Falando à Rádio Clube de Marabá, esta manhã, Simão Jatene deu ênfase a quatro temas:
1- Combater com dureza o crime organizado no Sul do Pará, particularmente, quadrilhas que vem assaltando agências bancárias. Para isso, fixará forte policiamento nas fronteiras com os Estados do Tocantins e Mato Grosso para atuação consistente realizando blitzen e revista obrigatório a todo tipo de veículo que cruzar os limites do Pará.
2- Ratificou compromisso de implantação da Faculdade de Medicina - reivindicação antiga da sociedade, para a formação de médicos na região. Essa faculdade, a propósito, é uma das bandeiras de luta do deputado estadual João Salame (PPS).
3- Anunciou estar aberto ao diálogo com a prefeitura de Marabá para melhorar o atendimento no Hospital Municipal e prometeu investir mais no Hospital Regional, dedicado a média e alta complexidade.
4- Pontificou posição de rever convênios de locação das viaturas que estão atendendo ao programa Rede de Proteção ao Cidadão. Não disse se vai ou não rever os contratos, mas entende ser necessário, pelo menos, discutir o modelo de carros usados no programa, segundo ele, não recomendável para a função.
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Na cabeça do oficial posudo
Alguma coisa não bate na fala e na conta do comandante-geral da Polícia Militar do Estado, coronel Mário Solano.
Leiam o que ele disse em Marabá, a seguir reproduzido do Correio do Tocantins, coluna Repórter Tocantins:
Agora, quem questiona, é o blog.
Primeiro, que diabos faz um comandante-geral da Polícia Militar se furtando a discutir temas, como número de viaturas e materiais de uma unidade militar da importância do 4o Batalhão da PM, resvalando a questão para o contigente policial?
E quando o repórter entra na questão do número de policiais, discussão a qual ele se diz apto a nivelar, o moço desconversa, sorrateiramente, usando frases feitas do tipo "não se pode tratar as pessoas como números. Existem locais onde valores, costumes e atos são relevantes, e um policial pode tomar conta de uma praça com mil pessoas".
A forma como o comandante se comportou na entrevista, ao ser cobrado do alto de sua autoridade, resvala para o deboche e o desdém. Não há outro entendimento, lendo palavra por palavra do que ele disse ao repórter.
Quer dizer, preso apenas à fala do prezadíssimo oficial, manter, ou não, as viaturas nas ruas, não é prioridade? Tanto faz como tanto fez?
E a continha rápida, passada pela cabeça do digníssimo oficial, de que um policial dá conta de resguardar uma área ocupada por mil pessoas - isso parte de infalível critério científico ou é um processo revolucionário de seu comando visando policiar mais com menos profissionais?
Por que a conta é outra.
A ONU recomenda um policial para cada 250 habitantes. Qualquer cabo inciante no quartel sabe disso.
Assustadora a declaração de Solano.
Preocupante mais ainda porque, vejam só, pode levar a pique promessa do governador Simão Jatene de que em quatro meses reduzirá o nível de violência no interior, principalmente assaltos a bancos - que nem bem o novo governo sentou o batente já chegam a seis registrados, segundo dados dos sindicato dos bancários.
Como o 4o BPM possui 500 policiais, pela conta do posudo oficial, ele pode até tirar 250 desse total e mandar pra outro quartel, considerando a população municipal de 250 mil pessoas. Tipo assim: - "empresta a metade do 4o BPM pra quem está precisando!"
Ora, ora, ora, o 4o BPM, como bem registra o Repórter Tocantins, opera em 16 municípios habitados por 620 mil pessoas, conforme censo de 2010.
O 4o BPM necessita de 2.480 policiais, obedecendo universo de policial por habitante sugerido pelas Nações Unidas. Ou seja, está com déficit de 1.980 militares!
Somente para atuar dentro de Marabá, o quartel precisa dobrar seu contingente.
Outra coisa: em segurança pública, caso o comandante não saiba, é bom lembrá-lo, as pessoas devem ser tratadas, sim, como números.
Viaturas, policiais, armamento, tudo proporcional ao campo ocupado.
Sem os números não dá para quantificar eficiência, resultados e, principalmente, os efeitos de tudo aquilo lá na ponta do principal interessado: a população.
Leiam o que ele disse em Marabá, a seguir reproduzido do Correio do Tocantins, coluna Repórter Tocantins:
Questionado se a PM vai manter nas ruas de Marabá as 20 viaturas do projeto Rede de Proteção ao Cidadão, o comandante da PM observou que as discussões sobre viatura e materiais não são prioridades do Comando-Geral da Polícia Militar, mas sim os policiais.
Indagado se haverá aumento da tropa à disposição do 4o BPM, que atende Marabá e outros 16 municípios da região, que não passam de 500 homens, o coronel Alfredo Solano não respondeu com objetividade o questionamento, limitando-se a dizer que "não se pode tratar as pessoas como números, Existem locais onde valores, costumes e atos são relevantes, e um policial pode tomar conta de uma praça com mil pessoas".
Agora, quem questiona, é o blog.
Primeiro, que diabos faz um comandante-geral da Polícia Militar se furtando a discutir temas, como número de viaturas e materiais de uma unidade militar da importância do 4o Batalhão da PM, resvalando a questão para o contigente policial?
E quando o repórter entra na questão do número de policiais, discussão a qual ele se diz apto a nivelar, o moço desconversa, sorrateiramente, usando frases feitas do tipo "não se pode tratar as pessoas como números. Existem locais onde valores, costumes e atos são relevantes, e um policial pode tomar conta de uma praça com mil pessoas".
A forma como o comandante se comportou na entrevista, ao ser cobrado do alto de sua autoridade, resvala para o deboche e o desdém. Não há outro entendimento, lendo palavra por palavra do que ele disse ao repórter.
Quer dizer, preso apenas à fala do prezadíssimo oficial, manter, ou não, as viaturas nas ruas, não é prioridade? Tanto faz como tanto fez?
E a continha rápida, passada pela cabeça do digníssimo oficial, de que um policial dá conta de resguardar uma área ocupada por mil pessoas - isso parte de infalível critério científico ou é um processo revolucionário de seu comando visando policiar mais com menos profissionais?
Por que a conta é outra.
A ONU recomenda um policial para cada 250 habitantes. Qualquer cabo inciante no quartel sabe disso.
Assustadora a declaração de Solano.
Preocupante mais ainda porque, vejam só, pode levar a pique promessa do governador Simão Jatene de que em quatro meses reduzirá o nível de violência no interior, principalmente assaltos a bancos - que nem bem o novo governo sentou o batente já chegam a seis registrados, segundo dados dos sindicato dos bancários.
Como o 4o BPM possui 500 policiais, pela conta do posudo oficial, ele pode até tirar 250 desse total e mandar pra outro quartel, considerando a população municipal de 250 mil pessoas. Tipo assim: - "empresta a metade do 4o BPM pra quem está precisando!"
Ora, ora, ora, o 4o BPM, como bem registra o Repórter Tocantins, opera em 16 municípios habitados por 620 mil pessoas, conforme censo de 2010.
O 4o BPM necessita de 2.480 policiais, obedecendo universo de policial por habitante sugerido pelas Nações Unidas. Ou seja, está com déficit de 1.980 militares!
Somente para atuar dentro de Marabá, o quartel precisa dobrar seu contingente.
Outra coisa: em segurança pública, caso o comandante não saiba, é bom lembrá-lo, as pessoas devem ser tratadas, sim, como números.
Viaturas, policiais, armamento, tudo proporcional ao campo ocupado.
Sem os números não dá para quantificar eficiência, resultados e, principalmente, os efeitos de tudo aquilo lá na ponta do principal interessado: a população.
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Curionópolis ganha Tribunal Arbitral
Prefeito Wenderson Chamon (PMDB) confirma, para o próximo dia 15, instalação, em Curionópolis, do Tribunal Arbitral de Conciliação e Mediação.
Com o surgimento da lei de arbitragem, embasados na Lei 9.307/96, nasceu com ela a chamada "Justiça Cidadã" destinando mecanismos extrajudiciais de solução de conflitos de forma mais rápida e eficaz, sem passar por longos e onerosos processos que se arrastam por muitos anos na Justiça Pública.
Órgão de justiça privada, no tribunal arbitral a ação não fica sujeita a recursos em instâncias superiores, o que ocorre na justiça pública.
Trocando em miúdos, a decisão na justiça privada é definitiva.
Para um município como Curionópolis cuja população, em sua grande maioria, é formada por pessoas carentes e sem oportunidades, a chegada da Justiça Cidadã será grande aliada de seus moradores.
Com o surgimento da lei de arbitragem, embasados na Lei 9.307/96, nasceu com ela a chamada "Justiça Cidadã" destinando mecanismos extrajudiciais de solução de conflitos de forma mais rápida e eficaz, sem passar por longos e onerosos processos que se arrastam por muitos anos na Justiça Pública.
Órgão de justiça privada, no tribunal arbitral a ação não fica sujeita a recursos em instâncias superiores, o que ocorre na justiça pública.
Trocando em miúdos, a decisão na justiça privada é definitiva.
Para um município como Curionópolis cuja população, em sua grande maioria, é formada por pessoas carentes e sem oportunidades, a chegada da Justiça Cidadã será grande aliada de seus moradores.
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Estímulo ao assédio sexual
De comentarista anônimo, postado ao texto Assaltos a bancos recrudescem:
Você lembra do caso de assédio moral e sexual que rolou na Corregedoria da PM em Marabá. Parece que o caso foi acobertado, o Ten Cel Melo que fora acusado foi exonerado após as investigações, mas ninguém ficou sabendo o resultado da mesma. Porém, o mesmo Oficial acabou de receber o Comando do Batalhão de Santa Izabel. Que Deus proteja as policiais militares que trabalham naquele Batalhão, pois o comando da PM parece que não tomou providencia nenhuma para coibir esse tipo de abuso. Assédio sexual é crime e uma tremenda covardia contra as mulheres.
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quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Assaltos a bancos recrudescem
Release é da Assessoria de Imprensa da Artban PA/AP:
A semana ainda não acabou e já foram consumados quatro assaltos a bancos no Pará: em Brejo Grande do Araguaia/Banpará; em Baião/BB; em Santo Antonio do Tauá/BB e Rio Maria/BB. Nos 4 assaltos, tiroteio; gerente apanhado em casa pelos assaltantes e policiamento precário. Para bancários e população das 4 cidades, a insegurança total, criminalidade crescente.
O patrimônio dos bancos está protegido por altos seguros. Mas e a vida e a saúde física e mental dos trabalhadores bancários que são vítimas primordiais desses crimes, como é que fica?
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Vale condena interdição de EFC
Assessoria de Comunicação da Vale emite Nota Pública sobre a interdição da Estrada de Ferro Carajás, em Alto Alegre (MA):
A Vale vem a público expressar sua preocupação com a integridade física de seus empregados que, desde ontem, 9 de fevereiro, são mantidos reféns de indígenas do Povo Guajajara, dentro da aldeia Maçaranduba da Terra Indígena Caru, no interior do Maranhão. São seis empregados que há mais de 20 horas estão retidos. Eles foram capturados durante a invasão dos indígenas à Estrada de Ferro Carajás (EFC), na altura de Alto Alegre do Pindaré, impedindo o tráfego dos trens. A ferrovia foi liberada às 19h06 de quarta-feira, mas permanecem ameaças de nova invasão. Os empregados continuam em poder dos indígenas.
A Vale esclarece que nenhuma das reivindicações dos indígenas é direcionada à empresa. Ao contrário, a Vale está em dia com todas as cláusulas do acordo de cooperação firmado com a Funai em 2007 para apoio àquela comunidade.
A Vale informa ainda que está acionando todos os meios legais para responsabilizar civil e criminalmente os invasores.
A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito. A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito.
Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2011
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Atualização às 20:43
A Vale informa que após cerca de 30 horas, os indígenas do Povo Guajajara da Aldeia Maçaranduba, liberaram todos os seis empregados que eram mantidos reféns desde a tarde de quarta-feira, 9 de fevereiro.
Os indígenas fizeram os empregados reféns durante a invasão da Estrada de Ferro Carajás, em Alto Alegre do Pindaré. A Vale reitera que nenhuma das reivindicações dos indígenas é direcionada à empresa. Ao contrário, a Vale está em dia com todas as cláusulas do acordo de cooperação firmado com a Funai em 2007 para apoio àquela comunidade.
A Vale informa ainda que está acionando todos os meios legais para responsabilizar civil e criminalmente os autores dos delitos.
A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito.
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Atualização às 20:43
A Vale informa que após cerca de 30 horas, os indígenas do Povo Guajajara da Aldeia Maçaranduba, liberaram todos os seis empregados que eram mantidos reféns desde a tarde de quarta-feira, 9 de fevereiro.
Os indígenas fizeram os empregados reféns durante a invasão da Estrada de Ferro Carajás, em Alto Alegre do Pindaré. A Vale reitera que nenhuma das reivindicações dos indígenas é direcionada à empresa. Ao contrário, a Vale está em dia com todas as cláusulas do acordo de cooperação firmado com a Funai em 2007 para apoio àquela comunidade.
A Vale informa ainda que está acionando todos os meios legais para responsabilizar civil e criminalmente os autores dos delitos.
A Vale repudia quaisquer manifestações violentas, que coloquem em risco seus empregados, suas operações e que firam o estado democrático de direito.
Considerações sobre o golpista Dionísio
Não é recomendável apressar julgamentos à divulgação, pelo Diário do Pará, de trecho de uma conversa telefônica, interceptada pela Polícia Federal, na qual desponta a voz do aventureiro Dionísio Gonçalves - um esperto professor de ensino fundamental que andou batendo asas pelo Sudeste do Estado, num curto espaço de tempo, suficiente para que ele criasse fama e se deitasse sobre os louros comuns aos espertalhões -, - anunciando que estaria reservando R$ 300 mil para a campanha eleitoral da então governadora Ana Júlia, dinheiro oriundo de supostas fraudes na Sema.
Dionísio, enquanto residente em Marabá, enganou todo mundo, menos o poster - que de cara posicionou-se contrário ao modus operandi dele, denunciando-o em colunas de jornais e neste blog.
Dionísio costuma criar cenários em torno dele, usando ações típicas de lobistas de terceira categoria, operando à sombra do poder.
Foi assim o sucesso de sua empreitada para impressionar lideranças políticas regionais, usando indevidamente o nome da então governadora Ana Júlia para assustar adversários e imprimir respeito à sua pessoa junto a correligionários refratários ao jeito dele atuar.
Dionísio Gonçalves é um enganador de primeira linha, mentiroso, terrivelmente envolvente diante de público de fácil manuseio. Ou fragilizado.
Que o diga a professora Edilza Fontes, uma das vítimas do jeito de ser do impostor. Envolveu-se tanto com o rapaz, coitada, a ponto de ter que vender imóvel de sua propriedade para pagar empréstimo contraído em favor do golpista.
Sobre esse assunto, há mais de dois meses enviei emeio à professora, solicitando a confirmação do golpe sofrido, a fim de que denunciasse Dionísio, mas até hoje não obtive retorno da blogueira. Talvez ela tenha optado em puxar o problema para debaixo do tapete - atitude merecedora de total respeito do blogger, embora não contribua para pessoas de bem ajudar a desmascarar facínoras.
Mas como a informação do golpe partiu de pessoa ligada a Fontes, e diante de fatos novos ocorridos (o caso Sema e nova transcrição de conversa do impostor feita pela PF), sou obrigado a relatar essa ocorrência - apenas para tipificar a verdadeira face de Dionísio.
Em sã consciência, é muito dificil acreditar que a governadora do Estado se deliberasse a ponto de aceitar uma pessoa com o perfil de Dionísio interlocutora dela em gabinetes de secretarias, inda mais comandando supostas ações fraudulentas na Sema.
O blog tem arquivado completo currículo regressivo de Dionísio.
1- Aqui, desmoralizado pela DS.
2- Desmoralizado pelo TCU
3- Sem clima na cidade, zarpando para outros ares
----------------
NB - Se quiserem saber mais o que o blog escreveu sobre Dionísio, basta colocar o nome dele no canal de busca, acima.
Extensa vida pregressa, à disposição.
Dionísio, enquanto residente em Marabá, enganou todo mundo, menos o poster - que de cara posicionou-se contrário ao modus operandi dele, denunciando-o em colunas de jornais e neste blog.
Dionísio costuma criar cenários em torno dele, usando ações típicas de lobistas de terceira categoria, operando à sombra do poder.
Foi assim o sucesso de sua empreitada para impressionar lideranças políticas regionais, usando indevidamente o nome da então governadora Ana Júlia para assustar adversários e imprimir respeito à sua pessoa junto a correligionários refratários ao jeito dele atuar.
Dionísio Gonçalves é um enganador de primeira linha, mentiroso, terrivelmente envolvente diante de público de fácil manuseio. Ou fragilizado.
Que o diga a professora Edilza Fontes, uma das vítimas do jeito de ser do impostor. Envolveu-se tanto com o rapaz, coitada, a ponto de ter que vender imóvel de sua propriedade para pagar empréstimo contraído em favor do golpista.
Sobre esse assunto, há mais de dois meses enviei emeio à professora, solicitando a confirmação do golpe sofrido, a fim de que denunciasse Dionísio, mas até hoje não obtive retorno da blogueira. Talvez ela tenha optado em puxar o problema para debaixo do tapete - atitude merecedora de total respeito do blogger, embora não contribua para pessoas de bem ajudar a desmascarar facínoras.
Mas como a informação do golpe partiu de pessoa ligada a Fontes, e diante de fatos novos ocorridos (o caso Sema e nova transcrição de conversa do impostor feita pela PF), sou obrigado a relatar essa ocorrência - apenas para tipificar a verdadeira face de Dionísio.
Em sã consciência, é muito dificil acreditar que a governadora do Estado se deliberasse a ponto de aceitar uma pessoa com o perfil de Dionísio interlocutora dela em gabinetes de secretarias, inda mais comandando supostas ações fraudulentas na Sema.
O blog tem arquivado completo currículo regressivo de Dionísio.
1- Aqui, desmoralizado pela DS.
2- Desmoralizado pelo TCU
3- Sem clima na cidade, zarpando para outros ares
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NB - Se quiserem saber mais o que o blog escreveu sobre Dionísio, basta colocar o nome dele no canal de busca, acima.
Extensa vida pregressa, à disposição.
Sujou, sujou!
Pelo menos já se sabe que um prefeito do Sudeste do Pará, da atual safra, não concorrerá à reeleição.
Geraldo Bila, de Brejo Grande do Araguia, está enquadradíssimo na Lei de Ficha Limpa.
Não passa nem lavando com sabão em barra.
Geraldo Bila, de Brejo Grande do Araguia, está enquadradíssimo na Lei de Ficha Limpa.
Não passa nem lavando com sabão em barra.
Qual a agenda?
Deputado João Salame (PPS) já disse publicamente que lutará junto ao governo do Estado para obtenção de recurso da ordem de R$ 6 milhões, destinado à complementação da obra do estádio de futebol de Marabá.
Até agora, ninguém na cidade, principalmente os 34 mil eleitores que votaram no deputado Sebastião Miranda (PTB), têm conhecimento da agenda parlamentar do ex-prefeito como representante do município na AL, e junto ao governo Jatene.
Fica a sugestão do blog: que tal Sebastião Miranda lutar pelo repasse de recursos à área de saúde do município, tão carente e necessitando de grana para ajudar a reduzir suas dramáticas demandas?
Melhor do que ninguém, Miranda conhece todos os problemas do município.
Até agora, ninguém na cidade, principalmente os 34 mil eleitores que votaram no deputado Sebastião Miranda (PTB), têm conhecimento da agenda parlamentar do ex-prefeito como representante do município na AL, e junto ao governo Jatene.
Fica a sugestão do blog: que tal Sebastião Miranda lutar pelo repasse de recursos à área de saúde do município, tão carente e necessitando de grana para ajudar a reduzir suas dramáticas demandas?
Melhor do que ninguém, Miranda conhece todos os problemas do município.
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Giovanni nega envolvimento em fraudes
Para publicação, blog recebe nota da Assessoria de Imprensa do deputado federal Giovanni Queiroz
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NOTA À IMPRENSA
Em nota, o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA), Líder do PDT na Câmara dos Deputados e Presidente Regional do PDT no Estado do Pará, vem a público manifestar sua perplexidade diante das duas reportagens publicadas no jornal Diário do Pará, edições de domingo, 6 e segunda-feira, 7, eivadas de ilações, sem apresentar qualquer argumento que o coloque em desacordo com os ditames da Lei ou do Decoro Parlamentar. O deputado esclarece que:
1. Lamento profundamente que minha imagem tenha sido atrelada a irregularidades, por iniciativa do jornal sob o título: “Fraude envolve cinco deputados”, sem que eu tivesse o direito de defesa;
2. Em nenhum momento me utilizei do cargo para influenciar decisões da Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Pará (SEMA);
3. Telefonei mais de trinta vezes ao Órgão. As degravações poderão produzir mais de cem páginas. Nenhuma me compromete;
4. Pedi nos telefonemas, quase que pelo amor de Deus, que liberassem uma Autec – Autorização de Transporte de Produto Florestal – a qual eu tenho direito, pois sou reflorestador, além de ter um projeto de manejo dentro de minha propriedade;
5. Os pleitos por mim feitos são todos legítimos, na medida que, como empresário eu tenho direito de fazê-lo. Além dos telefonemas, recorri pessoalmente ao presidente e ao seu secretário adjunto para que pudessem dar celeridade a tramitação de meu processo, sem que com isso solicitasse, em qualquer momento, vícios no rito processual ou na composição do processo;
6. Em nenhum momento advoguei a causa de terceiros. Advoguei sim a causa das prefeituras que, de igual forma, perderam recursos, pois a SEMA não teve capacidade de liberar as licenças para construções de prédios públicos, quadras de esporte ou recuperação de estradas vicinais;
7. Lamento profundamente que a Justiça do Estado do Pará não tenha tido o zelo necessário para evitar que um processo que corre em segredo de justiça viesse a público, e que permitisse a utilização indevida da matéria para denegrir a imagem de quem em nenhum momento, teve o nome envolvido em qualquer atividade ilícita;
8. Finalmente, espero que o atual Governo faça uma reestruturação da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, instrumento indispensável para o desenvolvimento sustentável do Estado. Que na nova SEMA, nem eu, nem qualquer outro cidadão, tenha que se dirigir às autoridades competentes para solicitar celeridade na liberação de licenças e andamento de processos.
Assaltados recebem prioridade
O posto bancário do Banpará em Brejo Grande do Araguaia já foi assaltado 4 vezes. Na última ocorrência, ficou inteiramente destruído e vai atravessar o mês de fevereiro fechado, enquanto é reconstruído, os funcionários de licença médica, necessária diante do trauma que foi mais esse assalto.
Para os funcionários do PAB, o clima é de insegurança total. O caixa que foi abandonado na estrada, requereu ao Banpará transferência de Brejo Grande, por uma questão de segurança. O Sindicato dos Bancários e a FETEC-Centro Norte levaram ao CRT-Comitê de Relações Trabalhistas do Banpará a reivindicação de dar prioridade absoluta, em processo de transferência, a bancários e bancárias vítimas de assalto. O assunto está em estudo na direção do Banpará, pra efeito de normatização e voltará ao CRT para debate. O Comitê é um espaço formado peplo banco, Sindicato e Federação dos Bancários que debate as ocorrências do mundo do trabalho.
Heidiany Katrine, diretora de Bancos Estaduais do Sindicato dos Bancários e responsável pela entidade na região de Carajás, diz que é indispensável ampliar a segurança pública na região, pois é impossível que apenas 4 policiais consigam dar cobertura aos municípios de Brejo Grande e São Domingos do Araguaia, distantes entre si 30 km. Sem contar que urge ampliar a segurança bancária para proteger não apenas o lucro mas, principalmente, a vida de clientes, usuários de bancos e trabalhadores.
Assalto em Baião - O BB de Baião também foi assaltado por uma quadrilha de 15 assaltantes que chegaram na cidade atirando e espalhando o terror. É nesse ambiente insalubre que trabalham os bancários e vive a população do Pará!
Fonte: Ascom
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Maurino X Sebastião Miranda
Com quem conversa, o deputado estadual Sebastião Miranda (PTB) não cansa de deixar claro a segurança que ele tem de retorno à prefeitura de Marabá, em 2012. De tanto otimista, deixa transparecer arrogância e falta de humildade diante de uma probabilidade.
Política não é ciência exata. Inda mais o processo eleitoral, sempre valsando ao sabor do ritmo do momento.
Eleição é o momento em que o debate torna-se mais agudo, e em que as diferenças são explicitadas com mais força.
Campanhas eleitorais são dialéticas, vivem do contraditório. O candidato fala o que quer e ouve o que não quer. Os adversários contestam, apontam falhas, comportamentos reprováveis, etc. Candidatos e campanhas vigiam-se mutuamente. O eleitorado observa, pensa, reflete e depois decide.
Faltando pouco menos de dois anos para a eleição municipal, o cenário político de Marabá é muito parecido com os doze meses anteriores à eleição para a prefeitura de Belém, em 2008, quando Duciomar Costa aventou, pela primeira vez, disposição para tentar a reeleição, embora seus índices de rejeição estivessem nos patamares dos atuais, próximo a 70%.
Naquele tempo, havia clareza de que só milagre reconduzira Dudu à prefeitura. Falava-se, inclusive, do risco que ele corria de não ir para o segundo turno
Deu no que deu.
Em um ano, avançando em escala nas áreas suburbanas, Duciomar fez chegar à ponta benefícios decisivos para o atendimento de expectativas da população menos favorecida. Espalhou asfalto por lugares nunca dantes imaginados um dia chegaria, além de imprimir, pessoalmente, favorecimentos políticos de forte apelo popular, usando a máquina e o próprio carisma espraiado junto aos mais pobres.
A classe média e formadores de opinião de Belém berravam. Batiam sem dó, talvez pressentindo a metamorfose processada silenciosamente nos alicerces do eleitorado, confirmada na contagem final de votos.
Poster recorda de uma frase de amigo de Belém, com quem sempre batia papo no Doca Spetus, ferrenho crítico de Duciomar, revelando sua preocupação com a possibilidade do prefeito da capital estar virando o jogo – isso já em 2008, provavelmente em maio daquele ano:
- Perguntei pra empregada lá de casa qual o candidato mais falado no bairro para ganhar a eleição, e a mesma respondeu na hora: “O Duciomar, ele é o mais forte”. Pesquisa de doméstica é infalível, elas sempre exprimem a vontade da maioria, disse o amigo.
Duplicação da Transamazônica
Engana-se quem considera o prefeito Maurino Magalhães cachorro morto.
Algumas ações estão ocorrendo em Marabá, até certo ponto silenciosamente, patrocinadas pela prefeitura, potencialmente catalisadoras de performance eleitoral, quando concluídas definitivamente.
Numa sequencia que o pôster levantou pessoalmente in loco, detalhemos.
Primeiro, há uma guerra de comunicação sobre a obra de duplicação da Rodovia Transamazônica.
A oposição desdenha do prefeito dizendo que ele se apropria indebitamente da origem do investimento, supostamente apenas financiada pelo governo federal.
Não é assim.
A duplicação da ponte e rodovia, incluída no PAC, obra de denso espectro estrutural, é uma parceria dos governos federal e municipal.
Analisando o barato, utilizando números, quando estiver concluída, a obra passará pouco mais de R$ 100 milhões. Como a prefeitura tem obrigatoriedade de bancar contrapartida de 10% do valor do investimento, serão mais de R$ 10 milhões desembolsados pelos contribuintes do município.
Paralelamente, em duas frentes, há mais desembolso do poder municipal na mesma obra.
1-Desapropriação de área e edificação de habitação para os antigos moradores do bairro da Olaria (antigos residentes numa faixa de terra por onde passou a ponte), provavelmente em torno de R$ 3 milhões.
2- Custos com a administração da obra. Para quem não sabe, explica-se ainda que a prefeitura é quem administra todas as etapas do empreendimento.
Trocando em miúdos, no risco da régua, o tesouro municipal está pagando quase R$ 15 milhões na duplicação da Transamazônica.
Que diabo de obra é essa, com valor tão elevado de contrapartida, que exclui a prefeitura de sua assinatura?
Bom senso e lógica não recomendam esse discurso.
Uma boa comunicação muda isso sem nenhum trauma.
Ou seja, quando a urbanização de seis quilômetros da Transamazônica estiver concluída - com mais uma ponte sobre o Itacaiúnas, três viadutos e duas pistas paralelas ao vão de rolamento principal -, os efeitos da obra agregarão valor ao prefeito.
Basta explicar direitinho essa conta.
Segunda ponte sobre o Itacaiúnas, concluída.
Viaduto que interligará os três Núcleos (Velha, Nova Marabá e Cidade Nova), concluido.(Fotos Secom)
Abre parenteses
Enquanto permaneceu até o talo controlando o poder político de Marabá, praticamente por quase quinze anos (inicialmente secretário de obras dos ex-prefeitos Haroldo Bezerra e Geraldo Veloso, depois prefeito por seis anos), Sebastião Miranda propagandeou-se tocador de obras de qualidade e executivo de rígida gestão fiscal.
Os fatos estão mostrando o contrário.
O descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, contado aqui, enquanto esteve à frente da prefeitura, é uma prova disso.
A observação diária, em diversos bairros da cidade, do processo de rápida deterioração da pavimentação de dezenas de ruas beneficiadas pelo ex-prefeito também é outro fator desmistificador da imagem construída.
Bem explorado, isso gera progressiva rejeição.
A estratégia de uma campanha de reeleição é clara: mostrar o que foi feito, o acerto das decisões, as vantagens da continuidade das obras, dos programas e das ações do candidato, mostrar os projetos para o futuro e a credibilidade de quem está propondo esse futuro.
Se nenhum fato novo ocorrer daqui até junho de 2012, quando se definem as convenções partidárias, a disputa pela prefeitura será polarizada entre Maurino e Tião.
Fecha parênteses
Sonho da casa própria
O atual prefeito de Marabá entregará este ano, em contato direto com a população beneficiada, 2.500 casas. O cadastramento dos beneficiários está sendo anunciado para março.
Duas mil e quinhentas famílias que possuem renda zero a três salários mínimos receberão casa própria do programa Minha Casa, Minha Vida, com o pagamento da mensalidade de R$ 50,00/mês. A prefeitura entrou na parceria cedendo as áreas onde estão sendo concluídas as unidades habitacionais.
O impacto de realização do sonho da casa própria na cabeça de uma família carente cria laços de fidelidade imutável.
O gesto da entrega de chaves propaga forte poder emotivo junto a quem recebe.
Paralelamente à edificação de casas populares, o prefeito leva adiante o programa de regularização fundiária urbana.
Recomenda-se lembrar que 40% da área urbana da cidade é fruto de invasão.
Algo de concreto em torno da questão registrou-se semana passada quando foi assinado Termo de Ajuste e Acordo com os proprietários do bairro São Miguel da Conquista, presidente da Associação de Moradores do bairro, tendo a Justiça como observadora do termo.
Acordo permitirá o assentamento de duas mil famílias numa área prestes a ser reintegrada, ocupada há cinco anos.
Há mais cinco outros bairros formados a partir de invasões na pauta de negociações.
Ações tranqüilizadoras no seio de comunidades pobres capazes de lhes possibilitar a posse definitiva de suas casas.
Outras obras
Estádio - As obras do estádio Olímpico Municipal estão em ritmo bastante adiantado. Engenheiro responsável pela construção garante que até o final deste ano será possível fazer a primeira partida de futebol no local, com a conclusão das arquibancadas do lado direito da praça de esportes.
Cem operários trabalham no empreendimento.
Estádio Municipal deverá ter primeira partida em novemvro de 2011. (Fotos Secom)
Pavimentação – A prefeitura de Marabá tem programação orçada para aplicar cem quilômetros de ruas, até julho de 2012. Os recursos estão garantidos. Principalmente no Núcleo Cidade Nova, algumas vias já foram pavimentadas. Dos 100 kms projetados, sabe-se que 70% serão aplicados nos bairros mais pobres.
Pista dupla da avenida Minas Gerais, no bairro Novo Horizonte: pavimentação de quase 4 km - duas pistas - em fase final. (Foto Secom)
A estrada que liga o bairro Morada Nova ao distrito de Murumuru, numa extensão de seis quilômetros, está sendo pavimentada. Segue assim a prefeitura levando asfalto até a zona rural. Três importantes vilas e distritos já tiveram suas ruas beneficiadas. Outros cinco deverão receber asfalto até o final de 2012.
Macrodrenagem - A secretaria de Obras trabalha no processo licitatório da macrodrenagem da Grota Criminosa, que se for concluída mudará a cara de pelo menos seis Folhas problemáticas, acabando com alagamentos de residências. A obra beira a R$ 200 milhões, com parte desse valor incluída no orçamento de 2011.
Quitando fornecedores - Na secretaria de Fazenda ainda causa impacto positivo o pagamento de quase todas as pendências com fornecedores. Lá dentro trabalha-se com a certeza de que, a partir de março, a prefeitura iniciará a efetuar compras à vista.
Modo geral, a lógica entre os principais auxiliares de Maurino é de que o prefeito dará a volta por cima, credenciando-se a disputar a prefeitura em condições favoráveis.
É esperar pra ver.
Política não é ciência exata. Inda mais o processo eleitoral, sempre valsando ao sabor do ritmo do momento.
Eleição é o momento em que o debate torna-se mais agudo, e em que as diferenças são explicitadas com mais força.
Campanhas eleitorais são dialéticas, vivem do contraditório. O candidato fala o que quer e ouve o que não quer. Os adversários contestam, apontam falhas, comportamentos reprováveis, etc. Candidatos e campanhas vigiam-se mutuamente. O eleitorado observa, pensa, reflete e depois decide.
Faltando pouco menos de dois anos para a eleição municipal, o cenário político de Marabá é muito parecido com os doze meses anteriores à eleição para a prefeitura de Belém, em 2008, quando Duciomar Costa aventou, pela primeira vez, disposição para tentar a reeleição, embora seus índices de rejeição estivessem nos patamares dos atuais, próximo a 70%.
Naquele tempo, havia clareza de que só milagre reconduzira Dudu à prefeitura. Falava-se, inclusive, do risco que ele corria de não ir para o segundo turno
Deu no que deu.
Em um ano, avançando em escala nas áreas suburbanas, Duciomar fez chegar à ponta benefícios decisivos para o atendimento de expectativas da população menos favorecida. Espalhou asfalto por lugares nunca dantes imaginados um dia chegaria, além de imprimir, pessoalmente, favorecimentos políticos de forte apelo popular, usando a máquina e o próprio carisma espraiado junto aos mais pobres.
A classe média e formadores de opinião de Belém berravam. Batiam sem dó, talvez pressentindo a metamorfose processada silenciosamente nos alicerces do eleitorado, confirmada na contagem final de votos.
Poster recorda de uma frase de amigo de Belém, com quem sempre batia papo no Doca Spetus, ferrenho crítico de Duciomar, revelando sua preocupação com a possibilidade do prefeito da capital estar virando o jogo – isso já em 2008, provavelmente em maio daquele ano:
- Perguntei pra empregada lá de casa qual o candidato mais falado no bairro para ganhar a eleição, e a mesma respondeu na hora: “O Duciomar, ele é o mais forte”. Pesquisa de doméstica é infalível, elas sempre exprimem a vontade da maioria, disse o amigo.
Duplicação da Transamazônica
Engana-se quem considera o prefeito Maurino Magalhães cachorro morto.
Algumas ações estão ocorrendo em Marabá, até certo ponto silenciosamente, patrocinadas pela prefeitura, potencialmente catalisadoras de performance eleitoral, quando concluídas definitivamente.
Numa sequencia que o pôster levantou pessoalmente in loco, detalhemos.
Primeiro, há uma guerra de comunicação sobre a obra de duplicação da Rodovia Transamazônica.
A oposição desdenha do prefeito dizendo que ele se apropria indebitamente da origem do investimento, supostamente apenas financiada pelo governo federal.
Não é assim.
A duplicação da ponte e rodovia, incluída no PAC, obra de denso espectro estrutural, é uma parceria dos governos federal e municipal.
Analisando o barato, utilizando números, quando estiver concluída, a obra passará pouco mais de R$ 100 milhões. Como a prefeitura tem obrigatoriedade de bancar contrapartida de 10% do valor do investimento, serão mais de R$ 10 milhões desembolsados pelos contribuintes do município.
Paralelamente, em duas frentes, há mais desembolso do poder municipal na mesma obra.
1-Desapropriação de área e edificação de habitação para os antigos moradores do bairro da Olaria (antigos residentes numa faixa de terra por onde passou a ponte), provavelmente em torno de R$ 3 milhões.
2- Custos com a administração da obra. Para quem não sabe, explica-se ainda que a prefeitura é quem administra todas as etapas do empreendimento.
Trocando em miúdos, no risco da régua, o tesouro municipal está pagando quase R$ 15 milhões na duplicação da Transamazônica.
Que diabo de obra é essa, com valor tão elevado de contrapartida, que exclui a prefeitura de sua assinatura?
Bom senso e lógica não recomendam esse discurso.
Uma boa comunicação muda isso sem nenhum trauma.
Ou seja, quando a urbanização de seis quilômetros da Transamazônica estiver concluída - com mais uma ponte sobre o Itacaiúnas, três viadutos e duas pistas paralelas ao vão de rolamento principal -, os efeitos da obra agregarão valor ao prefeito.
Basta explicar direitinho essa conta.
Segunda ponte sobre o Itacaiúnas, concluída.
Viaduto que interligará os três Núcleos (Velha, Nova Marabá e Cidade Nova), concluido.(Fotos Secom)
Abre parenteses
Enquanto permaneceu até o talo controlando o poder político de Marabá, praticamente por quase quinze anos (inicialmente secretário de obras dos ex-prefeitos Haroldo Bezerra e Geraldo Veloso, depois prefeito por seis anos), Sebastião Miranda propagandeou-se tocador de obras de qualidade e executivo de rígida gestão fiscal.
Os fatos estão mostrando o contrário.
O descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, contado aqui, enquanto esteve à frente da prefeitura, é uma prova disso.
A observação diária, em diversos bairros da cidade, do processo de rápida deterioração da pavimentação de dezenas de ruas beneficiadas pelo ex-prefeito também é outro fator desmistificador da imagem construída.
Bem explorado, isso gera progressiva rejeição.
A estratégia de uma campanha de reeleição é clara: mostrar o que foi feito, o acerto das decisões, as vantagens da continuidade das obras, dos programas e das ações do candidato, mostrar os projetos para o futuro e a credibilidade de quem está propondo esse futuro.
Se nenhum fato novo ocorrer daqui até junho de 2012, quando se definem as convenções partidárias, a disputa pela prefeitura será polarizada entre Maurino e Tião.
Fecha parênteses
Sonho da casa própria
O atual prefeito de Marabá entregará este ano, em contato direto com a população beneficiada, 2.500 casas. O cadastramento dos beneficiários está sendo anunciado para março.
Duas mil e quinhentas famílias que possuem renda zero a três salários mínimos receberão casa própria do programa Minha Casa, Minha Vida, com o pagamento da mensalidade de R$ 50,00/mês. A prefeitura entrou na parceria cedendo as áreas onde estão sendo concluídas as unidades habitacionais.
O impacto de realização do sonho da casa própria na cabeça de uma família carente cria laços de fidelidade imutável.
O gesto da entrega de chaves propaga forte poder emotivo junto a quem recebe.
Paralelamente à edificação de casas populares, o prefeito leva adiante o programa de regularização fundiária urbana.
Recomenda-se lembrar que 40% da área urbana da cidade é fruto de invasão.
Algo de concreto em torno da questão registrou-se semana passada quando foi assinado Termo de Ajuste e Acordo com os proprietários do bairro São Miguel da Conquista, presidente da Associação de Moradores do bairro, tendo a Justiça como observadora do termo.
Acordo permitirá o assentamento de duas mil famílias numa área prestes a ser reintegrada, ocupada há cinco anos.
Há mais cinco outros bairros formados a partir de invasões na pauta de negociações.
Ações tranqüilizadoras no seio de comunidades pobres capazes de lhes possibilitar a posse definitiva de suas casas.
Outras obras
Estádio - As obras do estádio Olímpico Municipal estão em ritmo bastante adiantado. Engenheiro responsável pela construção garante que até o final deste ano será possível fazer a primeira partida de futebol no local, com a conclusão das arquibancadas do lado direito da praça de esportes.
Cem operários trabalham no empreendimento.
Estádio Municipal deverá ter primeira partida em novemvro de 2011. (Fotos Secom)
Pavimentação – A prefeitura de Marabá tem programação orçada para aplicar cem quilômetros de ruas, até julho de 2012. Os recursos estão garantidos. Principalmente no Núcleo Cidade Nova, algumas vias já foram pavimentadas. Dos 100 kms projetados, sabe-se que 70% serão aplicados nos bairros mais pobres.
Pista dupla da avenida Minas Gerais, no bairro Novo Horizonte: pavimentação de quase 4 km - duas pistas - em fase final. (Foto Secom)
A estrada que liga o bairro Morada Nova ao distrito de Murumuru, numa extensão de seis quilômetros, está sendo pavimentada. Segue assim a prefeitura levando asfalto até a zona rural. Três importantes vilas e distritos já tiveram suas ruas beneficiadas. Outros cinco deverão receber asfalto até o final de 2012.
6 km de rodovia asfaltada ligando Morada Nova ao distrito de Murumuru, na zona rural. (Foto Secom)
Macrodrenagem - A secretaria de Obras trabalha no processo licitatório da macrodrenagem da Grota Criminosa, que se for concluída mudará a cara de pelo menos seis Folhas problemáticas, acabando com alagamentos de residências. A obra beira a R$ 200 milhões, com parte desse valor incluída no orçamento de 2011.
Quitando fornecedores - Na secretaria de Fazenda ainda causa impacto positivo o pagamento de quase todas as pendências com fornecedores. Lá dentro trabalha-se com a certeza de que, a partir de março, a prefeitura iniciará a efetuar compras à vista.
Modo geral, a lógica entre os principais auxiliares de Maurino é de que o prefeito dará a volta por cima, credenciando-se a disputar a prefeitura em condições favoráveis.
É esperar pra ver.
Karl e Reich explicam
Ademir Braz, assinante do blog Quaradouro, têm opinião formada sobre um dos supostos motivos que levaram o deputado estadual Sebastião Miranda (PTB) renunciar a secretaria de Obras do Estado, conforme conta o post Buraco fundo.
Comentário do jornalista:
Comentário do jornalista:
Isso é história para boi dormir... Na verdade, Tião Miranda se acha poderoso demais, virtuoso demais, para subordinar-se a uma política planejada de qualquer governo.
Sabe por que?
É extremamente vaidoso, leviano e incapaz de planejar o que quer que seja.
Seu governo, em Marabá, de onde foi afastado duas vezes e nada significou na cabeça dele, foi caracterizadamente atrabiliário, voluntarioso, sem qualquer princípio, meio e fim.
Dê uma olhada no asfalto se esfarinhando por onde ele diz que "trabalhou". É tudo tão inconsistente quanto sua suposta personalidade forte.
Karl Jung e Wilhelm Reich explicam isso diretinho.
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
A tesoura de Dilma
Demorou, mas saiu o que se esperava há 30 dias.
Governo anunciou extraordinário corte no orçamento federal da ordem de R$ 50 bilhões.
Escapam do facão fiscal apenas os programas sociais e os investimentos públicos.
Dilma demonstra, com isso, compromisso com suas metas de governar com estabilidade econômica, sem brecar o desenvolvimento social, buscando acabar com a miséria.
------------------
atualização
O PAC também está preservado.
Cortes atingirão emendas parlamentares, redução compulsória de 50% nos gastos com viagens e passagens aéreas neste ano, bem como proibição para compras de novos veículos pelo governo para uso administrativo.
Mais Aqui.
Governo anunciou extraordinário corte no orçamento federal da ordem de R$ 50 bilhões.
Escapam do facão fiscal apenas os programas sociais e os investimentos públicos.
Dilma demonstra, com isso, compromisso com suas metas de governar com estabilidade econômica, sem brecar o desenvolvimento social, buscando acabar com a miséria.
------------------
atualização
O PAC também está preservado.
Cortes atingirão emendas parlamentares, redução compulsória de 50% nos gastos com viagens e passagens aéreas neste ano, bem como proibição para compras de novos veículos pelo governo para uso administrativo.
Mais Aqui.
Buraco fundo
Quem conta são pessoas do estreito círculo de amizade do deputado estadual Sebastião Miranda (PTB).
O ex-prefeito de Marabá, em verdade, desistiu da secretaria de Obras do Estado em decorrência não apenas da raquítica estrutura financeira do órgão.
Nos poucos dias em que permaneceu secretário oficioso da Sevop, enquanto aguardava tomar posse na AL para, em seguida, se licenciar do mandato, e assumir, de fato, o cargo executivo de governo, Tião tomou conhecimento de como estava a pasta.
Espantou-se com diversas broncas identificadas, supostamente geradas durante a gestão do então secretário Francisco Melo (Chicão), agora na Setran, conforme ele mesmo revelou a amigos.
O diagnóstico de Miranda foi o pior possivel.
Como macaco velho não pisa em galho podre, o deputado preferiu ficar quieto na AL.
O ex-prefeito de Marabá, em verdade, desistiu da secretaria de Obras do Estado em decorrência não apenas da raquítica estrutura financeira do órgão.
Nos poucos dias em que permaneceu secretário oficioso da Sevop, enquanto aguardava tomar posse na AL para, em seguida, se licenciar do mandato, e assumir, de fato, o cargo executivo de governo, Tião tomou conhecimento de como estava a pasta.
Espantou-se com diversas broncas identificadas, supostamente geradas durante a gestão do então secretário Francisco Melo (Chicão), agora na Setran, conforme ele mesmo revelou a amigos.
O diagnóstico de Miranda foi o pior possivel.
Como macaco velho não pisa em galho podre, o deputado preferiu ficar quieto na AL.
Asdrubal fala em sustentabilidade
Entrevistado pela Clube AM, o secretário Asdrubal Bentes, de Pesca e Aquicultura do Estado (Sepaq), cunhou interessante frase:
- A lógica é deixar o peixe no rio e fazer criatórios para a comercialização.
Referia-se a projeção de sua secretaria traçar rumos na direção da sustentabilidade
É um bom caminho.
A aquicultura tem garantido cada vez mais a presença do peixe na mesa do consumidor.
Enquanto muitos estoques pesqueiros naturais já se encontram em seu limite máximo de exploração, a produção de pescado pela aquicultura tem aumentado muito nos últimos anos. Atualmente, este é o setor de produção de alimentos de maior crescimento no mundo.
O Pará possui extraordinário potencial para o desenvolvimento dessa atividade, mas enfrenta um grande desafio: utilizar seu potencial de forma sustentável.
A aquicultura pode ser definida como o processo de produção em cativeiro, de organismos com habitat predominantemente aquático, tais como peixes, camarões, rãs, entre outras espécies. Apesar de ser uma atividade produtiva muito antiga, o crescimento mundial da aquicultura, nos últimos anos, tem preocupado os pesquisadores.
Eles dizem que a aquicultura deve ser desenvolvida de maneira sustentável para que o ambiente seja utilizado de forma racional e a atividade possa ser praticada por muito tempo.
A intenção de Asdrubal merece apoio, dificil é saber se encontrará recursos disponíveis para aplaudida empreitada.
- A lógica é deixar o peixe no rio e fazer criatórios para a comercialização.
Referia-se a projeção de sua secretaria traçar rumos na direção da sustentabilidade
É um bom caminho.
A aquicultura tem garantido cada vez mais a presença do peixe na mesa do consumidor.
Enquanto muitos estoques pesqueiros naturais já se encontram em seu limite máximo de exploração, a produção de pescado pela aquicultura tem aumentado muito nos últimos anos. Atualmente, este é o setor de produção de alimentos de maior crescimento no mundo.
O Pará possui extraordinário potencial para o desenvolvimento dessa atividade, mas enfrenta um grande desafio: utilizar seu potencial de forma sustentável.
A aquicultura pode ser definida como o processo de produção em cativeiro, de organismos com habitat predominantemente aquático, tais como peixes, camarões, rãs, entre outras espécies. Apesar de ser uma atividade produtiva muito antiga, o crescimento mundial da aquicultura, nos últimos anos, tem preocupado os pesquisadores.
Eles dizem que a aquicultura deve ser desenvolvida de maneira sustentável para que o ambiente seja utilizado de forma racional e a atividade possa ser praticada por muito tempo.
A intenção de Asdrubal merece apoio, dificil é saber se encontrará recursos disponíveis para aplaudida empreitada.
Celpa impede ativação de estação de água
Concluído há alguns meses, a moderna estação de tratamento de água de Parauapebas (fotos) ainda não foi ativada por culpa da Celpa.
Especializada em exercitar embromação no município, a Celpa estaria simplesmente sem recursos para implantar transformadores e uma pequena subestação para tocar as bombas de última tecnologia.
Enquanto isso, a população da cidade padece da falta de água nas torneiras, embora o município tenha recebido pesados investimentos na construção de uma estação projetada para atender a demanda urbana.
Prédio de distribuição de energia para a estação. Na perede, ponto aguarda presença da Celpa para fixar transformador.
Especializada em exercitar embromação no município, a Celpa estaria simplesmente sem recursos para implantar transformadores e uma pequena subestação para tocar as bombas de última tecnologia.
Enquanto isso, a população da cidade padece da falta de água nas torneiras, embora o município tenha recebido pesados investimentos na construção de uma estação projetada para atender a demanda urbana.
Prédio de distribuição de energia para a estação. Na perede, ponto aguarda presença da Celpa para fixar transformador.
Juíza suspende concurso público
Está suspenso o concurso público para procurador do município de Marabá.
Decisão é da juíza Maria Aldecy, atendendo solicitação da subseção da OAB, apontando ausência do conteúdo de Direito Tributário.
Decisão é da juíza Maria Aldecy, atendendo solicitação da subseção da OAB, apontando ausência do conteúdo de Direito Tributário.
Hospital Regional de Tailândia
Quem faz breve parada em Tailândia, passando pela Pa-150, sente na hora o papo da hora: Hospital Regional.
Construção iniciada no primeiro governo de Simão Jatene e conclúida ao apagar das luzes da gestão Ana Júlia, o HR de Tailândia funcionou apenas uns dias.
População tricoteia lamúrias ao contar que enquanto a unidade hospitar encontra-se de portas fechadas, doentes de média e alta complexidade são colocados em ambulândias sucateadas com destino a Belém ou Marabá, "sem saber se receberão atendimento", no destino.
Construção iniciada no primeiro governo de Simão Jatene e conclúida ao apagar das luzes da gestão Ana Júlia, o HR de Tailândia funcionou apenas uns dias.
População tricoteia lamúrias ao contar que enquanto a unidade hospitar encontra-se de portas fechadas, doentes de média e alta complexidade são colocados em ambulândias sucateadas com destino a Belém ou Marabá, "sem saber se receberão atendimento", no destino.
Altamira: prova para estagiários do MPF
Gentes de Altamira e entorno, saiu o edital de convocação para as provas da seleção de estagiários de nível médio do Ministério Público Federal.
O edital informa dois procedimentos: registro das inscrições deferidas e que as provas objetiva e discursiva terão a duração de quatro horas.
Para se submeter ao exame, candidato deverá comparecer ao local designado para a realização das provas com antecedência mínima de trinta minutos com relação ao horário fixado para o seu início, munido de caneta esferográfica de tinta preta ou azul, fabricada em material transparente, e do documento de identidade original com foto.
Provas serão aplicadas no próximo domingo, dia 13 de fevereiro, às 8 horas (horário local), na Escola Polivalente de Altamira, localizada na avenida Tancredo Neves, 2954, bairro Premem.
Para conferir a íntegra do edital, clique AQUI.
O edital informa dois procedimentos: registro das inscrições deferidas e que as provas objetiva e discursiva terão a duração de quatro horas.
Para se submeter ao exame, candidato deverá comparecer ao local designado para a realização das provas com antecedência mínima de trinta minutos com relação ao horário fixado para o seu início, munido de caneta esferográfica de tinta preta ou azul, fabricada em material transparente, e do documento de identidade original com foto.
Provas serão aplicadas no próximo domingo, dia 13 de fevereiro, às 8 horas (horário local), na Escola Polivalente de Altamira, localizada na avenida Tancredo Neves, 2954, bairro Premem.
Para conferir a íntegra do edital, clique AQUI.
13o salário de Brejo Grande não saiu
Os funcionários públicos do município de Brejo Grande do Araguaia não receberam , até hoje, a segunda parcela do 13o salário.
E, reproduzindo máxima antiga, como pouca miséria é bobagem, no dia em que o quadro de servidores da prefeitura ia receber a minguada grana, bandidos levaram R$ 200 mil da agência local do Banpará, asssaltada sob clima de terror.
E, reproduzindo máxima antiga, como pouca miséria é bobagem, no dia em que o quadro de servidores da prefeitura ia receber a minguada grana, bandidos levaram R$ 200 mil da agência local do Banpará, asssaltada sob clima de terror.
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terça-feira, fevereiro 08, 2011
Sarney estava certo
Raramente o poster concorda com as manifestações do senador José Sarney (PMDB).
Na sessão de hoje do Congresso, ele reagiu corretamente a um aparte da senadora Marta Suplicy (PT), que não perde a oportunidade de arrotar arrogância quando lhe oportunizam holofotes.
Tentar exigir do maranhaense a troca da expressão "presidente" para o feminino "presidenta", termo preferido de Dilma Roussef, foi babaquice sem tamanho da madame "relaxa e goza" (*).
Recebeu merecido troco do velho cacique.
---------
(*) Em 2007, durante a crise nos aeroportos, então ministra do Turismo, Marta sugeriu aos passageiros enfrentar as filas nos terminais aéreos do país com um velho ditado: relaxa e goza
Na sessão de hoje do Congresso, ele reagiu corretamente a um aparte da senadora Marta Suplicy (PT), que não perde a oportunidade de arrotar arrogância quando lhe oportunizam holofotes.
Tentar exigir do maranhaense a troca da expressão "presidente" para o feminino "presidenta", termo preferido de Dilma Roussef, foi babaquice sem tamanho da madame "relaxa e goza" (*).
Recebeu merecido troco do velho cacique.
---------
(*) Em 2007, durante a crise nos aeroportos, então ministra do Turismo, Marta sugeriu aos passageiros enfrentar as filas nos terminais aéreos do país com um velho ditado: relaxa e goza
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Por favor, não gritem!
Comentaristas continuam enviando textos em caixa alta. Embora contendo argumentos aproveitáveis, via de regra, a interação do blog com os leitores fica impraticável, já que os comentários são deletados.
Apelo para que nossos colaboradores escrevam textos normais, sem o uso de todas as palavras em letra maiúscula.
Apelo para que nossos colaboradores escrevam textos normais, sem o uso de todas as palavras em letra maiúscula.
Asa suspende negócios
A crise política no Egito pode adiar os planos da direção da Asa Alimentos de fechar negócios de exportação para alguns países da África, inclusive o próprio Egito.
Exportando para Japão e Rússia, o Grupo Asa Alimentos, com sede em Brasília e estruturas de agropecuária em Marabá, atua no segmento de carnes suínas, possuindo abatedouros de aves em Brazlândia (DF), Nova Veneza (GO), Aguiarnópolis e Paraíso (TO).
Diante da instabilidade do governo do ditador Hosni Mubarak, alguns frigoríficos brasileiros já suspenderam o embarque de carne bovina para aquele país africano.
A Asa Alimentos deverá aguardar o desenrolar dos acontecimentos para retomar as negociações com empresários daquele continente.
Em Marabá, a Asa possui fazenda modelo distante 35 km da cidade, na estrada do Rio Preto, compatibilizando agronegócio e sustentabilidade.
Exportando para Japão e Rússia, o Grupo Asa Alimentos, com sede em Brasília e estruturas de agropecuária em Marabá, atua no segmento de carnes suínas, possuindo abatedouros de aves em Brazlândia (DF), Nova Veneza (GO), Aguiarnópolis e Paraíso (TO).
Diante da instabilidade do governo do ditador Hosni Mubarak, alguns frigoríficos brasileiros já suspenderam o embarque de carne bovina para aquele país africano.
A Asa Alimentos deverá aguardar o desenrolar dos acontecimentos para retomar as negociações com empresários daquele continente.
Em Marabá, a Asa possui fazenda modelo distante 35 km da cidade, na estrada do Rio Preto, compatibilizando agronegócio e sustentabilidade.
Bancos: face cruel da insegurança
Ficou bastante destruído o posto do Banpará de Brejo Grande do Araguaia, assaltado ontem à tarde por uma quadrilha de assaltantes que já entrou atirando no posto bancário e arrebentou os caixas eletrônicos para consumar o furto. E o assalto deixou muito abalados os colegas que estavam presentes no psoto naquela hora. Foram já pelo Sesmt do banco. O PAB - Posto de Atendimento Bancário de Brejo Grande é vinculado à agência de Marabá e a distância entre o Brejo e Marabá é de 110 quilômetros.
Heidiany Katrine, diretora do Sindicato dos Bancários e responsável também pela região de Carajás, informou ao Arte Bancária que é frequente a incidência de assaltos nos bancos daquela região, muito insegura, tornando a profissão de bancário um risco maior do que já é, intrinsecamente. "Ainda bem que nenhum colega ou cliente foi ferido ou morto, mas esse assalto evidencia a urgente necessidade de maior segurança pública e também segurança bancária, pois os colegas bancários têm sua vida exposta diariamente dentro do local de trabalho, ou quando estão em suas casas. É preciso e já mais segurança, falou Heidiany.
O assalto - Os assaltantes entraram no posto bancário ontem à tarde, logo após a chegada do carro forte que trouxera o numerário. Só o caixa estava no posto e foi coagido a abrir o cofre e levado como refém e abandonado numa fazenda. Entraram atirando e quebraram os caixas eletrônicos. Levaram o dinheiro e deixaram atrás de si um rastro de destruição e terror.
O SESMT e a área de segurança do banco estiveram no local, emitiram a CAT - Comunicação por Acidente de Trabalho e prestaram assistência aos trabalhadores. A gerente do banpará de Marabá também esteve no PAB de Brejo Grande.
Fonte: Ascom Artban PA/AP
"Ramiro" : - "Se passar dos 15 anos, vivi muito"
Passava pouco mais das 19 horas de segunda-feira, 7.
Um lugar feio, bem no canto do canto do bairro, escuro.
Em toda a extensão da rua, apenas dois postes espalham luz deficiente, clareando malmente o entorno dos próprios postes.
Desassistido pelo poder público, lugar ideal para proliferar não apenas doenças e intranqüilidade social, mas jovens revoltados com a própria exclusão.
Percorrendo a pés cinco quarteirões da rua quase intrafegável, algo chamou a atenção do poster: diversos casais de namorados entre abraços e beijos, na escuridão do bairro, sentados em calçadas ou sobre bicicletas.
Uma rua de merda, entre poças de lama e pequenos esgotos, no bairro Independência, próximo ao balneário Vavazão.
O carro ficou na rua principal que separa Liberdade e Independência, por exigência de um conhecido, responsável pela “negociação” do encontro do blog com “Ramiro”, pseudônimo, definido aqui pelo blogger, de um garoto delinquente de 13 anos, considerado um dos terrores do Núcleo Cidade Nova, em Marabá
Enquanto caminhamos na escuridão da via pública, o poster pensava, ao ver casais de jovens namorando, que é preciso estar muito apaixonado para conseguir se sentir bem em meio a tanta imundice.
Alcançamos nosso personagem sentado a uma moto, minutos depois da nervosa caminhada, pisando em lama e desviando-se de buracos.
Depois das apresentações de praxe, o garoto permanece por bom tempo usando um capacete, retirando-o somente após lhe sugerir ficar à vontade, ao largo de longa explicação sobre o real motivo do pedido da entrevista.
“Ramiro” conversa com a cabeça mirando o chão, não encara o interlocutor. Tem uma cara magra, escura e angulosa, um daqueles arquétipos de gente que se deve evitar.
Ele é um menino desse território onde honra e respeito não são dados pelo dinheiro, mas pelo modo como ele é obtido.
"Que diabo eu tenho a ver com esse negócio de estudo sobre violência?", pergunta, diante do MP3 ligado para gravação do depoimento.
- Jovens como você deveriam receber mais atenção, mais cuidado dos governantes. Quem sabe, um dia, uma publicação na imprensa mais detalhada, explicando a forma como vivem você e sua família -, e as razões que o levaram a essa vida, pode ajudar a mudar muita coisa.
O primeiro assalto de “Ramiro” foi com um revolver de brinquedo. Uma daquelas reproduções usadas no fundo de quintal para afugentar ladrões de galinha.
Na garupa de uma moto, ele sacou a imitação de arma, na porta da Escola Elinda Costa, colocando-a na nuca de um rapaz que falava ao celular. Levou telefone e relógio da vítima.
“Numa aventura em Novo Repartimento, ano passado, chumbei um coroa que se meteu a macho. Dei um tiro no ombro dele, errei o tiro, era pra ser no peito”, conta, ao descrever a primeira tentativa de assassinato.
Disparar para matar primeiro e depois pensar para não ser morto. Essa a lógica juvenil do garoto criminoso
“Ramiro” é um menino que age como se fosse um homem maduro, olhar assustado, vontade de ganhar algum troco para fingir ser desejo de riqueza.
13 anos, dois dos quais na delinquência vendendo merla - a droga chique na periferia dessas terras de periferia.
A vida bandida, verdadeiramente, começou aos dez anos roubando bugigangas nos tabuleiros dos camelôs que povoam a praça São Francisco (um dos principais logradouros de lazer de Marabá), durante o dia, levado por um primo que já morreu com balaço no peito.
Passava correndo, metia a mão no tabuleiro e se soltava ao vento, correndo entre esquinas e becos.
Para se atirar em alguém, basta ter treze anos. Ou onze.
“Ramiro” mal completou treze.
E diz saber de sua morte precoce.
- “A qualquer hora uma máquina me apaga. A bala não tem pena quando sai fumaçando do revólver dos "home" ou das gangues. Se passar dos 15 anos, vivi muito “.
Dá para perceber o uso de uma arma sob a camisa polo listrada, colocada na cintura. "Ramiro" não se faz de rogado quando o poster lhe pergunta se usa pistola ou revólver.
- Ainda não consegui a ponto quarenta (calibre de pistola). Tenho esse "38", responde, retirando o revólver escondido à cintura.
13 anos, em alguns lugares do mundo , são apenas um número.
Morrer aos 13 anos nessa periferia parece o cumprimento de uma sentença de morte, mais do que ser privado da vida.
“Ramiro” faz parte da Independência, lá no canto do bairro, divisa com a Liberdade.
E não há erro ou crime que possa apagar a marca de pertencer a certos lugares que marcam com fogo.
-----------
NB: "Ramiro" abre a série de depoimentos que o poster trabalha na tentativa de levantar o perfil de jovens criminosos. Na agenda, mais cinco adolescentes residentes em núcleos distintos do município de Marabá.
Um lugar feio, bem no canto do canto do bairro, escuro.
Em toda a extensão da rua, apenas dois postes espalham luz deficiente, clareando malmente o entorno dos próprios postes.
Desassistido pelo poder público, lugar ideal para proliferar não apenas doenças e intranqüilidade social, mas jovens revoltados com a própria exclusão.
Percorrendo a pés cinco quarteirões da rua quase intrafegável, algo chamou a atenção do poster: diversos casais de namorados entre abraços e beijos, na escuridão do bairro, sentados em calçadas ou sobre bicicletas.
Uma rua de merda, entre poças de lama e pequenos esgotos, no bairro Independência, próximo ao balneário Vavazão.
O carro ficou na rua principal que separa Liberdade e Independência, por exigência de um conhecido, responsável pela “negociação” do encontro do blog com “Ramiro”, pseudônimo, definido aqui pelo blogger, de um garoto delinquente de 13 anos, considerado um dos terrores do Núcleo Cidade Nova, em Marabá
Enquanto caminhamos na escuridão da via pública, o poster pensava, ao ver casais de jovens namorando, que é preciso estar muito apaixonado para conseguir se sentir bem em meio a tanta imundice.
Alcançamos nosso personagem sentado a uma moto, minutos depois da nervosa caminhada, pisando em lama e desviando-se de buracos.
Depois das apresentações de praxe, o garoto permanece por bom tempo usando um capacete, retirando-o somente após lhe sugerir ficar à vontade, ao largo de longa explicação sobre o real motivo do pedido da entrevista.
“Ramiro” conversa com a cabeça mirando o chão, não encara o interlocutor. Tem uma cara magra, escura e angulosa, um daqueles arquétipos de gente que se deve evitar.
Ele é um menino desse território onde honra e respeito não são dados pelo dinheiro, mas pelo modo como ele é obtido.
"Que diabo eu tenho a ver com esse negócio de estudo sobre violência?", pergunta, diante do MP3 ligado para gravação do depoimento.
- Jovens como você deveriam receber mais atenção, mais cuidado dos governantes. Quem sabe, um dia, uma publicação na imprensa mais detalhada, explicando a forma como vivem você e sua família -, e as razões que o levaram a essa vida, pode ajudar a mudar muita coisa.
O primeiro assalto de “Ramiro” foi com um revolver de brinquedo. Uma daquelas reproduções usadas no fundo de quintal para afugentar ladrões de galinha.
Na garupa de uma moto, ele sacou a imitação de arma, na porta da Escola Elinda Costa, colocando-a na nuca de um rapaz que falava ao celular. Levou telefone e relógio da vítima.
“Numa aventura em Novo Repartimento, ano passado, chumbei um coroa que se meteu a macho. Dei um tiro no ombro dele, errei o tiro, era pra ser no peito”, conta, ao descrever a primeira tentativa de assassinato.
Disparar para matar primeiro e depois pensar para não ser morto. Essa a lógica juvenil do garoto criminoso
“Ramiro” é um menino que age como se fosse um homem maduro, olhar assustado, vontade de ganhar algum troco para fingir ser desejo de riqueza.
13 anos, dois dos quais na delinquência vendendo merla - a droga chique na periferia dessas terras de periferia.
A vida bandida, verdadeiramente, começou aos dez anos roubando bugigangas nos tabuleiros dos camelôs que povoam a praça São Francisco (um dos principais logradouros de lazer de Marabá), durante o dia, levado por um primo que já morreu com balaço no peito.
Passava correndo, metia a mão no tabuleiro e se soltava ao vento, correndo entre esquinas e becos.
Para se atirar em alguém, basta ter treze anos. Ou onze.
“Ramiro” mal completou treze.
E diz saber de sua morte precoce.
- “A qualquer hora uma máquina me apaga. A bala não tem pena quando sai fumaçando do revólver dos "home" ou das gangues. Se passar dos 15 anos, vivi muito “.
Dá para perceber o uso de uma arma sob a camisa polo listrada, colocada na cintura. "Ramiro" não se faz de rogado quando o poster lhe pergunta se usa pistola ou revólver.
- Ainda não consegui a ponto quarenta (calibre de pistola). Tenho esse "38", responde, retirando o revólver escondido à cintura.
13 anos, em alguns lugares do mundo , são apenas um número.
Morrer aos 13 anos nessa periferia parece o cumprimento de uma sentença de morte, mais do que ser privado da vida.
“Ramiro” faz parte da Independência, lá no canto do bairro, divisa com a Liberdade.
E não há erro ou crime que possa apagar a marca de pertencer a certos lugares que marcam com fogo.
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NB: "Ramiro" abre a série de depoimentos que o poster trabalha na tentativa de levantar o perfil de jovens criminosos. Na agenda, mais cinco adolescentes residentes em núcleos distintos do município de Marabá.
Elka deu as caras na CEI
Finalmente, a vereadora Elka Queiroz (PTB) apresentou-se diante da Comissão Especial de Investigação para defender-se das acusações de desvio de função e quebra de decoro, acompanhada de um novo advogado, durante audiência de instrução realizada nessa segunda-feira, 7, na Câmara Municipal de Marabá.
João Nery é o novo advogada da parlamentar, em substituição a Inocêncio Mártires.
Passada a fase das chamadas oitivas, quando acusada e testemunhas são ouvidas pela CEI, relatório da investigação será encaminhado ao plenário para aprovação ou não do que for sugerido pelos três membros da comissão.
Até o presente momento, a tendência é de que a CEI relate pela suspensão do mandato da parlamentar por 90 dias, bem como retirada do veículo locado para a vereadora. No mínimo, é isso o que espera a sociedade marabaense.
Caso a punição seja mais branda, a atual Câmara Municipal estará, definitivamente, desmoralizada.
João Nery é o novo advogada da parlamentar, em substituição a Inocêncio Mártires.
Passada a fase das chamadas oitivas, quando acusada e testemunhas são ouvidas pela CEI, relatório da investigação será encaminhado ao plenário para aprovação ou não do que for sugerido pelos três membros da comissão.
Até o presente momento, a tendência é de que a CEI relate pela suspensão do mandato da parlamentar por 90 dias, bem como retirada do veículo locado para a vereadora. No mínimo, é isso o que espera a sociedade marabaense.
Caso a punição seja mais branda, a atual Câmara Municipal estará, definitivamente, desmoralizada.
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Criminosos na família apavoram S.Domingos
Em dezembro de 2007, muito antes da eleição municipal do ano seguinte, o poster já denunciava o então pré-candidato a prefeito de São Domingos, Jaime Modesto, pessoa de péssima raiz familiar.
Eleito, Jaime logo passou a mostrar sua origem troglodita.
Aqui no blog, foram redigidos vários posts denunciando o espírito cangaceiro do alcaide, sempre em conflito com a população do município que o elegeu para ajudar a construir uma cidade civilizada.
Civilidade ausente dos gestos e princípios do prefeito.
Pois bem, não foi por falta de aviso.
Agora, a família Modesto encontra-se envolvida em mais um assassinato.
Outro irmão de Jaime, conhecido pelo apelido de “Tikin”, matou a tiros e a facada um rapaz, domingo, num encontro de bebedeiras, em São Domingos.
A vítima pegou um tiro desferido pelo irmão de Jaime Modesto, e foi, posteriormente, esfaqueada por um amigo de “Tikin” – “para fazer o serviço bem feito” -, teria dito o coautor, ao retirar a peixeira do corpo do rapaz cambaleante.
Outro rapaz, presente ao local, baleado também com tiro desferido pelo criminoso, encontra-se no Hospital Regional de Marabá.
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Nota do blog:
Alertado por comentaristas, o poster alterou o título da postagem, originalmente denominado "Família de criminosos apavora S.Domingos". A generalização resultou da indignação temporal a qual foi submetido este jornalista, revoltado com a forma como o prefeito administra São Domingos e o clima de violência espalhado no município por membros da família Modesto.
A quem se sentiu incomodado com o título original, pedido de desculpas.
Eleito, Jaime logo passou a mostrar sua origem troglodita.
Aqui no blog, foram redigidos vários posts denunciando o espírito cangaceiro do alcaide, sempre em conflito com a população do município que o elegeu para ajudar a construir uma cidade civilizada.
Civilidade ausente dos gestos e princípios do prefeito.
Pois bem, não foi por falta de aviso.
Agora, a família Modesto encontra-se envolvida em mais um assassinato.
Outro irmão de Jaime, conhecido pelo apelido de “Tikin”, matou a tiros e a facada um rapaz, domingo, num encontro de bebedeiras, em São Domingos.
A vítima pegou um tiro desferido pelo irmão de Jaime Modesto, e foi, posteriormente, esfaqueada por um amigo de “Tikin” – “para fazer o serviço bem feito” -, teria dito o coautor, ao retirar a peixeira do corpo do rapaz cambaleante.
Outro rapaz, presente ao local, baleado também com tiro desferido pelo criminoso, encontra-se no Hospital Regional de Marabá.
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Nota do blog:
Alertado por comentaristas, o poster alterou o título da postagem, originalmente denominado "Família de criminosos apavora S.Domingos". A generalização resultou da indignação temporal a qual foi submetido este jornalista, revoltado com a forma como o prefeito administra São Domingos e o clima de violência espalhado no município por membros da família Modesto.
A quem se sentiu incomodado com o título original, pedido de desculpas.
Marcadores:
Prefeitos do Pará,
São Domingos do Araguaia
Tião Miranda não cumpriu LRF
A prefeitura de Marabá está inadimplente junto ao Tribunal de Contas dos Municípios por não ter cumprido a Lei de Responsabilidade Fiscal nos anos de 2005, 2006 e 2007, conforme atesta relatório do TCM encaminhado ao município.
O prefeito da época era o atual deputado estadual Sebastião Miranda (PTB).
Para comprovação, o blog publica resumo do documento do tribunal negando certidão negativa de comprovação do cumprimento da LRF.
Os quesitos não cumpridos aparecem grifados.
O prefeito da época era o atual deputado estadual Sebastião Miranda (PTB).
Para comprovação, o blog publica resumo do documento do tribunal negando certidão negativa de comprovação do cumprimento da LRF.
Os quesitos não cumpridos aparecem grifados.
Marcadores:
Prefeitura de Marabá,
Sebastião Miranda
Bernadete também esclarece
Quem também se apresenta ao blog, pedindo publicação de Nota de Esclarecimento, é a estadual Bernadete ten Caten (PT), a respeito de denúncias publicadas no Diário do Pará sobre fraudes na Sema:
Na condição de Parlamentar reeleita e legitimada pela sociedade paraense com quase 34 mil votos, sempre atuei no parlamento na luta por interesses coletivos, em favor da sociedade. Desta feita, em poucas linhas venho demonstrar indignação com a matéria veiculada no Jornal Diário do Pará neste Domingo, 06 de fevereiro, a qual deixa a entender que eu estaria envolvida em escândalos de fraudes junto a Secretaria de Meio Ambiente do Estado.
Tenho o dever de informar à sociedade que existe um grande equívoco na matéria veiculada, pois de forma alguma participei, ou participo de esquemas junto a SEMA para a aprovação de licenças ambientais em meu favor. Nunca fui notificada pelos Órgãos da Justiça Paraense para me defender a esse respeito. Igualmente ninguém ligado a meu gabinete parlamentar esteve envolvido em qualquer esquema ou fraude na SEMA.
Esclarecemos que não só junto à SEMA, mas em todos os Órgãos Estaduais e Federais, meu mandato tem atuação, mas unicamente na defesa dos interesses coletivos dos setores que buscam apoio político junto a meu mandato. Fazemos isso, sempre pautados na legalidade.
Por fim, volto a afirmar a todos que não temos envolvimento direto ou indireto com supostas fraudes na aprovação de planos de manejo inexistentes ou com irregularidades junto a SEMA ou qualquer órgão ambiental.
Lamentamos profundamente a clara perseguição política que o mandato vem sofrendo, na tentativa de enlamear nossa história e a história do Partido dos Trabalhadores.
Nada nos abalará! Estamos firmes e convictos da nossa contribuição na construção de uma sociedade cada vez melhor.
Bote fé!
Deputada Bernadete ten Caten
Saúde no interior
Ao post Hospital sem médicos, Plínio Pinheiro Neto, advogado colaborador deste blog, agregou o seguinte comentário:
O problema não está em não ter médicos no Municipio, pois Curionópolis dá um exemplo de que oferecendo salários elevadissimos esta lacuna é preenchida.O problema é radicular, está no âmago da estrutura da saúde no interior do Estado, pois mesmo tendo uma grande quantidade de médicos, os doentes serão atendidos, mas sempre terão de ser enviados para centros mais adiantados, pela falta de hospitais e equipamentos.É de se ressaltar, também, que o Sindicato dos Médicos está tomado de reclamações contra Prefeituras que ofereceram polpudos salários e pagaram, apenas, por alguns poucos meses, dando o calote depois.A correta aplicação da CPMF (privativa para investimentos na área) poderia ter sido a solução, mas, infelizmente, houve desvio de finalidade.
Gente fina
Com direito a ser recebido na porta do elevador pela assessoria direta do secretário, o prefeito de Parauapebas, Darci Lermen (PT), não economiza elogios ao tratamento dispensado a ele pelo secretário de Integração Regional, Antonio José, durante audiência na SEIR, em Belém.
Insatisfação tucana
Vereador Faisal Salmen (PSDB) está nada satisfeito com a divisão de cargos do governo tucano, em Parauapebas. Ele supõe que quem ganhou a eleição estadual, "foi o PMDB".
Em conversa com o poster, Faisal chegou admitir deixar o PSDB, e ficar sem legenda. A pronta intervenção da ex-deputada Tetê Santos o demoveu da ideia.
Em conversa com o poster, Faisal chegou admitir deixar o PSDB, e ficar sem legenda. A pronta intervenção da ex-deputada Tetê Santos o demoveu da ideia.
Efeito gravidade
Está na edição de 3 de fevereiro da Coluna JB:
No embalo, não fica um, meu irmão, pra contar o resto da história.
Primeiro, engessaram o Asdrubal Bentes (PMDB) na secretaria de Pesca, para abrir espaço para o Luiz Otávio, que não quer nem ouvir falar de divisão territorial.
O Wandenkolk Gonçalves (PSDB), por afinidades com o governador Simão Jatene, jamais o trairia diante de tema tão implicante.
Agora o Giovanni...
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atualização às 14:40
Da Assessoria de Comunicação do federal Giovanni Queiroz, notícia sobre a primeira manifestação dele como novo líder do PDT na Câmara:
Quem manda
O federal Giovanni Queiroz (PA) virou líder do PDT na Câmara e mudou de prioridade. Vai trabalhar pesado pela reforma política. Antes pleiteava a criação do estado do Carajás.
No embalo, não fica um, meu irmão, pra contar o resto da história.
Primeiro, engessaram o Asdrubal Bentes (PMDB) na secretaria de Pesca, para abrir espaço para o Luiz Otávio, que não quer nem ouvir falar de divisão territorial.
O Wandenkolk Gonçalves (PSDB), por afinidades com o governador Simão Jatene, jamais o trairia diante de tema tão implicante.
Agora o Giovanni...
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atualização às 14:40
Da Assessoria de Comunicação do federal Giovanni Queiroz, notícia sobre a primeira manifestação dele como novo líder do PDT na Câmara:
O novo líder do PDT, deputado Giovanni Queiroz (PA), afirmou que o partido definirá as prioridades para esta legislatura em uma reunião marcada para a próxima quarta-feira (9). Ele adiantou, porém, que a legenda procurará defender temas “de interesse nacional” como as reformas tributária, política e eleitoral e a revisão no Código Florestal (Lei 4.771/65).
Para Queiroz é necessário discutir com urgência reformas política e eleitoral. Entre os itens de discussão, o deputado defende o debate sobre o voto distrital misto e absoluto e o financiamento público de campanha.
Na área tributária, o parlamentar disse que o Código Tributário Nacional (Lei 5.172/66) permite “a evasão absoluta”. Segundo ele, 50% dos tributos gerados são sonegados. “Temos um penduricalho de artigos que dificulta o recolhimento”, critica o deputado.
Queiroz ainda defende a equiparação dos pagamentos de royalties sobre a mineração com os do petróleo. O tema consta do novo marco regulatório da mineração, em discussão na Casa.
Código Florestal – No caso do novo Código Florestal (PL 1876/99), o líder do PDT afirma que o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) foi bem elaborado e é muito importante. O deputado vai convidar Rebelo para debater o relatório na reunião da bancada na próxima quarta-feira.
Entre as prioridades pessoais, o deputado defenderá a climatização das escolas de ensino fundamental e médio. “O Pará tem temperaturas entre 30º e 40º que é incompatível com o aprendizado, não há condições de aprender e ensinar”, afirmou Queiroz. Ele apresentou emenda ao orçamento para garantir salas de aula climatizadas em seu estado.
Deputado contesta matéria do DP
Deputado estadual Cássio Andrade (PSB) envia emeio ao blog pontificando explicações sobre o envolvimento de seu nome nas investigações de fraude da Sema, tema de capa da edição de domingo do Diário do Pará:
Venho prestar esclarecimento sobre a matéria publicada no Jornal Diário do Pará, do dia 06/02/2010, sobre supostas fraudes na SEMA:
Primeiramente, tenho a esclarecer que não existe qualquer investigação realizada pela Polícia Federal sobre a minha pessoa, e que tão pouco meu telefone foi ou está grampeado, em virtude da operação Alvorecer. O que tomei conhecimento foi da existência de conversas grampeadas de funcionários da SEMA que mencionavam uma licença ambiental pleiteada pela empresa da qual sou um dos três sócios e não o dono.
Tal licença de fato foi cobrada, mas de forma legítima, tendo em vista que a empresa cumpriu todos os trâmites legais para a concessão dessa licença e o prazo para tal concessão já havia se esgotado. Essa cobrança foi realizada pelos sócios da empresa, dentro dos seus direitos de empresários, e não utilizando a figura do Deputado Estadual. Em momento algum foi feito contato com a Governadora, Secretário ou qualquer funcionário da SEMA requerendo qualquer tipo de favorecimento ilícito ou utilizando-se de influência política.
Em 02 de junho de 2010 foram protocolados na SEMA dois processos (protocolo nº 010/13997 e 010/13994) cujo objetivo era obter licença ambiental para as filiais da empresa no Município de Altamira, uma vez que a Secretaria Municipal daquela localidade não emite esse tipo de licença. Trata-se tão somente de uma microempresa que comercializa peixes ornamentais (peixes de aquário), não tendo nenhum vinculo político com qualquer órgão público, não participando de licitações, tratando-se de simples comércio, na qual sou simples sócio.
As informações dadas e veiculadas no jornal não foram adquiridas de órgãos oficiais, tratando-se de meras ilações, dando a entender que fiz parte de uma fraude, sendo leviana, irresponsável e desinformada, uma vez que não tenho qualquer participação direta ou indireta nos projetos de manejo analisados pela SEMA, apenas pleiteava a concessão de uma licença ambiental ligada a exportação de peixes ornamentais, requisitada pelo IBAMA, cumprindo as normativas do setor.
As palavras descritas nessa matéria atribuídas a minha autoria, em verdade são palavras dos funcionários da SEMA , colhidas em conversas telefônicas.
Sou totalmente favorável a investigação da Polícia Federal sobre as supostas ilicitudes ocorridas na Secretaria Estadual do Meio Ambiente, entretanto, repito, que não tenho qualquer envolvimento com este episódio, não sendo alvo de qualquer investigação da Polícia Federal e coloco-me a total disposição para sanar qualquer tipo de mal entendido surgido.
Cássio Coelho Andrade.
Hora da pacificação
Prefeito Darci Lermen (PT) intensificará conversas para tentar unificar o Partido dos Trabalhadores de Parauapebas, vivendo acirrada guerrilha entre as diversas tendências.
A crise interna do partido acendeu o sinal vermelho em Belém, mobilizando a executiva estadual.
A crise interna do partido acendeu o sinal vermelho em Belém, mobilizando a executiva estadual.
Puty contra-ataca
Deputado federal Cláudio Puty (PT) reage, em seu blog, à matéria de domingo do Diário do Pará sobre fraudes na secretaria estadual de Meio Ambiente.
domingo, fevereiro 06, 2011
Sema: políticos estimulavam fraudes?
Diário do Pará deste domingo estampa matéria sobre um suposto esquema fraudulento montado na Secretaria de Meio Ambiente do Estado, durante a gestão do ex-secretário Anibal Picanço.
Entre os políticos citados estão os deputados federais Cláudio Puty (PT) e Giovanni Queiroz (PDT), além dos estaduais Bernadete ten Caten (PT), Gabriel Guerreiro (PV) Cássio Andrade (PSB).
Como já ocorreu em denúncia do gênero, meses atrás, que até agora não esclareceu nada, inclusive se os supostos envolvidos estavam mesmo comprometidos com irregularidades, convém aguardar o desenrolar dos fatos para se fazer avaliação correto.
Matéria completa.
Entre os políticos citados estão os deputados federais Cláudio Puty (PT) e Giovanni Queiroz (PDT), além dos estaduais Bernadete ten Caten (PT), Gabriel Guerreiro (PV) Cássio Andrade (PSB).
Como já ocorreu em denúncia do gênero, meses atrás, que até agora não esclareceu nada, inclusive se os supostos envolvidos estavam mesmo comprometidos com irregularidades, convém aguardar o desenrolar dos fatos para se fazer avaliação correto.
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