sábado, outubro 30, 2010

Remo sonda Galvão

Quem conta a novidade,  é o competente Gerson Nogueira, diretor de Redação do Diário do Pará: João Galvão está sendo sondado para assumir a direção técnica do Remo.

AQUI

Tempo feminino

Na data de hoje o refrão do sambista Aniceto deve se tornar fato consumado. Mais uma vez a sabedoria popular surpreende. Um dos fundadores da escola de samba Império Serrano, Aniceto do Império, compôs a música “Uma Mulher na Presidência”. O disco Partido Nota 10 foi lançado em 1984. A letra diz, com simplicidade e sabedoria: “Se acaso acontecer uma mulher na Presidência?” Um coro feminino sustenta a resposta: “É sapiência, oi! É sapiência”.


Falecido em 1993, infelizmente Aniceto não poderá ver concretizado nas urnas o sonho de uma mulher na presidência. Aproveitando a letra do saudoso sambista, o diretor Iberê Carvalho fez, de forma voluntária este belo clipe.



Samba foi apresentado aqui no blog em março deste ano.

Apoteose em Recife

Aconteceu nas ruas de Recife, sob chuva. Deveria ter sido o ato de encerramento da campanha de Dilma Rousseff em Pernambuco. Virou coisa diferente.

A candidata não apareceu. Estava no Rio, para o último debate presidencial, na TV Globo. Representou-a o cabo eleitoral.

Do alto da carroceria de um carro de som, Lula mediu 3 km de asfalto. Em marcha lenta, cruzou uma aglomeração que a PM local estimou em cem mil pessoas.

Súbito, o que seria uma caminhada pró-Dilma converteu-se em apoteose de Lula. A multidão dispensou-lhe tratamento de ídolo.

O rosto de Dilma estava impresso nas bandeiras de campanha, misturadas a estandartes do PT e do MST.

De raro em raro, estimulado pelos organizadores, o séquito até entoava os jingles da candidata. Porém...

Porém, na maior parte do trajeto teve-se a impressão de que era Lula quem iria às urnas deste domingo (31).

Massagearam-lhe os tímpanos –ora com um grito novo (“Lula, guerreiro do povo brasileiro”) ora com a velha musiquinha (Olêêê, olêêê, olê, Oláááá, Lulaaa, Lulaaa!”).

Afagaram-lhe as retinas. Quem não estava na rua acenava do teto do abrigo dos pontos de ônibus, do alto dos prédios.

Que Marisa Letícia não nos leia, mas um grupo de mulheres saudou o pernambucano ilustre brandindo calcinhas vermelhas na janela.

Agregaram-se ao cordão da militância dezenas de curiosos, moradores que se animaram a descer ao meio-fio e trabalhadores que deixavam o serviço no fim da tarde.

O aniversário de 65 anos, festejado na quarta, rendeu a Lula um parabéns pra você e dois buquês de flores.

Impedido de discursar –a lei proíbe comícios na antevéspera da eleição— Lula valeu-se do tato para retribuir às atenções.

Achegou-se várias vezes à quina da carroceria. Curvando-se, alcançava as mãos que conseguiam se aproximar do automóvel.

Concluída a consagração, Lula rumou para o aeroporto. Voou para São Paulo. Tinha pressa. Não queria perder a transmissão de debate presidencial.

Um debate em que Dilma, a candidata que ele fabricou, mediria argumentos com José Serra, um tucano que ele se esforça para derrotar pela segunda vez.

Eleito em 2002, numa disputa contra Serra, Lula chega a 2010 como carrasco do mesmo Serra.

Pela primeira vez desde 1989, o rosto de Lula não aparece na urna eletrônica. Mas, a julgar pela deificação de Pernambuco, é como se aparecesse. O vídeo abaixo ajuda a entender o fenômeno.   (Josias de Souza)

sexta-feira, outubro 29, 2010

Depois do debate, a edição

A arapuca do debate da Globo. O problema é a edição

Paulo Henrique Amorim



Os debates na televisão brasileira são irrelevantes – para dizer pouco.

E por que ?

Porque os partidos e os candidatos nao confiam na imprensa brasileira e não deixaram jornalistas fazer peguntas, com direito a follow-up.

Candidato não sabe fazer pergunta.

Candidato faz pergunta para responder ele mesmo, na volta.

Quem sabe fazer pergunta é jornalista isento, sério.

Desde que ele tenha o direito a fazer a pergunta seguinte à resposta.

Não adianta um jornalista perguntar sobre a maracutaia da concorrência do metrô de São Paulo e o Serra responder sobre Nossa Senhora da Aparecida.

O jornalista tem que ter o direito de ir para a réplica, o follow up: mas, pera ai, santinho do pau oco … a pergunta era sobre a carta marcada da concorrência do metrô que o senhor administrou.

Hoje, no Brasil, realizou-se a proeza de tirar o jornalista do jornalismo.

Porque os jornalistas do PiG (*) não prestam.

Para evitar desgaste, os partidos e candidatos desidrataram o debate.

Sobra a edição do debate.

E aí a Globo é imbativel.

Numa boa mesa de edição, a Globo já mudou o rumo de duas eleições, a partir de debates.

O mais recente foi em 2006, quando o Ali kamel produziu sua “finest hour”: levou a eleição para o segundo turno do Lula contra o Alckmin, ao mostrar o dinheiro dos aloprados e a cadeira do Lula vazia no debate da Globo.

Ele conseguiu passar a ideia de que o Lula tinha fugido do dinheiro dos aloprados.

Clique aqui para ler “O primeiro golpe já houve. Falta o segundo”.

É bom não esquecer que o dinheiro dos aloprados nasce das ambulâncias superfaturadas no Ministério da Saúde do Serra, que tinha o Marcelo Lunus Itagiba e o Barjas Negri – gente finíssima.

E que, no segundo turno, o Alckmin teve menos votos do que no primeiro – uma das proezas do marqueteiro do Serra.

O outro debate que a Globo manipulou foi em 1989, quando Lula e Collor se enfrentaram na véspera da eleição do segundo turno.

Sem direito, como agora, a uma réplica no horário eleitoral gratuito.

(Como é que a Dilma foi cair nessa ?)

O Dr Roberto mandou editar o debate de forma muito precisa: tudo de bom do Collor e tudo de ruim do Lula.

E assim fez a Globo.

Logo em seguida ao resumo do debate – o ruim do Lula e o bom do Collor – , na histórica edição do jornal nacional, Alexandre Maluf Garcia leu um editorial em que dava a entender que votar no Collo significava preservar a jovem democracia de um sapo barbudo furioso.

Está na hora de se livrar do monopólio das pesquisas.

E da Globo.

No enterro do Néstor Kirchner, o presidente Lula podia trazer de volta no avião, para dar uma lida, uma cópia da Ley de Medios.

E ver o que Néstor e Cristina fizeram com o Clarín, que mandava na Argenina muitas vezes menos do que a Globo manda no Brasil.

Quando for melancolicamente para casa no dia 1º de novembro, Serra não descansará.

Montado na UDN de São Paulo e na garupa do PiG (*), Serra vai liderar a campanha do impeachment do Dilma.

A partir do dia 1º.

Seu grande aliado nessa eleição, um quadro que honra a campanha udenista, Roberto Jefferson, já avisou: vai jorrar sangue.

Se depender do Serra, a partir de 1º de novembro, jorrará muito sangue.

Ele será capaz de ir a Nápoles e ver como jorra sangue de San Genaro.

Serra travará uma Guerra “Santa” movida pelo ódio.

Ele não descansará.

Ate mandar a mulher para um convento em Lourdes.

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atualização às 23:58


A BALA DE PRATA PÚRPURA TRAZ A MÁCULA DA PEDOFILIA



Complacência com pedófilos na alta cúpula da Igreja sonega ao Vaticano autoridade moral sobre o voto cristão: 55% dos católicos brasileiros votam em Dilma e ignoram a aliança entre a extrema direita religiosa e política travestida em pacto anti-aborto, envelopado hoje com ares de súmula do Santo Ofício na primeira página da Folha. Foi preciso Lula lembrar que o Estado brasileiro é laico, enquanto o coro dos 'professores' tucanos acalenta a genuflexão das urnas a um Vaticano encralacrado no celibato pedófilo. Bento XVI ainda não subscreveu a Carta dos Direitos Humanos da ONU --porque não menciona Deus-- e retirou seu apoio à Unicef, que defende o planejamento familiar e o uso de preservativo contra a aids. A mesma ala da Igreja encastelada na Opus Dei, que agora apoia Serra, abençoou Salazar, em Portugal; Franco, na Espanha; Pinochet, no Chile; Videla, na Argentina e o Golpe de 64. (Carta Maior; 30-10)
 
NB- O poster assinada embaixo.

FHC e Ellen

O ex-presidente FHC estaria namorando a ministra do STF Ellen Gracie.

O buxixo está no Paulo Henrique Amorim.

Ficha Limpa, ainda desdobramentos

Projeto original da Ficha Limpa previa punição à renúncia




De Leandro Colon, do Estado de S.Paulo



A regra que impede candidaturas de quem renunciou a um mandato para escapar de processo de cassação está na origem do projeto popular da Ficha Limpa. Não foi inserida na proposta pelo deputado José Eduardo Cardozo (PT), relator do projeto de lei sobre o tema.

Ela recebeu somente um parecer favorável do petista. No julgamento do caso de Jader Barbalho na quarta-feira, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que esse trecho da lei foi criado pelo PT para influenciar na eleição do Distrito Federal, o que prejudicaria Joaquim Roriz (PSC), que renunciou em 2007 ao mandato de senador.

“No caso específico, da renúncia, aproveitou-se a carona de um projeto de lei de iniciativa popular e se fez uma emenda parlamentar, com nome, sobrenome, vinculado ao PT e quem tem o interesse determinado de exclusão de um candidato. Lei, portanto, de caráter inequivocamente casuístico”, afirmou o ministro.

Roriz pegou carona e divulgou ontem nota em que acusou o petista de ser o “autor” da emenda que incluiu a renúncia como critério para barrar candidatos.

Em entrevista ao Estado, Jader também acusou Cardozo de colocar esse item no projeto Ficha Limpa. O artigo que trata da renúncia, entretanto, está no projeto original, de iniciativa popular, entregue pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral com 1,6 milhão de assinaturas no dia 29 de setembro do ano passado.

De acordo com o texto, ficariam inelegíveis por oito anos, a contar do fim do respectivo mandato, os que “renunciarem a seus mandatos após a apresentação de representação ou notícia formal capaz de autorizar a abertura de processo disciplinar”.

O texto foi encampado por 22 deputados de vários partidos, entre eles PT, PMDB, PSDB, DEM, e inclusive do PSC, partido de Roriz. Com o número 518/2009, foi protocolado no mesmo dia e com o mesmo texto que menciona a renúncia.

O projeto passou a ser discutido numa comissão especial, comandada por Índio da Costa (DEM-RJ), vice do presidenciável José Serra (PSDB). Coube a ele fazer uma “emenda substitutiva” em cima do projeto. No artigo K, há a mesma citação da renúncia.

A proposta foi então debatida na Comissão de Constituição e Justiça, sob a relatoria do deputado José Eduardo Cardozo. O texto recebeu algumas alterações, mas o artigo da renúncia recebeu parecer favorável de Cardozo, foi mantido e aprovado pelos deputados.

Jader foi barrado pela Justiça Eleitoral por ter renunciado ao mandato de senador em 2001 para escapar da cassação. Ele recorreu ao STF e o placar ficou em 5 a 5. Os ministros decidiram que valeria a posição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), contrária a Jader.

Procurado pelo Estado, Gilmar Mendes disse que foi informado que havia uma emenda de Cardozo sobre o assunto.

“A própria pesquisa que a gente fez, não estava no projeto original e veio de uma das emendas. Isso está numa emenda assinada pelo chefe da campanha da Dilma (Cardozo é coordenador da campanha)”, disse. “Não muda nada (estar na proposta original).

Você não garante que isso não foi colocado lá de propósito. Você pode até comprar isso”, ressaltou.

Já Cardozo evitou um conflito. “Ele estão equivocados. Esse texto não foi meu, veio do original. Dei o parecer favorável. Pode-se discutir as consequências, mas no mérito, sou favorável”.

Sustentabilidade

Organizações globais firmaram uma aliança para avaliar a melhor forma de promover um destino sustentável a produtos industrializados. É o Consórcio de Sustentabilidade, que reúne governos, pesquisadores, engenheiros, ONGs e empresas para estudar o ciclo de vida dos produtos. A Alcoa é uma das fundadoras e representa a indústria paraense no Consórcio. Instalada em Juruti, Oeste do Pará, a Companhia opera uma Mina de Bauxita, matéria-prima do alumínio, e vai contribuir com sua experiência sobre o metal. O alumínio é um dos materiais mais reciclados do mundo, 75% do que produzido desde 1888 ainda estão em uso até hoje.

Redação Internacional

Folha em Washington





- Paulo Nogueira (*)




É UM VEXAME para a Folha (jornal Folha de São Paulo) que o melhor artigo que o jornal publicou sobre as eleições venha de Washington.

Insuspeito de petismo, lulismo ou o que mais de queira, Mark Weisbrot, codiretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política, baseado em Washington, jogou um pouco de luz na escuridão que emana das páginas mentalmente tumultiadas e enviesadas da Folha na cobertura das eleições.

O artigo está na página 8 do caderno de eleições. Deveria ser decorado pela redação da Folha. Mesmo quem é contra Dilma aprende com artigos como o de Weisbrot como se deve argumentar: com fatos, números, pesquisa, trabalho.

Não com alarido.

Weisbrot nota as semelhanças da estratégia de Serra com as dos republicanos americanos, enormes particularmente no uso da religião para tentar influenciar os eleitores crédulos e crentes. O grande fato, aí, foi a malandragem de Monica Serra ao dizer que Dilma é a favor de “matar criancinhas”. “A campanha de Serra tentou até um ataque ao estilo republicano à política externa de Lula, com acusações de brandura no trato a ditadores, terroristas e traficantes de drogas”, disse Weisbrot. “Nada disso pegou.”



Ele imagina que Serra, sendo economista, fugiu de temas econômicos por não ter o que falar aí. “A renda per capita cresceu 23% de 2002 a 2010, antes apenas 3,5% entre 1994 e 2002. O desemprego oficial bateu novo recorde ao cair a 6,2%”.

Weisbrot, por fim, afirma que “os eleitores indecisos queriam saber se Serra faria por eles algo de melhor do que aquilo que o PT realizou. Porque não soube lhes reponder, Serra perdeu seus votos”.

É esse tipo de artigo que contribui para debates ricos. Os jornalistas da Folha, se pensam parecido, provavelmente tenham medo de escrever um texto daqueles e ser tachados de petistas, com o que seu emprego estará no pano verde.

E os que pensam diferente deveriam aprender com ele como se apóia uma idéia ou um candidato.

Você pode fazer um artigo inverso – a favor de Serra – com argumentos potentes. Weisbrot subestima, por exemplo, a estabilidade conseguida por FHC, por exemplo. Também ignora o efeito positivo de boa parte das privatizações, a começar pela das telecomunicações. Conseguir um telefone era uma proeza na época das telefônicas estatais. A força da economia brasileira ao enfrentar a crise financeira do final da década passada deriva, em boa parte, do Proer — atacadíssimo pelo PT na oposição. Os bancos brasileiros estariam bem mais vulneráveis sem o Proer.

O que você não pode fazer, como jornalista, é apoiar Serra com o mesmo expediente que ele próprio tem usado – ataques baixos, alguns deles canalhas, de extração “republicana”, como bem percebe Weisbrot.

(*) -  Paulo Nogueira é jornalista e está vivendo em Londres. Foi editor assistente da Veja, editor da Veja São Paulo, diretor de redação da Exame, diretor superintendente de uma unidade de negócios da Editora Abril e diretor editorial da Editora Globo.

Contra monitoramento

Resposta de Dilma Roussef, ao ser perguntada, ontem, sobre a criação ou formulação de conselhos estaduais para acompanhar e fiscalizar a imprensa, alguns deles em estados governados por aliados do governo federal, como Ceará, Piauí, Bahia e Mato Grosso.



                            -  "O único controle da mídia que eu proponho é o controle remoto na mão do telespectador, que muda de canal quando se interessar. Não gostou do programa, muda de canal — disse, frisando que já manifestou sua opinião várias vezes. Eu, em especial, sei o valor da liberdade de expressão.

Podemos até ser uma democracia recente, mas somos um país que sabe do valor da democracia, porque também viveu sob a ditadura. Eu, em especial, sei o valor da liberdade de expressão, da de opinião e da liberdade de imprensa. Sei que um país que abre mão disso perde a sua identidade, perde a sua capacidade política e perde, inclusive, uma das coisa fundamentais, que é a esperança dos seus jovens. Porque eu vivi esse processo, então pode ter certeza que eu sou contra qualquer processo de controle de conteúdo da mídia.


Eu não concordo com isso. Eu repudio monitoramento de conteúdo editorial. Eu acho que isso não se pode criar no Brasil".

Canalhice de Serra

Zé Serra, quem o conhece bem sabe disso, é especializado em usar subterfúgios e a força do poder para aniquilar inimigos.

Um supremo ditador silencioso, quando se encontra protegido pela manta do poder.

O terrorismo que ele manda seus cupinchas praticar contra Dilma jamais se verificou no Brasil em tempos de liberdade.

Brizola Neto denuncia  mais uma do "Zeca Rojas".

Jader ainda tem saída

Jader Barbalho pode recorrer ainda contra o indeferimento de registro da candidatura dele ao Senado.

E pode recorrer no próprio STF, com sua corte integrada por onze ministros.

quinta-feira, outubro 28, 2010

2002 X 2010

Gilmar, sempre ele

Definitivamente, o ministro Gilmar Mendes consagra a antiga tese de que "soberania e  desejo do povo  nunca estão acima das questões constitucionais".

No caso, ele defende todo antagonismo a Ficha Limpa.

Tirem suas dúvidas.

Curionópolis qualifica para emprego

Jovens em busca de primeiro emprego e trabalhadores experientes que queiram aprimorar os conhecimentos na profissão têm uma boa oportunidade em Curionópolis. A Vale, em parceira com o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e a Prefeitura, abriu inscrições para o Programa de Preparação para o Mercado de Trabalho no município. São oferecidas, no total, 380 vagas para os cursos de pedreiro, carpinteiro, auxiliar de construção civil, transporte coletivo de passageiros e segurança na operação em caminhão basculante, armador e eletricista.

Os interessados têm até sexta-feira, dia 29 para se inscrever na Fundação Social de Curionópolis, na Av. Brasil, sem número, das 9 às 12 horas e das 14 às 16 horas. Para se inscrever, os interessados devem ser maiores de 18 anos e apresentar carteira de trabalho, cópia da identidade e do CPF, além do comprovante de conclusão do ensino fundamental e foto 3x4. Os candidatos também devem comprovar que moram em Curionópolis há pelo menos dois anos. A prioridade nos cursos para moradores da região é uma forma de contribuir para o desenvolvimento local. As aulas terão início em novembro. No Pará, atualmente o programa também está sendo realizado em Marabá e Canaã dos Carajás.

Fonte: Ascom Vale

Sambinha pro Serra


(Bis)

Deixa de ser enganador
Pois bolinha de papel
Não fere e nem causa dor

Um homem forte de tamanho natural
Como pode uma bolinha lha mandar pro hospital
O factóide ao perceber que perdeu
Entra logo em desespero, foi o que aconteceu

(Bis)
Deixa de ser enganador
Pois bolinha de papel
Não fere e nem causa dor

Cara de pau sempre existiu por ai
Uma bola de papel, lhe mandar pro CTI
Me engana!, já diz a rapaziada
Foi sentir 20 minutos após levar a bolada


(Bis)
Deixa de ser enganador
Pois bolinha de papel
Não fere e nem causa dor

É bom que saibam que não estamos em guerra
Que em 31 de outubro esta história se encerra
Pra aparecer, pede pra turma que filma
Um homem desse tamanho com tanto medo da Dilma

(Bis)
Deixa de ser enganador
Pois bolinha de papel
Não fere e nem causa dor

Flexa e Marinor, os senadores

Se depender do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, não haverá nova eleição para o Senado, no Pará.

Flexa Ribeiro (PSDB) e Marinor Brito (Psol), serão diplomados senadores do Estado.

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Atualização às 11:43

No blog da Edilza Fontes, mais ingredientes sobre a questão.

Olhos das pessoas

"Alguns governos veem o mundo só pelos olhos da economia. Aí tudo vira número. Outros governos veem o mundo só pelos olhos das obras, aí tudo vira pedra, tijolo, prédio. E há um tipo raro de governo que vê o mundo pelos olhos das pessoas: aí número vira gente, prédio vira gente, e gente vira muito mais gente. É este governo, de olhar social, onde as pessoas são o centro de tudo que Lula vem fazendo, e Dilma vai continuar e ampliar". (Programa de TV de Dilma, quarta-feira,27)



Conheça os 13 compromissos de Dilma Roussef  para o desenvolvimento social:

• Eliminar a pobreza absoluta do país

• Ampliar o papel do programa Bolsa Família na erradicação da pobreza e da desigualdade de rendimentos

• Ampliar o acesso das famílias atendidas pelo programa Bolsa Família a outras políticas públicas

• Garantir os direitos sociais e aumentar a oferta de serviços do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) a todas as famílias

• Consolidar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS)

• Garantir o direito à proteção social como foco nas famílias em situação de vulnerabilidade social, aprimorando os serviços e garantindo a sua efetividade e a consequente melhoria das condições de vida da população

• Implementar e consolidar serviços regionais inseridos no Sistemas Públicos Nacionais (SUAS E SISAN), ampliando o acesso da população em todos os municípios, incluindo a área rural e as comunidades tradicionais

• Ampliar a oferta e melhorar a qualidade dos programas de alimentação e nutrição voltados aos que têm maior dificuldade de acesso à sua alimentação

• Ampliar e fortalecer as estratégias de aquisição de alimentos da agricultura familiar

• Assegurar o acesso à água potável a todas as famílias em situação de pobreza que vivem dispersas na zona rural e que não têm acesso à rede pública de abastecimento

• Garantir às comunidades tradicionais acesso às políticas universais de Assistência Social e de Segurança Alimentar e Nutricional

• Erradicar o trabalho infantil

• Criar oportunidades de geração de renda para os segmentos em situação de vulnerabilidade.

Idolatria a Zico

A presença de Zico em Marabá foi marcada por muita emoção.

De crianças, jovens e adultos, saudosistas do futebol maravilhoso do "Galinho de Quintino".

No ginásio Renato Veloso, mais de dois mil adolescentes assistiram a pelestra do ex-craque flamenguista (foto acima).

No Zinho Oliveira, apesar de totalmente fora de forma, Zico brindou a torcida com um belo gol no jogo das seleções masters do Brasil  e de Marabá.
NB - Fotos Secom-Marabá

Riscos de retrocesso

Para alguns prefeitos e empresários da microrregião de Marabá, o  futuro da siderúrgica construída pela Vale no município depende do resultado das urnas no próximo dia 31 de outubro. Para alguns, dependendo de quem vencer as eleições presidenciais, o destino dos projetos de siderurgia da Vale pode ser a lata de lixo. Isso porque parte do esforço e da boa vontade do presidente da Vale, Roger Agnelli, em investir em plantas que verticalizam a economia local, mas rendem apenas um terço do valor gerado pela venda direta do minério, se deve muito às pressões políticas exercidas pelo presidente Lula, mesmo durante a crise mundial.

A Vale anunciou a construção de quatro siderúrgicas até 2012. Dentre elas, a de Marabá, responsável por um investimento de R$ 5,7 bilhões e que deve gerar mais de 20 mil empregos diretos e indiretos na construção e 15 mil na operação (três mil diretos e 12 mil indiretos).

Como todos do Sul do Estado sabem, antes do governo do PT, nem se falava mais em siderúrgica, no Pará.

Caba ao eleitor cuidar para que o sonho não volte à estaca zero.

Novos tempos

Ponte sobre o rio Araguaia, inaugurada segunda-feira, 25, em detalhes.






Ciclovias e pistas para pedestres de um lado....


.... e outro.
À jusante, exuberância do rio Araguaia, sentido Conceição do Araguaia.

Ponte do lado paraense. Observem a Transamazônica sem asfaltamento. Esse aí é o famoso trecho de 15 km que faltou ser asfaltado, entre o rio Araguaia e Marabá, durante o governo FHC. O Dnit anunciou agora a publicação do edital para escolha da empresa que concluirá a pavimentação desse pedaço.


Geral da ponte registrada do porto da balsa, no Estado do Tocantins.

Vista do porto da balsa, no Estado do Pará (Vila Jarbas Passarinho)

Ponto de venda de passagem para a travessia de veículos na balsa....

...Agora aposentada, sob amarras, em território tocantinense.

População de Marabá

Correio do Tocantins desta quinta-feira, 28, é quem anuncia: a população de Marabá medida pelo Censo 2010 é de 224.011 habitantes.

Mas já há controvérsias, nem bem o IBGE conclui  a totalização de seus dados.

Para muitos da cidade, a população já passa de 300 mil.

Será?!

PMDB: nova eleição para o Senado

Executiva estadual do PMDB reuniu-se em Belém e decidiu que ingressará no TRE com pedido para realização de nova eleição para o Senado, depois da decisão do STF de aplicar a Lei da Ficha Limpa para 2010.

Em nota, o partido enumera as razões do pedido:




PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO

Considerando que o Plenário do Supremo Tribunal Federal, depois de longo julgamento, onde foi mantida a divisão do entendimento jurídico sobre o recurso interposto pelo candidato JADER BARBALHO, por 5 votos a 5;

Considerando que para enfrentar o impasse o Supremo Tribunal Federal adotou regra regimental, para validar julgamento anterior do Tribunal Superior Eleitoral, em “decisão artificial e precária, segundo o próprio Presidente do STF, impedido de exercer o voto de qualidade contrariando seus princípios pessoais e o principio jurídico de que, na dúvida, prevalece a decisão favorável ao recorrente e a sociedade, através de 1.800.000 votos dos eleitores do Pará”;

Considerando que a decisão do Supremo Tribunal Federal de atribuir eficácia retroativa a Lei 135/2010 – lei da ficha limpa - é de repercussão geral quanto ao disposto na alínea “k” da referida lei – renuncia a mandato parlamentar - aplicando-se a todos os casos ainda pendentes de recursos, como é o dos votos dados ao candidato Paulo Rocha;

Considerando que em consequência dessa decisão, na eleição para o cargo de Senador da República, serão anulados 3.533.138 votos dados aos candidatos Jader Barbalho e Paulo Rocha, restando como válidos apenas 2.683.697 milhões, menos da metade dos votos, contrariando a vontade expressa da maioria dos eleitores do Estado do Pará ;

Considerando o que dispõe a “RESOLUÇÃO Nº 23.218/2010 do Tribunal Superior Eleitoral- TSE, “ sobre os atos preparatórios das eleições de 2010, a recepção de votos, as garantias eleitorais, a justificativa eleitoral, a totalização e a proclamação dos resultados, e a diplomação” em seus artigos 2º, 167 e 169 :

“ Art. 2º As eleições para Presidente e Vice-Presidente da República, Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal e para Senador da República obedecerão ao princípio majoritário (Constituição Federal, arts. 28, 32, § 2º e 77, § 2º e Código Eleitoral, art. 83).”

"Art. 167. Serão eleitos os 2 Senadores e os suplentes com eles registrados que obtiverem a maioria dos votos; ocorrendo empate, será qualificado o mais idoso (Constituição Federal, arts. 46, caput, 77, § 51).

"Art. 169. Nas eleições majoritárias, respeitado o disposto no § 1º, do art. 166 desta resolução, serão observadas, ainda, as seguintes regras para a proclamação dos resultados:

I – deve o Tribunal Eleitoral proclamar eleito o candidato que obteve a maioria dos votos válidos, não computados os votos em branco e os votos nulos, quando não houver candidatos com registro indeferido, ou, se houver, quando os votos dados a esses candidatos não forem superiores a 50% da votação válida;

II – não deve o Tribunal Eleitoral proclamar eleito o candidato que obteve a maioria da votação válida, quando houver votos dados a candidatos com registros indeferidos, mas com recursos ainda pendentes, cuja nulidade for superior a 50% da votação válida, o que poderá ensejar nova eleição, nos termos do art. 224 do Código Eleitoral;

III – se a nulidade dos votos dados a candidatos com registro indeferido for superior a 50% da votação válida e se já houver decisão do Tribunal Superior Eleitoral indeferitória do pedido de registro, deverão ser realizadas novas eleições imediatamente; caso não haja, ainda, decisão do Tribunal Superior Eleitoral, não se realizarão novas eleições;”

Considerando que no sistema de representação majoritária são eleitos os candidatos que obtiverem o maior número de votos e que a maioria é a essência da democracia;

Considerando a natureza democrática do processo eleitoral brasileiro e em respeito a vontade dos eleitores paraenses, expressa por 1.800.000 milhão votos para JADER BARBALHO ser seu representante no Senado Federal;

O PMDB comunica que tomará todas as providências jurídicas necessárias para a realização de nova eleição para o cargo de Senador da República, a ser convocada e realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral – TRE do Pará, em que seja respeitada a vontade do eleitorado do PARÁ - como legalmente definido no artigo 224 do Código Eleitoral e artigos 167 e 169, incisos II e III da Resolução 23.218/2010 do Tribunal Superior Eleitoral –TSE .

O PMDB do Pará lamenta que o Supremo Tribunal Federal, com o seus patéticos empate e falta de decisão constitucional, tenha buscado “saída artificial, precária, e contra o interesse da sociedade representada por milhões de votos” segundo expressou o Ministro Presidente do STF Cesar Peluzo ao encerrar a sessão.

Por tais fatos, o PMDB usará das garantias constitucionais para exigir a realização de novas eleições, nas quais o povo do Pará vai reafirmar que somente aos paraenses cabe escolher seus representantes, pois já vai longe o regime ditatorial dos senadores biônicos, levados ao Senado Federal sem o voto da maioria, principio inarredável do Regime Democrático.

quarta-feira, outubro 27, 2010

"Cidadania viva e criativa"

Sobrar tempinho, dá uma entrada aqui neste blog.

Ele é resultado do amor que Luciane de Novaes tem pelas artes da região Sul do Pará.

E quem é Luciane?

Uma "Americana do Sul, Brasileira do Norte e Paraense de Marabá, que ama sua cidade e pretende contribuir para o desenvolvimento social da mesma elaborando e executando projetos que envolvam atividades ligadas à  arte, cultura, educação e economia locais", como ela descreve em seu perfil.

Jader Barbalho não assumirá o Senado.

O STF acaba de indeferir o registro de candidatura ao Senado de Jader Barbalho, baseado na  Lei da Ficha Limpa.

Por maioria,  a corte defendeu o princípio da constitucionalidade, validando decisão do TSE que barrou Jader.

Celso de Mello, Joaquim Barbosa, Cármen Lúcia, Lewandowski, Ayres Britto e Ellen Gracie votaram pela validade da Lei da Ficha Limpa para este ano.

Nova eleição para o Senado deverá ocorrer no Pará.

Até a proclamação do resultado, no entanto, é possível a alteração do voto.

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Atualização às 20:04

O presidente do STF  Cezar Peluso declarou agora seu voto favorável a aplicação da Ficha Limpa para 2010.

Contagem final dos votos:  7 X 3.

Projeto Alvorada

O canal 13 Ana Júlia, mídia  da Internet usada na campanha eleitoral da governadora do Pará, postou vídeo com denúncia contra Simão Jatene.

O ex-governador é acusado de desviar R$ 40 milhões do Projeto Alvorada, deixando 51 municípios paraenses sem água tratada.

Carta de Além Paraíba

Ricardo Noblat, à visão dele impregnada de preconceito e parcialidade, disse que falta a Lula "caráter, nobreza de ânimo, sentimento, generosidade", desde que Luiz Inácio  decidiu eleger Dilma Roussef,  Presidente da República.

De bate-pronto, um aposentado lá da cidade mineira de Além Paraíba, mandou ver,  desnudando o ardil e a perfídia da mídia golpista, que nos últimos meses tem se dedicado a incinerar seus Manuais de Redação,  para vergonha de toda uma geração de jornalistas.

Carlos Moura é o nome do cidadão brasileiro responsável  por um dos textos mais emocionantes produzidos pela alma brasileira.

Pelo homem verdadeiramente do povo.

Carlos Moura expressa  o que a maioria dos brasileiros está sentindo.

Vamos à carta do mineiro bom de briga:

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Noblat 

 
Quem é você para decidir pelo Brasil (e pela História) quem é grande ou quem deixa de ser? Quem lhe deu a procuração? O Globo? A Veja? O Estadão? A Folha?

Apresento-me: sou um brasileiro. Não sou do PT, nunca fui. Isso ajuda, porque do contrário você me desclassificaria, jogando-me na lata de lixo como uma bolinha de papel. Sou de sua geração. Nossa diferença é que minha educação formal foi pífia, a sua acadêmica. Não pude sequer estudar num dos melhores colégios secundários que o Brasil tinha na época (o Colégio de Cataguases, MG, onde eu morava) porque era só para ricos. Nas cidades pequenas, no início dos sessenta, sequer existiam colégios públicos. Frequentar uma universidade, como a Católica de Pernambuco em que você se formou, nem utopia era, era um delírio.

Informo só para deixar claro que entre nós existe uma pedra no meio do caminho. Minha origem é tipicamente “brasileira”, da gente cabralina que nasceu falando empedrado. A sua não. Isto não nos torna piores ou melhores do que ninguém, só nos faz diferentes. A mesma diferença que tem Luis Inácio em relação ao patriciado de anel, abotoadura & mestrado. Patronato que tomou conta da loja desde a época imperial.

O que você e uma vasta geração de serviçais jornalísticos passaram oito anos sem sequer tentar entender é que Lula não pertence à ortodoxia política. Foi o mesmo erro que a esquerda cometeu quando ele apareceu como líder sindical. Vamos dizer que esta equipe furiosa, sustentada por quatro famílias que formam o oligopólio da informação no eixo Rio-S.Paulo – uma delas, a do Globo, controlando também a maior rede de TV do país – não esteja movida pelo rancor. Coisa natural quando um feudo começa a dividir com o resto da nação as malas repletas de cédulas alopradas que a União lhe entrega em forma de publicidade. Daí a ira natural, pois aqui em Minas se diz que homem só briga por duas coisas: barra de saia ou barra de ouro.

O que me espanta é que, movidos pela repulsa, tenham deixado de perceber que o brasileiro não é dançarino de valsa, é passista de samba. O patuá que vocês querem enfiar em Lula é o do negrinho do pastoreio, obrigado a abaixar a cabeça quando ameaçado pelo relho. O sotaque que vocês gostam é o nhém-nhém-nhém grã-fino de FHC, o da simulação, da dissimulação, da bata paramentada por láureas universitárias. Não importa se o conteúdo é grosseiro, inoportuno ou hipócrita (“esqueçam o que eu escrevi”, “ tenho um pé na senzala” “o resultado foi um trabalho de Deus”). O que vale é a forma, o estilo envernizado.

As pessoas com quem converso não falam assim – falam como Lula. Elas também xingam quando são injustiçadas. Elas gritam quando não são ouvidas, esperneiam quando querem lhe tapar a boca. A uma imprensa desacostumada ao direito de resposta e viciada em montar manchetes falsas e armações ilimitadas (seu jornal chegou ao ponto de, há poucos dias, “manchetar” a “queda” de Dilma nas pesquisas, quando ela saiu do primeiro turno com 47% e já entrou no segundo com 53 ) ficou impossível falar com candura. Ao operário no poder vocês exigem a “liturgia” do cargo. Ao togado basta o cinismo.

Se houve erro nas falas de Lula isto não o faz menor, como você disse, imitando o Aécio. Gritos apaixonados durante uma disputa sórdida não diminuem a importância histórica de um governo que fez a maior revolução social de nossa História. E ainda querem que, no final de mandato, o presidente aguente calado a campanha eleitoral mais baixa, desqualificada e mesquinha desde que Collor levou a ex-mulher de Lula à TV.

Sordidez que foi iniciada por um vendaval apócrifo de ultrajes contra Dilma na internet, seguida das subterrâneas ações de Índio da Costa junto a igrejas e da covarde declaração de Monica Serra sobre a “matança de criancinhas”, enfiando o manto de Herodes em Dilma. Esse cambapé de uma candidata a primeira dama – que teve o desplante de viajar ao seu país paramentada de beata de procissão, carregando uma réplica da padroeira só para explorar o drama dos mineiros chilenos no horário eleitoral – passou em branco nos editoriais. Ela é “acadêmica”.

A esta senhora e ao seu marido você deveria também exigir “caráter, nobreza de ânimo, sentimento, generosidade”.

Você não vai “decidir” que Lula ficou menor, não. A História não está sendo mais escrita só por essa súcia de jornais e televisões à qual você pertence. Há centenas de pessoas que, de graça, sem soldos de marinhos, mesquitas, frias ou civitas, estão mostrando ao país o outro lado, a face oculta da lua. Se não houvesse a democracia da internet vocês continuariam ladrando sozinhos nas terras brasileiras, segurando nas rédeas o medo e o silêncio dos carneiros.

Carlos Torres Moura

Além Paraíba-MG

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É isso aí.

Show!

Você começa e não consegue parar de ler. Pena que acaba!

Forte candidato a case na história a ser contada sobre as práticas do bonde da Dona Judith (Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional dos Jornais), nas eleições de 2010.


O blog até sugere que o texto do brasileiro aposentado passe a ser tratado como divisor de águas nas práticas jornalísticas em vigor no Brasil. Pelas sua clareza, oportunidade e sensatez,  merece tal distinção e a mais ampla divulgação possível.

Carlos Torres Moura chega para ajudar a superar a trama diabólica urdida pelo PIG, pelo homem sem escrúlupos que se diz “do bem” e pelos seus jornalistas de estimação.

Pela ponte, pela ponte...

Convido os leitores do blog a um passeio pela ponte sobre o rio Araguaia, recém inaugurada.

terça-feira, outubro 26, 2010

O silêncio da grande mídia

Caso Amaury: conspiração do silêncio?


- Brizola Neto



Não conheço o senhor Amaury Ribeiro. Sei, apenas, que tem uma trajetória profissional que passou pelo jornal O Globo, JB, Estado de Minas, Istoé e vários outros veículos. Não me cabe, mas à polícia, determinar se ele cometeu crime de violação de sigilo fiscal. Nem jurar que o que ele diz é verdade ou mentira. Mas, como qualquer pessoa, Amaury não pode ser reduzido ao silêncio.


E foi isso que a imprensa fez, não obstante ele ser um jornalista e, dentro da profissão, ter tido alguns dos maiores prêmios profissionais que poderia obter: o Prêmio Esso (três vezes) e o Valdimir Herzog (quatro).

Ontem, ao sair do depoimento na Polícia Federal, ele distribuiu documentos que integrariam a CPMI do Banestado, aos quais obteve acesso legal. Não se tratava de declarações de renda ou bens obtidos criminosamente. Os documentos foram xerocopiados no próprio Tribunal de Justiça de São Paulo e trazem este registro de presunçao de autenticidade.

Nada foi publicado.

Nem mesmo a carta com que Amaury Ribeiro encaminhou o documento a seus colegas, que reproduzo abaixo, obtida no Blog do Nassif , onde também podem ser baixados os documentos oferecidos por Amaury, em .pdf, aqui e aqui.

Leia e veja o que os jornais de hoje dizem ser “uma papelada” e deixam de apurar se é verdadeiro.

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NB  - Pa ler a carta de Amaury, entregue à imprensa.

Veja onde será sua prova do Enem

Você vai se submeter às provas do Enem?

O site do Inep disponibilizou os pontos onde os 4,6 milhões de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) farão as provas em 6 e 7 de novembro.

Acesse. 

Amazônia, extraordinário "planeta"

Notícia maravilhosa!

A Amazônia, realmente, tem uma diversidade inexistente em qualquer outro lugar do planeta

A Rede WWF  acaba de publicar relatório apontando descoberta  de mais  de 1.200 espécies novas de plantas e de animais vertebrados no bioma Amazônia entre 1999 e 2009.

Uma nova espécie a cada três dias.

Relatório pode ser lido neste link.

segunda-feira, outubro 25, 2010

STF tende a enquadrar Jader no Ficha Limpa

O recurso apresentado pelo candidato ao Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA), contra a Lei da Ficha Limpa deve ser negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento previsto para a próxima quarta-feira (27).

Essa é a avaliação feita para o blog por um dos ministros do Supremo - por sinal contrário à aplicação imediata da nova lei.

Segundo ele, assim como ocorreu no julgamento do recurso de Joaquim Roriz, em setembro, o plenário do STF deve se dividir - cinco votos pela aplicação imediata da lei, cinco contra.

O ministro disse que a tese mais aceita hoje nos bastidores do tribunal para o desempate é a de recorrer ao art 146 do regimento interno do próprio tribunal, que diz:

“Havendo, por ausência ou falta de um Ministro, nos termos do art. 13, IX, empate na votação de matéria cuja solução dependa de maioria absoluta, considerar-se-á julgada a questão proclamando-se a solução contrária à pretendida ou à proposta”.

Ou seja: prevaleceria o entendimento contrário ao recurso de Jader que alega, entre outros pontos, que as novas regras de inelegibilidade não podem retroagir.

(...)
Uma possível condenação de Jader poderá levar à realização de outra eleição para senador no Pará. Isso porque o terceiro colocado, Paulo Rocha (PRB), também foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa pelo TSE por ter renunciado ao mandato de deputado federal para escapar de cassação em 2005.

Juntos, Jader e Rocha obtiveram mais da metade dos votos no Estado, que podem ser anulados dependendo da decisão do STF.

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Relato acima de Ricardo Noblat, confirmando-se no STF, trará profundas mudanças na política do Pará.

Texto completo.

Vida digna

Para vencer o tráfico de drogas e a violência é preciso oferecer escola, saúde e emprego, “porque não há bandido que consiga vencer a dignidade, o povo trabalhador”.

Afirmação de Lula, hoje de manhã, 25, em cerimônia de entrega de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. O presidente ressaltou que quando há respeito ao povo, quando não há distinção entre as pessoas pobres e ricas, é possível fazer as coisas melhorarem.




                        - O filho de vocês agora pode estudar em uma escola com ar-condicionado. Isso não poderia continuar ser privilégio de poucos. Não pode o filho de um estudar com ar condicionado e o filho de outro não conseguir nem escrever pelo suor que escorria sobre o caderno. Isso não é favor, é reparação aos anos de descaso que o Rio de Janeiro teve em outros governos.


Parte do discurso do Presidente:

Os ventos não param

O vento girou a turbina e só a Marina não viu?

  - Brizola Neto



Imperdível a reportagem de Naiana Oscar e Renée Pereira no Estadão de hoje. Ela conta um pouco da revolução silenciosa que está acontecendo na geração eólica de energia no Brasil.



“Quando comecei a oferecer nossos projetos para governos e concessionárias, parecia que eu estava recitando poesia, era coisa de desocupado”, conta na matéria o engenheiro Pedro Vial, um dos pioneiros do setor, sobre o que ocorria uma década atrás.



Hoje, relata a matéria, multinacionais de todas as partes do mundo disputam um mercado que vai gerar, dentro de três anos, metade da energia de Itaipu. Do lado brasileiro, só a Petrobras. Embora não seja tão estratégico quanto as usinas hidroelétricas, porque a produção se dá em pequenas unidades e não em megainstalações, a nossa empresa de energia tem de avançar mais no setor, até porque é lucrativo.


A matéria relata ainda a saga dos produtores de tecnologia para o setor no Brasil. A Tecsis, segunda maior fabricante de pás para geradores eólicos do mundo foi fundada por engenheiros do Centro de Tecnologia Aeroespacial de São José dos Campos produziu, ao longo de 15 anos de existência, 30 mil pás produzidas. Todas foram exportadas. Não havia nenhuma pá da Tecsis girando em usinas brasileiras até o início deste mês, quando os equipamentos foram inaugurados num parque eólico da Impsa, uma empresa espanhola que explora esta energia no Ceará.


Quando Dilma aparece, na propaganda eleitoral, tendo um parque de geradores eólicos ao fundo não é uma “jogada de marketing”. É o símbolo de uma visão de governo que aposta na energia limpa sem apelar para a demagogia de dizer que vai deixar lá no fundo o petróleo do pré-sal porque petróleo é energia suja. Não dizem, é claro, que ficar lá é permanecer como reserva para as multinacionais do petróleo.


É uma visão capaz de levar a geração eólica a chegar acima de 15% de toda a geração elétrica no Brasil, sem a necessidade de usar usinas a óleo (muito poluentes) ou a gás (menos, mas também poluentes) e, sobretudo, sem a necessidade de alagar mais áreas do território, com as consequências ambientais e humjanas que isso traz. Ao lado da biomassa, é uma das mais promissoras rotas de mudança da matriz energética. E uma sinalização de que não haverá, com o pré-sal, um rebaixamento perdulário do preço dos derivados do petróleo, que não levou a desenvolvimento algum nos países produtores.


É uma visão que não faz a demagogia de apntar um “desmatamento zero” que todo mundo quer, é claro, mas que não vai ser alcançado de uma só vez, por uma canetada.


A senadora Marina Silva deveria refletir sobre isso, antes de se omitir neste segundo turno. Quando a gente tem um sonho de futuro, precisa defendê-lo no presente.

A cena nos programas eleitorais não é marketing, é política de Governo


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Nota do blog: matéria citada pelo Brizola está aqui,  em sua integridade.

Ora, bolas!

Bombando no Twitter:

                       - Serra é o único ser humano com CORAGEM pra pedir direito de resposta a um tweet. Valha-me nossa Senhora das bolinhas de papel..

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atualização às 11:48

Outra do Twitter:

ricocarlos: RT @Bolinhadepapel: Polícia ambiental multa dono de animal por maus tratos: ele deixava o bichinho dormir em cima da Folha de São Paulo.

A corrente do Bem

Pra italiano ver

Para quem não viu ainda, aqui está o link do vídeo que mostra Susana  Werner fazendo chique declaração de amor ao seu marido, Júlio César, goleiro da Inter de Milão.

O programa da Tv italiana  “Chiambretti Night” bateu recorde de audiência e o vídeo, solto na Internet, ganhando índices recorde de acesso.

"Senador-Multidão"

Em todo Estado por onde passa fazendo campanha para José Rojas Arruda Serra, o senador eleito de Minhas Gerais, Aécio Neves (PSDB),  repete a mesma frase:

                     “´Peço que me considerem o quarto senador  para brigar por recursos e obras para este Estado".

domingo, outubro 24, 2010

Expectativas de novas armações

Luiz Carlos Azenha convoca os brasileiros para ficarem de prontidão diante da possibilidade de novas armações da direita brasileira:

O alerta é de um jornalista experiente, com amplos contatos na comunidade de informações, com arapongas e ex-arapongas.

Não nasce de um evento específico, mas de um encadeamento lógico de fatos: a campanha sórdida e subterrânea na internet, os panfletos apócrifos, as chamadas por robôs e a farsa de Campo Grande, onde o único ferido — realmente ferido — foi um militante petista com um corte no supercílio (que não apareceu no Jornal Nacional).

Vem da repetição de um padrão no telejornal de maior audiência: Dilma, agressiva; Serra, vítima. Um padrão que se manteve na noite deste sábado, quando a Globo omitiu o discurso do governador paulista Alberto Goldman em que ele sugeriu uma comparação entre Lula e Hitler (com menção ao incêndio do Reichstag), omitiu que militantes de PT fizeram um cordão de isolamento para que uma passeata tucana avançasse em Diadema e destacou o uso, por eleitores de Serra, de capacetes para se “proteger” das bolinhas de papel.

O colega, em seu exercício de futurologia, mencionou o Rio de Janeiro como o mais provável palco de uma armação, por dois motivos:

1) é onde fica a Globo;

2) é onde subsiste a arapongagem direitista.

Como lembrei neste espaço, anteriormente, foi assim o golpe midiático perpetrado em 2002, na Venezuela, retratado nos documentários A Revolução Não Será Televisionada e Puente LLaguno.

Parte essencial daquele golpe, que juntou militares insatisfeitos com a oposição em pânico e apoio maciço da mídia, foi a acusação de que militantes chavistas tinham atirado em civis desarmados, quando as 19 mortes registradas num confronto entre militantes das duas partes resultaram de tiros disparados por franco-atiradores e policiais de Caracas leais à oposição. Porém, foram semanas até que tudo ficasse claro para boa parte dos venezuelanos e para a opinião pública internacional.

O Brasil de 2010 não é a Venezuela de 2002, mas não custa ficar alerta.

Onde estará Wally? (*)

Para quem andava serelepe,  atá a missa de Aparecida do Norte quando ex-alunas resolveram contar  verdades sobre a professora Mônica, o "desaparecimento"  da mulher de Serra Arruda Rojas não é intrigante?

Mônica e Zébolinha  deixaram de circular juntos na campanha presidencial.

Como particularmente o poster é totalmente favorável à descriminalização do aborto, lembremos  que foi Monica quem introduziu o tema na campanha ao pedir para um eleitor nao votar em Dilma porque ela defendia "matar criancinhas".

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(*) - Para quem desconhece a referência do título deste post.

Viagra feminino é "deletado"

O  "viagra feminino" faria  realmente diferença quando se fala de desejo?

Equívocos de Marina

Líder não se omite. Escolhe um lado e luta


- Brizola Neto


Lamentável a declaração da senadora Marina Silva de que não assume posição no segundo turno porque , nas suas palavras, “não acredita em voto de manada.”

Senadora, os eleitores, muito menos os seus, não são manada. Têm opinião própria. Mas quando se referenciam numa liderança, estabelecem com ela uma relação de confiança e troca.

Não me ocorreu que Marina pudesse considerar um “voto de manada” o crescimento de sua candidatura na reta final do primeiro turno. Se ela diz que a “onda verde” que fez crescer sua candidatura, como ela diz, “o voto democrático do cidadão que acreditou na sua plataforma, discurso, postura e trajetória”, deve achar que as pessoas a seguiram por serem livres para escolher, não porque sejam uma “manada”. Aliás, a propaganda de Marina foi recheada de declarações de voto de celebridades e pastores e nem por isso eles trataram os eleitores como “manada”. Ou trataram?

Portanto, embora tenha o direito de não declarar o voto, Marina não tem o direito de dizer que aqueles que recomendam o voto tratam o eleitor como manada.

Aliás, pessoas que, no mundo inteiro, se preocupam com a questão ecológica está muito mais associada a uma candidatura do campo popular que à velha direita que construiu um modelo mundial de devastação. Tanto que os líderes históriocos do movimento verde na Europa, manifestaram, em carta, seu que, em carta, declararam apoio a Dilma, como informa o Opera Mundi.

“A manutenção da esquerda no poder é a única possibilidade real de fazer avançar a causa ecológica no país”, diz a carta. “A vitória da direita representaria o triunfo do complexo agro-industrial e dos céticos em matéria de aquecimento global”, enfatiza o documento, ressaltando conquistas como o estatuto da floresta, “que começou a limitar a devastação na Amazônia e no Mato Grosso”, e a demarcação de terras indígenas, como Raposa Serra do Sol.

Os verdes europeus não se limitam apenas às questões ambientais, destacando também que no plano internacional, “os aspectos mais inovadores da política Sul-Sul de Lula (certamente pelo fato de seu apoio a Ahamdinejad), seriam condenados ao ostracismo com um realinhamento com os Estados Unidos”.

A carta dos verdes europeus faz um alerta sobre José Serra, a quem não consideram sequer um social democrata de centro. “Por trás dele, a direita brasileira vem mobilizando tudo o que há de pior em nossas sociedades: preconceitos sexistas, machistas e homofóbicos, junto com interesses econômicos os mais escusos e míopes. A direita sai do porão”, afirma a carta.

Os verdes elogiam Gilberto Gil, por conclamar o voto em Dilma “sem ambiguidade”, e manifestam compreensão pelo não posicionamento de Marina sob o argumento de que seria difícil um alinhamento imediato com quem ela entrou em conflito quando estava no governo. “Mas nossa experiência como força política e de oposição e governo na Europa nos permite afirmar a nossos companheiros brasileiros que, nas atuais circunstâncias do Brasil, a ancoragem na esquerda é a única possibilidade real de fazer avançar a causa ecológica.”

A carta é assinada por Dany Cohn Bendit (Alemanha), co-presidente do grupo de deputados do Partido Verde no Parlamento europeu; Monica Frassoni (Itália), co-presidente do Partido Verde europeu; Philippe Lamberts (Bélgica), co-presidente do Partido Verde europeu , e os franceses Dominique Voynet, senadora, prefeita da Cidade de Montreuil e ex-Ministra do Meio Ambiente; Yves Cochet, deputado nacional e também ex-MInistro do Meio Ambiente; Noël Mamère, deputado Nacional e prefeito de Bègles; José Bové, deputado europeu; Alain Lipietz, dirigente dos Verdes e ex-deputado europeu; Jérôme Gleizes, dirigente da comissão internacional dos Verdes, e Yann Moulier Boutang, co-diretor da Revista Multitudes (Paris).

Uma pena que Marina, a quem a história deu a oportunidade de ser a grande líder da causa ambiental no Brasil, preferindo a omissão pessoal. O líder, quando é mesmo líder de uma causa e não de um projeto pessoal, não se omite. Escolhe um campo e enfrenta as batalhas decisivas.

Na Folha 12

No comício que Ana Júlia realizou em Marabá, na noite de sábado, 23, o  prefeito  Maurino Magalhães desfilou entusiasmo em seu discurso na Folha 12, diante de cerca de três mil pessoas.

Quem também rasgou elogios a Ana Júlia foi o deputado federal reeleito Giovanni Queiroz (PDT)

O PSDB (partido de Simão Jatene) trabalha contra a independência da nossa região”, inflamou Giovanni.

Zico lança projeto em Marabá

Na terça-feira, 26, Zico participa, em Marabá, de solenidade de lançamento de 15 escolinhas de futebol do seu projeto Zico 10, em parceria com a Prefeitura de Marabá.

Até 1.500 garotos poderão ser inscritos.

À noite, haverá partida de futebol da seleção brasileira de veteranos contra o escrete marabaense, no Zinho Oliveira.

Não há confirmação da presença de Zico entre os atletas selecionados.

Ministro em Marabá

Nesta segunda-feira, 25, ministro dos Transportes, Pedro Paulo Passos, desembarca às 8h30 em Marabá.

Na programação, visita de vistoria às obras de duplicação da ponte sobre o Rio Itacaiúnas e da rodovia Transamazônica, num trecho de 6 km na área urbana da cidade.


Em seguida, Pedro Paulo segue para Araguatins (TO), onde, às 11 horas, inaugura a ponte de 900 metros sobre o Rio Araguaia, ligando os estados do Pará e do Tocantins.