duciomar, assim como Jader, tem um histórico que o torna pouco palatável à militância petista da capital, à quem o PT deve parte de suas grandes vitórias.
Se alguém acreditou que Duciomar conseguiria trocar o voto da bancada petista a favor da privatização do saneamento prla aliança em 2010, fez papel de otário. Não creio que exista no comando da aliança PTB/PR alguém tão tolo assim.
As forças políticas estão no momento de aglutinar suas tropas, todas estão criando discursos que cristalizam suas bases. Se auto-afirmam, acumulam capital político rumo às composição de 2010.
A "posse de Priante" serve para enfraquecer a coligação e diminuir suas pretensões na chapa governista. Parte do PT prefere compor com Jader, parte do PT tem medo das pretensões futuras de Jader.
Aliás, todas as forças políticas tem medo de Jader. Ainda não ouvi de nenhuma fonte confiável a possibilidade dos tucanos - ou pelo menos uma parte deles - compor com Jader na cabeça de chapa.
À exceção de Vic e do DEM - como não tem nada mesmo, tudo é lucro - nenhuma força política estimula a candidatura própria de Jader. Todos sabem que Jader quer dar seu lugar para o filho, o que implicaria em pelo menos 12 anos de domínio Barbalhista sobre o Pará. Neste meio tempo, grande parte das lideranças atuais terão pendurado as chuteiras.
Vendo-se assim, as movimentações atuais não são estranhas. São táticas numa guerra maior e de mais longo prazo, onde as forças políticas e os blocos de classe que elas representam estão em movimento, rumo à próxima batalha.
----------------------------
(*) Correção:
Coberto de argumentos, Levy Meneses bronqueia com o poster que o tratou de Leve Meneses.
Certamente por considerá-lo um bom texto, ao contrário de muitos comentaristas pesados a habitar nossos blogues gerais.
Sorry, Levy.
Levemente.
Duciomar, assim como Jader, tem um histórico que o torna pouco palatável à militância petista da capital, à quem o PT deve parte de suas grandes vitórias.
Se alguém acreditou que Duciomar conseguiria trocar o voto da bancada petista a favor da privatização do saneamento prla aliança em 2010, fez papel de otário. Não creio que exista no comando da aliança PTB/PR alguém tão tolo assim.
As forças políticas estão no momento de aglutinar suas tropas, todas estão criando discursos que cristalizam suas bases. Se auto-afirmam, acumulam capital político rumo às composição de 2010.
A "posse de Priante" serve para enfraquecer a coligação e diminuir suas pretensões na chapa governista. Parte do PT prefere compor com Jader, parte do PT tem medo das pretensões futuras de Jader.
Aliás, todas as forças políticas tem medo de Jader. Ainda não ouvi de nenhuma fonte confiável a possibilidade dos tucanos - ou pelo menos uma parte deles - compor com Jader na cabeça de chapa.
À exceção de Vic e do DEM - como não tem nada mesmo, tudo é lucro - nenhuma força política estimula a candidatura própria de Jader. Todos sabem que Jader quer dar seu lugar para o filho, o que implicaria em pelo menos 12 anos de domínio Barbalhista sobre o Pará. Neste meio tempo, grande parte das lideranças atuais terão pendurado as chuteiras.
Vendo-se assim, as movimentações atuais não são estranhas. São táticas numa guerra maior e de mais longo prazo, onde as forças políticas e os blocos de classe que elas representam estão em movimento, rumo à próxima batalha.
----------------------------
(*) Correção:
Coberto de argumentos, Levy Meneses bronqueia com o poster que o tratou de Leve Meneses.
Certamente por considerá-lo um bom texto, ao contrário de muitos comentaristas pesados a habitar nossos blogues gerais.
Sorry, Levy.
Levemente.
Partituras juvenis
O poster estará na primeira fila para assistir ao Recital dos Meninos da Funcad, neste sábado, na Vila Militar.
Os meninos da Banda Shalom (foto) da Fundação de Assistência às Crianças e Adolescentes, babarizam deliciosamente.
É bom demais ver aqueles moleques - antes perdidos em áreas de risco nas ruas do bairro Amapá - tocando Bach, Beethoven, Wagner, Villa-Lobos, Carlos Gomes e clássicos de nossa MPM.
Pedindo bis, com pipoquinha à mão.
----------
Ah, pra não esquecer: no meio da garotada tem um intruso de 80 anos de idade chamado João.
Um dia, querendo saber onde encontrar alguém para consertar o Sax Alto dele com problemas, terminou entrando na Funcad, onde se encantou com o som dos metais produzido pelo grupo de garotos comandados pelo maestro Gilvandro Monteiro da Silva (foto), natural de Vigia, terra dos ritmos paraenses.
Entrou e nunca mais deixou de ir à escola de música da instituição, tornando-se um de seus alunos exemplares (foto).
O saxofonista João é o genitor do poster, pra nosso orgulho espraiado.
Os meninos da Banda Shalom (foto) da Fundação de Assistência às Crianças e Adolescentes, babarizam deliciosamente.
É bom demais ver aqueles moleques - antes perdidos em áreas de risco nas ruas do bairro Amapá - tocando Bach, Beethoven, Wagner, Villa-Lobos, Carlos Gomes e clássicos de nossa MPM.
----------
Ah, pra não esquecer: no meio da garotada tem um intruso de 80 anos de idade chamado João.
Um dia, querendo saber onde encontrar alguém para consertar o Sax Alto dele com problemas, terminou entrando na Funcad, onde se encantou com o som dos metais produzido pelo grupo de garotos comandados pelo maestro Gilvandro Monteiro da Silva (foto), natural de Vigia, terra dos ritmos paraenses.
Entrou e nunca mais deixou de ir à escola de música da instituição, tornando-se um de seus alunos exemplares (foto).
O saxofonista João é o genitor do poster, pra nosso orgulho espraiado.
Aqui não, anão!
Diariamente, alguém acessa a caixa de comentário dos posts para cobrar do blog "informações" da ação que pede a cassação do mandato do prefeito de Marabá, Maurino Magalhães, denunciado por suposta prática de caixa dois.
Faz cobranças com o firme propósito de usar o blogger como instrumento de pressão. Tática de quem tem pressa para ver o caldo entornar a interesse de quem, não sabemos.
Sempre que judiciário e MP se manifestam a respeito do caso, o blog leva o fato ao conhecimemto público, abrindo espaço para todos os leitores se manifestarem, também.
Inicialmete (basta ver nos arquivos), todos os comentários cobrando pressa na decisão judicial eram publicados. Ultimamente, não!
Dá pra perceber nos comentários (de apenas uma pessoa?), claramente, haver apenas açodamento, sem que a manifestação do internauta esteja mesmo centrada no interesse de ver o fato esclarecido.
O blog não está à serviço desse jogo.
Quem deve cobrar, diariamente, ao juiz ou ao promotor decisão mais ágil da questão, são os advogados das partes interessadas.
E ninguem pode acusar as duas intituições de postergar a tramitação do processo, considerando que até as oitivas foram marcadas, com o adiamento de uma delas, a pedido do advogado de defesa.
O blog continuará informando seus leitores sobre a questão, a cada fato novo comprovado. Fora disso, neca de pitibiriba.
Faz cobranças com o firme propósito de usar o blogger como instrumento de pressão. Tática de quem tem pressa para ver o caldo entornar a interesse de quem, não sabemos.
Sempre que judiciário e MP se manifestam a respeito do caso, o blog leva o fato ao conhecimemto público, abrindo espaço para todos os leitores se manifestarem, também.
Inicialmete (basta ver nos arquivos), todos os comentários cobrando pressa na decisão judicial eram publicados. Ultimamente, não!
Dá pra perceber nos comentários (de apenas uma pessoa?), claramente, haver apenas açodamento, sem que a manifestação do internauta esteja mesmo centrada no interesse de ver o fato esclarecido.
O blog não está à serviço desse jogo.
Quem deve cobrar, diariamente, ao juiz ou ao promotor decisão mais ágil da questão, são os advogados das partes interessadas.
E ninguem pode acusar as duas intituições de postergar a tramitação do processo, considerando que até as oitivas foram marcadas, com o adiamento de uma delas, a pedido do advogado de defesa.
O blog continuará informando seus leitores sobre a questão, a cada fato novo comprovado. Fora disso, neca de pitibiriba.
Emoções interiores
A postura personalista da deputada estadual Bernadete ten Caten (PT) é um sucesso, por onde passa.
A última do script faz-de-conta-que-sou-eu foi em Eldorado do Carajás, por ocasião do debate público a respeito de segurança pública.
Durante todo o seu discurso, a parlamentar entoou loas e boas sobre o Eu dela, num exercício
autocomtemplativo que mais se confundia com um Ego em ebulição.
Em nenhum momento, a parlamentar se dignou prestar contas do que o governo do qual ela é integrante de primeira hora está fazendo na região, com a construção de delegacias, distribuição constante de viaturas, aumento do efetivo policial, entre outras ações perfeitamente comprovadas.
Foi preciso o delegado de interior, Miguel Cunha, salvar a pele de Ana, num discurso bastante explicativo e absorvido pela platéia.
Quando Bernadete pega o microfone por esse interior de meu-deus, sai debaixo.
Melhor dizendo, tampem os ouvidos.
A senhora dos Pampas não joga solidária nem que o diabo toque rebeca.
A última do script faz-de-conta-que-sou-eu foi em Eldorado do Carajás, por ocasião do debate público a respeito de segurança pública.
Durante todo o seu discurso, a parlamentar entoou loas e boas sobre o Eu dela, num exercício
autocomtemplativo que mais se confundia com um Ego em ebulição.
Em nenhum momento, a parlamentar se dignou prestar contas do que o governo do qual ela é integrante de primeira hora está fazendo na região, com a construção de delegacias, distribuição constante de viaturas, aumento do efetivo policial, entre outras ações perfeitamente comprovadas.
Foi preciso o delegado de interior, Miguel Cunha, salvar a pele de Ana, num discurso bastante explicativo e absorvido pela platéia.
Quando Bernadete pega o microfone por esse interior de meu-deus, sai debaixo.
Melhor dizendo, tampem os ouvidos.
A senhora dos Pampas não joga solidária nem que o diabo toque rebeca.
Mostrando a cara
Às 15 horas desta sexta-feira, Polícia Civil apresenta à imprensa de Belém o idéólogo do assalto a agência do Banpará de Maracanã, preso esta semana numa operação nos arredores daquele município. O assaltante é acusado de ser também o autor dos tiros que mataram o pai do estagiário da institução financeira.
quinta-feira, dezembro 10, 2009
De malas prontas?
Mais uma vez, o secretário de Segurança Pública, Geraldo Araujo, não mostrou a cara em solenidade de entrega de delegacias e viaturas no interior. Na viagem de Ana Julia a Marabá, quem respondeu pela SSP foi o Adjunto, José Sales.
Como já observei há alguns posts, Araújo está em ritmo de desocupar gavetas.
A saída dele deverá ocorrer quando o ministro da Justiça, Tasso Genro, desincompatibilizar-se para disputar o governo do Rio Grande do Sul, entre janeiro e março de 2010 – conforme quer o presidente Lula de todos os ministros candidatáveis para formar imediatamente a equipe que o acompanhará até 31 de dezembro.
O que tem a ver Tasso com a saída de Geraldo Araújo?
O ministro da Justiça levará com ele, para o RS, grande parte dos atuais ocupantes de cargos da Polícia Federal, a maioria gaúchos, especialmente o atual Superintendente do Pará da PF, Manoel Fernando Abbadi, e o diretor da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Ricardo Balesteri. Fala-se, inclusive, no próprio Diretor-Geral da PF, Luis Fernando.
Com essa migração, cargos importantes da PF ficarão vagos.
Geraldo Araújo já teria sido sondado para mudar-se pra Brasília, onde lhe aguarda função estratégica na organização federal.
Como já observei há alguns posts, Araújo está em ritmo de desocupar gavetas.
A saída dele deverá ocorrer quando o ministro da Justiça, Tasso Genro, desincompatibilizar-se para disputar o governo do Rio Grande do Sul, entre janeiro e março de 2010 – conforme quer o presidente Lula de todos os ministros candidatáveis para formar imediatamente a equipe que o acompanhará até 31 de dezembro.
O que tem a ver Tasso com a saída de Geraldo Araújo?
O ministro da Justiça levará com ele, para o RS, grande parte dos atuais ocupantes de cargos da Polícia Federal, a maioria gaúchos, especialmente o atual Superintendente do Pará da PF, Manoel Fernando Abbadi, e o diretor da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Ricardo Balesteri. Fala-se, inclusive, no próprio Diretor-Geral da PF, Luis Fernando.
Com essa migração, cargos importantes da PF ficarão vagos.
Geraldo Araújo já teria sido sondado para mudar-se pra Brasília, onde lhe aguarda função estratégica na organização federal.
Governo mostra o coturno
Neste momento (20h ), as lideranças dos partidos de oposição devem estar fungando cangotes à exibição, em rede nacional, do programa do PT.
A peça de propaganda do governo foi bem conduzida. Escancarou, levemente, realizações -, comparando as políticas sociais e econômicas dos governos Lula e FHC.
Algo humilhante, a medição do desempenho dos dois períodos.
Foi o bicho quando se exibiu, claramente, as opções feitas por cada um dos dois.
Enquanto Mister Cardoso priorizava o mercado, Lula trata o lado humano do povo brasileiro.
O programa comprovou diferenças gritantes.
O destaque dado a Dilma de comandante-mor do time de Lula é a vacina para contornar a falta de carisma dela.
Corretíssimo o que fez o marqueteiro João Santana, mostrando-a como uma líder competente, associada a todos os programas sociais colocados em ação , entre eles o Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, PAC, pré-sal etc.
O programa de hoje, certamente, é apenas uma entrada do que vem por aí.
É de bom alvitre, algum chegado de Zé Serra aconselhá-lo a terminar os anos que restam no governo de São Paulo. Caso contrário, o moço corre o risco de ficar sem mandato mais cedo.
A peça de propaganda do governo foi bem conduzida. Escancarou, levemente, realizações -, comparando as políticas sociais e econômicas dos governos Lula e FHC.
Algo humilhante, a medição do desempenho dos dois períodos.
Foi o bicho quando se exibiu, claramente, as opções feitas por cada um dos dois.
Enquanto Mister Cardoso priorizava o mercado, Lula trata o lado humano do povo brasileiro.
O programa comprovou diferenças gritantes.
O destaque dado a Dilma de comandante-mor do time de Lula é a vacina para contornar a falta de carisma dela.
Corretíssimo o que fez o marqueteiro João Santana, mostrando-a como uma líder competente, associada a todos os programas sociais colocados em ação , entre eles o Luz para Todos, Minha Casa, Minha Vida, PAC, pré-sal etc.
O programa de hoje, certamente, é apenas uma entrada do que vem por aí.
É de bom alvitre, algum chegado de Zé Serra aconselhá-lo a terminar os anos que restam no governo de São Paulo. Caso contrário, o moço corre o risco de ficar sem mandato mais cedo.
quarta-feira, dezembro 09, 2009
"Scafface" paraoara
Quando o “Direito Fórmula 1” de um vereador destabocado consegue gerar o mico do ano, deixando explícito a clara impressão de que estava muito apressado.
Terrivelmente apressado.
Assim como quisesse garantir sua meteórica ascensão no seio de alguma organização de seus sonhos.
Quem conta a aventura, com todas as letras, é Paulo Bemerguy.
Terrivelmente apressado.
Assim como quisesse garantir sua meteórica ascensão no seio de alguma organização de seus sonhos.
Quem conta a aventura, com todas as letras, é Paulo Bemerguy.
Argolas lubrificadas
Envolvido em diversas atividades desde o inicio desta quarta-feira, 9, o poster recebeu, até agora, cinco telefonemas de pessoas indagando sobre rumores da provável prisão de algumas pessoas, supostamente ligadas a secretaria de Saúde de Marabá.
Fontes do blog vinculadas ao setor de segurança negam a existência de qualquer tipo de operação em andamento.
Confirmar prisões antes de sua realização, também não faz parte do scrip da Polícia Federal.
Portanto, não se deve desconsiderar o zumzumzum.
Fontes do blog vinculadas ao setor de segurança negam a existência de qualquer tipo de operação em andamento.
Confirmar prisões antes de sua realização, também não faz parte do scrip da Polícia Federal.
Portanto, não se deve desconsiderar o zumzumzum.
Derretendo alianças
Passadas as repercussões iniciais do fato político de cassação do diploma do prefeito Duciomar, o PTB e o PR, comandados no Pará à mao de ferro pelo próprio alcaide e pelo seu vice, Anivaldo Vale, deverão mesmo seguir outro caminho, distanciando-se de vez do projeto de reeleição da governadora Ana Júlia.
Quem faz essa explanação é importante auxiliar de Duciomar Costa, depois de comunicar o fato, no calor dos últimos acontecimento, à própria governadora, num telefonema recheado de queixas.
Duas situações de conhecimento público emparedaram as lideranças dos dois partidos.
Primeiro, a oposição radical a Administração da capital de vereadores do Partido dos Trabalhadores na Câmara de Belém, envolvidos até os dentes com a movimentação em torno da cassação de Duciomar, em apoio a posse de José Priante.
Outro fato foi o suposto encontro de José Priante com a governadora, depois da sentença da Justiça favorável a cassação do prefeito de Belém.
A conversa dos dois – não confirmada oficialmente pelo Palácio dos Despachos -, foi recebida por Duciomar e Anivaldo como um toque de avançar pelotao. “Se o Priante buscava validação moral ao fato, a consumação do encontro serviu aos seus propósitos, jamais ao projeto de reeleição da governadora, que tinha entre seus simpatizantes -, o PR e o PTB”, avalia a fonte.
Até agora levadas em ritmo de slow-motion pelo PR e PTB, as conversações com interlocutores do PT estão encerradas. Pelo menos, por enquanto.
“Que diabo de parceiro é esse, supostamente buscando alianças eleitorais, mas que tem entre seus aliados preferenciais duas lideranças (Duciomar e Anivaldo Vale) fustigadas dia e noite pelo Partido dos Trabalhadores”?, pergunta, numa alusao a oposição ferrenha da legenda de Ana Júlia, na Câmara de Belém, ao prefeito municipal.
Quem faz essa explanação é importante auxiliar de Duciomar Costa, depois de comunicar o fato, no calor dos últimos acontecimento, à própria governadora, num telefonema recheado de queixas.
Duas situações de conhecimento público emparedaram as lideranças dos dois partidos.
Primeiro, a oposição radical a Administração da capital de vereadores do Partido dos Trabalhadores na Câmara de Belém, envolvidos até os dentes com a movimentação em torno da cassação de Duciomar, em apoio a posse de José Priante.
Outro fato foi o suposto encontro de José Priante com a governadora, depois da sentença da Justiça favorável a cassação do prefeito de Belém.
A conversa dos dois – não confirmada oficialmente pelo Palácio dos Despachos -, foi recebida por Duciomar e Anivaldo como um toque de avançar pelotao. “Se o Priante buscava validação moral ao fato, a consumação do encontro serviu aos seus propósitos, jamais ao projeto de reeleição da governadora, que tinha entre seus simpatizantes -, o PR e o PTB”, avalia a fonte.
Até agora levadas em ritmo de slow-motion pelo PR e PTB, as conversações com interlocutores do PT estão encerradas. Pelo menos, por enquanto.
“Que diabo de parceiro é esse, supostamente buscando alianças eleitorais, mas que tem entre seus aliados preferenciais duas lideranças (Duciomar e Anivaldo Vale) fustigadas dia e noite pelo Partido dos Trabalhadores”?, pergunta, numa alusao a oposição ferrenha da legenda de Ana Júlia, na Câmara de Belém, ao prefeito municipal.
terça-feira, dezembro 08, 2009
Coluna Diário do Pará
Coluna do poster publicada nesta terça-feira, 9, no Diário do Pará:
__________
Só Deus sabe
Obras de duplicação da ponte de 505 metros sobre o rio Itacaiúnas, em Marabá, já estão com mais de 50% concluídas, num período de cinco meses de serviços. Duas pontes e dois bueiros de concretos, somando o conjunto uns vinte metros, na PA-275, entre Curionópolis e Parauapebas, já se vão quase doze meses de iniciadas e ainda não foram entregues pela construtora Santa Bárbara – a mesma que leva aos trancos e barrancos a construção de outras pontes da Pa-150. Corre o risco de terminar o mandato de Ana Júlia sem conclusão das pontes e a recuperação do péssimo asfalto que a empresa coloca na estrada.
Todos os prêmios
Eleita “Empresa Amiga do Comércio” pelo voto direto dos associados da Câmara dos Diretores Lojistas de Parauapebas, a Unimed Sul do Pará consolidou de vez sua marca no município, investindo na própria região e atuando como parceira de diversas entidades em ações de responsabilidade social. Homenageada sábado último durante festa do Mérito Lojista, a cooperativa médica teve também um de seus cooperados, a pediatra Lúcia Margarida Costa Campos escolhida “ Médica do Ano” de Parauapebas.
Expectativa geral
A saúde da população de Marabá, outra vez, nas mãos da juíza de Direito Maria Aldecy de Souza Pissolati. Ela está por decidir o mérito de uma ação impetrada pela prefeitura municipal contra a abertura de matadouro clandestino, por força de uma liminar concedida pela própria juíza, posteriormente derrubada no Tribunal de Justiça do Estado. O Ministério Público já se manifestou pelo fechamento dos abatedouros. Se a juíza despachar favoravelmente ao funcionamento da pocilga, a população voltará a consumir carne sem nenhuma garantia sanitária, já que atualmente a cidade é abastecida por um frigorífico inspecionada pela prefeitura.
Jogo rápido
Às 14 horas de sábado, 5, Cláudio Puty desceu no aeroporto de Marabá e seguiu direto para a Vila Santa Fé, distrito a 74 quilômetros da cidade, para participar de encontro com alunos e coordenadores do Sistema de Organização Modular de Ensino (SOME). No início da noite, já estava de retorno a Belém depois de ter conhecido o território rural de maior potencial agrícola do município.
Apostadores a apostos
Licitados trechos de pavimentação da rodovia Transamazônica entre o rio Araguaia e Altamira, já tem gente apostando no Sudeste se vai sobrar ou não garantias para o asfaltamento de apenas 16 km de terra de chão esquecidos durante a pavimentação de Marabá ao rio Araguaia. Passados mais de doze anos, o péssimo é tanto que são poucos os moradores dos municípios regionais botando fé na realização da minúscula obra ainda no governo Lula.
Carajás mobiliza
Aeroporto de Brasília amanhece nesta terça-feira lotado de políticos do Sul do Pará. Prefeitos e vereadores foram, novamente, convocados para fazer abafa nos corredores da Câmara Federal pedindo a colocação em pauta do projeto de decreto legislativo (PDL 52/07) estabelecendo a realização de plebiscito sobre a criação do Estado do Carajás, já aprovado pelo Senado.
Fala sério!
Há mais de 20 anos produzindo ferro gusa no Distrito Industrial de Marabá, a verdade é que a Cosipar nunca se interessou em resolver seus passivos ambientais, comprovando possuir realmente áreas de reflorestamento capaz de atender seu consumo de carvão vegetal. Vez por outra, a empresa é flagrada (e multada) comprando insumos sem origem comprovada. A Sinobrás, com pouco menos de dois anos na cidade, já tem plantio de 24 mil hectares de eucalipto em 12 fazendas próprias.A desculpa da Cosipar é que sua área de reflorestamento está invadida nesse período.
Umas & Outras
Confirmado: até o dia 31 de dezembro sai edital do concurso público que a prefeitura de Marabá realizará. A posse aos concursados ocorrerá até metade de fevereiro.
Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá convocando associados para engrossarem a solenidade de lançamento do projeto piloto da Guia de Trânsito Animal (GTA) Eletrônica, nesta quarta-feira, em Marabá, com as presença de Ana Júlia e do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes.
Eleição popular realizada pela prefeitura de Marabá indicou o Tucunaré como símbolo do município, que concorreu com outros três elementos: o Açaí, Castanha do Pará e Cupuaçu.
Mais do que os próprios políticos da região, quem mais torce pela criação do Estado de Carajás é a nata do poder do vizinho Estado do Tocantins. Alguns personagens de lá, inclusive, já estão investindo em Marabá.
Mesas, vasos e luminárias são alguns dos produtos feitos pelo Projeto Igarité, do Criança Vida, e que agora estão expostos na Vila Encantada, no Grêmio Literário Português. A iniciativa da Dow Corning Metais do Pará atende a jovens de 14 a 24 anos.
__________
Quadrilha desmontada
A polícia prendeu o assaltante que matou o pai do estagiário do Banpará, em Maracanã, durante assalto a agência local da instituição.
O criminosos confessou o crime e já foi transferido para Belém.
O criminosos confessou o crime e já foi transferido para Belém.
segunda-feira, dezembro 07, 2009
Profissionalismo é isso aí
A sede de poder só pode dar nisso.
E isto é preocupante. Muito.
Empossar alguém que nem diplomado está?!
Belém, o povo de Belém, não merece a corja de políticos que tem.
Quem quiser acompanhar, passo a passo, a guerra pelo poder, é ficar antenado no Espaço Aberto.
Em cima dos fatos, lá na capital, Paulo Bemerguy vem dando um show de informação.
E isto é preocupante. Muito.
Empossar alguém que nem diplomado está?!
Belém, o povo de Belém, não merece a corja de políticos que tem.
Quem quiser acompanhar, passo a passo, a guerra pelo poder, é ficar antenado no Espaço Aberto.
Em cima dos fatos, lá na capital, Paulo Bemerguy vem dando um show de informação.
Ser botafoguense é...
Tadeu, fiel comentarista do blog, é quem manda essa pérola:
Algumas considerações , Hiroshi.Ser flamenguista é fácil e é pra qq "maria-vai-com as outras" , difícil é torcer prum time que está sempre no limiar da euforia e do desespero , um time que desafia céus e deuses , um time tão louco como Garrincha , um time que dá o campeonato pro maior rival , a ver : ganhamos nas ultimas rodadas do Inter , do São Paulo e do palmeiras.O Botafoguense é antes de tudo um forte , um sobrevivente.
Somos a verdadeira metáfora da vida.
De resto , parabéns.
Somos a verdadeira metáfora da vida.
De resto , parabéns.
Renúncia fiscal, não!
Êpa! Concessão de incentivos à Vale?
Sinceramente, esse tipo de assunto não deveria fazer mais parte das negociações com a mineradora, toda vez que ela avança para implantar novo projeto.
É o que a empresa está pleiteando à prefeitura de Marabá, redução de 5 para 2 % do ISS.
E pelo que se lê na entrevista do presidente do Sindicato do Comércio de Marabá ( Sindicom), Paulo Lopes,ao jornal Opinião, a mobilização da mineradora para ganhar apoio de setores representativos do município, já têm aliados.
Lopes diz que “nenhuma empresa investe em Marabá sem incentivo fiscal, ainda mais se tratando da Vale, que vai verticalizar produtos na região”.
Discurso antigo, incompatível com a realidade.
Exatamente por estar disposta a investir na verticalização, é que a Vale agregará valor aos produtos. E engordará muito mais seus balanços anuais.
A transformação de Marabá em pólo industrial não quer dizer que todos os males locais serão exorcizados.
Muito pelo contrário.
Os três núcleos populacionais, por abrigarem grandes favelões, continuarão a receber pesada carga humana, vindos de todos os lugares, com suas consequências conhecidas.
O ISS é o principal tributo municipal gerenciado na boca do caixa pela prefeitura. Reduzir três pontos percentuais da alíquota, como forma de “incentivar” a Vale a implantar a Alpa e o Projeto Aline, fará muita falta, em futuro próximo.
E o maior “incentivo” já foi concedido à mineradora: o direito perpétuo de explorar as riquezas do subsolo paraense sem que até agora suas comunidades tenham usufruído o mínimo de qualidade de vida.
O blog declara aberta campanha contra a redução de três pontos percentuais dos 5% de ISS a que Marabá tem direito em qualquer transação na área de serviço, recomendando à prefeitura escalar interlocutores credenciados, e com o mínimo de profissionalismo, para negociar esse babado com os executivos da Vale.
Sinceramente, esse tipo de assunto não deveria fazer mais parte das negociações com a mineradora, toda vez que ela avança para implantar novo projeto.
É o que a empresa está pleiteando à prefeitura de Marabá, redução de 5 para 2 % do ISS.
E pelo que se lê na entrevista do presidente do Sindicato do Comércio de Marabá ( Sindicom), Paulo Lopes,ao jornal Opinião, a mobilização da mineradora para ganhar apoio de setores representativos do município, já têm aliados.
Lopes diz que “nenhuma empresa investe em Marabá sem incentivo fiscal, ainda mais se tratando da Vale, que vai verticalizar produtos na região”.
Discurso antigo, incompatível com a realidade.
Exatamente por estar disposta a investir na verticalização, é que a Vale agregará valor aos produtos. E engordará muito mais seus balanços anuais.
A transformação de Marabá em pólo industrial não quer dizer que todos os males locais serão exorcizados.
Muito pelo contrário.
Os três núcleos populacionais, por abrigarem grandes favelões, continuarão a receber pesada carga humana, vindos de todos os lugares, com suas consequências conhecidas.
O ISS é o principal tributo municipal gerenciado na boca do caixa pela prefeitura. Reduzir três pontos percentuais da alíquota, como forma de “incentivar” a Vale a implantar a Alpa e o Projeto Aline, fará muita falta, em futuro próximo.
E o maior “incentivo” já foi concedido à mineradora: o direito perpétuo de explorar as riquezas do subsolo paraense sem que até agora suas comunidades tenham usufruído o mínimo de qualidade de vida.
O blog declara aberta campanha contra a redução de três pontos percentuais dos 5% de ISS a que Marabá tem direito em qualquer transação na área de serviço, recomendando à prefeitura escalar interlocutores credenciados, e com o mínimo de profissionalismo, para negociar esse babado com os executivos da Vale.
Cada um por si
Deputada Bernadete ten Caten (PT) tem se especializado no estilo faz-de-conta-que-sou-eu.
O que consiste esse “estilo”?
Usar informações privilegiadas de governo – principalmente na Setran, onde ela manda e desmanda -, para chegar junto às comunidades antecipando obras como se tivessem sido viabilizadas por pressão dela junto a governadora do Estado.
Isso tem sido praxe em seu mandato de deputada estadual.
A última da parlamentar ocorreu em São João do Araguaia, e não foi trazida ao blogger por alguma fonte política, não!
De corpo presente, o poster ouviu depoimento dos próprios moradores de São João do Araguaia, no último final de semana, relatando o comportamento de Bernadete durante audiência pública do PTP –Planejamento Territorial Participativo – na qual a deputada garantia para poucos dias o inicio das obras da pavimentação da rodovia de 13 quilômetros que liga a Transamazônica à sede do município.
Diante de uma plateia ansiosa pela viabilidade da obra – esperada há mais de 40 anos - , e com tudo engatilhado na Setran para a construtora iniciar os serviços, nossa querida parlamentar não se fez de rogada:
- Essa obra (asfaltamento da rodovia) estava engavetada. Mas eu consegui, através de muita pressão, desengavetá-la. E a gora vai sair, podem ter certeza.
Trinta dias depois, os trabalhos iniciaram.
Do jeito malicioso com que a deputada se expressou, ficou na cabeça dos moradores de São João que o “engavetamento” da obra era por conta e graça de Ana Júlia.
E isso por que Bernadete é do Partido dos Trabalhadores – curriligionária da governadora.
O que consiste esse “estilo”?
Usar informações privilegiadas de governo – principalmente na Setran, onde ela manda e desmanda -, para chegar junto às comunidades antecipando obras como se tivessem sido viabilizadas por pressão dela junto a governadora do Estado.
Isso tem sido praxe em seu mandato de deputada estadual.
A última da parlamentar ocorreu em São João do Araguaia, e não foi trazida ao blogger por alguma fonte política, não!
De corpo presente, o poster ouviu depoimento dos próprios moradores de São João do Araguaia, no último final de semana, relatando o comportamento de Bernadete durante audiência pública do PTP –Planejamento Territorial Participativo – na qual a deputada garantia para poucos dias o inicio das obras da pavimentação da rodovia de 13 quilômetros que liga a Transamazônica à sede do município.
Diante de uma plateia ansiosa pela viabilidade da obra – esperada há mais de 40 anos - , e com tudo engatilhado na Setran para a construtora iniciar os serviços, nossa querida parlamentar não se fez de rogada:
- Essa obra (asfaltamento da rodovia) estava engavetada. Mas eu consegui, através de muita pressão, desengavetá-la. E a gora vai sair, podem ter certeza.
Trinta dias depois, os trabalhos iniciaram.
Do jeito malicioso com que a deputada se expressou, ficou na cabeça dos moradores de São João que o “engavetamento” da obra era por conta e graça de Ana Júlia.
E isso por que Bernadete é do Partido dos Trabalhadores – curriligionária da governadora.
domingo, dezembro 06, 2009
Assessoria de Imprensa: mexendo em vespeiro
No levantamento, incluímos apenas Belém, São Luís , Manaus e Palmas, capitais dos quatro estados vizinhos da Amazônia, onde foi perfeitamente possível detectar a existência de número extraordinário de assessorias de imprensa trabalhando para órgãos ligados ao poderes legislativo, executivo e judiciário.
Se a conta levar em conta cidades como São Paulo, Brasília, Rio, BH e outras capitais, certamente chega-se a índices inimagináveis.
O blogger refere-se a uma discussão exercitada com o jornalista Alexandre Katauassu, de Recife, sobre a dependência, cada vez maior, do profissional de comunicação dos empregos públicos.
E isso requer aprofundamento da questão.
De passagem por Marabá, a serviço de uma empresa privada do Nordeste, Alexandre realiza por todo o país pesquisa para a produção de um livro sobre o tema.
Ele já colheu informações seguras indicando na maioria dos estados e grandes municípios brasileiros, os órgãos dos três poderes como principais empregadores de jornalistas. Admite não haver leviandade na afirmativa de que, em diversas regiões, existem mais profissionais de comunicação social a serviço de políticos, juízes, desembargadores e funcionários públicos de menor patente do que em redações de jornal, TV, rádio e internet.
O que deve ser colocado a limpo é uma coisinha singela: a sociedade deve arcar com o salário desses trabalhadores considerando que eles não fazem jornalismo público?
Outra coisa que tem a ver com a mesma coisa: a existência de um batalhão de profissionais de texto, áudio e imagem, trabalhando dia e noite para captar e espalhar informações de interesse do servidor público que os contratou, mas que certamente não é do interesse da sociedade.
Alexandre faz alguns questionamentos, indagando a que se destinam as assessorias:
O blogger argumenta, em favor de tais procedimentos, seu uso como antídoto para as coberturas venenosas feitas pelos meios que fazem oposição aberta a um governo. O pernambucano considera isso improvável, arguindo de que os jornais distribuídos gratuitamente pelos governos não costumam ter repercussão além dos círculos de jornalistas e publicitários.
Concordamos, unilateralmente, em favor da criação de emissoras de TV e rádio para competir no mercado, desde que tais veículos não repitam os erros grosseiros e autoritários verificados na Bolívia e Venezuela, cujo material produzido não é levado a sério por uma parcela significativa da população.
Investir em jornalismo público de verdade, esse o caminho, obedecendo a receita adotada pela BBC, veterana emissora britânica com quase 80 anos de existência, que goza de credibilidade invejável e é um modelo a ser seguido.
Pra se ter ideia da extensão da seriedade do conteúdo editorial produzido pelos órgãos da BBC, junto ao povo britânico, apenas o site da emissora acumula há anos o sétimo mais acessado no Reino Unido. Bem maior do obtido pelo conceituado The Guardian, cujo portal tem média de décimo nono lugar mais acessado.
De onde provem a credibilidade da BBC, pergunto a Alexandre.
Os recursos utilizados para manutenção quase secular da BBC não fazem parte de orçamentos do governo. Quem mantém a estrutura estatal de comunicação é uma pequena taxa anual paga pelos contribuintes, cuja arrecadação cai diretamente nos cofres da empresa - “sem possibilidade de ser cortada ou desviada pelo Poder Executivo.
Mais uma taxa em um país cheio de impostos?
Alexandre diz que sim.
Se a conta levar em conta cidades como São Paulo, Brasília, Rio, BH e outras capitais, certamente chega-se a índices inimagináveis.
O blogger refere-se a uma discussão exercitada com o jornalista Alexandre Katauassu, de Recife, sobre a dependência, cada vez maior, do profissional de comunicação dos empregos públicos.
E isso requer aprofundamento da questão.
De passagem por Marabá, a serviço de uma empresa privada do Nordeste, Alexandre realiza por todo o país pesquisa para a produção de um livro sobre o tema.
Ele já colheu informações seguras indicando na maioria dos estados e grandes municípios brasileiros, os órgãos dos três poderes como principais empregadores de jornalistas. Admite não haver leviandade na afirmativa de que, em diversas regiões, existem mais profissionais de comunicação social a serviço de políticos, juízes, desembargadores e funcionários públicos de menor patente do que em redações de jornal, TV, rádio e internet.
O que deve ser colocado a limpo é uma coisinha singela: a sociedade deve arcar com o salário desses trabalhadores considerando que eles não fazem jornalismo público?
Outra coisa que tem a ver com a mesma coisa: a existência de um batalhão de profissionais de texto, áudio e imagem, trabalhando dia e noite para captar e espalhar informações de interesse do servidor público que os contratou, mas que certamente não é do interesse da sociedade.
Alexandre faz alguns questionamentos, indagando a que se destinam as assessorias:
- É fundamental, ou necessário, produzir textos a cada trecho de estrada recuperado ou hospital inaugurado, sabendo que essas obras serão também divulgadas através de publicidade?
O blogger argumenta, em favor de tais procedimentos, seu uso como antídoto para as coberturas venenosas feitas pelos meios que fazem oposição aberta a um governo. O pernambucano considera isso improvável, arguindo de que os jornais distribuídos gratuitamente pelos governos não costumam ter repercussão além dos círculos de jornalistas e publicitários.
Concordamos, unilateralmente, em favor da criação de emissoras de TV e rádio para competir no mercado, desde que tais veículos não repitam os erros grosseiros e autoritários verificados na Bolívia e Venezuela, cujo material produzido não é levado a sério por uma parcela significativa da população.
Investir em jornalismo público de verdade, esse o caminho, obedecendo a receita adotada pela BBC, veterana emissora britânica com quase 80 anos de existência, que goza de credibilidade invejável e é um modelo a ser seguido.
Pra se ter ideia da extensão da seriedade do conteúdo editorial produzido pelos órgãos da BBC, junto ao povo britânico, apenas o site da emissora acumula há anos o sétimo mais acessado no Reino Unido. Bem maior do obtido pelo conceituado The Guardian, cujo portal tem média de décimo nono lugar mais acessado.
De onde provem a credibilidade da BBC, pergunto a Alexandre.
- Sem medo de afirmar, credito esse feito ao fato de que os seus profissionais não são antigos colegas de faculdade do político que está no poder. Há uma cultura diferente naquele país em que os jornalistas de carreira, principalmente os da BBC, têm ampla independência editorial e, por isso, são mais respeitados do que quem escreve, por exemplo, para veículos de comunicação ligados aos grandes grupos.
Os recursos utilizados para manutenção quase secular da BBC não fazem parte de orçamentos do governo. Quem mantém a estrutura estatal de comunicação é uma pequena taxa anual paga pelos contribuintes, cuja arrecadação cai diretamente nos cofres da empresa - “sem possibilidade de ser cortada ou desviada pelo Poder Executivo.
Mais uma taxa em um país cheio de impostos?
Alexandre diz que sim.
- Melhor do que pagar involuntariamente os salários de quem escreve o que o governador quer que seja publicado. Talvez as assessorias devam continuar existindo, mas uma empresa de jornalismo público seria mais útil à sociedade.
Com o coração na boca
A primeira arma do Flamengo para prender seus fervorosos torcedores, é o sofrimento.
Mas não é aquele sofrimento pelo qual passam os torcedores do Botafogo, que quanto mais supersticiosos, mais azarados são.
O Flamengo é como o mocinho de filme de luta: apanha, apanha, mas no final, chega com uma voadora aterrorizante e sai campeão.
E você fica pasmo, pensando: - Mas meu Deus, como ele conseguiu levantar depois de tanta pancada?
Outra diferença gritante entre o Flamengo e os outros clubes:
Enquanto os times têm seus alçapões, seus caldeirões, o Flamengo tem o Maracanã - estádio com capacidade para 90 mil pessoas.
E é claro, sabemos que o Maraca não é do Flamengo, mas será que a torcida apaixonada, sabe?
Será que eles ligam?
Pior: ignoram de caso pensado.
Não se aprende a torcer pelo Flamengo.
A gente nasce rubro-negra.
Porque o Flamengo circula como sangue nas veias, tecendo sua teia mística.
E a paixão cresce, nas variáveis etapas da vida humana, ensinando a cada torcedor como faz bem à alma fazer parte de um time que sabe sempre se levantar.
Que tem a maior torcida do mundo.
Que tem estrela, raça, amor e paixão.
E quando eu digo fazer parte de um time, é fazer parte mesmo.
O Flamengo espalha paixão até entre os torcedores adversários que, contritos em seu silencio, escondem a simpatia e o desejo de provar um pouco do adocicado orgasmo de arquibancada.
Desejam calados.
Fantasiam consigo mesmo já que não podem falar, publicamente, sobre o caso extra-conjugal.
Amam o Flamengo pelos olhos.
Que o diga Nelson Rodrigues, o maior tricolor de todos os tricolores cariocas, ao escrever sua leve traição, diante da camisa rubronegra:
Flamenguista não tem excitação por outras cores. Ou é rubronegro ou nada existe.
Não há traição velada, entre os membros da Nação Flamengo.
Quem conta isso em uma de suas crônicas é o incorrigível escritor flamenguista José Lins do Rego, no texto “Sangue para o Vasco”, escrita em 1948.
Narrando com humor irrepreensível, mas cheio de ironias requintadas, as vezes em que se dirigia aos hospitais para doar sangue a pessoas enfermas, um dia passou a conversar com um garoto internado, perguntando a ele para qual time torcia, no Rio de Janeiro.
O diálogo encerra a crônica com a seguinte manifestação do autor do livro “ Menino de Engenho”:
São Flamengo.
Até morrer.
Mas não é aquele sofrimento pelo qual passam os torcedores do Botafogo, que quanto mais supersticiosos, mais azarados são.
O Flamengo é como o mocinho de filme de luta: apanha, apanha, mas no final, chega com uma voadora aterrorizante e sai campeão.
E você fica pasmo, pensando: - Mas meu Deus, como ele conseguiu levantar depois de tanta pancada?
Outra diferença gritante entre o Flamengo e os outros clubes:
Enquanto os times têm seus alçapões, seus caldeirões, o Flamengo tem o Maracanã - estádio com capacidade para 90 mil pessoas.
E é claro, sabemos que o Maraca não é do Flamengo, mas será que a torcida apaixonada, sabe?
Será que eles ligam?
Pior: ignoram de caso pensado.
Não se aprende a torcer pelo Flamengo.
A gente nasce rubro-negra.
Porque o Flamengo circula como sangue nas veias, tecendo sua teia mística.
E a paixão cresce, nas variáveis etapas da vida humana, ensinando a cada torcedor como faz bem à alma fazer parte de um time que sabe sempre se levantar.
Que tem a maior torcida do mundo.
Que tem estrela, raça, amor e paixão.
E quando eu digo fazer parte de um time, é fazer parte mesmo.
O Flamengo espalha paixão até entre os torcedores adversários que, contritos em seu silencio, escondem a simpatia e o desejo de provar um pouco do adocicado orgasmo de arquibancada.
Desejam calados.
Fantasiam consigo mesmo já que não podem falar, publicamente, sobre o caso extra-conjugal.
Amam o Flamengo pelos olhos.
Que o diga Nelson Rodrigues, o maior tricolor de todos os tricolores cariocas, ao escrever sua leve traição, diante da camisa rubronegra:
Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte:- quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável." (Nelson Rodrigues, tricolor doente, excitado pelo Mengo).
Flamenguista não tem excitação por outras cores. Ou é rubronegro ou nada existe.
Não há traição velada, entre os membros da Nação Flamengo.
Quem conta isso em uma de suas crônicas é o incorrigível escritor flamenguista José Lins do Rego, no texto “Sangue para o Vasco”, escrita em 1948.
Narrando com humor irrepreensível, mas cheio de ironias requintadas, as vezes em que se dirigia aos hospitais para doar sangue a pessoas enfermas, um dia passou a conversar com um garoto internado, perguntando a ele para qual time torcia, no Rio de Janeiro.
- Doutor, eu sou vascaíno, respondeu o menino enfermo, enquanto Zé Lins doava sangue.
O diálogo encerra a crônica com a seguinte manifestação do autor do livro “ Menino de Engenho”:
- “E assim se explica como o rubro-negro José Lins do Rego teve a honra de dar o seu sangue ao Vasco”.Flamenguistas de verdade não torcem pelo Flamengo.
São Flamengo.
Até morrer.
sábado, dezembro 05, 2009
Armamento e bandidos presos em Maracanã
Cinco pessoas presas, entre elas, duas mulheres, e apreensão de armamentos usados pela quadrilha que assaltou a agência do Banpará, na cidade de Maracanã, a 160 quilômetros de Belém. Este o saldo de operação da Polícia Civil, no meio da tarde deste sábado, numa localidade da zona rural daquele município.
O armamento estava enterrado num chiqueiro onde dezenas de porcos são criados, a 20 quilômetros da sede da cidade. A polícia encontrou ainda parte do dinheiro, junto a fuzis, metralhadoras, escopetas, pistolas e o revólver de um dos vigilantes da agência.
O valor total da grana encontrada ainda não foi anunciado pelas autoridades, que neste momento operam a contagem das moedas.
O assalto ao Banco do Estado do Pará de Maracanã ocorreu às 9h, do dia 27 de novembro último, quando pelo menos 15 assaltantes promoveram um grande tiroteio durante o ato criminoso. Há informações desencontradas quanto ao valor exato do dinheiro levado pelos bandidos, isto porque a direção do Banpará até agora não apresentou essa informação, mas acredita-se soma entre R$ 500 e R$ 700 mil foi o saldo da operação, em favor dos assaltantes.
Durante a ação, o funcionário público municipal Romildo Pereira Pamplona, 50 anos, que era pai de um estagiário da agência, foi metralhado ao tentar socorrer o filho que era mantido refém pelo bando. Ele foi atingido por seis tiros e caiu no meio da rua.
O armamento estava enterrado num chiqueiro onde dezenas de porcos são criados, a 20 quilômetros da sede da cidade. A polícia encontrou ainda parte do dinheiro, junto a fuzis, metralhadoras, escopetas, pistolas e o revólver de um dos vigilantes da agência.
O valor total da grana encontrada ainda não foi anunciado pelas autoridades, que neste momento operam a contagem das moedas.
O assalto ao Banco do Estado do Pará de Maracanã ocorreu às 9h, do dia 27 de novembro último, quando pelo menos 15 assaltantes promoveram um grande tiroteio durante o ato criminoso. Há informações desencontradas quanto ao valor exato do dinheiro levado pelos bandidos, isto porque a direção do Banpará até agora não apresentou essa informação, mas acredita-se soma entre R$ 500 e R$ 700 mil foi o saldo da operação, em favor dos assaltantes.
Durante a ação, o funcionário público municipal Romildo Pereira Pamplona, 50 anos, que era pai de um estagiário da agência, foi metralhado ao tentar socorrer o filho que era mantido refém pelo bando. Ele foi atingido por seis tiros e caiu no meio da rua.
Conjove reativado
O texto é do Patrick Roberto, do Correio do Tocantins, detalhando excelente notícia: a reativação do Conselho de Jovens Empresários de Marabá, constituído pela nova geração de marabaenses do setor produtivo local.
Já está definitivamente formada a nova diretoria do Conjove (Conselho de Jovens Empresários) de Marabá. Como a proposta inicial é de reformular e reativar o trabalho da representação, braço da Acim (Associação Comerciale Industrial deMarabá), a primeira diretoriafoi formada para períodointerino de um ano, nocaso 2010. Somente a partirdaí, contará com gestõesregulares de dois anos. Nareunião realizada na últimaterça-feira (1º), 25 jovensempreendedores participaramdas discussões.
A chapa única foi apresentadadurante o encontro,quando foram discutidosajustes na composiçãoda diretoria, porém semnenhuma discordância sobreos nomes propostos. O presidente do Conjove é o publicitário Márcio Xerfan, que atua no ramo gráfico. O vice é Marcelo AlmeidaAraújo, proprietário de cursinho e escolas particulares.
O grupo também aprovou a adição da diretoria Capacitação e Qualificação e outra de Agronegócios, para as quais foram confirmados os nomes de Caetano Cândido dos Reis Neto e Faidro Hamden Coelho, respectivamente. Os participantes fecharam questão quanto a importância dessas duas diretorias no atual momento da economia regional.
Representante da Marabá Comunicação, que responde pelo Jornal CORREIO DO TOCANTINS, o administrador Mascarenhas Carvalho Júnior foi convidado a integrar a chapa na condição de diretor de Comunicação, área que trabalhará independente da diretoria de Marketing. Consultor do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores da Fiepa, Luiz Pinto Júnior tem colaborado com a organização desta nova fase do Conjove, tendo mediado os encontros e emprestado a sua experiência. Diante disto, também foi convidado para trabalhar como secretário do conselho neste primeiro momento. Destacado pela Acim para dar suporte ao grupo, o assessor jurídico Rodrigo Diogo Silva, é outro efetivado na diretoria.
Apesar da grande representatividade de setores do comércio nas convocações do conselho (foram 25 pessoas presentes ao último encontro), foi sentida a ausência da participação feminina, apesar do convite prévio feito a muitas delas.
A próxima reunião do Conjove ficou marcada para quarta-feira (9), na sede da Acim, a partir das 18h30, quando serão discutidos os ajustes no estatuto – que irá tomar por base o de Castanhal -, e a agenda de trabalho para o período. Confira abaixo a relação da diretoria.
Assinar:
Postagens (Atom)



