sábado, julho 31, 2010

Ana abre Censo 2010

No Pará, o Censo 2010 será oficialmente aberto segunda-feira, 2, a partir das 14 horas.

Pesquisadores do IBGE estarão na residência da governadora Ana Júlia entrevistando-a, para colocar em ignição os trabalhos de pesquisa em todo o Estado.

Alemães querem saber sobre Alpa e Aline

A visita oficial do Embaixador da  Alemanha Wilfried Grolig, ao Pará,  terá a duração de uma semana, tempo para manter conversações com lideranças do setor produtivo, secretários estaduais de órgãos onde a Alemanha mantém convênios de cooperação científica, e se avistará com a governadora Ana Júlia Carepa.


Peregrinação começa nesta segunda-feira, 2.

O programa alcança os projetos de empresas sediadas no município de Barcarena, região metropolitana de Belém, entre os quais ALBRÁS e ALUNORTE e o complexo portuário de escoamento da produção via porto da Vila do Conde, que despacha principalmente bauxita e lingotes de alumínio.

No encontro com executivos da VALE em Belém, o diplomata vai receber informações dos projetos siderúrgicos que vão iniciar a chamada verticalização da cadeia mineral no estado.

Um deles, com a instalação da Aços Laminados do Pará, ALPA, destinada a produzir chapas, bobinas e laminados com um investimento de US$ 3,7 bilhões até 2014.

Outro interesse é conhecer o projeto da siderúrgica de relaminação de chapas e bobinas, ALINE, com investimento de US$ 1 bilhão também até 2014, e o da SINOBRAS, empreendimento siderúrgico já implantado no município de Marabá, sudeste paraense.

Haverá ainda uma visita à área do futuro Parque Tecnológico do Guamá, e encontros com pesquisadores da Universidades Federal do Pará, (UFPA), Rural da Amazônia (UFRA) na Casa de Estudos Germânicos, que fica dentro da UFPA.

Na visita ao estado, o Embaixador Wilfried Grolig estará acompanhado do 1º Conselheiro da Embaixada e Conselheiro para Assuntos Econômicos, Manfred Emmes. Está prevista uma coletiva à imprensa local para o final da tarde do dia 02 de agosto, quando o embaixador Grolig se manifestará com mais detalhes do interesse e oportunidade da agenda no Pará.

The Economist analisa potencialidades do Brasil

Quatro razões para acreditar no Brasil, segundo a The Economist, respeitada revista semanal inglesa:

QUANDO, em 2001, o Goldman Sachs inventou o acrônimo BRICs para as maiores economias emergentes, o país que a maioria das pessoas disse não pertencer ao grupo era o Brasil. Hoje, o principal candidato a exclusão é a Rússia. Mas alguns observadores proeminentes ainda são céticos quanto às perspectivas do Brasil. Um exemplo notável é Martin Wolf, o principal comentarista de economia do Financial Times, que recentemente (e com muita razão) observou que a participação do Brasil na produção mundial na verdade caiu nos últimos 15 anos, de 3,1% em 1995 para 2,9% em 2009 em paridade do poder de compra. “O Brasil não tem como se tornar um ator tão grande no mundo quanto os dois gigantes asiáticos”, China e Índia, Wolf conclui.

Em reunião recente com um grupo de investidores em Hong Kong, Rubens Ricupero fez uma contra-argumentação intrigante. Respeitado diplomata brasileiro com muitos anos de serviço, Ricupero foi o secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento de 1995 a 2004. Embora tenha ligações com a oposição ao Partido dos Trabalhadores — ele já atuou como ministro da Fazenda no governo de um partido rival — sua análise não é partidária. “Pela primeira vez na história”, argumenta, o Brasil está desfrutando de “condições propícias em quatro áreas que costumavam apresentar sérias limitações ao crescimento”. São elas:

Commodities. A produção de commodities costumava ser considerada uma calamidade ou, na melhor das hipóteses, algo que os países deveriam diversificar o mais rápido possível (o que o próprio Brasil fez na década de 1970). Mas nos próximos 50 anos, observa Ricupero, metade do aumento esperado na população mundial virá de oito países, dos quais apenas um — os Estados Unidos — não tira proveito das commodities a uma taxa de aumento exponencial. Os outros são China, Índia, Paquistão, Nigéria, Bangladesh, Etiópia e Congo.

Somente a China representará 40% da demanda adicional de carne do mundo, ele observa. Essa demanda continuará forte, em parte, devido à população em crescimento e, em parte, devido à urbanização, que aumenta a demanda por commodities industriais (como o minério de ferro usado na fabricação de aço) e carne (porque a urbanização muda os hábitos alimentares). O Brasil já é um grande produtor de minério de ferro e se transformou em uma potência agrícola nos últimos dez anos, tornando-se o primeiro país tropical a entrar para o dominante grupo dos exportadores de alimentos de clima temperado, como Estados Unidos e União Europeia. Está bem colocado para se beneficiar do boom das commodities dos mercados emergentes.

Petróleo. Ricupero argumenta que os sucessos da companhia petrolífera estatal do Brasil, a Petrobras, na exploração de petróleo em alto-mar transformou o setor energético brasileiro. “Embora ainda não possam ser feitas estimativas precisas e finais do potencial das reservas de petróleo do pré-sal da Bacia de Santos”, diz, “todas as indicações sérias apontam para a alta probabilidade de que o Brasil esteja em condições de se tornar pelo menos um país exportador de petróleo líquido de médio porte”.

Novos depósitos de petróleo e gás distantes do volátil Oriente Médio devem aumentar a importância estratégica do Brasil, bem como melhorar sua posição quanto à balança de pagamentos.

Demografia. O Brasil está colhendo um grande dividendo demográfico. Em 1964, sua taxa de fertilidade (o número médio de filhos que uma mulher pode esperar ter durante a vida) era de 6,2. Caiu para 2,5 em 1996, e está agora abaixo do nível de substituição, em 1,8, uma das quedas mais acentuadas do mundo. O resultado tem sido uma diminuição acentuada na taxa de dependência – o número de crianças e idosos dependentes de cada adulto em idade ativa. Na década de 1990, a proporção era de 90 para 100 (isto é, havia 90 dependentes, a maioria crianças, para cada 100 brasileiros em idade ativa). Hoje é de 48 para 100.

Graças a isso, o Brasil não tem mais de construir escolas, hospitais, universidades e outras instituições sociais de maneira apressada e desordenada para acompanhar o ritmo do crescimento populacional. Com o tempo, a proporção voltará a aumentar à medida que a força de trabalho de hoje se aposente, mas esses problemas persistirão por décadas.

Enquanto isso, o Brasil pode dar mais atenção à qualidade do que à quantidade de seus gastos sociais, que devem, em teoria, melhorar a educação, a saúde e as qualificações de trabalho da população.

Urbanização. A urbanização estimula o crescimento econômico e ao mesmo tempo o acompanha. Mas também causa problemas. “Muitos dos piores problemas contemporâneos do Brasil”, diz Ricupero, como “falta de centros educacionais e de saúde, transporte público precário, marginalidade e criminalidade, derivam de uma incapacidade de lidar com migrações internas de maneira ordenada e planejada”. Isso agora está mudando, ele argumenta. As ondas de migrantes do interior para as cidades de certa forma acabaram. O Brasil é agora em grande parte um país urbano: cerca de quatro quintos da população vive em cidades. “Para o Brasil”, conclui, “o período de crescimento frenético e caótico das grandes cidades que está ocorrendo agora na Ásia e na África já é coisa do passado”.

Ricupero é relativamente cauteloso em sua conclusão. “Os quatro conjuntos de condições descritos acima”, diz, “não são de forma alguma garantias certas de sucesso automático”. Ele admite que o Brasil ficou para trás em infraestrutura, por exemplo, e diz que, se o país tivesse o tipo de infraestrutura que se vê na Costa Rica e no Chile (os dois melhores exemplos na América Latina), o crescimento econômico seria cerca de dois pontos percentuais mais alto por ano. Por outro lado, o Brasil também tem algumas vantagens: ao contrário da China, da Rússia e da Índia, está em paz com seus vizinhos (todos os dez). Embora possa se pensar que tudo isso realmente represente uma resposta, Wolf tem suas dúvidas.

O Brasil pode ainda continuar sendo um ator relativamente pequeno no mundo. No entanto, os pontos de Ricupero estão, pelo menos, de fato ocorrendo (não são coisas esperadas para o futuro), podem ser mensurados em termos concretos e são de longo prazo (devem continuar por décadas). Quem sabe? Talvez estejam até certos.

sexta-feira, julho 30, 2010

Entre canalhas & fedentinas

Os canalhas que me odeiam em Marabá (inimigos colecionados e que tanto os deprezo por excelência!), percorrem algumas caixas de comentários da blogosfera  atribuindo minha saída do Diário do Pará  "por ter sido expulso", conforme relatam alguns colegas em contato telefônico e através de emeios.

Apenas para esclarecer amigos.

Eu não saí do DP.

Deixei de escrever a coluna para o jornal em razão de exclusiva falta de tempo, envolvido que estou na implantação de um projeto de comunicação que será ativado até metdade  de setembro, abrangendo todo o interior do Estado.

O próprio blog tem recebido pouca atenção, em face das seguidas viagens realizadas nos últimos 60 dias.

Como o projeto envolve não apenas a contatação de profissionais, como treinamento do quadro, o tempo de sobra é para dormir.

Infelizmente, os bandidos e canalhas plenamente conhecidos por mim, covardes avessos ao fuça-fuça, olho no olho, preferem os labirintos das caixas de comentários anônimos.

Há dias esse papo da canalhice flutua nos blogues sem que me levasse a necessidade de fazer qualquer tipo de esclarecimento.

Como percebi a preocupação de amigos verdadeiros diante da torpe mentira, decidi escrever este post.

É isso, parceiros.

Vem coisa boa por aí, para desespero de meus inimigos.

Aguardem!

Ribanceirando rios

Na proa, seguindo em frente. Vida de ribanceira.

O roxo dele

Lá nas Alagoas, Collor volta a mostrar os dentes, despertando a brasa adormecida da ira.

Estava demorando.

Bastou surgir um quadro acenando para a possibilidade de retomada do poder no Executivo  (líder nas pesquisas para o governo estadual)  para ele destilar sua ira contra quem o desagrada.


Com ameaças sutis do tipo vou ’meter a mão na cara’ e adjetivos de alto nível, como fiho da p..., Collor reagiu à informação publicada na imprensa local de que sua candidatura ao governo de Alagoas corre o risco de ser impugnada pela Justiça Eleitoral.

A promessa e o xingamento foram destinados ao jornalista que tratou do assunto por meio de um telefonema.

Alagoanos, peçam proteção a Zumbi dos Palmares!!

E vamos nós, blogueiros!

Com inscrição já confirmada, o poster participará do 1o Encontro  Nacional de Blogueiros Progressitas, dias 21 e 22 de agosto.

Mais de 200 blogueiros de 15 unidades da Federação já formalizaram inscrição.

Participantes serão agraciados, na sexta-feira (20),  com show de Luis Nassif, seu bandolim e grupo,  no Sindicato dos Bancários, em São Paulo.

Águia desde pequenino

A marca Águia de Marabá está sendo assediada por três candidaturas locais a deputado estadual: Tião Miranda (PTB), João Salame (PPS) e Sebastião Ferreira (PT).

Nota publicada no Correio do Tocantins dá conta de que até a torcida organizada TOAM  já teria sido provocada por um dos candidatos no sentido de apoiá-lo, com a garantia de receber uma casa para sediar a torcida e um ônibus.

A declaração do assédio monetário é creditada a um dos diretores da TOAM.

Sem reserva de mercado

A turma de Asdrubal Bentes recebeu com espraiada insatisfação a presença na área do candidato a deputado federal José Priante (PMDB), que percorreu bairros de Marabá e o município de São João do Araguaia.

Naquele município, o PMDB está dividido entre duas lideranças locais.

Asdrubal Bentes nada comentou sobre a presença de Priante no Sudeste, mas o fato potencializa a máxima de que à cata de votos, vale a Lei de Murici: cada um por si.

Reclamações deverão chegar ao ouvido de Jader Barbalho.

Pegando na batente

As obras da Alpa estão em ritmo adiantado.

Da orla de Marabá já dá para perceber imensa área desmatada, a jusante da praia do Tucunaré.

Dezenas de maquinários da Andrade Gutierrez adiantam o organograma.

A siderúrgica da Vale é para ser inaugurada início de  2013.

Agora sai?

Finalmente, a prefeitura de Marabá anuncia o início das obras do estádio Olímpico para a próxima semana.

Mais precisamente, dia 8 de agosto.

Estádio tem capacidade para 20 mil torcedores.

Aguardemos.

CBN localiza terroristas

Quem nos conta é o Luiz Azenha:


Impressionante: ontem à tarde, em um intervalo de duas horas, a rádio CBN reproduziu quatro vezes a nota oficial do presidente da Colômbia, Álvaro Uribe. Nem o trânsito de São Paulo, que estava congestionado na marginal Tietê, mereceu uma “cobertura” equivalente.

Curiosamente, a nota não colocava as declarações entre aspas. O segundo parágrafo dizia: Lula desconhece o risco representado pela presença de terroristas das FARC na Venezuela. A notícia não dizia ser essa uma acusação feita por Álvaro Uribe, mas rechaçada pela Venezuela. Donde um leitor desavisado pode concluir que a CBN sabe onde estão os “terroristas” das FARC na Venezuela, mas só pretende revelar na véspera da eleição. Este é o “jornalismo” a que estamos entregues.

quinta-feira, julho 29, 2010

Justiça "Ficha-Suja": Maranhão

Aumentou para 13 o número de candidatos que foram impugnados pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) do Maranhão e que tiveram seus registros deferidos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Estado. Na tarde de hoje, o TRE maranhense continuará julgando casos de impugnação e a tendência é que esse número aumente até o final do dia.

Completo, Aqui.

Não foi por falta de aviso

Quando colocaram o violento e déspota coronel Ventura como interventor de Serra Pelada (esse cara foi um sanguinário secretário de Segurança Pública do Maranhão à época em que Lobão era governador), o pôster deu o berro, isso na metade de 2009.


Somente um ano depois que o pôster denunciou a safadeza do grupo de Edison Lobão em Serra Pelada, a grande imprensa avista o tamanho da bandalha armada no garimpo pelos prepostos do ex-ministro das Minas e Energia – carne e unha de José Sarney.


Em setembro de 2009, o primeiro aviso, no bojo do post Serra Pelada: Ouro de Tolo.


Na coluna de hoje do Diário do Pará, o poster coloca a colher, de novo, na questão Serra Pelada, denunciando a trama que os diretores da chamada Coomigasp desenham para assumir, com força jurídica, o controle total da área destinada à mecanização do ouro provavelmente existente ali em grande escala.


Mais adiante, o blogger acrescentava:


A criação da empresa Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral S.A, pela Coomigasp, também contada hoje no Diário do Pará, é outro aviso de que sem um marco regulador, os verdadeiros garimpeiros não sentirão cheiro nem do melechete.

Esse tipo de discussão não interessa aos bacuraus de Lobão. Eles temem exatamente isso que Paulo Rocha defende há muito tempo. E, na esperteza comum a todo bacurau, giram rapidamente suas ações.

Por exemplo: a cessão pelo governo federal de uma aposentadoria vitalícia aos garimpeiros deserdados vem sendo defendida com insistência pelos dirigentes da Coomigasp. Fazem pressão de todo tipo em Brasília para Lula enviar proposta ao Congresso Nacional instituindo a aposentadoria.

Na verdade, uma espécie de “cala a boca” para facilitar as aprovações, em assembléias, das propostas suspeitas dos caratonhas.



No mesmo dia, a coluna postulada no Diário do Pará, levava a encrenca ao conhecimento dos paraenses:



Trama diabólica
O governo do Pará e a bancada federal no Congresso precisam estar atentos às manobras que o grupo controlador da Coomigasp desenvolve para transformar a área aurífera de Serra Pelada em propriedade privada, sob a gestão da empresa Colossus e dos próprios membros da diretoria da cooperativa, que tem na presidência o maranhense Gesse Simão. O marco regulador da atividade de mecanização do garimpo nunca foi criado pelo governo federal, que seria um grupo de trabalho destinado a regulamentar a reserva garimpeira dando totais garantias de uso e deliberação aos principais interessados, os cerca de dez mil garimpeiros residentes no município de Curionópolis e que vivem na vila de SP em regime de total miséria. O primeiro passo à consecução da manobra privatista se consolidou com a criação da empresa Serra Pelada Companhia de Desenvolvimento Mineral S.A.

Pra calar a boca
Idealizada pela matilha, supostamente destinada à operar como escudo dos acionistas e investidores no processo de exploração da mina já que a Coomigasp estaria “desarmada” para encarar débitos da ordem de R$ 500 milhões, envolvendo dívidas cíveis e trabalhistas, a SPCDM, num futuro próximo, pode deixar os verdadeiros garimpeiros fora do bolo de tudo o que for apurado na mina, com um turbilhão de problemas debitado depois na conta dos governos estadual e municipal. A insistência com que a matilha pressiona o governo para enviar ao Congresso Nacional proposta de criação de uma aposentadoria vitalícia para cerca de 43 mil garimpeiros faz parte do jogo. O blog do colunista conta todos os detalhes dessa sórdida cabuquice, citando, inclusive, os seus principais personagens - entre eles uma alta figura do governo federal



E depois dos primeiros avisos, já em 2010, o blogger continuava acompanhando os passos da gang.

Inclusive, numa ida a Serra Pelada, ao conversar com garimpeiros antigos, deu para sentir o quanto o clima estava ficando pesado.

Os “anciãos do ouro”, aqueles mais antigos no garimpo, não são tão tolos como pensam.

Já haviam pressentido, àquela época, cheiro de ladroagem no pedaço e prometiam reagir, apoiando ações do deputado Paulo Rocha que se movimentava em Brasília para evitar o controle total do garimpo pela empresa Colossus e uma outra entidade em fase de formatação, que viria assumir o controle de tudo.

Do jeitinho contado na coluna do Diário do Pará:


Aliado fiel
Grupo de garimpeiros de Serra Pelada inicia movimento contra diretores da Coomigasp e de um suposto jornalista chamado Toni Duarte, responsáveis por campanha difamatória à pessoa do deputado Paulo Rocha, que tem questionado a suspeita forma com que a cooperativa tenta transferir a jazida de ouro para o controle de uma empresa canadense, provavelmente excluindo a maioria dos garimpeiros de rendimentos futuros da exploração mecanizada. O grupo defende Paulo Rocha como aliado de primeira hora dos trabalhadores em mineração, inclusive participando ativamente na relatoria do projeto que instituiu o Estatuto dos Garimpeiros.



Em janeiro, mais outro aviso .

O mais intrigante em toda essa história é a postura da chamada grande imprensa do Pará.

Nenhum jornal se preocupou em buscar mais informações a respeito do que eu denunciava.

Ninguém leu  uma nota sequer em suas páginas.

Agora, estão aí, desmoralizados pela chegada do "Estadão", espinafrando o que eu já havia denunciado um ano atrás.

Vou-te!!

terça-feira, julho 27, 2010

No tempo do vovô Tufy

Poster acaba de  tomar conhecimento da morte do  radialista Edson Almeida.

Na mesma hora, veio a lembrança do avô Tufy Gaby, valoroso libanês nascido em Tiro, belíssima cidade banhada pelo Mediterrâneo.

Bastava passar das 17 horas, na cabeceira da mesa de jantar da saudosa casa localizada à Generalíssimo Deodoro, entre Domongos Marreiros e Antonio Barreto, o velho Tufy chamava o blogger:

       - "M ê r i m a,  vem ouvir  o Repórter Esso", convocava, com a expressão característica de libanês ligado em tudo que envolvia a informação.

O chamamento era sagrado, corriqueiro.

Ao seu lado direito, a gente sentava, atentamente querendo saber  o que Edson Almeida iria noticiar.

Bastava terminar o noticiário de hora em hora, moto-contínuo, Tuft Gaby mudava de faixa, saindo das Ondas Curtas de 25 metros (AM) para 90 metros.

Era ali que estava o seu mundo.

Ela ali que ele varava seu tempo, ouvindo noticias e  músicas árabes.

O "Repórter Esso" se vai, muito depois da morte do inesquecível Gaby.



O receptor de rádio usado pelo saudoso avô era igual a esse aí: um autêntico Hot Point, de nove faixas.

Giovanni na sala de cirurgia

A partir das 15 horas, o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT) entrou em estágio  pré-operatório, no Incor de São Paulo.

Nesta quarta-feira, cedinho, o parlamentar paraense receberá quatro pontes de safena.

Mesmo em estado de saúde a merecer cuidados, Giovanni está ligado no processo reeleitoral.

Pelo telefone, ele acompanha a confecção de material gráfico e toda estratégia de marketing, além de orientar  dirigentes do partido nos diversos municípios.

Os médicos garantem colocar Queiroz de corpo presente na campanha, a partir da segunda quinzena de agosto.

Todos votando no Pomar

Vamos lá, todos  com o Pedro Pomar, líder da Chapa 2 à nova mesa diretora da Fenaj, cuja eleição, no Pará, será dia 29.

No Brasil, a votação já teve início, nas grandes cidades, como São  Paulo, e vai até quinta-feira.

Como diz Elaine Tavares, jornalista e candidata à Secretaria Geral da Fenaj pela Chapa 2:


        - A Fenaj precisa mesmo é de luta, luta no chão, na rua, na redação, nas bases. A Fenaj precisa de mudança, de cor, de explosão, de tormentas. A Fenaj precisa inspirar medo aos patrões, é disso que se trata. Uma entidade de trabalhadores tem de deixar claro que o que se vive em todo o país, na queda de braço com o patronato comunicacional, é a boa e velha luta de classe. Não há possibilidade de conciliação com estes que só aumentam a superexploração dos jornalistas, agora sob a desculpa da revolução tecnológica.


É por isso que a categoria tem um dever de imprimir mudanças, votando na  chapa de oposição, LUTA, FENAJ!