Por essa ninguém esperava.
Prefeitos, vereadores e empresários dos municípios de Marabá, Eldorado, Curionópolis, Parauapebas, enquadrados no entorno do Projeto Salobo, estão sendo comunicados pela Fundação Vale do Rio Doce de que suas cidades-sede serão beneficiadas com vultosos investimentos nas áreas de saneamento, pavimentação, habitação e regularização fundiária de lotes urbanos. Ontem, por todo o dia, a direção da Fundação Vale reuniu em Marabá políticos e a Associação Comercial e Industrial expondo a grandiosa dos projetos.
As demandas atuais e futuras de cada município, apontados em estudo sócio-econômico encomendado pela mineradora, serão enfrentadas a partir da oferta de empreendimentos de alcance social que a companhia realizará em parceria com as comunidades. Contraponto aos impactos dos projetos de mineração da companhia a exigir aporte superior a US$ 30 bilhões, pelos próximos dez anos.
sábado, novembro 10, 2007
Arrumando a casa
Ao anunciar concurso público para disponibilizar cerca de 10 mil professores com diploma de ensino superior, Ana Julia resgatará antiga dívida do Estado para com os jovens do interior. Nos últimos anos, não tem preço as barbaridades cometidas pelo Estado à formação educacional de uma geração por falta de professores nas salas de aula.
Pontos para o governo.
Pontos para o governo.
Conta antiga
O lendário garimpeiro Marlon Lopes Pidde, atualmente cumprindo pena por coordenar a chacina de cinco pessoas em uma fazenda no município de Marabá, está cobrando na Justiça a bagatela de R$ 1,5 milhão supostamente como acionista do antigo Hospital Celina Gonçalves.
Bronca das grande contadas no blog do Val-André.
Bronca das grande contadas no blog do Val-André.
Democracia no campo
A Vila Capistrano de Abreu, na região do Rio Preto, em Marabá, está dando exemplo de como se deve exercitar a democracia. Durante todo o dia de hoje, realiza plebiscito para indicação de pré-candidato a vereador pela localidade. O local para votação é o Salão Paroquial da Igreja Católica, das 8 horas às 16 horas.
São cinco os pré-candidatos: Alécio da Palmiteira, Elídio da Lanchonete, Carlos do Pixica, Joaquim de França e José Garcia Cunha, o Zé Garcia. Um acordo de intenções assinado pelos cinco estabelece que os quatro perdedores devem apoiar o indicado no plebiscito. Assim, acreditam que a vila terá mais chance na conquista de uma cadeira de vereador da Câmara Municipal de Marabá.
Fonte: Com informações da Ascom
São cinco os pré-candidatos: Alécio da Palmiteira, Elídio da Lanchonete, Carlos do Pixica, Joaquim de França e José Garcia Cunha, o Zé Garcia. Um acordo de intenções assinado pelos cinco estabelece que os quatro perdedores devem apoiar o indicado no plebiscito. Assim, acreditam que a vila terá mais chance na conquista de uma cadeira de vereador da Câmara Municipal de Marabá.
Fonte: Com informações da Ascom
Caminhos da integração
A Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará reuniu com o superintendente da Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental, José Leite, para reforçar a luta em favor de um grande corredor de desenvolvimento, interligando as hidrovias do Marajó, Guamá/Capim, Tocantins/Araguaia/Rio das Mortes, Tapajós/Teles Pires/Juruena e Xingu, com as rodovias e ferrovias, num sistema multimodal, de modo a aproveitar todas as suas potencialidades naturais.
Na ocasião, os líderes do PDT, Luis Cunha (presidente da Frente); do PV, Gabriel Guerreiro (relator); do PMDB, Parsifal Pontes; do PR, Adamor Aires; e do PSB, Cássio Andrade, membros titulares da Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos, convidaram o superintendente da AHIMOR a integrar o movimento e entregaram a agenda positiva já elaborada, que prevê a realização de uma audiência pública em Santarém, no próximo dia 30 de novembro. Eles receberam de José Leite, na ocasião, uma pasta contendo gráficos e informações técnicas sobre as hidrovias paraenses e as ações da AHIMOR.
Ressaltando o quanto o Pará precisa de investimentos no setor, Luis Cunha pediu a José Leite que a AHIMOR se una à Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará, a fim de reforçar a luta, numa grande articulação política paraense, para fazer valer o princípio federativo, garantindo recursos que reduzam as desigualdades regionais.
Com seus 2.600 quilômetros navegáveis, os rios Tocantins e Araguaia poderiam constituir um canal natural de escoamento das riquezas do agronegócio e dos minérios de 5 Estados - Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará. Para o superintendente da AHIMOR, José Leite, a construção do Terminal Off-Shore do Espadarte, na Ponta da Romana, Ilha dos Guarás, no município de Curuçá, a 140 quilômetros de Belém, seria uma alternativa para a exportação da produção de grãos e minérios.
Fonte:Franssinete Florenzano
Na ocasião, os líderes do PDT, Luis Cunha (presidente da Frente); do PV, Gabriel Guerreiro (relator); do PMDB, Parsifal Pontes; do PR, Adamor Aires; e do PSB, Cássio Andrade, membros titulares da Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos, convidaram o superintendente da AHIMOR a integrar o movimento e entregaram a agenda positiva já elaborada, que prevê a realização de uma audiência pública em Santarém, no próximo dia 30 de novembro. Eles receberam de José Leite, na ocasião, uma pasta contendo gráficos e informações técnicas sobre as hidrovias paraenses e as ações da AHIMOR.
Ressaltando o quanto o Pará precisa de investimentos no setor, Luis Cunha pediu a José Leite que a AHIMOR se una à Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará, a fim de reforçar a luta, numa grande articulação política paraense, para fazer valer o princípio federativo, garantindo recursos que reduzam as desigualdades regionais.
Com seus 2.600 quilômetros navegáveis, os rios Tocantins e Araguaia poderiam constituir um canal natural de escoamento das riquezas do agronegócio e dos minérios de 5 Estados - Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará. Para o superintendente da AHIMOR, José Leite, a construção do Terminal Off-Shore do Espadarte, na Ponta da Romana, Ilha dos Guarás, no município de Curuçá, a 140 quilômetros de Belém, seria uma alternativa para a exportação da produção de grãos e minérios.
Fonte:Franssinete Florenzano
sexta-feira, novembro 09, 2007
O bom senso de Wandenkolk
Por considerá-lo importante documento de confrontação com o status quo da chamada bancada federal do Pará, que se deleita anualmente em priorizar recursos de emendas para a capital do Estado, marginalizando os demais municípios esquecidos, o blog publica a íntegra do oficio do deputado federal Wandenkolk Gonçalves (PSDB) enviado aos Coordenadores de Bancada, criticando a centralização de benefícios e sugerindo uma divisão mais equânime do bolo:
Excelentíssimos Coordenadores da Bancada Federal do Pará:
Deputado Paulo Rocha;
Senador Flexa Ribeiro;
Gostaria de expressar minha preocupação e, ao mesmo tempo, o meu descontentamento com a possível definição das emendas de bancada apresentadas ao Orçamento da União para o Estado do Pará.
Ora senhores parlamentares, se existe de fato a pretensão na diminuição das desigualdades regionais e o encurtamento das distancias sociais, devemos buscar juntos a implantação de projetos estruturantes em regiões que historicamente não vem recebendo a priorização devida pelas verbas orçamentárias, como é o caso da Regiões do Marajó, Oeste e Sul do nosso Estado.
Ao analisarmos a proposta orçamentária apresentada pela Bancada, ao Orçamento da União, verifica-se um verdadeiro esquecimento de Municípios historicamente emblemáticos como Altamira, Itaituba, Paragominas, Redenção, Rondon do Pará, Tucuruí, Parauapebas, São Félix do Xingu, só para citarmos alguns; além do total esquecimento de todos os Municípios da Calha Norte, à exceção de Santarém.
Ora Senhores Coordenadores, torna-se inexplicável a alocação de recursos para infra-estrutura urbana no Município de Belém (cem milhões), no Município de Ananindeua (cem milhões) e Santarém (cem milhões) e alocação de recursos para a macro drenagem da região metropolitana de Belém no valor de trezentos milhões, mais uma vez para Belém e Ananindeua, condenando o Município de Marituba ao esquecimento, uma vez que o mesmo integra a referida região metropolitana.
A proposta orçamentária concentra de maneira extraordinária os Municípios de Belém, Ananindeua e Santarém, em detrimento dos demais. Alias, causou-me estranheza na reunião da Bancada a presença dos prefeitos de Ananindeua, Belém e Santarém (a Santíssima Trindade) e a ausência dos outros 140 representantes municipais.
Principalmente se considerarmos que esses municípios serão altamente beneficiados (segundo propala o governo federal) com obras do PAC, com recursos que ultrapassam um bilhão de reais, alem das obras que serão implementadas em Belém para atender a Reunião do Fórum Social Mundial que será realizada em nossa capital em 2009, além da possibilidade concreta de sermos uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, o que obrigará o poder público a implantar a infra-estrutura necessária nas áreas de Saúde, Transportes, Hotelaria, Segurança, estádios, dentre outras, para atender as exigências da Fifa e do Comitê Organizador do mega evento, em que nós, do interior, seremos mero espectadores e torcedores.
Assim, Senhores Coordenadores e Senhores Deputados apelamos ao espírito público de Vossas Excelências, ao nosso “paraensismo”, para que possamos estender aos outros municípios o mesmo tratamento dado aos municípios que compõem a Santíssima Trindade (Ananindeua, Belém e Santarém), por exemplo, incluir o município de Marituba nos recursos destinados à macrodrenagem da região metropolitana de Belém, além da inclusão de recursos para infra-estrutura urbana de Marabá e Altamira e definir como prioridade os recursos financeiros para as ações de turismo para os Municípios do Calha Norte e do Araguaia-Tocantins.
Propostas
1- Infra-estrutura urbana para os Municípios integrantes do Consórcio 279 (São Félix do
Xingu, ‘Xinguara, Água Azul do Norte, Ourilândia do Norte e Tucumã);
2- Macrodrenagem da região metropolitana de Belém;
2- Macrodrenagem da região metropolitana de Belém;
* 50% para Belém;
* 30% para Ananindeua;
* 20% para Marituba;
3- Infra-estrutura urbana do Município de Marabá;
4- Infra-estrutura urbana do Município de Altamira;
5- Infra-estrutura urbana do Município de Conceição do Araguaia;
6- Infra-estrutura urbana do Município de Belém;
7- Infra-estrutura urbana do Município de Ananindeua;
8- Infra-estrutura urbana do Município de Santarém;
9- Apoio às Ações de Instrumento para a Prevenção de Epidemias e Controle de Agravo no Estado do Pará;
10- Adequação da BR-316/PA – Trechos Rodoviários Belém (km 0) –Castanhal-Santa Maria- Entre Pa-124 (trevo de Salinópolis);
11- Construção de Trechos Rodoviários da BR-422/PA – Trechos Cametá- Novo Repartimento;
12- Construção de Trechos Rodoviários da BR-308/PA – Trechos Bragança-Viseu, no Estado do Pará;
13- Aquisição de Equipamentos e Aparelhamento das Atividades de Inteligência do Estado do Pará;
14- Desenvolvimento Sustentável da Pesca no Estado do Pará;
15- Implementação do Zoneamento Ecológico e Econômico no Estado do Pará;
16- Desenvolvimento Macro-Regional Sustentável do Arquipélago do Marajó;
17- Implementação do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia no Estado do Pará;
18- Aquisição de Patrulhas Mecanizadas;
19- Implantação do Distrito Florestal Sustentável do Carajás;
20- Implantação da Universidade Federal do Oeste do Pará;
21- Implantação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará;
22- Ações de Turismo com a priorização para Municípios do Calha Norte e do Araguaia-Tocantins.
A discriminação não pára
A reação do deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB) às propostas de emendas de bancada apresentadas ontem, em Brasilia, conforme conta a coluna do pôster da edição de hoje do Diário do Pará, fortalece todos os argumentos separatistas a dominar comunidades do Sul e Oeste do Estado. Do total de emendas sugeridas pelos parlamentares paraenses, não chega a 10% o índice destinado a 140 municípios. Ou seja, mais de 90% são recursos que beneficiarão tão-somente Belém, Ananindeua e Santarém. Um escândalo!
Mais tarde o blog reproduz a integra do oficio de descontentamento do deputado Wandenkolk, enviado aos coordenadores da bancada do Pará, Paulo Rocha e Flexa Ribeiro.
A propósito, Wandinho prometeu entrevista ao pôster abordando a questão que vai espraiar ainda mais o sentimento pela criação dos Estados do Carajás e Tapajós.
Mais tarde o blog reproduz a integra do oficio de descontentamento do deputado Wandenkolk, enviado aos coordenadores da bancada do Pará, Paulo Rocha e Flexa Ribeiro.
A propósito, Wandinho prometeu entrevista ao pôster abordando a questão que vai espraiar ainda mais o sentimento pela criação dos Estados do Carajás e Tapajós.
Amazônia Sustentável
Roberto Mangabeira Unger, ministro Extraordinário de Assuntos Estratégicos e Dilma Rousseff, Chefe da Casa Civil, confirmaram presenças ao I Simpósio Amazônia e Desenvolvimento Nacional – Etapa Pará, dia 12 de novembro, no Hangar - Centro de Feiras & Convenções -, que estabelecerá no âmbito do Plano Amazônia Sustentável (PAS), programas contidos no PAC Amazônico, bem como estabelecer novo padrão de financiamento para a Amazônia, voltado para a redução das desigualdades sociais e regionais, a utilização sustentável dos recursos naturais e a incorporação de conhecimentos técnico-científicos à produção.
De acordo com o secretário de Integração Regional, André Farias, o evento é um importante momento de integração de políticas públicas por parte dos governos federal e estadual. “O simpósio é um esforço da Câmara Federal, que através da Comissão da Amazônia, está propondo uma discussão sobre os temas mais importantes para a região. Além da bancada federal, o Governo do Estado também faz parte desse evento. Acreditamos ser possível colaborar com o engrandecimento do PAS ao apresentarmos o modelo de desenvolvimento do Estado do Pará”.
Fonte: Assessoria de Imprensa SEIR.
De acordo com o secretário de Integração Regional, André Farias, o evento é um importante momento de integração de políticas públicas por parte dos governos federal e estadual. “O simpósio é um esforço da Câmara Federal, que através da Comissão da Amazônia, está propondo uma discussão sobre os temas mais importantes para a região. Além da bancada federal, o Governo do Estado também faz parte desse evento. Acreditamos ser possível colaborar com o engrandecimento do PAS ao apresentarmos o modelo de desenvolvimento do Estado do Pará”.
Fonte: Assessoria de Imprensa SEIR.
Torcida demoníaca
Influente empresário do Sudeste comemorava a tomada da Estrada de Ferro Carajás pelo MST. “Só assim, atingindo os interesses da ‘poderosa’, o governo vai olhar com responsabilidade as grandes demandas regionais”, dizia. E torcia pela radicalização ainda mais da interdição da ferrovia:
- Pegava bem agora se pelo menos uns dez vagões da locomotiva fossem incendiados. Que imagem bela, do alto, as chamas denunciando para o mundo que aqui é a casa da miséria e da embromação.
- Pegava bem agora se pelo menos uns dez vagões da locomotiva fossem incendiados. Que imagem bela, do alto, as chamas denunciando para o mundo que aqui é a casa da miséria e da embromação.
Que nem miragem
Às margens da grande avenida o elefante branco representado por imenso muro a cercar extensa área chama a atenção. E provoca comentários raivosos da população que anseia pela construção da obra até agora inútil. Trata-se da chamada e tão necessária Escola de Trabalho e Produção de Marabá, empreendimento que se fosse realmente construída contribuiria decisivamente para a formação de mão de obra e qualificação de profissionais da região Sudeste.
Como até agora o governo do Estado não se manifestou pela continuidade ou não da escola iniciada com a liberação da primeira parcela do convenio nos últimos meses da gestão Simão Jatene, o prefeito de Marabá decidiu denunciar o convênio.
E com toda razão!
Como até agora o governo do Estado não se manifestou pela continuidade ou não da escola iniciada com a liberação da primeira parcela do convenio nos últimos meses da gestão Simão Jatene, o prefeito de Marabá decidiu denunciar o convênio.
E com toda razão!
Salve, salve, simpatia!
Idealizado na gestão tucana, finalmente o Programa Pará-Rural deverá ser tocado. Saindo dentro dos conformes, é um poderoso instrumento estratégico para pacificar setores do campo.
Enquanto isso, no front...
Leitor do blog lembra quando cinco meses atrás foi postado aqui cenário sombrio que se formatava àquela época para o Sul do Pará? Pois bem, os fatos ocorridos no período só vem confirmando o diagnóstico.
Já tivemos paralisação por um dia do setor produtivo em alguns municípios, apreensão de caminhoneiros no Distrito Industrial de Marabá, fechamento de rodovias, interdição de estrada de ferro, e por ai vai.
Na Pa-150, quarta-feira, por pouco não houve choque armado entre motoristas e manifestantes do município de Bannach que bloquearam a estrada por quase 24 horas. Por pouco, muito pouco.
E continua animada a região, prometendo ainda grandes emoções.
Nem chegamos ainda ao Natal!
Já tivemos paralisação por um dia do setor produtivo em alguns municípios, apreensão de caminhoneiros no Distrito Industrial de Marabá, fechamento de rodovias, interdição de estrada de ferro, e por ai vai.
Na Pa-150, quarta-feira, por pouco não houve choque armado entre motoristas e manifestantes do município de Bannach que bloquearam a estrada por quase 24 horas. Por pouco, muito pouco.
E continua animada a região, prometendo ainda grandes emoções.
Nem chegamos ainda ao Natal!
quinta-feira, novembro 08, 2007
General da Banda
'Decidimos liberar para poder negociar com calma junto ao Governo Estadual e Federal. A Vale pode passar os trens quando quiser' ( Charles Trocate, membro do MST, anunciando a liberação da EFC).
A Vale pode passar os trens quando quiser. A frase exprime com inegável fidelidade o rompante de autoritarismo dos “meninos do pedaço”. E assim o MST segue, tal Exército de Napoleão, conquistando territórios e colocando de quatro o Judiciário brasileiro.
Vai ser fera assim na caixa-prego, meu!
Maltrata, estressa e goza
É muito engraçado observar de camarote como o MST humilha a Justiça e demais autoridades constituídas. Pra não dizer hilariante, a terceira tomada da Estrada de Ferro Carajás coloca de joelhos promotores, procuradores, juizes, desembargadores, setores de segurança pública e -, ora, ora -, até o governo do PT.
É extremamente interessante ficar admirando as ações criminosas do movimento dos sem-terra num país onde se pensava viver num regime democrático balizado pelo respeito à Constituição. Tudo farofa.
Qua qua ra qua qua. Impossível não dar risadas desse mundinho de mentiras. Porque raras vezes deparamos com algo do domínio do verdadeiramente hilariante. Mas quando acontece, rir é mesmo o melhor remédio.
O MST sabe realmente caçar as fragilidades dos seres humanos, incluindo as do Judiciário.
É verdade. Quando o hilariante coincide com o impertinente: eis o brilhante!
Viva o MST!!!
É extremamente interessante ficar admirando as ações criminosas do movimento dos sem-terra num país onde se pensava viver num regime democrático balizado pelo respeito à Constituição. Tudo farofa.
Qua qua ra qua qua. Impossível não dar risadas desse mundinho de mentiras. Porque raras vezes deparamos com algo do domínio do verdadeiramente hilariante. Mas quando acontece, rir é mesmo o melhor remédio.
O MST sabe realmente caçar as fragilidades dos seres humanos, incluindo as do Judiciário.
É verdade. Quando o hilariante coincide com o impertinente: eis o brilhante!
Viva o MST!!!
Estupra, mas não mata!
Primo de um dos funcionários da CVRD feito refém pelos bandidos encapuzados do MST conta ao blog que o parente imaginava seria morto na hora da tomada do trem. “Eles gritavam, humilhavam, mostravam foices e picaretas, chegando a encostar um facão no rosto do meu primo. Foi um terror o que eles viveram nas mãos dos caras”, conta, demonstrando nervosismo, a fonte.
É isso. O MST é mesmo o banbanban do pedaço. Desmoralizou o juiz federal Francisco de Assis Garcês Castro Júnior, com liminar e tudo.
É isso. O MST é mesmo o banbanban do pedaço. Desmoralizou o juiz federal Francisco de Assis Garcês Castro Júnior, com liminar e tudo.
Ai de ti, Tucurui
Denis Aragão dá uma pequena pincelada na realidade de Tucurui sob a gestão da família Furman. A situação da orla mostrada no Diário do Pará de hoje se reflete em outros pontos não menos importantes da cidade.
Cláudio Furman, prefeito, é uma boa pessoa, educado e bon vivant. Cidadão que já deu sua contribuição como servidor público eleito democraticamente. Está na hora de vestir o pijama abrindo espaço para os mais dispostos e criativos. Logicamente, desde que não seja seu filho Claudinei, testado e reprovado na brevíssima carreira política, como deputado estadual. A mais grata revelação de como um jovem não deve nunca proceder na vida publica.
Tucurui não resiste mais a tanto sucateamento.
Cláudio Furman, prefeito, é uma boa pessoa, educado e bon vivant. Cidadão que já deu sua contribuição como servidor público eleito democraticamente. Está na hora de vestir o pijama abrindo espaço para os mais dispostos e criativos. Logicamente, desde que não seja seu filho Claudinei, testado e reprovado na brevíssima carreira política, como deputado estadual. A mais grata revelação de como um jovem não deve nunca proceder na vida publica.
Tucurui não resiste mais a tanto sucateamento.
Calha Norte
A partir das 8h30 desta quinta-feira (08), no auditório do Centro Integrado de Governo (CIG), prefeitos das regiões do Baixo Amazonas e Marajó estarão reunidos com representantes do Ministério da Defesa e com o secretário de Integração Regional, André Farias, a fim de esclarecer sobre os erros mais comuns encontrados nos projetos encaminhados ao Programa Calha Norte.
O assessor do programa federal, Oswaldo Reis Júnior, apresentará aos gestores municipais as ações do Calha Norte, as quais prezam por um desenvolvimento socialmente justo e ecologicamente sustentável.
Para atender os municípios paraenses das duas regiões de integração, o programa prevê um investimento de R$ 22,65 milhões. Além dos 16 municípios do Marajó e 12 do Baixo Amazonas, o Calha Norte também atende outros 166 municípios dos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima. Os principais objetivos do programa são: contribuir com a manutenção da soberania da Amazônia e promover o desenvolvimento ordenado.
Através do Programa Calha Norte, o Ministério da Defesa, desenvolve uma série com 11 ações nos municípios da Amazônia brasileira, sendo três projetos e oito atividades. O programa presta apoio às comunidades carentes, faz manutenção de rodovias e pequenas centrais elétricas na região do Calha Norte, e desenvolve obras de infra-estrutura básica nos municípios mais carentes.
Além dos prefeitos dos municípios beneficiados pelo Calha Norte, estarão presentes na reunião representantes da Associação Municípios da Calha Norte (Amucan); Associação dos Municípios do Tocantins (Amut) e Associação dos Municípios do Marajó (Amam).
Fonte: Assessoria da SEIR
O assessor do programa federal, Oswaldo Reis Júnior, apresentará aos gestores municipais as ações do Calha Norte, as quais prezam por um desenvolvimento socialmente justo e ecologicamente sustentável.
Para atender os municípios paraenses das duas regiões de integração, o programa prevê um investimento de R$ 22,65 milhões. Além dos 16 municípios do Marajó e 12 do Baixo Amazonas, o Calha Norte também atende outros 166 municípios dos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima. Os principais objetivos do programa são: contribuir com a manutenção da soberania da Amazônia e promover o desenvolvimento ordenado.
Através do Programa Calha Norte, o Ministério da Defesa, desenvolve uma série com 11 ações nos municípios da Amazônia brasileira, sendo três projetos e oito atividades. O programa presta apoio às comunidades carentes, faz manutenção de rodovias e pequenas centrais elétricas na região do Calha Norte, e desenvolve obras de infra-estrutura básica nos municípios mais carentes.
Além dos prefeitos dos municípios beneficiados pelo Calha Norte, estarão presentes na reunião representantes da Associação Municípios da Calha Norte (Amucan); Associação dos Municípios do Tocantins (Amut) e Associação dos Municípios do Marajó (Amam).
Fonte: Assessoria da SEIR
Segurança com Energia
Cerca de 4 mil estudantes já participaram da programação da II Semana Nacional de Segurança com Energia Elétrica realizada pela Celpa em escolas públicas da Região Metropolitana de Belém desde a última segunda-feira (05). A partir desta quinta-feira (08) as atividades acontecem também em escolas de Marabá e Santarém. Lançada em todo o Brasil pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica - ABRADE em parceria com 53 concessionárias de energia, a programação tem como principal objetivo conscientizar a população para os riscos de acidentes envolvendo a rede elétrica e ainda a necessidade do consumo responsável da energia.
A programação nas escolas encerra na próxima sexta-feira (09) quando a Celpa espera alcançar um público de cerca de 10 mil estudantes por meio de palestras educativas nas escolas, além da distribuição de cartilhas educativas, panfletos e protetores de tomadas para evitar acidentes com crianças pequenas. Em todo o país a campanha das concessionárias de energia pela segurança pretende alcançar cerca de 170 milhões de pessoas levando informações importantes que ajudem a evitar acidentes elétricos, que só em 2006 foram 929.
A campanha nacional está focada nos quatro tipos de ocorrência: manutenção ou construção predial, antena de TV, pipa e ligação clandestina, para os quais a melhor maneira de se fazer à prevenção de acidentes, é mediante orientações à população sobre os riscos e perigos envolvidos e como evitá-los. As orientações irão explorar a expressão "longe da rede elétrica", ou seja, as atividades de instalar antena de TV, empinar pipa ou fazer manutenção predial, deverão ser executadas longe da rede elétrica.
A programação nas escolas encerra na próxima sexta-feira (09) quando a Celpa espera alcançar um público de cerca de 10 mil estudantes por meio de palestras educativas nas escolas, além da distribuição de cartilhas educativas, panfletos e protetores de tomadas para evitar acidentes com crianças pequenas. Em todo o país a campanha das concessionárias de energia pela segurança pretende alcançar cerca de 170 milhões de pessoas levando informações importantes que ajudem a evitar acidentes elétricos, que só em 2006 foram 929.
A campanha nacional está focada nos quatro tipos de ocorrência: manutenção ou construção predial, antena de TV, pipa e ligação clandestina, para os quais a melhor maneira de se fazer à prevenção de acidentes, é mediante orientações à população sobre os riscos e perigos envolvidos e como evitá-los. As orientações irão explorar a expressão "longe da rede elétrica", ou seja, as atividades de instalar antena de TV, empinar pipa ou fazer manutenção predial, deverão ser executadas longe da rede elétrica.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Celpa
Corredor de desenvolvimento
Nesta quinta-feira, 08, às 17 horas, os deputados estaduais membros da Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará reúnem com o superintendente da AHIMOR – Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental, engenheiro José Barros Leite, para reforçar a luta em favor de um grande corredor de desenvolvimento, interligando as hidrovias do Marajó, Guamá/Capim, Tocantins/Araguaia/Rio das Mortes, Tapajós/Teles Pires/Juruena e Xingu, com as rodovias e ferrovias, num sistema multimodal, de modo a aproveitar todas as suas potencialidades naturais.
Na ocasião, os líderes de todos os partidos convidarão o superintendente da AHIMOR, órgão do Ministério dos Transportes, a integrar o movimento e entregarão a agenda positiva já elaborada, e que prevê a realização de uma audiência pública em Santarém, no próximo dia 30 de novembro.
A Frente, composta por 38 parlamentares e presidida pelo deputado Luis Cunha, apresentou trinta emendas ao projeto do PPA – Plano Plurianual do governo do Estado, destinando recursos para a construção de infra-estrutura hidroviária (terminais hidroviários de passageiros e também de cargas, os chamados “portinhos”) nos municípios do interior, além das hidrovias do Marajó e Guamá-Capim, empreendimentos nos quais o Estado é parceiro da União.
A conclusão do Sistema de Transposição de Tucuruí, com duas eclusas e um canal intermediário, de modo a permitir a navegação no rio Tocantins, também é uma das bandeiras de luta da Frente Parlamentar, que é composta por todos os partidos com assento na Assembléia Legislativa do Pará.
Data: 08 de novembro de 2007
Hora: 17 h
Local: Rua Joaquim Nabuco, nº 8, entre avenidas Nazaré e Governador José Malcher, bairro de Nazaré, Belém-PA.
Maiores detalhes: Franssinete Florenzano (91) 91257575
Na ocasião, os líderes de todos os partidos convidarão o superintendente da AHIMOR, órgão do Ministério dos Transportes, a integrar o movimento e entregarão a agenda positiva já elaborada, e que prevê a realização de uma audiência pública em Santarém, no próximo dia 30 de novembro.
A Frente, composta por 38 parlamentares e presidida pelo deputado Luis Cunha, apresentou trinta emendas ao projeto do PPA – Plano Plurianual do governo do Estado, destinando recursos para a construção de infra-estrutura hidroviária (terminais hidroviários de passageiros e também de cargas, os chamados “portinhos”) nos municípios do interior, além das hidrovias do Marajó e Guamá-Capim, empreendimentos nos quais o Estado é parceiro da União.
A conclusão do Sistema de Transposição de Tucuruí, com duas eclusas e um canal intermediário, de modo a permitir a navegação no rio Tocantins, também é uma das bandeiras de luta da Frente Parlamentar, que é composta por todos os partidos com assento na Assembléia Legislativa do Pará.
Data: 08 de novembro de 2007
Hora: 17 h
Local: Rua Joaquim Nabuco, nº 8, entre avenidas Nazaré e Governador José Malcher, bairro de Nazaré, Belém-PA.
Maiores detalhes: Franssinete Florenzano (91) 91257575
Fonte: Franssinete Florenzano
Mobilização Pró-Hidrovia
A propósito, o Plano Plurianual do governo federal não contempla os recursos necessários à continuidade dos estudos ambientais da hidrovia Tapajós-Teles Pires/Juruena, considerada a grande alternativa para abrir a fronteira agrícola do Pará e Mato Grosso e importante opção para o comércio exterior, com sensíveis reflexos para geração de empregos e surgimento de novos empreendimentos. Em busca da formatação de um cronograma de ações prático, eficaz e que seja definitivo para o aproveitamento do potencial hidroviário do Pará, em especial a hidrovia do Tapajós, os terminais hidroviários de passageiros e os chamados “portinhos”, para escoamento da carga na região oeste do Pará, a Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará decidiu mobilizar um número grande de pessoas que habitam os municípios que compõem a área de influência da hidrovia, entre políticos, empresários e representantes da sociedade organizada.
O primeiro passo já está dado. O presidente da Frente, deputado Luis Cunha, apresentou Requerimento à Assembléia Legislativa para realizar uma audiência pública em Santarém, no próximo dia 30 de novembro, destinada a abrir o debate com a população, entidades do setor produtivo e de navegação. Prefeitos e presidentes de Câmaras Municipais, parlamentares federais, órgãos públicos, entidades de classe, Ministério Público Federal e Estadual, e Poder Judiciário dos municípios integrantes da região também estão convidados.
Como município pólo do oeste do Pará, Santarém será a primeira a sediar amplas reuniões destinadas a viabilizar os empreendimentos estratégicos para a região, explica Luis Cunha, adiantando que serão formados comitês com os deputados que atuam em cada região, com a escolha de um coordenador para cada grupo, a fim de imprimir maior eficácia aos trabalhos.
Integrada por todos os partidos políticos com assento na Assembléia Legislativa, totalizando 38 dos 41 deputados estaduais, a Frente das Hidrovias e Portos do Pará está disposta a viabilizar a implantação dos projetos estratégicos paralisados há vários anos por desinteligências entre o Ministério dos Transportes, líderes indígenas, representantes do poder público e empresas privadas.
Lembrando que a hidrovia do Tapajós consta, inclusive, no Plano Nacional de Viação e na Relação Descritiva do Sistema Hidroviário Nacional, o deputado Luis Cunha enfatiza que a obra trará importantes benefícios e é um caminho para sanar os problemas de infra-estrutura que impedem o desenvolvimento sócio-econômico do Pará.
A Frente Parlamentar quer chamar a atenção de todos para o fato de que a questão ambiental é a principal aliada das hidrovias, ao contrário do que pregam os detratores do projeto. O transporte hidroviário reduz em cerca de 90% a emissão de gases tóxicos na atmosfera em relação a outros modais como o rodoviário, por exemplo, para um mesmo volume de carga transportada. Além disso, é da maior importância manter a mata protegida, a fim de garantir a navegabilidade. “Nosso Estado, assim como nosso País como um todo, ainda não acordou para as vantagens do modal em termos da economia de fretes. Precisamos evidenciar a alta competitividade do setor”, argumenta Luis Cunha.
O rio Tapajós, afluente da margem direita do rio Amazonas, tem 851 Km de extensão até a confluência dos rios Teles Pires e Juruena e sua foz, junto a Santarém, fica a 950 Km de Belém e 750 Km de Manaus. A hidrovia, juntamente com a pavimentação da BR-163 e da BR-230, proporciona um novo cenário de incremento do fluxo de pessoas, expansão agrícola e pecuária e dinamização do desenvolvimento econômico. Hoje, apenas 343 quilômetros são navegáveis e, para permitir a navegação ao longo dos 1.043 quilômetros - a extensão viável economicamente -, é preciso que o governo federal invista no projeto. Mas os recursos previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) para as hidrovias somam R$ 735 milhões, menos de 1,26% do total previsto em logística.
A proposta da Frente é um eixo de desenvolvimento do oeste paraense integrado pela Santarém/Cuiabá e pela hidrovia do Tapajós, com utilização racional e integrada dos recursos hídricos, visando o desenvolvimento sustentável. Os deputados pregam, ainda, o aproveitamento da inter e intramodalidade entre as BR-163 e BR-230 e a hidrovia, de modo a expandir as fronteiras produtivas nacionais e internacionais e internalizar os efeitos positivos gerados pela exploração dos recursos minerais e hídricos do Estado.
O primeiro passo já está dado. O presidente da Frente, deputado Luis Cunha, apresentou Requerimento à Assembléia Legislativa para realizar uma audiência pública em Santarém, no próximo dia 30 de novembro, destinada a abrir o debate com a população, entidades do setor produtivo e de navegação. Prefeitos e presidentes de Câmaras Municipais, parlamentares federais, órgãos públicos, entidades de classe, Ministério Público Federal e Estadual, e Poder Judiciário dos municípios integrantes da região também estão convidados.
Como município pólo do oeste do Pará, Santarém será a primeira a sediar amplas reuniões destinadas a viabilizar os empreendimentos estratégicos para a região, explica Luis Cunha, adiantando que serão formados comitês com os deputados que atuam em cada região, com a escolha de um coordenador para cada grupo, a fim de imprimir maior eficácia aos trabalhos.
Integrada por todos os partidos políticos com assento na Assembléia Legislativa, totalizando 38 dos 41 deputados estaduais, a Frente das Hidrovias e Portos do Pará está disposta a viabilizar a implantação dos projetos estratégicos paralisados há vários anos por desinteligências entre o Ministério dos Transportes, líderes indígenas, representantes do poder público e empresas privadas.
Lembrando que a hidrovia do Tapajós consta, inclusive, no Plano Nacional de Viação e na Relação Descritiva do Sistema Hidroviário Nacional, o deputado Luis Cunha enfatiza que a obra trará importantes benefícios e é um caminho para sanar os problemas de infra-estrutura que impedem o desenvolvimento sócio-econômico do Pará.
A Frente Parlamentar quer chamar a atenção de todos para o fato de que a questão ambiental é a principal aliada das hidrovias, ao contrário do que pregam os detratores do projeto. O transporte hidroviário reduz em cerca de 90% a emissão de gases tóxicos na atmosfera em relação a outros modais como o rodoviário, por exemplo, para um mesmo volume de carga transportada. Além disso, é da maior importância manter a mata protegida, a fim de garantir a navegabilidade. “Nosso Estado, assim como nosso País como um todo, ainda não acordou para as vantagens do modal em termos da economia de fretes. Precisamos evidenciar a alta competitividade do setor”, argumenta Luis Cunha.
O rio Tapajós, afluente da margem direita do rio Amazonas, tem 851 Km de extensão até a confluência dos rios Teles Pires e Juruena e sua foz, junto a Santarém, fica a 950 Km de Belém e 750 Km de Manaus. A hidrovia, juntamente com a pavimentação da BR-163 e da BR-230, proporciona um novo cenário de incremento do fluxo de pessoas, expansão agrícola e pecuária e dinamização do desenvolvimento econômico. Hoje, apenas 343 quilômetros são navegáveis e, para permitir a navegação ao longo dos 1.043 quilômetros - a extensão viável economicamente -, é preciso que o governo federal invista no projeto. Mas os recursos previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) para as hidrovias somam R$ 735 milhões, menos de 1,26% do total previsto em logística.
A proposta da Frente é um eixo de desenvolvimento do oeste paraense integrado pela Santarém/Cuiabá e pela hidrovia do Tapajós, com utilização racional e integrada dos recursos hídricos, visando o desenvolvimento sustentável. Os deputados pregam, ainda, o aproveitamento da inter e intramodalidade entre as BR-163 e BR-230 e a hidrovia, de modo a expandir as fronteiras produtivas nacionais e internacionais e internalizar os efeitos positivos gerados pela exploração dos recursos minerais e hídricos do Estado.
Fonte: Franssinete Florenzano
Parada obrigatória
“Com objetivo de executar melhorias na rede de distribuição de energia elétrica”, a Celpa interromperá o fornecimento de energia na Folha 17, endereço de nossa empresa, das 08:00 às 12:00. Como conseqüência, o blog voltará a ser atualizado a partir das 13 horas.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Servindo ao cidadão
O Papa-Chibe mudou. Agora se chama Blog do Marky, em novo endereço.
Antes da mudança, o colega Marky Brito, paraense residente no Acre, parou de escrever uns dias para dedicar-se às atividades profissionais, deixando aos seus leitores a seguinte mensagem:
Antes da mudança, o colega Marky Brito, paraense residente no Acre, parou de escrever uns dias para dedicar-se às atividades profissionais, deixando aos seus leitores a seguinte mensagem:
O grande volume de trabalho e questões pessoais impedem no momento que eu escreva mais por aqui. Mas, não deixo de dar uma passada nos blogs amigos da Cris, Juca, Val André, Dudu, Jeso, Hiroshi, que permitem que eu saiba como anda a vida no meu Pará.
Estou em um momento de avaliação do meu desempenho no trabalho. Acho que poucos servidores públicos fazem isso, pois vejo que muitos não saem da simples reclamação dos problemas profissionais. Eu quero ir além, para no final do dia ter a idéia de quanta gente eu ajudei fora de minha sala. Isso, para mim, se chama realização profissional. Quando sento e vejo os produtos do meu trabalho vou para casa aliviado. Sinto orgulho. Talvez por isso não consigo mais ler e ver nada sobre política.
Vendo o filme "O Todo Poderoso" achei uma frase de Deus (Morgan Freeman) tudo a ver com o espírito do ofício honesto e bem realizado. É mais ou menos assim:
"Às vezes, aqueles trabalhadores que no final do dia voltam para casa suados e imundos são os mais felizes"
O blog reproduz o post de Marky com objetivo de deixar o exemplo aos jovens que buscam vaga ou já estão colocados no serviço público. Alto senso de profissionalismo e compromissos com o contribuinte.
Grande Marky.
Ferida exposta
A lei existe para ser cumprida, certo? Errado!
Pelo menos é o que se deduz da recente ocupação e apedrejamento do prédio do Detran, em Conceição do Araguaia, realizada por manifestantes que tiveram veículos e motos apreendidos por andarem sem documentação e cometimento de penalidades no transito.
Em defesa da ilegalidade, quando parte de membros da sociedade espalha a anarquia pública, decididamente algo de podre está ocorrendo em suas estruturas.
Pelo menos é o que se deduz da recente ocupação e apedrejamento do prédio do Detran, em Conceição do Araguaia, realizada por manifestantes que tiveram veículos e motos apreendidos por andarem sem documentação e cometimento de penalidades no transito.
Em defesa da ilegalidade, quando parte de membros da sociedade espalha a anarquia pública, decididamente algo de podre está ocorrendo em suas estruturas.
Como os animais
Assinada pela bonita morena Flavia Lisbôa, matéria do Diário do Pará expõe um dos motivos do surgimento nos últimos anos em Marabá, e nos demais municípios da região, de grande numero de menores assassinos: inexistência de espaços dignos acolhedores de meninos de rua .
Este poster sempre fez restrições ao desempenho do prefeito Tiao Miranda (PTB) na área social, apesar de reconhecer sua extrema competência no gerenciamento dos recursos públicos e por dotar o município de importantes obras estruturais.
Só que Marabá, como pólo irradiador, deveria servir de referencia nesse campo. Investir pesado num programa de recuperação de meninos a infestar diariamente esquinas, portas de bares e restaurantes, numa peregrinação marginal formadora de revolta e ódio.
Se todos os prefeitos priorizassem recursos para o desenvolvimento de programa de resgate de cidadania infanto-juvenil, o quadro seria menos apavorante nas cidades. Porque os meninos gazeteiros são hoje o que fizeram deles, a família, a sociedade, o Estado. Ou seja, tiveram a infância seqüestrada.
Dificilmente esses seres humanos, precocemente feitos adultos violentos, terão uma vida saudável e adaptada à sociedade. É necessário começar do começo. E como fazê-lo agora? A essa altura podemos dizer que perdemos o momento certo de atuar. Somos responsáveis pelas conseqüências.
“Bufunfa”, “Nego Jó” “Cara de Tacho”, “Breno” -, assassino de Rayara -, e demais pivetes a assustar “os bons” , muito provavelmente, como tantos outros, sofrerão precocemente a pena de morte não oficializada que a sociedades lhes impõe. Morrerão prematuramente em razão da vida que levam, em conflito com traficantes ou com a polícia, por acidentes ou abuso de drogas, por doenças sexualmente transmissíveis e AIDS, ou situações diversas certamente evitáveis.
Sem uma ação partindo do núcleo municipal, com seus atores envolvidos, o poster confessa sua descrença em resultados.
Está cansativo dizer que lugar de criança é em casa e na escola. Chavão demasiadamente repetido a não sensibilizar as autoridades, que não sofrem qualquer punição em razão de sua omissão. Tampouco são responsabilizados os pais, omissos, negligentes, freqüentemente agressores dos próprios filhos. Filhos que aprendem em casa a cultura da violência, aprendizado que se consolida no dia a dia das ruas. Crianças que cresceram sem carinho, afeto, sem referências de vida em sociedade. Que não foram educados, nem informados, nem receberam qualquer atenção.
Pelo andar da carruagem, o jeito é invocar a Lei de Proteção aos Animais. Só assim para assistir crianças com os direitos que lhes são negados.
A natureza animal da infância deve ser considerada quando a humana já não os justifica.
Este poster sempre fez restrições ao desempenho do prefeito Tiao Miranda (PTB) na área social, apesar de reconhecer sua extrema competência no gerenciamento dos recursos públicos e por dotar o município de importantes obras estruturais.
Só que Marabá, como pólo irradiador, deveria servir de referencia nesse campo. Investir pesado num programa de recuperação de meninos a infestar diariamente esquinas, portas de bares e restaurantes, numa peregrinação marginal formadora de revolta e ódio.
Se todos os prefeitos priorizassem recursos para o desenvolvimento de programa de resgate de cidadania infanto-juvenil, o quadro seria menos apavorante nas cidades. Porque os meninos gazeteiros são hoje o que fizeram deles, a família, a sociedade, o Estado. Ou seja, tiveram a infância seqüestrada.
Dificilmente esses seres humanos, precocemente feitos adultos violentos, terão uma vida saudável e adaptada à sociedade. É necessário começar do começo. E como fazê-lo agora? A essa altura podemos dizer que perdemos o momento certo de atuar. Somos responsáveis pelas conseqüências.
“Bufunfa”, “Nego Jó” “Cara de Tacho”, “Breno” -, assassino de Rayara -, e demais pivetes a assustar “os bons” , muito provavelmente, como tantos outros, sofrerão precocemente a pena de morte não oficializada que a sociedades lhes impõe. Morrerão prematuramente em razão da vida que levam, em conflito com traficantes ou com a polícia, por acidentes ou abuso de drogas, por doenças sexualmente transmissíveis e AIDS, ou situações diversas certamente evitáveis.
Sem uma ação partindo do núcleo municipal, com seus atores envolvidos, o poster confessa sua descrença em resultados.
Está cansativo dizer que lugar de criança é em casa e na escola. Chavão demasiadamente repetido a não sensibilizar as autoridades, que não sofrem qualquer punição em razão de sua omissão. Tampouco são responsabilizados os pais, omissos, negligentes, freqüentemente agressores dos próprios filhos. Filhos que aprendem em casa a cultura da violência, aprendizado que se consolida no dia a dia das ruas. Crianças que cresceram sem carinho, afeto, sem referências de vida em sociedade. Que não foram educados, nem informados, nem receberam qualquer atenção.
Pelo andar da carruagem, o jeito é invocar a Lei de Proteção aos Animais. Só assim para assistir crianças com os direitos que lhes são negados.
A natureza animal da infância deve ser considerada quando a humana já não os justifica.
Via Crucis
Mais complicada a situação do setor produtivo florestal. A reunião de ontem, na Sema, ao invés da clarear a planície, fechou o tempo. Se já estava difícil a aprovação pela secretaria estadual de Meio Ambiente de planos de manejo em áreas publicas , o quadro agrava-se com a dependência do cancelamento de uma liminar da Justiça Federal que impede o governo do Pará de fazer aquelas liberações.
No frigir dos ovos, o próximo passo é a base produtiva aguardar novas reuniões. Agora, em Brasília, com a presença de deputados e o escambau.
Barriga vazia não espera lero-lero.
No frigir dos ovos, o próximo passo é a base produtiva aguardar novas reuniões. Agora, em Brasília, com a presença de deputados e o escambau.
Barriga vazia não espera lero-lero.
Rapinagem oficial
Abel Figueiredo é um minúsculo município encravado bem no centro da BR-222 com população pobre vivendo basicamente da agricultura. Bem administrados, os poucos recursos disponíveis dariam para atender uma agenda mínima de prioridades. Só que a rapinagem não deixa. Os ladrões escalados em pontos chaves do município afanam o dinheiro público com a tranqüilidade de quem vai aos domingos assistir missa das sete da manhã.
É o caso do presidente da Câmara Municipal, Joaquim Santos, do PT, acusado pelos próprios colegas de estar surrupiando o erário. De tão verdadeiras as provas recolhidas, grupo de pessoas prepara o ingresso de Ação Popular pedindo o seu afastamento do cargo.
É o caso do presidente da Câmara Municipal, Joaquim Santos, do PT, acusado pelos próprios colegas de estar surrupiando o erário. De tão verdadeiras as provas recolhidas, grupo de pessoas prepara o ingresso de Ação Popular pedindo o seu afastamento do cargo.
Muita gente pra menos febre
Comentarista Mero Espectador faz importante observação a propósito do post Domando a Febre Alta:
Acho que teve sensacionalismo na matéria do Jornal Nacional sobre a malária na ilha do Marajó.O que ninguém conta é que o prefeito de Anajás é um grande empresário de palmito da região e se elege a custa da doença do desinformado povo de Anajás.É através do desmatamento e das malocas improvisadas que a malária ainda se mantém.
No site da SESPA esses números tem reduzido se comparado ao mesmo período do ano passado. E sobre as embarcações, elas foram construídas com dinheiro do Ministério da Saúde aqui na Cidade Velha e repassadas ao município com o compromisso de que este equipasse as embarcações.E sabe qual era a contra-partida deles? Era um fogão de duas bocas, um mini-freezer, pratos e talheres.
Será que o município não dispõe disso ou foi uso político nisso?Acho que haverá um isolamento natural do gestor de Anajás, Edson Barros, devido esse fato,inclusive com o presidente do CONASEMS do Estado já se mostrando contrário a posição do prefeito de Anajás.
Pegando carona, o blog considera erro grosseiro a reportagem do JN não ter citado a queda do número de casos de malária em relação ao período em que duas matérias do próprio tele-jornal foram gravadas em Anajá. Se tivesse assim procedido, evitaria comentário idêntico ao do Mero Espectador.
O atual governo está conseguindo reduzir a doença em quase todos os municípios do Estado.
-------------------
atualização às 10:13:
Para reforçar o post, Juvencio Arruda mete a colher na panela:
Acho que teve sensacionalismo na matéria do Jornal Nacional sobre a malária na ilha do Marajó.O que ninguém conta é que o prefeito de Anajás é um grande empresário de palmito da região e se elege a custa da doença do desinformado povo de Anajás.É através do desmatamento e das malocas improvisadas que a malária ainda se mantém.
No site da SESPA esses números tem reduzido se comparado ao mesmo período do ano passado. E sobre as embarcações, elas foram construídas com dinheiro do Ministério da Saúde aqui na Cidade Velha e repassadas ao município com o compromisso de que este equipasse as embarcações.E sabe qual era a contra-partida deles? Era um fogão de duas bocas, um mini-freezer, pratos e talheres.
Será que o município não dispõe disso ou foi uso político nisso?Acho que haverá um isolamento natural do gestor de Anajás, Edson Barros, devido esse fato,inclusive com o presidente do CONASEMS do Estado já se mostrando contrário a posição do prefeito de Anajás.
O atual governo está conseguindo reduzir a doença em quase todos os municípios do Estado.
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atualização às 10:13:
Para reforçar o post, Juvencio Arruda mete a colher na panela:
Hiro, o Mero está correto. Entre 1966 e 1981 andei bastente pela região. Meu pai tinha uma serraria no município, e pegou malária duas vezes.
A vila onde me escondo nos finais de semana, em Salvaterra, desde 2000, fica exatamente na ponta do cone de alcance da endemia. Mas exatamente mesmo. Prá vc ter uma ideía, 5 km a leste, em Joanes, não há registro endêmico da doença.
E na "minha vila", há dois anos não há registro de casos. E olhe que anteriormente o número de casos chegava a 10% da população da vila, 600 almas.
Fora esta alma penada que vos escreve.
terça-feira, novembro 06, 2007
Hidrelétrica de Marabá
Sessão especial em Marabá da Assembléia Legislativa, em regime de urgência, foi solicitada pelo deputado João Salame (PPS) para debater a construção da hidrelétrica de Marabá. Requerimento foi motivado pela presença em plenário da vereadora Vanda Américo, do PV, pedindo o envolvimento da AL para o esclarecimento de dúvidas a nortear o projeto.
O silêncio da Eletronorte em não esclarecer indagações do povo e nem responder aos ofícios enviados pela Câmara Municipal tem causado preocupações. Segundo dados preliminares apresentados em audiência pública, a hidrelétrica inundará áreas significativas de sedes municipais, principalmente São João do Araguaia, atingindo também a reserva indígena de Mãe Maria. A construção de eclusas inexiste , o que fatalmente impedirá em outro ponto a navegação do Tocantins.
O requerimento de Salame foi assinado também pelas deputadas estaduais do PSDB Suleima Pegado e Tetê Santos.
O silêncio da Eletronorte em não esclarecer indagações do povo e nem responder aos ofícios enviados pela Câmara Municipal tem causado preocupações. Segundo dados preliminares apresentados em audiência pública, a hidrelétrica inundará áreas significativas de sedes municipais, principalmente São João do Araguaia, atingindo também a reserva indígena de Mãe Maria. A construção de eclusas inexiste , o que fatalmente impedirá em outro ponto a navegação do Tocantins.
O requerimento de Salame foi assinado também pelas deputadas estaduais do PSDB Suleima Pegado e Tetê Santos.
Parando para não parar
Primeiro foi a Fetraf e lideranças de assentados. Logo mais, às 15 horas, será a vez de políticos, prefeitos e representantes de trabalhadores da indústria. Em menos de uma semana, duas reuniões com Valmir Ortega para tentar definir uma saída para a crise no setor produtivo florestal.
Se nada acontecer de concreto na Sema, daqui a pouco, quanto à liberação de processos de planos de manejo, projetos de reflorestamento e de supressão florestal, o pau vai cantar.
Manifestações em pontos estratégicos de estradas do Pará estão programadas para eclodirem ao mesmo tempo. Coisa prá já.
Se nada acontecer de concreto na Sema, daqui a pouco, quanto à liberação de processos de planos de manejo, projetos de reflorestamento e de supressão florestal, o pau vai cantar.
Manifestações em pontos estratégicos de estradas do Pará estão programadas para eclodirem ao mesmo tempo. Coisa prá já.
Vicinais enlameadas
A caminhadas do new-petista Benjamin Tasca, ex-comandante-em-chefe do império tucano em municípios da Transamazônica, será devidamente pavimentada por denúncias de bandalheiras supostamente praticadas pelas principais lideranças do PT de Itupiranga, no desvio de recursos da Agricultura Familiar e de atos outros não bem menos abonadores como porta-vozes do Incra junto aos assentados. Adversários do ex-prefeito tentarão casar as novas relações como resultante de promicuidades mútuas.
Pré-candidato do PT a prefeito do município, Tasca lidera as pesquisas, mas com perda de popularidade nos últimos três meses.
Pré-candidato do PT a prefeito do município, Tasca lidera as pesquisas, mas com perda de popularidade nos últimos três meses.
É bem assim mesmo
Ulisses Manaças, da coordenação estadual do MST, nega que o movimento tenha radicalizado nos contatos com os governos estadual e federal, retirando-se das audiências de negociações semana passada. Radicalizou, sim!
Fonte do blog especializada em plenárias dos sem-terra conta que a reação da coordenação do MST é um recuo diante da repercussão negativa do rompimento das conversas. Mas garante também que o movimento está preparado para tomar de assalto, de novo, a Estrada de Ferro Carajás.
Fonte do blog especializada em plenárias dos sem-terra conta que a reação da coordenação do MST é um recuo diante da repercussão negativa do rompimento das conversas. Mas garante também que o movimento está preparado para tomar de assalto, de novo, a Estrada de Ferro Carajás.
Limites fronteiriços
A prisão de uma quadrilha assaltante de casas comerciais em Dom Elizeu é uma importante vitória da Delegacia do Interior na execução de planejamento de ações em quatro pontos fronteiriços. Miguel Cunha, delegado do órgão, elaborou uma espécie de cinturão de controle com posicionamento de agentes de inteligência em Itinga (Pará-Maranhão), Palestina, São Geraldo, Pau D’arco e Conceição (Pará-Tocantins) para intimidar vem e vai de organizações criminosas.
Se der certo, pode mudar para melhor os números de assaltos a bancos e a grandes lojas.
Se der certo, pode mudar para melhor os números de assaltos a bancos e a grandes lojas.
Domando a febre alta
Ao contrário do que ocorre em Anajás, Ilha do Marajó, onde as ações de saúde não conseguem reduzir os elevados números de casos de malária -, os moradores das ilhas do Lago de Tucuruí (PA) estão se livrando da doença. Ou pelo menos constatando menos pessoas afetadas pela febre transmitida por mosquitos.
Em relação ao inicio do ano, os casos de malária registrados estão dentro dos níveis aceitáveis, revelam velhos amigos do poster -, residentes no lago. O controle da doença, segundo eles, vem sendo feito desde junho pelos agentes de saúde da 11ª Regional de Proteção Social.
Em relação ao inicio do ano, os casos de malária registrados estão dentro dos níveis aceitáveis, revelam velhos amigos do poster -, residentes no lago. O controle da doença, segundo eles, vem sendo feito desde junho pelos agentes de saúde da 11ª Regional de Proteção Social.
Elogio à utopia
Cena 1- Uma estudante, no limiar de sua juventude, recebe tiro de um pivete de 12 anos por se negar a entregar uma maquina fotográfica na hora do assalto. O sonho de Rayana de ser jornalista foi enterrado. Junto com seus 15 anos.
Cena 2- Lauro foi gerente durante 25 anos de uma grande casa de material de construção de Marabá. Optando pela carreira solo, ele se prepara agora para inaugurar sua própria loja comercial. Na segunda-feira, ao retornar para casa às 8 horas da manhã depois de deixar o filho no colégio, o comerciante é surpreendido por dois bandidos à entrada da garagem. Com arma na cabeça, conduz os infelizes “visitantes” ao interior da residência, onde passa, ao lado da mulher e mais dois filhos pequenos, momentos terríveis de humilhação e medo. Meia hora depois os bandidos deixam a família levando aparelhos eletrônicos, dinheiro e outros objetos domésticos.
Cena 3- Sábado, 17 horas, ao sair ingenuamente de casa para assistir a celebração de missa, como faz toda semana, uma sexagenária é abordada por dois marginais no portão residencial da Folha 17, Núcleo Nova Marabá. Os momentos de paz que buscaria no templo religioso são substituídos pelo calor infernal de gritos, empurrões e a desagradável posição em que foi colocada, dentro da casa, com mãos amarradas. Os bandidos fazem o que querem, antes de fugir levando diversos objetos e pouco dinheiro. A senhora escapa da morte, mas encontrava-se até ontem internada em hospital, com pressão alta e fortes sintomas cardíacos.
Cena 4- Redenção registra diariamente média de dez assaltos à mão armada no centro comercial, à luz do dia. Os autores do clima de terror são menores de 13 a 17 anos, todos portando armas de fogo. Com medo, o povo tem evitado fazer compras, afetando o movimento comercial que já se encontra em crise no município.
Cena 5- Resumindo a Resenha do Mal, cujos exemplos estão em todas as cidades da região, registre-se apenas o seguinte: entre sexta, sábado e domingo últimos, 17 corpos passaram pelo IML de Marabá. Não entra nessa contra os óbitos do IML de Redenção.
Moral da história: A deputada estadual Bernadete tem Caten (PT) deve ter desembarcado pela primeira vez no Pará nessa segunda-feira (5), procedente do Rio Grande do Sul, sua terra natal. Só isso para explicar o surto de devaneios que vitimou seu discurso da tribuna da Assembléia Legislativa apontando o que só ela vê: a queda dos índices de violência.
Não precisava ir tanto ao chão para demonstrar fidelidade ao governo de olho na eleição municipal.
O discurso da deputada pode se transformar num referencial de sua biografia política.
Cena 2- Lauro foi gerente durante 25 anos de uma grande casa de material de construção de Marabá. Optando pela carreira solo, ele se prepara agora para inaugurar sua própria loja comercial. Na segunda-feira, ao retornar para casa às 8 horas da manhã depois de deixar o filho no colégio, o comerciante é surpreendido por dois bandidos à entrada da garagem. Com arma na cabeça, conduz os infelizes “visitantes” ao interior da residência, onde passa, ao lado da mulher e mais dois filhos pequenos, momentos terríveis de humilhação e medo. Meia hora depois os bandidos deixam a família levando aparelhos eletrônicos, dinheiro e outros objetos domésticos.
Cena 3- Sábado, 17 horas, ao sair ingenuamente de casa para assistir a celebração de missa, como faz toda semana, uma sexagenária é abordada por dois marginais no portão residencial da Folha 17, Núcleo Nova Marabá. Os momentos de paz que buscaria no templo religioso são substituídos pelo calor infernal de gritos, empurrões e a desagradável posição em que foi colocada, dentro da casa, com mãos amarradas. Os bandidos fazem o que querem, antes de fugir levando diversos objetos e pouco dinheiro. A senhora escapa da morte, mas encontrava-se até ontem internada em hospital, com pressão alta e fortes sintomas cardíacos.
Cena 4- Redenção registra diariamente média de dez assaltos à mão armada no centro comercial, à luz do dia. Os autores do clima de terror são menores de 13 a 17 anos, todos portando armas de fogo. Com medo, o povo tem evitado fazer compras, afetando o movimento comercial que já se encontra em crise no município.
Cena 5- Resumindo a Resenha do Mal, cujos exemplos estão em todas as cidades da região, registre-se apenas o seguinte: entre sexta, sábado e domingo últimos, 17 corpos passaram pelo IML de Marabá. Não entra nessa contra os óbitos do IML de Redenção.
Moral da história: A deputada estadual Bernadete tem Caten (PT) deve ter desembarcado pela primeira vez no Pará nessa segunda-feira (5), procedente do Rio Grande do Sul, sua terra natal. Só isso para explicar o surto de devaneios que vitimou seu discurso da tribuna da Assembléia Legislativa apontando o que só ela vê: a queda dos índices de violência.
Não precisava ir tanto ao chão para demonstrar fidelidade ao governo de olho na eleição municipal.
O discurso da deputada pode se transformar num referencial de sua biografia política.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Reuniões de resultados
Ganhando reconhecimento a atuação de Heder Benatti, presidente do ITERPA, nas diversas reuniões realizadas para formatar o documento com respostas às reivindicações da militância do MST que fechou a Estrada de Ferro Carajás. Quem leu os termos dos compromissos do governo diz que não havia razão para o movimento suspender as negociações com ameaças de voltar a interditar a ferrovia.
Firmeza de Ogum
Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes, e Ana Júlia, estão neste momento (10h00) oficializando inicio das obras de pavimentação da Transamazônica, entre Altamira e Medicilândia.
Caveiras de burro fincadas ao longo da rodovia serão agora desenterradas?
Sugere-se a marcação de pontos cantados ao longo da rodovia, com tambor e tudo de direito.
Na Canjira de Umbanda / Orixá que comanda é Ogum/ Ele é o Rei do Terreiro / Quem segura a estrada é Ogum / Ogum Iara - Ogum Beira Mar / Auê Ogum Rompe Mato / Ogum de Lei / Quem está de ronda é Ogum Mege...
Eh... eh... eh...
Caveiras de burro fincadas ao longo da rodovia serão agora desenterradas?
Sugere-se a marcação de pontos cantados ao longo da rodovia, com tambor e tudo de direito.
Na Canjira de Umbanda / Orixá que comanda é Ogum/ Ele é o Rei do Terreiro / Quem segura a estrada é Ogum / Ogum Iara - Ogum Beira Mar / Auê Ogum Rompe Mato / Ogum de Lei / Quem está de ronda é Ogum Mege...
Eh... eh... eh...
Segurando o tranco
Com a habilidade que o tem caracterizado, André Farias andou pelo Sul do Pará colocando o olfato de fora. Não apenas sentindo e medindo temperatura. Anunciou obras de pavimentação urbana para Redenção a partir de convenio a ser assinado este mês pela governadora Ana Julia com o prefeito JPC (PMDB). Retornou a Belém com o dever cumprido: a cidade gostou do que ouviu.
Barras de cupuaçu
O deputado Vic Pires Franco (DEM) é alvo do saco de maldades do sempre rígido articulista da Folha, Jânio de Freitas. Ao comparar os trabalhos das CPI do Apagão Aéreo do Congresso Nacional, o jornalista arremata:
A CPI do Apagao Aéreo criado pelo Senado foi muito mais eficiente do que sua congênere da Câmara, deformada por exibicionismos liderados pelo neófito Vic Pires, paraense do DEM, e reduzida à inutilidade pelo relatório fugidio do petista gaúcho Marco Maia, em coerência com a orientação do governo. (Folhapress - 01/11/07)
Pecuaristas mandam aviso duro
O teor contundente de uma Carta Aberta responsabilizando o governo pelos problemas agravados no setor rural, divulgada pelo Sindicato Rural de Redenção, é a prova de que o cenário está mesmo para a guerra. Não se tem conhecimento na história política recente do Pará de algo parecido, assinado por uma entidade patronal contra uma administração estadual.
Para quem entende de cifras sinalizadas da área, não tem duvidas: é um recado.
O que diz a nota.
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Nota: o grifo é do blog.
Para quem entende de cifras sinalizadas da área, não tem duvidas: é um recado.
O que diz a nota.
O Sindicato Rural de Redenção (SRR) vem a publico denunciar que a etapa de novembro da campanha de vacinação contra a febre aftosa não ira cumprir os índices de imunização desejados, uma vez que dezenas de propriedades rurais sul-paraenses encontram-se invadidas.
Lamentavelmente, o governo estadual é o principal responsável pelo problema, uma vez que tem deixado de cumprir as reintegrações de posse expedidas e permitido a formação de um estado paralelo, no qual homens armados e encapuzados transitam livremente pela região, fazendo valer a força das armas.
Nesse cenário de verdadeiro horror, ao qual estão submetidos os proprietários de terra – sejam elas pequenas, médias ou grandes – e as famílias de seus funcionários, as fazendas contabilizam inúmeros prejuízos, o acesso é proibido e os animais não recebem o manejo adequado.
Segundo levantamentos preliminares, aproximadamente 100 mil animais deixarão de ser vacinados este ano, colocando em risco todo o programa de combate a doença e especialmente, a recente conquista do Estado de zona livre de aftosa com vacinação.
Mais uma vez é penalizado o produtor rural, e, no Pará, ao contrário de outros Estados que gastam bilhões de reais para fazer funcionar os seus programas de combate a doença, nossos governantes assistem a tudo de braços cruzados, sem intervir.
Enquanto somos ameaçados, expulsos de nossas casas, impedidos de produzir, gerar emprego e renda ao nosso Estado.
Senhores, mais uma vez clamamos por providências urgentes, porem, nos ditames da lei. Se não é prioridade deste Estado respeitar os direitos constitucionais como já foi visto inúmeras vezes, que pelo menos seja não amargar mais esse prejuízo aos cofres públicos.
Lamentavelmente, o governo estadual é o principal responsável pelo problema, uma vez que tem deixado de cumprir as reintegrações de posse expedidas e permitido a formação de um estado paralelo, no qual homens armados e encapuzados transitam livremente pela região, fazendo valer a força das armas.
Nesse cenário de verdadeiro horror, ao qual estão submetidos os proprietários de terra – sejam elas pequenas, médias ou grandes – e as famílias de seus funcionários, as fazendas contabilizam inúmeros prejuízos, o acesso é proibido e os animais não recebem o manejo adequado.
Segundo levantamentos preliminares, aproximadamente 100 mil animais deixarão de ser vacinados este ano, colocando em risco todo o programa de combate a doença e especialmente, a recente conquista do Estado de zona livre de aftosa com vacinação.
Mais uma vez é penalizado o produtor rural, e, no Pará, ao contrário de outros Estados que gastam bilhões de reais para fazer funcionar os seus programas de combate a doença, nossos governantes assistem a tudo de braços cruzados, sem intervir.
Enquanto somos ameaçados, expulsos de nossas casas, impedidos de produzir, gerar emprego e renda ao nosso Estado.
Senhores, mais uma vez clamamos por providências urgentes, porem, nos ditames da lei. Se não é prioridade deste Estado respeitar os direitos constitucionais como já foi visto inúmeras vezes, que pelo menos seja não amargar mais esse prejuízo aos cofres públicos.
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Nota: o grifo é do blog.
O faroeste paraense
Leonardo Coutinho, de Veja, brinda o país esta semana com reportagem na qual exalta o “faroeste no Pará”, promovido por bandoleiros serelepes e soltos no Sul do Estado. A matéria é dura. Bate firme. A começar pelo título: “Sem-terra e bandoleiros destroem fazendas no Pará”.Ocupando espaço que deveria ser trafegado inicialmente pela grande imprensa paraense, o jornalista da revista Veja revela que os integrantes (foto, encapuzados) da chamada “Liga dos Camponeses Pobres”, criada na região, tem ligações com a militância do que sobrou do grupo terrorista Sendero Luminoso, responsável pela morte de 30.000 pessoas no Peru.
É apenas o avant premier de um filme que não terá final feliz caso alguma autoridade ajuizada não assuma o controle da situação.
A seguir, reprodução na íntegra da matéria feita em Santa Maria das Barreiras.
Os frigoríficos descobriram o sul do Pará há dez anos. O baixo custo da terra atraiu os gigantes Bertin, Minerva e aventureiros que se embrenharam no setor, como o banqueiro Daniel Dantas. Hoje, a área, equivalente à do estado do Rio de Janeiro, abriga um dos maiores rebanhos do país. A economia floresceu, os investimentos chegaram e o preço do hectare dobrou desde 2004. Agora, uma onda de conflitos agrários e um surto de banditismo ameaçam interromper o desenvolvimento. Vinte e cinco fazendas já foram invadidas. Vinte delas ainda estão ocupadas e oito foram destruídas. A Justiça concedeu mandados de reintegração de posse a nove fazendeiros. Nenhum deles foi cumprido, porque a governadora Ana Júlia Carepa, do PT, editou uma portaria proibindo a polícia de interferir nos conflitos agrários. Pasme, mas é isso mesmo. A medida define esses casos como "conflitos sociais" e estabelece que eles devem ser dirimidos exclusivamente por uma delegacia de assuntos fundiários, que funciona a 350 quilômetros da área convulsionada, uma distância maior do que a que separa Salvador de Aracaju.
A decisão da governadora beneficiou não só os sem-terra como também três quadrilhas de malfeitores que aterrorizam o sul do estado. Esses bandos invadem fazendas e cobram resgate dos seus proprietários. Quando não recebem o dinheiro, matam animais, queimam pastos e arruinam edificações. Em dezembro do ano passado, uma das gangues incendiou os currais e a sede da Fazenda Rodeio, em Bannach. O prejuízo ultrapassou 1 milhão de reais. Em setembro, outros bandidos tomaram a Fazenda Mirim, em Redenção, e exigiram 50.000 reais do empresário Darci Capeleto para desocupá-la. Se ele não pagasse, sua fazenda seria entregue aos sem-terra. Há duas semanas, três policiais fugiram de uma estrada tomada por um dos bandos de pistoleiros. Deveriam ter voltado com reforços. Não o fizeram por causa da portaria da governadora. Casos como esse levaram o promotor Daniel Barros a advertir Ana Júlia, por meio de ofício, de que, no Pará, "está-se confundindo reforma agrária com crimes de extorsão, dano ao patrimônio, ameaças, lesões corporais e mortes".
Em meio à impunidade, uma recém-criada organização de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90. Os integrantes da liga andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. Quem paga 10 reais por mês pode manter uma barraca nas áreas ocupadas. No mês passado, quarenta integrantes da liga invadiram a Fazenda Forkilha, em Santa Maria das Barreiras. Os proprietários foram feitos reféns por doze horas antes de ser liberados. Atualmente, a Forkilha está tomada por 1.000 pessoas acampadas, algumas das quais têm casa própria em cidades da região. Os métodos desses marginais são tão violentos que assustam até as outras organizações de sem-terra que atuam na região. "São bandidos. Quem age mascarado e com arma na mão não é de movimento social", diz Pedro Alcântara de Sousa, da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar.
Os crimes dos bandoleiros e dos sem-terra, combinados com a impunidade assegurada pelo governo do PT, levaram fazendeiros a contratar empresas de segurança. Graças a isso, a Fazenda Mirim, de Darci Capeleto, escapou de ser invadida pela segunda vez no mês passado. Outros proprietários decidiram se cotizar em um fundo para contratar um serviço coletivo de vigilância. "É a única alternativa que temos, porque o pouco de presença de estado que existia aqui desapareceu", afirma a presidente do Sindicato Rural de Redenção, Rosangela Hanemann. O Pará da governadora Ana Júlia Carepa é uma terra sem lei.
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