A censura é, sob todos os pontos de vista, uma aberração. Sua imposição é execrável e incompatível com a vida democrática. É a característica mais marcante das ditaduras e regimes de exceção. Representa a face mais tirana do Estado, pois impõe a noção de que as pessoas devem ter suas vidas controladas por algo (ou alguém) mais poderoso. Essa restrição de liberdade é tanto mais danosa quando diz respeito à atividade da imprensa.
sábado, abril 18, 2009
Contra a censura contagiosa
A censura é, sob todos os pontos de vista, uma aberração. Sua imposição é execrável e incompatível com a vida democrática. É a característica mais marcante das ditaduras e regimes de exceção. Representa a face mais tirana do Estado, pois impõe a noção de que as pessoas devem ter suas vidas controladas por algo (ou alguém) mais poderoso. Essa restrição de liberdade é tanto mais danosa quando diz respeito à atividade da imprensa.
Enxotando a censura
"Preservar a liberdade de expressão não deve ser uma bandeira apenas dos profissionais da imprensa, mas missão de toda a sociedade. O direito à informação deve ser preservado a qualquer custo por todos os que (ainda) acreditam numa sociedade mais justa e igualitária."
Parada da Pedofilia
Querem tornar o evento tão conhecido como a Parada Gay.
Entre eles, ensaiam até palavra de ordem:
- Pedófilo, unido, jamais será vencido!
Falta apenas marcar a data.
O "laranjal" de Vanessa
Vanessa é a vereadora de Belém flagrado no uso de R$ 76 mil, retirados do poder público como se fossem destinados à ex-empregada doméstica da parlamentar. São dirigidas a ela, e ao marido, oficial da PM, acusações de desvio de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção e uso de funcionário “laranja”.
Façam suas apostas.
Em quatro atos.
Quando Ratinho surgiu, liderando audiências (primeiro, no Paraná, de onde originou; depois no SBT) na televisão brasileira, descobriu-se podia estar nos programas apelativos o caminho mais curto para engordar faturamento das emissoras menos criativas. Em pouco tempo, virou moda lançar “atrações” do tipo João Kleber imitando drag"s, e fazendo pessoas passarem do ridículo, além de outras figurações de baixo nível.
Até o brutamontes Maguila, nordestino analfabeto usado habilmente para empapuçar a conta bancária do Luciano do Vale e de outros não menos espertos, foi colocado num quadro de programa vespertino para “comentar”o que não sabia.
A fórmula mágica, simples e barata, não durou muito tempo. Os índices de audiência dos caratonhas já não eram suficientes para mantê-los no ar. O interesse do telespectador, dito classes C e D, acabou na proporção da rapidez com que foi despertado, como chuva de verão.
Nem foi preciso chamar a polícia de plantão para escorraçá-los da sala: um simples desligar de botão nos lares brasileiros foi suficiente para acabar com a sodomização.
Ato 2
Há fatos concretos de filtro inquiridor fomentado pelo Poder Judiciário quanto ao conteúdo do acervo jornalístico a ser veiculado. Fatos que representam inegável censura, com severos arranhões à liberdade de imprensa. E isso patenteia nossa inquietude, sinalizando a nocividade em se tentar silenciar a informação pelo braço forte de juízes e desembargadores intervencionistas.
Há um esforço para se colocar peias nas salas de redação.
Desde o fim da censura oficial, em 1978, nunca havíamos convivido com tentativas de tantos amordaçamentos.
Já falaram em criação de um conselho federal para monitorar a atividade jornalística. O projeto do tal Conselho Federal de Jornalismo (CFJ) tinha erros crassos , como o de pautar a imprensa, definir notícia e fixar teto para indenização obtida em processo judicial. Acho até que um dos pontos positivos daquela fedida proposta era exatamente a que mais foi combatida por alguns veículos: a pena de prisão para jornalistas condenados por calúnia, difamação e injúria e pelo valor do teto para as indenizações — 20% do faturamento da empresa jornalística condenada na Justiça.
Se errarmos irresponsavelmente e de má fé, temos, sim, de receber punição à altura do dolo cometido.
Depois, o Judiciário passou a dar o tom, provocando grande comoção as liberdades do pais, proibindo o Jornal da Tarde publicar matéria apontando bandalheiras no Conselho Regional de Medicina de São Paulo.
No Rio Grande do Sul, elite de servidores públicos entrou com mandado de segurança contra a publicação da lista de duas centenas de funcionários estaduais mais bem pagos. Um juiz local comprou a briga, exercendo seu poder de mando sobre o Zero Hora, sexto maior jornal em circulação no país, censurando-o.
Juiz da 9ª Vara Cível de Brasília, do alto de sua soberba, entendeu em proibir o jornal Folha de S.Paulo publicasse foto e matéria mostrando o filho do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Edson Vidigal, envolvido no esquema de venda de sentenças judiciais. Bem que tentou, mas perdeu a parada.
A censura judicial é inaceitável
Desembarcando agora no Pará, como moda, parece, não foge às características das demais.
Ato 3
O efeito da censura prévia, como o imposto ao Quinta Emenda, tem a dose exata de atender interesses da cambada de pedófilos soltos pelo Estado. Basta observar o repentino silencio assustador cercando os blogs que tanto denunciaram os fatos e seus personagens, como a se autocensurar diante de novas ameaças. Parece desencorajados, buscando algum esconderijo.
Ina-cei-tá-vel!
Decisão judicial, sim, é para ser cumprida. Mas eu sempre me rebelei a elas, mesmo cumprindo-as, ao longo dos anos, e já são mais de trinta na estrada.
Indignei-me, reagi com a mesma dureza com que via o conteúdo das notificações entregues a mim por Oficiais de Justiça. De uma, eu gerava mais duas subseqüentes, tal a extensão das atitudes tomadas, dia seguinte, em páginas de jornais, dizendo não ao proibido.
Ao ler comentarista no blog do Juvêncio baixando a peia, em mim e no Bemerguy, por sermos contra qualquer tipo de censura, a razão maior de defender nossa convicção, diz um deles, é o interesse pelo “aumento de salários”. Mal sabe o comentarista do que já passei como vítima do arbítrio e da perseguição política, encorajado pelo excesso de hormônios juvenis e convicções libertárias que sempre me fizeram incorrigível sonhador.
Nem bem sabe ele, certamente inspirado no politicamente correto a embalar algumas cabeças paroaras, ou por modismo de ocasião, dos oito dias que passei numa cela do 50º BIS, com sede em Imperatriz, após ser colocado numa Kombi por um tenente do Exército, às 8 da manhã de um dia de 1976, à porta do jornal O Progresso, sem direito a advogado nem a comunicar o fato à minha jovem mulher.
Motivo da prisão? Um crônica denominado “Mana Fuinha” escrita numa madrugada enluarada de beira-rio, para Sonia, mãe de meus três filhos.
Nem bem sabe as dificuldades vividas, a partir daí, para me manter num emprego, sempre vítima das pressões que as empresas sofriam ao me contratar.
Optando por concursos públicos, pior ainda. Mesmo classificado entre os primeiros, jamais era chamado. Meu nome estava inserido no CNPJ (Cadastro Nacional dos Perseguidos e Judiados) da época, do SNI.
Aí sim, eu lutava por um salário sequer, nem o mínimo, pra sustentar a prole em formação.
Ato 4
Tenho plena consciência de que a audiência de qualquer veículo não deve representar, exclusivamente em sua essência, escolha livre e soberana do telespectador/leitor – até por que escolhas são feitas sobre ofertas iguais. Também não compactuo com a tese de que se dá ao povo o que o povo quer, escudados em pesquisas de audiência, que nada mais são do que sanções do mercado selvagem. Afirmações desse tipo revelam, na verdade, preconceito em relação à imensa maioria da população.
A potencialização do mau gosto de alguns cadernos policiais já foi maior. O surgimento de outras mídias tem contribuído para reduzir essa escala periférica, impondo novas regras e conceitos.
O combate eficiente ao formato apelativo tem que ser liderado pela constante mobilização da sociedade civil e seus multiplicadores de opinião no sentido de conciliar a preocupação com a competitividade no mercado, mas também melhorando o nível cultural de nossos leitores. E o bom gosto pela informação.
sexta-feira, abril 17, 2009
"Você corta um verso; eu escrevo outro"
Como uma ferramenta de filtragem chinesa, a intervenção de uma juíza proibindo o Quinta Emenda de se manifestar a respeito do Caso Sefer, um deputado que ( a cada dia fica comprovado) abusou sexualmente vários anos de uma menina, a partir dos 9 anos de idade dela, levanta suspeitas de que a medida tenha tido objetivo único de silenciar todos os outros blogs seguidores dos responsáveis por crimes de pedofilia. Tática discricionária de formação de uma grande muralha na Web.
Inaceitável, sob plano da manifestação livre e democrática da imprensa, essa querela do TJE com os jornais de Belém. A coluna não entra no mérito da decisão que a originou, até porque não há nada capaz de justificar, no seio das sociedades democráticas, qualquer gesto de censura ou amordaçamento da imprensa. No embalo que segue, dia mais, dia menos, aparece na redação de jornal um juiz dizendo que vai editá-lo. O precedente, estimulado por coleguinhas, é aterrador, preocupante, capaz de trazer à lume antigas figuras, ainda vivas e remoendo inconformadas no porão de algumas instituições, para defender a prisão de quem se insurge contra os news ditadores.
Custaram vidas e muito sofrimento, ao longo de duas décadas, o restabelecimento das vantagens saudáveis que a democracia oferece com sua imprensa livre. Silenciar diante de determinações despóticas, é abrir a guarda para o passado cair no esquecimento. Fica claro, mais uma vez, que a questão maior, nesse caso, é da interferência do Poder Judiciário, traduzindo o velho desejo de a tudo controlar, como se vivêssemos ainda nos festivos tempos dos generais-presidentes.
quinta-feira, abril 16, 2009
Só falta agora juiz ser o Editor
Vou redigir na primeira pessoa.
Primeiro, foi o blog do Juvêncio de Arruda.
Dia seguinte, os jornais.
Com rapidez estonteante, em menos de 48 horas, a mão pesada do Judiciário passou a controlar a veiculação de noticiários e imagens da blogosfera e da imprensa escrita.
É inaceitável isso!
E o poster está fora desse lance do politicamente correto para condenar o conteúdo das paginas policiais. Não gosto de grande parte do que vejo e leio naquelas bandas, mas jamais deixarei de defender o direito da sociedade ler aquilo que lhe interessa. Principalmente a plebe rude, como se diz.
Vou redigir, agora, o primeiro editorial do blog, condenando o retorno da censura na vida dos paraenses.
Juiz é para interpretar a Constituição, e não rasgá-la.
Daqui a pouco, se a sociedade aceitar passivamente essa onda em evolução, o Judiciário deixa os tribunais para invadir as redações e o espaço da blogosfera, feito filtragem estatal chinesa.
Daqui a pouco eu volto para passar a régua.
Prefeitura denunciada
Se a Vara Cível de Marabá acatar pedido do Ministério Público, o prefeito Maurino Magalhães (PR) corre o risco de ser afastado do cargo por improbidade administrativa, e a prefeitura pagar R$ 8 milhões de multa. Esse o enfoque da Ação Civil Pública assinada por cinco promotores pedindo punição ao Executivo por ter permitido a cidade cobrir-se de monturos de lixo durante sete dias. A compreensão dos promotores é de que o prefeito agiu deliberadamente para provocar comoção social, criando, artificialmente, cenário de calamidade pública que justificasse a contratação da empresa Limp Fort sem licitação.
Na visão dos promotores, houve, por parte da prefeitura, “negligência proposital na execução da coleta de lixo, a fim de amparar a alegação de situação de emergência anteriormente decretada”.
À pessoa física do prefeito Maurino Magalhães sugere-se o pagamento de multa diário de R$ 50 mil caso os serviços de limpeza pública sejam paralisados novamente.
Lembranças de lambanças
Os mais antigo lembram que a CBD – atual CBF -, realizou, por muitos anos, o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, espécie de Campeonato Nacional de Futebol da época. A Emissora Continental, do Rio, fazia as transmissões (por rádio e tevê) sob o patrocínio da Cervejaria Brahma. Acontecia que o Atlético Mineiro tinha, entre seus jogadores, um zagueiro conhecido por Grapete. E, como o grapete é um refrigerante (sim, ele ainda existe, fabricado no Rio!) de outra fábrica, os locutores da Continental só chamavam o rapaz de Guaraná.
quarta-feira, abril 15, 2009
Caso Forquilha
A audiência ocorreu na Câmara de Vereadores de Conceição. Participaram cerca de 150 pessoas, entre representantes da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Ibama, Incra, Defensoria Pública Agrária, Vara Judicial Agrária, Ouvidoria Agrária Estadual, Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), Polícias Civil e Militar, vereadores e movimento social.
Um dos episódios discutidos na audiência , foi o despejo violento das 1.100 famílias que ocupavam o Complexo da Forquilha, de 72 mil hectares, no município vizinho de Santa Maria das Barreiras, no ano passado. A comunidade denuncia o assassinato de posseiros em diversos conflitos de terra, mas os números de vítimas anunciados divergem. O juiz agrário afirmou que há a prisão decretada de um fazendeiro da região envolvido nesses crimes.
Outro caso denunciado no evento, foi a exploração ilegal de madeira nos 29 mil hectares da reserva da antiga Fazenda Bradesco, hoje Assentamento Padre Josino Tavares (a área total do assentamento é de 60 mil hectares). “A reserva já sofreu três invasões e três reintegrações de posse, mas a comunidade denuncia que os grandes (madeireiros) continuam tirando madeira de lá. Vamos pedir à superintendência do Ibama no Pará que reforce a fiscalização no local”, afirmou Bernadete.
Já o Incra teve que responder aos agricultores sobre os pedidos de agilização dos projetos de assentamento na região. Uma reunião de trabalho foi agendada com os deputados para dia 16, em Belém.
Assessoria de Comunicação da Deputada Bernadete
Levando na pança
Está certo o deputado.
Expert em levar no bico, há mais de quinze anos, suas vítimas sociais desalojadas pelo reservatório da barragem, a Eletronorte só pega no tranco. Ou muito tensionada. Não demora muito – prenhe de razão -, a turma decide ocupar, outra vez, a hidrelétrica.
A estatal não cumpre seus compromissos, ou se o faz, deixa a desejar anseios e demandas de familiares desassistidos.
Só vai na fórceps.
Tribo dos motosserras
Em outras palavras, a ultraconservadora política o Estado do Tocantins quer disponibilizar mais áreas ao agronegócio, extraindo-as exatamente das atuais reservas de preservação.
Audiência pública foi marcada para o dia 29 de abril.
Caso Vanessa
A turma não tem jeito! Já saiu às ruas pra defender a acusada vereadora Vanessa Vasconcelos (PMDB) de fraudadora de folha de pagamento da assessoria de seu gabinete, supostamente vítima de campanha para fragilizá-la à frente do grupo oposicionista que combate o prefeito de Belém na Câmara Municipal. Ora, ora, senhores, a moçoila, ao lado do marido oficial da PM, foi flagrada de tanguinha-coquetel com a mão na massa!
Não tem o que discutir!
É mandar apurar de cabo a rabo. E mandar ver!
O recurso de utilização de “laranja” para engordar a conta da família da belíssima vereadora - conforme demonstram documentos publicados pelo jornal O Liberal -, não faz parte apenas do show de Vanessa. É bastante comum e conhecido nos parlamentos nacionais.
Quem trabalha na área de jornalismo sabe do lance, aqui e alhures, de alguns vereadores, deputados estadual e federal ou senador, abocanhar parte de DAS de supostos servidores de gabinete, com a parte menor do latifúndio, que cabe ao laranja, ser a parte exatamente menor da malandragem.
São raros, heroicamente raros, aqueles que nunca praticaram esse crime.
Nossa “Mona Lisa", num quadro ao avesso, parece mesmo em apuros.
Aliás, é bom registrar o excelente post da sempre coerente e bem informada musa do blogosfera paraense, Franssinete Florenzano, ao sugerir, como forma de corrigir a falta de ética praticada no exercício do mandato, à vereadora Vanessa Vasconcelos pedido de perdão aos eleitores dela.
É pouco, no entanto, pedir perdão.
Melhor fosse ela renunciasse ao mandato, zerando o erro praticado, para tentar nova eleição em pleito seguinte.
Força-Tarefa
Reconhecimento
terça-feira, abril 14, 2009
Pegando fogo
Grana em boa hora
Ana Júlia fechou contrato com o novo consórcio Integração, formado pela Estacon e a multinacional Poros, de investimento de 150 milhões de reais oriundos do CAF, Corporação Andina de Fomento, para a implementação de 400 quilômetros de rodovias asfaltadas em diversos pontos do Estado. Destaque para a conclusão da PA - 279, Xinguara/S. F. Xingu; de Floresta do Araguaia até o Bambu, num percurso de 46 quilômetros; Capitão Poço/Garrafão do Norte/Nova Esp. do Piriá, 68 quilômetros e Ponta de Pedras/Cachoeira do Arari com 66 quilômetros.
Na cola do conhecimento
Neste momento (15h), como exemplo, a comunidade científica do Estado está conhecendo, no auditório da UFPA, o SOLID, sequenciador de tecnologia avançada que irá impulsionar a pesquisa genética no Pará, adquirido recentemente pelo governo Ana Júlia.
Bom dizer que, além da aquisição de um seqüenciador como o SOLIOD , o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Fundação de Amparo à Pesquisa do Pará, está constituindo a rede paraense de Genoma, que, irá atuar em demandas sociais, como pesquisa sobre doenças, e será usado nas soluções para gargalos tecnológicos da economia paraense.
Com o SOLID, conforme nota distribuída, a rede paraense de Genoma poderá decodificar um genoma em uma semana. Com a tecnologia anterior isso só seria possível em 10 anos, a um custo de bilhões, que passam a girar agora com o Solid em torno de 10 mil dólares. A rede paraense de Genoma também já nasce com uma equipe de 50 pesquisadores e já tem a cooperação de universidades do sul e sudeste do Brasil, que não possuem um equipamento como este.
O Governo do Pará foi o primeiro estado brasileiro e da América Latina a adquirir este equipamento, com recursos da Finaciadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal, num total de R$ 13 milhões, sendo R$ 8 milhões de contrapartida do governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).
O SOLID, por enquanto instalado no Laboratório do Instituto de Ciências Biológicas da UFPA, terá como destino o laboratório de engenharia genética que está sendo construído dentro do Parque de Ciencia e Teconoloiga do Guamá, outra ação que faz parte do novo modelo de desenvolvimento do Governo do Estado.
Notas do desligamento
O Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo tem como missão envolver e dar subsídios para que o setor empresarial e a sociedade civil atuem no combate a esse crime contra os direitos humanos. Hoje, ele congrega mais de 160 empresas e associações, cujo faturamento equivale a mais de 20% do Produto Interno Bruto Nacional.
A decisão foi tomada após deliberação do Comitê de Monitoramento do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que tem o objetivo de zelar pelo cumprimento desse acordo.
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social
ONG Repórter Brasil
Organização Internacional do Trabalho
O Grupo Cosipar, tão logo tomou conhecimento do fato, emitiu a seguinte nota:
A Cosipar conseguiu manter sua operação, se adequando a demanda de mercado, mas não conseguiu cumprir alguns compromissos financeiros. Entre eles, o de pagamento das mensalidades do Instituto Carvão Cidadão. O estatuto da entidade prevê o descredenciamento automático dos associados que ficarem dois meses sem pagar a mensalidade. Esse foi o motivo que levou o ICC a descrendenciar a Cosipar. A empresa aguarda o movimento do mercado e espera voltar a cumprir com seus compromissos financeiros nos próximos meses e assim regularizar a situação junto ao Instituto.
Em paralelo, a empresa mantém o trabalho de combate a erradicação do trabalho escravo em nossa cadeia produtiva, inclusive com a implantação da norma SA 8000, de Responsabilidade Social na cadeia produtiva.
Ensinando a jogar
Não vale a pena perder esse jogo.
Pelo menos pra gente acelerar um pouco mais a nostalgia diante de tanto pernas-de-pau soltos nos gramados atuais do futebol brasileiro.
Medos e receios
A Agropecuária Santa Bárbara vem a público externar sua profunda preocupação com as declarações do MST de iniciar amanhã, dia 14 de abril, o “Abril Vermelho”, movimento que se propõe a intensificar ainda mais as ações de ocupação das propriedades rurais em todo o País e, particularmente no Estado do Pará.
A Agro Santa Bárbara já tem 13 de suas propriedades no Sudeste do Pará invadidas pelo MST, Fetraf e Fetragri. Muitas dessas fazendas estão com a produção pecuária absolutamente comprometida, além de ter suas sedes ocupadas, dezenas de quilômetros de cercas destruídas, vários hectares de pastagens devastados, áreas de floresta preservada derrubadas, matança de gado e furto de máquinas e equipamentos. Sem contar a insegurança aos funcionários e suas famílias, o cárcere privado, o sequestro e o temor constante de ter sua vida em risco.
Em termos econômicos, os prejuízos já superam a cada da dezena de milhões de reais. Em termos de insegurança das pessoas que vivem nas fazendas, os prejuízos são imensuráveis.
Mais uma vez a Agro Santa Bárbara vem a público exigir que as autoridades de segurança do Estado do Pará cumpram sua função básica de preservar a propriedade, permitir o direito de ir e vir e proteger a vida das pessoas que suam a camisa diariamente em prol de um trabalho digno e honesto.
segunda-feira, abril 13, 2009
Tesoura volta à cena
Diante de tantos fatos expostos publicamente, uma juíza determinar a retirada de notas que reproduziram o dia a dia de uma CPI, com seus desdobramentos nefastos a sociedade e a todos, é no mínimo gesto de inconformismo com a liberdade de informação.
Mais uma razão pra se aceitar a máxima que circula em Belém dando conta de que a força da família Seffer é capaz de tudo.