sábado, novembro 03, 2007
Aftosa. Riscos da volta.
Trabalho de décadas, voltado para livrar a chamada Área 1 da doença, pode ir por terra, se a aftosa ocorrer em um animal entre as cem mil cabeças sequestradas. Um desastre para a economia paraense que tem na agropecuária um de seus principais itens de divisa.
Independente da veracidade ou não do elevado número de cem mil reses, o risco existe. ilhares de bois estão realmente “sob a guarda infiel” de invasores.
No blog do Val-André tem mais informação.
Cheiro de enxofre
O novo diretor de Controle e Qualidade Ambiental, Marcelo Aiub de Mello, participou do encontro expondo conhecimentos a respeito da Amazônia. Ouviu muito. Falou menos.
No frigir dos ovos, a turma retornou às suas bases com um pé dentro e outro fora. Considera existirem dificuldades maiores a transpor do que imaginava.
“Vamos à guerra”
- O MST não vai negociar com ninguém, coisa nenhuma. Todos os governos são iguais. Vamos à guerra.
A declaração de importante membro da coordenação regional do MST foi anotada pelo poster em longo bate-papo no final da tarde de sexta-feira, na orla de Marabá. É um sinalizador do que se pode esperar do movimento a partir da suspensão abrupta, pela própria organização social, da reunião realizada no meio de semana em Belém com representes dos governos estadual e federal.
Está marcada para este sábado, em local desconhecido, a reunião central de coordenadores para definir os passos do MST. O alvo é a Companhia Vale do Rio Doce.
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Atualização às 10:11
Diante do iminente conflito na região de Carajás, é preciso registrar os esforços do governo estadual em tentar levar à mesa de negociações itens apontados como agenda reivindicatória do MST. A própria ação policial planejada para retirar manifestantes da ferrovia foi suspensa graças à mobilização de assessores de Ana Julia.
Ir agora para o confronto sem exaurir diálogo é expor o próprio governo camarada dos movimentos sociais e justificar ações militares em prováveis áreas de anarquia.
Pau que nasce torto...
Cosipar nega crise em Barcarena
Algumas considerações sobre a nota publicada na sua coluna do Diário do Pará desta sexta-feira (02):
Em virtude do término da obra do Alto Forno 2, foram desligadas 68 pessoas da Usina Siderúrgica do Pará (Usipar), localizada em Barcarena.
Os dois fornos da Usina estão funcionando normalmente. Um deles está com a pressão reduzida porque um equipamento periférico está passando por manutenção. Ele deve voltar a operar com 100% de sua capacidade no próximo dia 08 de novembro.
O Grupo Cosipar reafirma o compromisso com o desenvolvimento sustentável das suas atividades e com o cumprimento das normas e legislações estabelecidas pelos órgãos federais, estaduais e municipais.
O colunista Hiroshi Bogéa ratifica o conteúdo da nota publicada no Diário do Pará, apesar dos esforços do Grupo Cosipar em abafar os problemas ocorridos em Barcarena.
Observação: o grifo na nota da AC é do blog.
quinta-feira, novembro 01, 2007
Deus, protegei as mulheres!
A última senhora foi eliminada pelo marido com um tiro na boca diante de dois filhos.
O assassínio mais terrível ocorreu em Itupiranga onde a vítima teve coração e outros órgãos arrancados cruelmente pelo companheiro, depois de morta.
Em lugar do beijo e da proteção, a pena máxima. Porque isso?
Inocência infantil
“Eles se aproveitaram do pobre do Chico Ferreira”
Djalma Farias, advogado do empresário João Batista Ferreira Bastos, o Chico Ferreira, ao garantir em entrevista ao Diário do Pará que seu cliente está sendo vítima de uma grande injustiça.
Que maldade fizeram com o Chico, gente!
"Saudações" mocorongas
Não se tem notícia de vaia mais demorada. Poderia ir pro Guinness World Records.
E se ele não fosse filho da terra?
Efeito das traquinagens
Depois desta nota publicada no RD, o serelepe Odair Correa não deve ter um bom final de semana prolongado.
Jogo duro
Pebas, a pérola de Ana
quarta-feira, outubro 31, 2007
Tipo importação
Para o lugar de Tony Rosa que não chegou a assumir a Diretoria de Controle e Qualidade Ambiental, o secretário da Sema nomeou Marcelo Aiub de Mello.
Procedente de Brasília, o técnico desembarca com a missão de resolver uma das maiores broncas do governo: aplicação de política ambiental que não quebre a estrutura do setor produtivo.
O chamado desenvolvimento sustentável diante de tantos interesses conflitantes e em áreas totalmente distintas desse imenso território paraense.
Tom acima
Rumo dos ventos
Conversa de gente grande
Quando a chuva chega
É diferente o jeito de chuva intensa caindo em Marabá. Chega avisando que vai chegar mais forte a partir de dezembro, aliviando o desassossego de agricultores e a asfixia de matas e igarapés covardemente depredados durante a imensidão do verão brabo de fogos & fogaréus gerais.
Chove chuva. Chove sem parar.
Espaço Universitário
Com bandeja e tudo
Jogando direitinho
Apesar de estreante na Câmara Federal, Vandinho conhece o caminho das pedras. E sabe mexer em temas que afligem e agradam prefeitos e vereadores. A proposta feita com veemência esta semana de mudança da Lei 11.284/2006, de Gestão de Florestas Públicas, propondo maior alíquota aos municípios no repasse de recursos financeiros a serem gerados pela concessão de florestas, é um exemplo. Wandenkolk ganhou a simpatia de muita gente.
No embalo que vai, já se constitui grata revelação.
terça-feira, outubro 30, 2007
Dá uma fungada, meu!
Perigo mora ao lado
É aí onde pesa a concorrência de Manaus como uma das subsedes do Mundial. Projeto dos amazonenses trabalha muito bem essa questão, priorizando-a como referencial de sua capital.
O gato comeu
Hoje, 30, o governo do PT completa dez meses. Valdir Ganzer, à frente da secretaria, recuperou aproximadamente 100 km da estrada.
A Pa-275, entre Eldorado e Parauapebas, está com novo asfalto nas partes onde imensas crateras matavam gentes e davam prejuízos a motoristas.
Simples: o dinheiro está sendo aplicado corretamente pela atual administração.
Na Era Abílio, o gato, esfomeado, passava sempre pela secretaria.
Que digam os pequenos empreiteiros construtores do Sul do Pará.
Limite da irresponsabilidade
A centenária Conceição do Araguaia, mãe de todas as cidades do Sul do Estado, é o retrato digital do abandono.
A bela Conceição, inspiradora de tantos poemas e canções, não merece tanta humilhação.
Ao seu povo, pelo menos, o mínimo de respeito.
Aplica uma injeção aí...
Companheiros hostis
Na tarde de ontem, o pôster conversou demoradamente com o diretor de Políticas de Meio Ambiente da Fetraf, no Pará, Antonio Lopes Neto, recolhendo a impressão de que o bom relacionamento da entidade com o governo tem o seu marco regulatório. “É inadmissível uma secretaria de Estado emperrar a vida de tanta gente como vem ocorrendo”, disse Antonio.
As estradas a serem bloqueadas pela Fetraf não foram reveladas. Nem a data do movimento que tem tudo para transformar-se na primeira grande manifestação de protesto de trabalhadores rurais contra o governo do PT.
Mais um na mira
Surge agora informação de que o boom da criação de gado no Sul do Pará teria encantado a diretoria de respeitado conglomerado da capital a ponto do grupo encomendar estudos de viabilidade de construção de um curtume em Marabá.
Aguardemos, então.
segunda-feira, outubro 29, 2007
Jagunçada no garimpo
Pior: não aparece viva alma para dizer das obrigações do governo federal para chegar junto com sua presença intimidatória. Polícias Militar e Civil não tem estrutura para enfrentar a Besta Fera. E nem os proprietários e o MST aceitam subordinar-se a uma ordem fora de ordem.
Mina de ouro
Concessão de florestas
“É uma estratégia imprescindível para a geração de renda das comunidades locais e nos impactos sociais positivos, considerando que as licitações serão sempre definidas de tal forma a se garantir a continuidade de outras atividades já existentes na região – e consideradas sustentáveis –, como projetos de manejo de produtos não madeireiros, acesso da comunidade local aos produtos de uso tradicional, coleta de sementes e mineração”, explica o parlamentar tucano.
Cobre no cofre
O faturamento mensal da Clean Service pode ser comprovado junto as prestações de contas dos Municípios no TCM.
domingo, outubro 28, 2007
Textos que não foram escritos
“Quando começava o Jornal Nacional, ela largava tudo pra assistir. Adorava ler jornal, porque o sonho dela era ser jornalista. Dizia que um dia escreveria uma grande reportagem sobre os meninos de rua que ela via todo dia na Praça São Francisco, cheirando cola. Falava muito nisso.”
Quem conta ao poster é Leda, prima de Rayara, a jovem de 15 anos morta com um tiro desferido por um menor de 12 anos, acompanhado de outros dois pivetes de 13 e 14. Breno queria a máquina digital que a estudante carregava emprestada de uma amiga com imagens clicadas no final de semana na Serra das Andorinhas, onde estivera a passeio.
A arte cantada
Citando Drummond -, Zeca Baleiro fala, a seu modo obviamente, na lindíssima Musak, da desterritorialidade, conceito em voga.
Na voz de Rita Ribeiro, soa bonito:
"Na ante-sala do dentista
ouço o meu musak
Me entorpeço
esqueço meu coração
frágil badulaque"
Lado 2
Eu não gosto do bom gosto. Nem Adriana Calcanhoto.
Por isso ela ironiza, em Senhas, fazendo interessante reflexão sobre padrões estéticos:
"Eu agüento até os modernos
E seus segundos cadernos"
Alto nível na academia
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O blog voltará a ser atualizado a partir das 14 horas.
