Banco suiço USB recebeu relatório dando conta da probabilidade de vitória de Dilma Roussef já no primeiro turno da eleição presuidencial.
"Significativa probabilidade", diz.
Está no Estadão.
sábado, junho 05, 2010
Junior assume Águia de Marabá
O gente finíssima Junior do Teclado, o músico mais popular de Marabá, até a próxima terça-feira é o presidente interino do Águia de Marabá, com a viagem a Belém de Sebastião Ferreirinha e diretores hierarquicamente abaixo da presidência.
Junior, a propósito, vivendo o Águia 24 horas, já criou, inclusive, um fórum de debates na Internet, participando ativamente, ao lado dos torcedores, do dia a dia do clube.
Junior, a propósito, vivendo o Águia 24 horas, já criou, inclusive, um fórum de debates na Internet, participando ativamente, ao lado dos torcedores, do dia a dia do clube.
Ibope mostra agora o óbvio
Sem-vergonhice quilométrica, a do Ibope.
Depois de passar meses assegurando vitória de Zé Serra ainda no primeiro turno, o Montenegro, dono do instituto, começa a "ajustar" seus levantamentos.
A pesquisa deste final de semana, empate entre Dilma e Zé, mostra uma subida de apenas oito pontos da candidata Roussef em relação ao último enfoque ibopiano.
O PT já tem números atualizados, feitos pelo Vox, para consumo interno, mostrando a candidata de Lula cinco pontos acima do ex-governador paulista.
Veja aqui a pesquisa. E aqui.
Depois de passar meses assegurando vitória de Zé Serra ainda no primeiro turno, o Montenegro, dono do instituto, começa a "ajustar" seus levantamentos.
A pesquisa deste final de semana, empate entre Dilma e Zé, mostra uma subida de apenas oito pontos da candidata Roussef em relação ao último enfoque ibopiano.
O PT já tem números atualizados, feitos pelo Vox, para consumo interno, mostrando a candidata de Lula cinco pontos acima do ex-governador paulista.
Veja aqui a pesquisa. E aqui.
Nas ondas do NavegaPará
O Pará do atraso.
O Pará do isolamento.
O Pará das "ilhas" sociais marginalizadas por total falta de acesso à informação.
Este Pará está acabando.
O NavegaPará é o responspavel pela revolução tecnológica em fase de implantação sistemática, em todas as regiões do Estado.
Quando o poster fala do NavegaPará, cita o programa com forte sensação de que nossos jovens encontraram um porto seguro, estão conhecendo e se adequando aos tempos da informação digital com uma velocidade estonteante.
É gostoso ver filhos de assentados lá na zona rural de Eldorado dos Carajás acessando Internet em banda larga, todos orientados por monitores devidamente treinados pela Sedect.
Essa imagem descrita acima ficou na cabeça do poster quando, quarta-feira, no Assentamento 17 de Abril, presenciou 32 garotos na faixa etária de 8 a 12 anos, participando de uma sessão de aula digital ministrada por monitores do governo.
Sensação incomum, sentimento de que o Pará ganha novos ares.
Cabeça desse projeto, o secretário Maurílio Monteiro é entusiasta e ideólogo dos investimentos que Ana Júlia vem fazendo para mudar realmente o perfil social do Pará. Conversando com ele sobre o programa, percebe-se o quanto há empolgação e, principalmente, conhecimento dos efeitos extraordinários que o Navega já está produzindo.
O termo “inclusão digital”, de tão usado, já se tornou um jargão.
É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados.
É que inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia.
E isto o NavegaPará vem produzindo em larga escala.
Quando se fala em inclusão digital, é comum o erro de interpretação, porque muita gente acha que incluir digitalmente é colocar computadores na frente das pessoas e apenas ensiná–las a usar Windows e pacotes de escritório.
A analogia errônea irrita e ajuda a propagar cenários surreais da chamada inclusão digital, como é o caso de comunidades ou escolas que recebem computadores novinhos em folha, mas que nunca são utilizados porque não há telefone para conectar à internet ou porque faltam professores qualificados para repassar o conhecimento necessário - como vem ocorrendo na maioria dos Estados onde se tenta "incluir digitalmente" as pessoas.
O NavegaPará atua dentroi de espectro saudável. E lógico.
Ele oferece banda larga, ensina o usuário a utilizá-lo através de instrutores devidamente qualificados.
Abre parenteses.
Recentemente, o poster leu no UOL que a maioria dos projetos de inclusão digital do Nordeste não estava avançando por causa da baixa escolaridade dos intrutores selecionados pelos governos estaduais.
Fecha parenteses.
Estava certo o pernambucano Chico Science ao dizer que os computadores fazem arte, só que ele esqueceu de acrescentar: também fazem cidadania.
O Pará, não duvidem disso, está passando por uma revolução informacional.
Alguns criticam o programa imaginando que, em países pobres, não se deveria nem falar em inclusão digital enquanto há pessoas com fome e desempregadas na rua. O problema é que são as nações pobres as quais, justamente, costumam se beneficiar melhor das ações includentes.
Estados como o Pará, a inclusão digital precisa ser acentuada com mais prática e menos teoria. E isso está sendo feito, na forma e no esquadro.
Comunidades de baixa renda tendem a atrair menos investimentos em infra–estruturas de telecomunicações e tecnologias, gerando menos motivação de empresas e governos. Em lugares assim, há um risco óbvio de diminuir ainda mais as ofertas de bons empregos e serviços para todos daquela comunidade.
O NavegaPará cumprirá seu papel de impedir que isso ocorra em nosso Estado.
O programa não oferece apenas acesso à internet e editor de textos. Ele está transformando a perspectiva de vida das pessoas, buscando soluções práticas que melhorem a vida desses novos usuários.
E não são apenas jovens envolvidos nesse novo conceito de vivência.
Adultos e idosos, antes conhecedores apenas das ferramentas diárias como a enxada e o facão, estão entrando na onda, ampliando a visão de que o mundo é bem mais extenso, e perto, do que eles pensavam
Dia desses, lendo o blog do Ercio Bemerguy, entendi o tamanho e a importândia do Navega para todo o Estado.
Numa foto, dois internautas de Santarém, desfrutam lazer em plena Praça da Matriz, conectados, sem fio, à rede wireless espalhada pelo governo do Estado.
A mesma imagem pode ser vista na orla de Marabá ou em outras cidades paraenses. Pontos onde o acesso é feito sem fio, e com navegabilidade rápida
Assim como a população de Santarém, no coração de sua área urbana, muitas outras comunidades, distantes dos grandes centros, desfruta desse avanço.
E mais um passo foi dado para que as ações do NavegaPará se estendam Estado adentro, beneficiando municípos pobres.
O poster acaba de tomar conhecimento de novas ações de expansão do NavegaPará - sentindo mais empolgação em torno de um programa que mudará, para sempre, a história de desenvolvimento deste Estado, sempre explorado maquiavelicamente por seus antigos dirigentes.
Ana Júlia, respaldada pelo Maurílio, está conseguindo permitir que o Estado do Pará não perca o bonde da informação, implantando os meios necessários (computadores e laboratórios) e recursos apropriados (internet rápida, telecomunicações), para aquecer a economia e melhorar seus baixos índices sociais.
Na zona rural de Eldorado, comunidade pobre aprende a lidar com nova ferramenta que o NavegaPará espalha democratiamente pelo Estado.
-------------
Recomendação do blog: será pura perda de tempo, o envio de comentários raivosos da banda podre deste Estado que não se conforma com as ações de um governo popular, voltado a beneficiar os mais pobres mesmo.
Não percam tempo acusando o poster de beneficiário de DAS ou coisa do gênero. Não temos nenhum vínculo deste tipo com o atual governo, mas torcemos pelo seu sucesso.
O Pará do isolamento.
O Pará das "ilhas" sociais marginalizadas por total falta de acesso à informação.
Este Pará está acabando.
O NavegaPará é o responspavel pela revolução tecnológica em fase de implantação sistemática, em todas as regiões do Estado.
Quando o poster fala do NavegaPará, cita o programa com forte sensação de que nossos jovens encontraram um porto seguro, estão conhecendo e se adequando aos tempos da informação digital com uma velocidade estonteante.
É gostoso ver filhos de assentados lá na zona rural de Eldorado dos Carajás acessando Internet em banda larga, todos orientados por monitores devidamente treinados pela Sedect.
Essa imagem descrita acima ficou na cabeça do poster quando, quarta-feira, no Assentamento 17 de Abril, presenciou 32 garotos na faixa etária de 8 a 12 anos, participando de uma sessão de aula digital ministrada por monitores do governo.
Sensação incomum, sentimento de que o Pará ganha novos ares.
Cabeça desse projeto, o secretário Maurílio Monteiro é entusiasta e ideólogo dos investimentos que Ana Júlia vem fazendo para mudar realmente o perfil social do Pará. Conversando com ele sobre o programa, percebe-se o quanto há empolgação e, principalmente, conhecimento dos efeitos extraordinários que o Navega já está produzindo.
O termo “inclusão digital”, de tão usado, já se tornou um jargão.
É comum ver empresas e governos falando em democratização do acesso e inclusão digital sem critérios e sem prestar atenção se a tal inclusão promove os efeitos desejados.
É que inclusão digital significa, antes de tudo, melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia.
E isto o NavegaPará vem produzindo em larga escala.
Quando se fala em inclusão digital, é comum o erro de interpretação, porque muita gente acha que incluir digitalmente é colocar computadores na frente das pessoas e apenas ensiná–las a usar Windows e pacotes de escritório.
A analogia errônea irrita e ajuda a propagar cenários surreais da chamada inclusão digital, como é o caso de comunidades ou escolas que recebem computadores novinhos em folha, mas que nunca são utilizados porque não há telefone para conectar à internet ou porque faltam professores qualificados para repassar o conhecimento necessário - como vem ocorrendo na maioria dos Estados onde se tenta "incluir digitalmente" as pessoas.
O NavegaPará atua dentroi de espectro saudável. E lógico.
Ele oferece banda larga, ensina o usuário a utilizá-lo através de instrutores devidamente qualificados.
Abre parenteses.
Recentemente, o poster leu no UOL que a maioria dos projetos de inclusão digital do Nordeste não estava avançando por causa da baixa escolaridade dos intrutores selecionados pelos governos estaduais.
Fecha parenteses.
Estava certo o pernambucano Chico Science ao dizer que os computadores fazem arte, só que ele esqueceu de acrescentar: também fazem cidadania.
O Pará, não duvidem disso, está passando por uma revolução informacional.
Alguns criticam o programa imaginando que, em países pobres, não se deveria nem falar em inclusão digital enquanto há pessoas com fome e desempregadas na rua. O problema é que são as nações pobres as quais, justamente, costumam se beneficiar melhor das ações includentes.
Estados como o Pará, a inclusão digital precisa ser acentuada com mais prática e menos teoria. E isso está sendo feito, na forma e no esquadro.
Comunidades de baixa renda tendem a atrair menos investimentos em infra–estruturas de telecomunicações e tecnologias, gerando menos motivação de empresas e governos. Em lugares assim, há um risco óbvio de diminuir ainda mais as ofertas de bons empregos e serviços para todos daquela comunidade.
O NavegaPará cumprirá seu papel de impedir que isso ocorra em nosso Estado.
O programa não oferece apenas acesso à internet e editor de textos. Ele está transformando a perspectiva de vida das pessoas, buscando soluções práticas que melhorem a vida desses novos usuários.
E não são apenas jovens envolvidos nesse novo conceito de vivência.
Adultos e idosos, antes conhecedores apenas das ferramentas diárias como a enxada e o facão, estão entrando na onda, ampliando a visão de que o mundo é bem mais extenso, e perto, do que eles pensavam
Dia desses, lendo o blog do Ercio Bemerguy, entendi o tamanho e a importândia do Navega para todo o Estado.
Numa foto, dois internautas de Santarém, desfrutam lazer em plena Praça da Matriz, conectados, sem fio, à rede wireless espalhada pelo governo do Estado.
A mesma imagem pode ser vista na orla de Marabá ou em outras cidades paraenses. Pontos onde o acesso é feito sem fio, e com navegabilidade rápida
Assim como a população de Santarém, no coração de sua área urbana, muitas outras comunidades, distantes dos grandes centros, desfruta desse avanço.
E mais um passo foi dado para que as ações do NavegaPará se estendam Estado adentro, beneficiando municípos pobres.
O poster acaba de tomar conhecimento de novas ações de expansão do NavegaPará - sentindo mais empolgação em torno de um programa que mudará, para sempre, a história de desenvolvimento deste Estado, sempre explorado maquiavelicamente por seus antigos dirigentes.
Ana Júlia, respaldada pelo Maurílio, está conseguindo permitir que o Estado do Pará não perca o bonde da informação, implantando os meios necessários (computadores e laboratórios) e recursos apropriados (internet rápida, telecomunicações), para aquecer a economia e melhorar seus baixos índices sociais.
Na zona rural de Eldorado, comunidade pobre aprende a lidar com nova ferramenta que o NavegaPará espalha democratiamente pelo Estado.
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Recomendação do blog: será pura perda de tempo, o envio de comentários raivosos da banda podre deste Estado que não se conforma com as ações de um governo popular, voltado a beneficiar os mais pobres mesmo.
Não percam tempo acusando o poster de beneficiário de DAS ou coisa do gênero. Não temos nenhum vínculo deste tipo com o atual governo, mas torcemos pelo seu sucesso.
Formigueiro ferve
Mexer no bolso das pessoas.
É isso que representa a tal ordem de comando a ser dada pelo presidente do PMDB, Jader Barbalho, segundo informa a imprensa de Belém, para que todos os ocupantes de cargos de governo ligados ao partido deixem suas cadeiras, imediatamente.
Mexer no bolso das pessoas, como se sabe, é mexer com a família.
Têm gente por esse Sul do Pará p.... da vida com a decisão.
Há alguns dispostos a não deixarem o cargo, mesmo sob ordem-de-capitão.
- Eles se ajustam lá em cima e a gente aqui é quem sofre para manter a família e as responsabilidades financeiras do dia a dia.
Mais ou menos, isso é o que se ouve de cada indivíduo ocupante de cargo.
É isso que representa a tal ordem de comando a ser dada pelo presidente do PMDB, Jader Barbalho, segundo informa a imprensa de Belém, para que todos os ocupantes de cargos de governo ligados ao partido deixem suas cadeiras, imediatamente.
Mexer no bolso das pessoas, como se sabe, é mexer com a família.
Têm gente por esse Sul do Pará p.... da vida com a decisão.
Há alguns dispostos a não deixarem o cargo, mesmo sob ordem-de-capitão.
- Eles se ajustam lá em cima e a gente aqui é quem sofre para manter a família e as responsabilidades financeiras do dia a dia.
Mais ou menos, isso é o que se ouve de cada indivíduo ocupante de cargo.
Fala sério...
Pré-candidatura ao governo a merecer todo tipo de gozação, essa de Domingos Juvenil (PMDB).
Andando por aí, toda hora procuramos medir a pulsação de prefeitos, vereadores e de lideranças comunitárias com poder de influência junto a quem vota, perguntando sobre a saga de Juvenil.
O retorno é uníssimo: nada representa para eles.
Ou seja, nem laranja. Nem lima. Nem tangerina.
É apenas algo mesmo sem substância.
Andando por aí, toda hora procuramos medir a pulsação de prefeitos, vereadores e de lideranças comunitárias com poder de influência junto a quem vota, perguntando sobre a saga de Juvenil.
O retorno é uníssimo: nada representa para eles.
Ou seja, nem laranja. Nem lima. Nem tangerina.
É apenas algo mesmo sem substância.
Omissos e irresponsáveis
O número de veículos nas ruas deve chegar a dois bilhões em 2050. E o transporte rodoviário é responsável por cerca de 17% das emissões de dióxido de carbono (CO2) associadas à energia.
Andando por essas cidades paraenses dá pra perceber, e preocupar-se, com a falta de iniciativas das prefeituras para a garantia futura de vias largas e disponibilidade de espaço para a segurança dos pedestres.
Ninguém se preocupa com isso.
A desculpa é de que a situação, para tomada de ações práticas, requer recursos, e isso ninguém tem.
Sempre desculpas de falta de recursos.
Os caras nao tem criatividade.
Não pensam em discutir a questão junto com suas comunidades, formar comissões para buscar apoio político de parlamentares, levar o tema à debate aberto.
Se as prefeituras municipais nao tomarem à frente, pensando em garantir transporte mais limpo e sustentável, imaginem como estarão as cidades dentro de quinze anos!
Marabá, como exemplo, e aí se pode incluir Santarém, Altamira, Castanhal e outras cidades médias, necessitam visualizar seus prefeitos e câmaras municipais como eixo de guinada à rápida mudança para tornar o transporte urbano mais eficiente.
Refletir sobre a importância da mobilidade sustentável para a vida moderna.
Não adianta esconder o sol com penceira: o caminho para a garantia de um trânsito menos louco, deve partir das prefeituras, agora.
Já.
Esses caretas necessitam entender que temas como inovações tecnológicas para redução de consumo de combustível, diminuição de emissões de gases estufa e CO2, redução do número de acidentes rodoviários e melhorias das condições do trânsito urbano, devem ser parte crucial de suas agendas.
E as comunidades, partirem pra pressão.
Panela de pressão neles, cobrando posturas naquele sentido.
Andando por essas cidades paraenses dá pra perceber, e preocupar-se, com a falta de iniciativas das prefeituras para a garantia futura de vias largas e disponibilidade de espaço para a segurança dos pedestres.
Ninguém se preocupa com isso.
A desculpa é de que a situação, para tomada de ações práticas, requer recursos, e isso ninguém tem.
Sempre desculpas de falta de recursos.
Os caras nao tem criatividade.
Não pensam em discutir a questão junto com suas comunidades, formar comissões para buscar apoio político de parlamentares, levar o tema à debate aberto.
Se as prefeituras municipais nao tomarem à frente, pensando em garantir transporte mais limpo e sustentável, imaginem como estarão as cidades dentro de quinze anos!
Marabá, como exemplo, e aí se pode incluir Santarém, Altamira, Castanhal e outras cidades médias, necessitam visualizar seus prefeitos e câmaras municipais como eixo de guinada à rápida mudança para tornar o transporte urbano mais eficiente.
Refletir sobre a importância da mobilidade sustentável para a vida moderna.
Não adianta esconder o sol com penceira: o caminho para a garantia de um trânsito menos louco, deve partir das prefeituras, agora.
Já.
Esses caretas necessitam entender que temas como inovações tecnológicas para redução de consumo de combustível, diminuição de emissões de gases estufa e CO2, redução do número de acidentes rodoviários e melhorias das condições do trânsito urbano, devem ser parte crucial de suas agendas.
E as comunidades, partirem pra pressão.
Panela de pressão neles, cobrando posturas naquele sentido.
sexta-feira, junho 04, 2010
De volta, sábado
Atualização do blog, somente a partir deste sábado.
O poster estar ausente da base.
O poster estar ausente da base.
quinta-feira, junho 03, 2010
Indígenas: favoritismo de Marabá
Confirmando o que já foi divulgado no blog, Marcus Mutra, da Secom de Marabá, envia nota sobre o favoritismo de Marabá sediar os Jogos Indígenas.
O comentário feito pelo dirigente do Comitê Intertribal, Marcos Terena, de que, dentre os vários municípios candidatos a sediar a 11ª edição dos Jogos dos Povos Indígenas, Marabá é o que reúne as melhores condições, deixa o município em condição de favorito no contexto de acirrada disputa pela realização do evento em 2011.
A declaração do líder indígena se deu ao final do encontro ocorrido no Memorial dos Povos Indígenas (Brasília), na manhã do último dia 31 de maio, quando uma comitiva do município, formada por membro das secretarias de Cultura, Turismo, Meio Ambiente, Esporte e Comunicação, além de representantes da Fundação Casa da Cultura e Funai, apresentou e defendeu a proposta de Marabá como sede do torneio esportivo.
Além de Marcos e da comitiva marabaense, na reunião estiveram presentes o coordenador dos Jogos dos Povos Indígenas Carlos Terena, a chefe de Gabinete da Secretaria Nacional de Esporte e Lazer do Ministério do Esporte (SNDEL/MinE) Maria Leonor B. Ceia Ramos e os assessores parlamentares Jader Batista e Val-André Mutran, representando, respectivamente, os deputados federais paraenses Nilson Pinto e Giovanni Queiroz, apoiadores da candidatura de Marabá ao evento.
A decisão do Comitê Intertribal que definirá o município sede do evento deve ocorrer ainda durante o segundo semestre deste ano. Apesar do otimismo recíproco e também de uma sinalização crescente de apoio por parte de outros parlamentares e entidades, a disputa não será fácil. Além de outros municípios do Pará, Marabá concorre com municípios do Acre, Santa Catarina e São Paulo, entre os quais São Bernardo do Campo, cidade onde morou o presidente Lula.
Devendo reunir nesta 11ª edição um público estimado de 100 mil pessoas, o dobro do apurado em Paragominas por ocasião da edição anterior, para o evento, já estão confirmados atletas indígenas, observadores e imprensa da Guiana Francesa, Canadá, Equador e Estados Unidos.
Serra, Daniel Dantas.....
Extraído do blog Na Ilharga:
Encenação macabra
Em 2002, José Serra soltou dossiês contra Ciro Gomes, Anthony Garotinho e Roseana Sarney, sempre que esses candidatos experimentavam uma subida nas pesquisas eleitorais. O candidato tucano valia-se do relacionamento quase familiar mantido com o marginal de colarinho branco, Daniel Dantas, que havia contratado uma empresa, a Kroll, para espionar concorrentes na briga pelo controle das empresas de telefonia privatizadas e entregues ao comando de DD, de forma criminosa pelo governo FHC.
Pois bem, quando agora é lembrada essa profunda ligação entre a irmã do do banqueiro e afilha de Serra este, contando com a ajuda da abominável revista Veja, tenta se passar vítima de dossiês clandestinos, que teriam sido produzidos no comitê de campanha da candidata petista Dilma Roussef. Diversionismo de malandros, já que as tenebrosas transações feitas pelas duas marotas citadas são de conhecimento público e circulam livremente na internet
Como diz o "maquiador" Raul Jungman, em raro momento de lucidez, lugar de criminoso é na cadeia. De pleno acordo. Só não vale usar o tráfico de influência, junto ao Poder judiciário, para trancar processos.
Jatene põe o pé na estrada
De passagem por Marabá, Simão Jatene seguiu com equipe para o Sul do Estado, nesta quinta-feira, 3.
Visitará Bom Jesus do Tocantins e Abel Figueiredo, aqui no Sudeste, em seguida passa por Sapucaia, Rio Maria, Xinguara, Pau D’Arco, Redenção, Tucumã, Ourilândia e Água Azul do Norte,
É a caravana do projeto “O Pará que Queremos”, do Instituto Teotônio Vilela, com o pé na estrada.
Visitará Bom Jesus do Tocantins e Abel Figueiredo, aqui no Sudeste, em seguida passa por Sapucaia, Rio Maria, Xinguara, Pau D’Arco, Redenção, Tucumã, Ourilândia e Água Azul do Norte,
É a caravana do projeto “O Pará que Queremos”, do Instituto Teotônio Vilela, com o pé na estrada.
Povo nas ruas
Apesar do horário impróprio à realização de manifestação pública, o sol das 15 horas de quarta-feira, 2, não assustou a população de Jacundá.
Mais de cinco mil pessoas, segundo a PM, recepcionaram a governadora Ana Júlia durante solenidades de inauguração de diversas obras no município.
A carreata pelas ruas da cidade com mais de 500 carros deixou a governadora empolgadíssima.
Abraçada efusivamente por populares, ela teve momento pop star ao conceder autógrafos em blusas, agendas e folhas de papel.
Na peregrinação que a governadora realiza pelo Estado, a onda em Jacundá deve ter sido uma das maiores registradas.
Mais de cinco mil pessoas, segundo a PM, recepcionaram a governadora Ana Júlia durante solenidades de inauguração de diversas obras no município.
A carreata pelas ruas da cidade com mais de 500 carros deixou a governadora empolgadíssima.
Abraçada efusivamente por populares, ela teve momento pop star ao conceder autógrafos em blusas, agendas e folhas de papel.
Na peregrinação que a governadora realiza pelo Estado, a onda em Jacundá deve ter sido uma das maiores registradas.
quarta-feira, junho 02, 2010
Águia vai ganhar pontos caso Sandro jogue
Ao cabo, a diretoria do Águia não retorna do Rio de Janeiro com a mão no sol, vazia.
Auditores do STJD deram a dica:
- Sandro, do Paysandu, não pode jogar. Até pode, é claro, mas caso entre em campo gerará argumentos jurídicos para que o Águia ganhe os pontos do jogo de domingo, no Mangueirão.
Seguinte: a condenação social de Sandro sentenciada pelo TJD para cumprimento da pena doando cestas básicas, não vale. Esse sentença só tem respaldo jurídico no esporte caso seja efetivada em outro torneio subsequente ao campeonato paraense.
Melhor explicando: expulso num jogo do Campeonato Paraense, a sentença alternativa para doação de cestas básicas só teria validade cumprido entre o torneio da FPF e outro campeonto, como a Série C, Campeonato Brasileiro ou Copa do Brasil. Esse tipo de "sursis" não vale para cumprimento em torneio no qual foi condenado.
A dica foi dada ao presidente do Águia, Sebastião Ferreira, por dois auditores da CBF, no final desta quartá-feira, bo Rio de Janeiro.
Advogado do Águia já está com recurso pronto pedindo os pontos do jogo contra o Paysandu, caso Sandro enfrente o time marabaense.
-------------------------
atualização às 13:49 (3/6)
Mestre no tema, o advogado e blogueiro membro do Flanar, Francisco Rocha Junior ilumina mais ainda a questão da pena alternativa oferecida ao jogador Sandro, em comentário enviado ao blog.
Auditores do STJD deram a dica:
- Sandro, do Paysandu, não pode jogar. Até pode, é claro, mas caso entre em campo gerará argumentos jurídicos para que o Águia ganhe os pontos do jogo de domingo, no Mangueirão.
Seguinte: a condenação social de Sandro sentenciada pelo TJD para cumprimento da pena doando cestas básicas, não vale. Esse sentença só tem respaldo jurídico no esporte caso seja efetivada em outro torneio subsequente ao campeonato paraense.
Melhor explicando: expulso num jogo do Campeonato Paraense, a sentença alternativa para doação de cestas básicas só teria validade cumprido entre o torneio da FPF e outro campeonto, como a Série C, Campeonato Brasileiro ou Copa do Brasil. Esse tipo de "sursis" não vale para cumprimento em torneio no qual foi condenado.
A dica foi dada ao presidente do Águia, Sebastião Ferreira, por dois auditores da CBF, no final desta quartá-feira, bo Rio de Janeiro.
Advogado do Águia já está com recurso pronto pedindo os pontos do jogo contra o Paysandu, caso Sandro enfrente o time marabaense.
-------------------------
atualização às 13:49 (3/6)
Mestre no tema, o advogado e blogueiro membro do Flanar, Francisco Rocha Junior ilumina mais ainda a questão da pena alternativa oferecida ao jogador Sandro, em comentário enviado ao blog.
Se for para seguir na vera a aplicação do dispositivo usado pelo Paysandu para conversão da pena do Sandro, esta só poderia ocorrer antes da condenação. A conciliação penal só seria possível antes do julgamento, quando o procurador do TJD poderia propor, inclusive provocado pelo advogado do jogador, a conciliação. No caso, o Paysandu esperou o jogador ser julgado e condenado para somente depois propor a conversão. Isto é completamente irregular, pois viola o devido processo legal.
Pior é que o TJD sabe disso, pois o Águia tentou a mesma solução e, como tu sabes, não foi atendido.
Por isso tanta gente xinga o TJD paraense. Eles ainda se acham no direito de ficar com raiva.
STJD: apenas Daniel liberado
Flávio Diz Zveiter, relator do STJD, atendeu parcialmente pedido da diretoria do Águia de Marabá, liberando apenas o meia Daniel. Comissão técnica e os demais atletas, Aldivan e Soares, estão fora do jogo contra o Paysandu.
Sebastião Ferreira, presidente do Águia, acompanhou de perto a decisão do relator e já está de volta a Marabá.
Sebastião Ferreira, presidente do Águia, acompanhou de perto a decisão do relator e já está de volta a Marabá.
Denúncia de assédio sexual na PM
Já chegaram ao Ministério Público de Marabá denúncias de assédio sexual ocorrendo na Corregedoria da Polícia Militar de Marabá.
O caso será apurado.
Comentarista anônimo ratifica o suposto assédio, em texto reproduzido aqui fora também:
O caso será apurado.
Comentarista anônimo ratifica o suposto assédio, em texto reproduzido aqui fora também:
Tem uma situação de assédio sexual e moral ocorrendo na Corregedoria da Polícia Militar em Marabá que caso seja comprovada vai dá o que falar. O Corregedor da PM em Marabá que recentemente em entrevista no Correio do Tocantins pregou moralidade e honestidade, está sendo acusado por duas policiais femininas que trabalhavam até ontem (01/06) na Corregedoria da PM em Marabá. Pediram para sair daquele órgão em virtude do assédio que vinham sendo submetidas. As denúncias já foram oficializadas no Comando de Policiamento Regional II e no Ministério Público na data de hoje. Procure saber dessas situação porque se o Corregedor age desse jeito, como será nos outros quartéis.
Marcadores:
Assédio sexual,
POlícia Militar do Pará
Paysandu 1 X Águia 0
O primeiro gol, o Paysandu já marcou.
Melhor esclarecendo: o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) do Pará.
A condenação com suspensão de jogos dos jogadores Daniel, Aldivan e Soares, peças fundamentais de João Galvão, é uma prova de que para um time do interior sagrar-se campeão do Estado, não basta ser bom dentro de campo.
Teve armação nessa parada aí, por mais venham dizer o contrário.
Ano passado, fizeram tudo para não haver o segundo jogo da decisão em Santarém, numa tentativa de impedir a conquista do campeonato pelo São Raimundo. O jogo só ocorreu no estádio mocorongo por decisão firme do presidente da FPF.
É aquela máxima: se for apenas para Remo ou Paysandu conquistar o campeonato, melhor fazer um torneio apenas com os dois times, com melhor de dez jogos.
Melhor esclarecendo: o TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) do Pará.
A condenação com suspensão de jogos dos jogadores Daniel, Aldivan e Soares, peças fundamentais de João Galvão, é uma prova de que para um time do interior sagrar-se campeão do Estado, não basta ser bom dentro de campo.
Teve armação nessa parada aí, por mais venham dizer o contrário.
Ano passado, fizeram tudo para não haver o segundo jogo da decisão em Santarém, numa tentativa de impedir a conquista do campeonato pelo São Raimundo. O jogo só ocorreu no estádio mocorongo por decisão firme do presidente da FPF.
É aquela máxima: se for apenas para Remo ou Paysandu conquistar o campeonato, melhor fazer um torneio apenas com os dois times, com melhor de dez jogos.
´Beleza´ sem alma
Texto irrepreensível de Fernando de Barros e Silva, da Folha de São Paulo (só assinantes) diagnostica o perfil de uma mulher, fisicamente bonita, mas sem ternura e sem alma.
Leiam o texto, e vejam as fotos que o blog capturou da coluna de Mônica Bergamo para ilustrar alguns parágrafos escritos pelo jornalista:
Nota do blog: Com tanto "ódio no coração", só poderia ter sido Ana, a mestra-de-cerimônias do lançamento da campanha de José Serra, à presidência!!
Leiam o texto, e vejam as fotos que o blog capturou da coluna de Mônica Bergamo para ilustrar alguns parágrafos escritos pelo jornalista:
A vida como negócio
Fernando de Barros e Silva
"Para que tanta perna, meu Deus?" -perguntaria Carlos Drummond de Andrade. Mas não existe espaço para poesia na vida de Ana Hickmann.
"Sempre me considerei um produto. Parece cruel, mas é verdade", diz a apresentadora, empresária, modelo, seja o que for. "É um produto que a gente criou junto e que administra junto: o produto Ana Hickmann", reforça Alexandre Corrêa, o Alê, dublê de empresário e marido, que conheceu seu "produto" quando ela tinha 15 anos.
No perfil que Mônica Bergamo publicou anteontem na Folha, a atuação do casal é bastante explícita e agressiva. "Se não odiar o concorrente, você é um frouxo", filosofa Alê a respeito da disputa entre a mulher e Eliana, do SBT. "O Alê me chama de general. Fala que sou truculenta pra caramba. E sou mesmo. Nunca me deram a chance de errar", justifica-se a bela e a fera.
De Penélope Charmosa, ela tem só o carro -um Mini Cooper.
Nas imagens da reportagem (veja em www.folha.com/po743577), o olhar -severo, ameaçador- que o segurança da modelo dirige à fotógrafa Marlene Bergamo numa das fotos é idêntico ao que a própria Hickmann dirige ao marido na foto ao lado. Ele, por sua vez, faz cara de desespero com as mãos na cabeça. Na foto principal, ela repete a mesma expressão -tensa e alarmada.
Tudo somado, somos introduzidos a uma espécie de reality show da vida como negócio. "A gente vai entregar para o mercado uma Ana Hickmann diferente, sem esses problemas", diz o marido, justificando as sessões de fonoaudiologia.
Não há tempo a perder nem ilusões românticas em jogo. Tudo aqui é dinheiro e aflição. A "ambição descontrolada" do casal pela fama é uma caricatura involuntariamente cômica da época atual.
"A Ana vai ser a Oprah Winfrey do Brasil, loira e de olhos azuis num país de gente parda", diz seu marido, que não é racista. Estamos num novelão mexicano? Ou são evidências da nossa "americanalhação"?
Nota do blog: Com tanto "ódio no coração", só poderia ter sido Ana, a mestra-de-cerimônias do lançamento da campanha de José Serra, à presidência!!
Vítima da "saidinha"
A sensação é de terremoto aos pés.
Tudo muito rápido, sem tempo para reação. E é até bom que não haja reação!
Descer do carro, e, antes de abrir a porta de casa, sentir um revólver em sua nuca com os gritos de "passa o dinheiro que tu guardou aí nesse bolso, vagabundo"!
A ponta do cano do trabuco encostando no bolso onde realmente estava a quantida de R$ 4 mil sacada minutos antes numa agência bancária.
O otário, no caso, foi o gente boa aqui, assaltado na porta da empresa, ao meio dia.
Não há dúvida, temos, sim, nosso dia de "mané".
E, como a propaganda do sutiã, a primeira vez a gente nunca esquece.
Tudo muito rápido, sem tempo para reação. E é até bom que não haja reação!
Descer do carro, e, antes de abrir a porta de casa, sentir um revólver em sua nuca com os gritos de "passa o dinheiro que tu guardou aí nesse bolso, vagabundo"!
A ponta do cano do trabuco encostando no bolso onde realmente estava a quantida de R$ 4 mil sacada minutos antes numa agência bancária.
O otário, no caso, foi o gente boa aqui, assaltado na porta da empresa, ao meio dia.
Não há dúvida, temos, sim, nosso dia de "mané".
E, como a propaganda do sutiã, a primeira vez a gente nunca esquece.
Atritos irremovíveis
Cada dia, acumulam-se atritos entre a Secretaria de Comunicação de Marabá e a produtora responsável pela divulgação das ações da prefeitura municipal.
O clima é de guerrilha.
Mas entre o rochedo e o mar, a produtora leva a vantagem por contar com apoio total do prefeito Maurino Magalhães(PTB).
Nota oficial divulgada dias atrás pela Secom condenando a linha de atuação da Ideia Propaganda, foi a gota d´água.
Monica Calassa, publicitária dona da produtora, têm toda a confiança do prefeito.
O clima é de guerrilha.
Mas entre o rochedo e o mar, a produtora leva a vantagem por contar com apoio total do prefeito Maurino Magalhães(PTB).
Nota oficial divulgada dias atrás pela Secom condenando a linha de atuação da Ideia Propaganda, foi a gota d´água.
Monica Calassa, publicitária dona da produtora, têm toda a confiança do prefeito.
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Produtora de Vídeo,
Secom Marabá
Jogos Índigenas
Se depender da comissão organizadora dos Jogos Índigenas, a próximo edição do evento será em Marabá.
Os coordenadores cumprem apenas o rito de seleção do local para, ao fim e ao cabo, provavelmente anunciar Marabá.
Principal concorrente é o município de Santarém.
Os coordenadores cumprem apenas o rito de seleção do local para, ao fim e ao cabo, provavelmente anunciar Marabá.
Principal concorrente é o município de Santarém.
Impostos aos abastardos
“Tem gente que diz que, no meu país, a carga tributária é apenas 9%, 10%. Quem tem carga tributária de 10% não tem Estado. O Estado não pode fazer absolutamente nada. Está aí cheio de exemplos para a gente ver, para a gente perceber que exatamente os Estados que têm as melhores políticas sociais são os que têm a carga tributária mais elevada. Basta ver os Estados Unidos, a Alemanha, França, Suécia e Dinamarca”. (Lula, em discurso na abertira do 33º Encontro do Período de Sessões da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe - Cepal)
Certíssimo, o presidente.
Os americanos, como exemplo, berço do neoliberalismo e economia do lucro pelo lucro, gabam-se por ter carga tributária ´civilizada´. Resultado: o Estado, por atuar veladamente, teve hoje que rever seus princípios na área da saúde com a reforma do setor proposto por Obama.
Quem reclama das altas taxas de impostos é gente do setor produtivo acostumada a sonegar e achar que o governo tem que fazer tudo... que não prejudique o lucro.
Essa política, ao longo dos anos, gestou um país de pessoas famintas e maltratadas selvagemente.
Lula está mudando essa rota.
E a continuará a mudar com a eleição de Dilma Roussef.
Assinadoe embaixo.
terça-feira, junho 01, 2010
Zico fala como diretor-executivo
Empossado diretor-executivo do Flamengo, Zico concedeu coletiva.
Na íntegra, a fala do maior ídolo rubro-negro:
Na íntegra, a fala do maior ídolo rubro-negro:
Como é assumir uma nova função tendo sido um ídolo incontestável?
O ídolo ficou para trás. Tudo que se fez, não é apagado. Mas, agora, eu começo do zero. Quero ser julgado como dirigente. No Japão, fiz um trabalho muito bonito lá. Quem teve a oportunidade de conhecer sabe. Fico muito feliz de ter dado o pontapé inicial da profissionalização lá. Aqui, já é profissional. O que eu peço é que as pessoas acreditem no trabalho que será feito. O que eu viso é o resultado final.
Você acredita que a torcida vai saber separar o ídolo do dirigente?
Se eu merecer críticas, ela tem que criticar mesmo. Como dirigente, a torcida pode cobrar. Se fizer besteira, tem que falar. Sento aqui sabendo que estou sujeito a essas críticas. O importante é o trabalho. No final do meu compromisso, a gente avalia o que deixou de bom.
Por que você não queria receber do clube?
É uma questão de opinião. Eu já recebi do Flamengo o que tinha para receber quando era jogador. Eu tenho meus recursos, através da minha imagem, de conseguir por outros meios. Não quero causar prejuízos ao clube, mas ajudar.
Quais serão os primeiros passos do Zico dirigente no Flamengo?
A gente tem montado um organograma de trabalho, onde está escrito quem fará que função no clube, do profissional ao mirim. O Flamengo tem que ter a cada ano um número x de jogadores que serão aproveitados no time principal. Quem comanda os times de base tem que saber que irá formar jogadores para o Flamengo. O objetivo não é ganhar título. Se ganhar, melhor. Mas a grande preocupação tem que ser formar atletas.
Qual é seu maior desafio nessa volta?
Manter uma equipe campeã. Hoje, o Flamengo é campeão brasileiro. Temos de lutar para formar um time em condições de defender este título. Mas é lógico que o trabalho não é só de um mês ou dois. O grande desafio é terminar o CT George Helal.
Você deve ter acompanhado os episódios de indisciplina dos jogadores neste ano. Como pretende trabalhar com isso?
Eu gosto de usar o diálogo. Mas todos os jogadores sabem que têm direitos e deveres. Quando você assina um contrato, sabe o que tem que fazer. E isso será cobrado. O jogador tem que não só entrar em campo, mas também preservar a imagem do clube. Está no contrato. Você tem que explicar aos jogadores o que você quer e sua maneira de trabalhar. Quando você olha no olho e diz o que quer, diminui o percentual de erros no futuro.
No Brasileiro, alguns jogadores tinham regalias porque davam resultado. O que pensa disso?
Não critico a maneira de trabalhar de ninguém. Mas direitos e deveres são iguais para todos. O que eu quero é o cumprimento do que for determinado pela comissão técnica.
Acha que o fato de ter sido jogador pode facilitar na relação com os atletas?
Muitas vezes, sim. Quando o atleta está na frente de uma pessoa que não passou pelo que ele passou, pode rebater. Agora, quando está de frente para uma pessoa que passou por isso e que teve sucesso, já pode pensar mais. Não quero que o jogador me olhe como ídolo. Eu quero que me olhe como um dirigente que está ali para resolver um problema daquele momento. Meu pensamento é sempre pensar pelo lado positivo. Tentar ajudar o atleta para que ele renda o melhor.
O que há de concreto em relação a contratações?
A direção não trabalha divulgando notícias. Trabalha para quando houver uma concretização passar para vocês (jornalistas). Algumas coisas, antes de eu vir para cá, já estavam sendo delineadas e eu aprovo. Eu não vou falar de nomes.
Existe alguma coisa bem encaminhada que o Flamengo pode anunciar esta semana?
Acredito que sim. É um momento de muitas ofertas. Quem se movimentar na frente vai chegar ganhando. Acho que a gente pode ter boas respostas em poucos dias.
A equipe que você quer tem algum perfil específico?
Não existe isso. Depende dos jogadores. Mas queremos um perfil vencedor.
Por ter trabalhado no CSKA, que detém os direitos do Vagner Love, acha que pode ajudar na permanência dele?
Se eu puder ajudar nessa questão do Vagner, vou ajudar. Mas está bem encaminhada pela vice-presidência.
Você disse que os treinadores tinham dificuldades para trabalhar no Brasil. Acha que consegue mudar isso no Flamengo?
O Rogério, pelo pouco período que está no comando, vem bem. Tem toda minha confiança para ser o comandante da equipe do Flamengo. O treinador tem um percentual de importância na equipe, mas, no final, quem decide são os jogadores. O elenco do Flamengo, se acreditar no potencial que tem, pode sempre buscar vitórias. Há pouco tempo, vi os maiores exemplos de humildade e de ajuda a um técnico. Os jogadores de alto nível da Inter de Milão desceram de um pedestal para ajudar. Sabiam das dificuldades, mas aceitaram as determinações que o treinador dava, se entregaram e foram campeões.
Hoje você assume como dirigente. O capítulo treinador ficou para trás?
Treinador, esquece. Não tem a menor possibilidade. Tenho contrato até o fim do mandato da Patrícia e pretendo cumpri-lo. Cheguei ao Flamengo em 67. A primeira foto que eu tirei foi ao lado do Silva, que está aqui. Cheguei cheio de sonhos. Jogar é muito mais fácil do que ser dirigente. O importante é arregaçar as mangas e ver o que pode ser feito.
Quando você assume de fato o Flamengo?
Estou viajando quinta-feira. Tenho um evento em Hong Kong, depois vou para a África do Sul para um evento da Fifa. Depois, vou para a abertura da Copa do Mundo e volto ao Brasil para começar meu trabalho. Perto da final da Copa do Mundo, vou dar uma clínica na Disney e depois volto para me dedicar 24h ao Flamengo.
Com sua imagem, acredita que pode unir as correntes políticas do clube ou acha que depende de resultados?
Quem está no futebol sabe que depende de resultados. As correntes políticas existem, mas acredito que todas querem o melhor do Flamengo. É normal que você seja cobrado. Isso faz você querer ser cada vez melhor. Mas estou acostumado a ser cobrado. Estou aqui por causa da confiança da Patrícia. Mas, se amanhã ela achar que não estou indo bem, pode decidir que eu devo sair. E isso não me deixaria chateado.
Nessa sua nova função vai caber botar chuteira, calção, e mostrar como se faz?
Tem dvd aí para quem quiser ver (risos). Quem sabe a gente não organiza um time de masters para fazer alguma festa, comemorar algum título?
O futebol deve passar todo para Vargem Grande?
Meu pensamento sempre foi de ter o futebol profissional na Gávea. Mas sei das dificuldades de criar um departamento só na Gávea. O projeto do CT é muito ambicioso. Em clubes como o Fenerbahçe, vi a diferença que isso faz. O que eu quero é um CT profissional. Esse é um dos motivos principais para você trabalhar com tranquilidade.
A Copa do Mundo está próxima, qual sua opinião sobre as chances do Brasil?
Acredito na seleção. Todo mundo sabe que o Brasil, do jeito que está, tem condições de voltar com a taça. É um time bom. Vamos torcer para que tudo dê certo.
Jornal Pessoal, nas bancas
Manchete e chamadas do Jornal Pessoal, nas bancas a partir desta quarta=feira, 2:
ELEIÇÃO
ELEIÇÃO
1- Quem dá mais?
Jader Barbalho mais uma vez surpreende às vésperas da oficialização das candidaturas majoritárias à eleição de outubro. O lançamento de Domingos Juvenil pode ser a repetição do esquema anterior dos “laranjas”. Mas pode ser também o rompimento definitivo com o PT. O que não melhora em nada a triste perspectiva para o Pará.
2- Alumínio já era?
3- Juiz suspeito
segunda-feira, maio 31, 2010
Fumante é mesmo burro?!
UOL publica resultado de estudo que compara o QI de fumantes e não fumantes, realizado pela Universidade de Tel Aviv.
Olha o resultado:
A pesquisa, liderada por Mark Weiser, usou dados de jovens entre 18 e 21 anos que haviam se alistado no exército – e que passaram por testes de inteligência padrões do exército – relacionando as variações da média de QI ao hábito tabagista, relação que se demonstrou bastante acurada, dizem os pesquisadores. A média dos não fumantes foi de aproximadamente 101 pontos de QI, enquanto os fumantes ficavam na média de 94 pontos. Os menores índices foram daqueles indivíduos que afirmavam fumar mais que um maço de cigarros por dia: 90 pontos de QI.
Olha o resultado:
A pesquisa, liderada por Mark Weiser, usou dados de jovens entre 18 e 21 anos que haviam se alistado no exército – e que passaram por testes de inteligência padrões do exército – relacionando as variações da média de QI ao hábito tabagista, relação que se demonstrou bastante acurada, dizem os pesquisadores. A média dos não fumantes foi de aproximadamente 101 pontos de QI, enquanto os fumantes ficavam na média de 94 pontos. Os menores índices foram daqueles indivíduos que afirmavam fumar mais que um maço de cigarros por dia: 90 pontos de QI.
Um vício “democrático”
“Os profissionais de saúde, de uma forma geral, relacionam o hábito de tabagismo a pessoas de baixo nível socioeconômico e com menor escolaridade. Mas nosso estudo mostrou que esses fatores são simplesmente indeterminantes”, afirma Weiser.
No estudo de Weiser houve também análises de casos raros, como gêmeos. Mesmo entre irmãos, aqueles que fumavam tinham menor média de QI. Além disso, os dados sugerem que a predisposição genética para o vício não influenciou na queda das médias da inteligência, ou seja, poderia ser algo relacionado ao desenvolvimento do hábito tabagista e que desencadaria algum outro processo.
Piora na saúde
Outro fato interessante de se observar foi que os fumantes, na grande maioria, indicavam estar em boa saúde. Mas após o tempo de serviço militar isso pareceu se degradar. “Pessoas com menor QI podem fazer escolhas errôneas de como tratar a própria saúde. Esses indivíduos não são somente um alvo fácil para o hábito do tabagismo, mas podem também desenvolver obesidade, ter déficits nutricionais e se envolver com outros tipos de drogas. Nossos resultados podem servir para que pais e profissionais médicos tenham mais provas para convencer esses jovens a se afastarem do tabagismo, pois isso poderá levar à melhora na saúde desses indivíduos, em todos os níveis”, diz Weiser. (Com informações da Tel Aviv University).
NB: o poster fumava até três maços de cigarro/dia. Largou o vício desde o dia 31 de dezembro de 1990. Pra nunca mais!
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Vício
Esses meninos de Minas
O CD La Plata, do Jota Quest, não há dúvida, é o melhor trabalho desses belos garotos, excelentes músicos num processo de efetiva criação.
Single vem para provar o lado maduro da banda, a melhor do país.
Blog separou Seis e Meia, pra homenagear os fãs dessa turma que sabe misturar, como poucos, black music, soul, funk, acid jazz e a ginga brasileira de fazer rock.
Gosto desse grupo sem líderes: Rogério Flausino, PJ, Paulinho Foinseca, Marco Tulio e Márcio Vuzelin
Pareço contigo
Normal e do avesso
Vamos seguir o caminho seguro
Pra continuarmos assim no futuro
Pareço contigo
Sem mais nem porquê
Vamos seguir nossas pistas
Com toda a incerteza
Pra continuarmos felizes à mesa
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho
Você às seis e trinta
Pareço contigo
De olhos fechados
Vamos seguir no escuro
Sonhando acordados
Pra nunca deixar nossa luz se apagar
A gente se parece tanto
A gente está só começando
A gente vai se conhecendo
E vê que ainda não sabe nada
A gente só quer ser feliz
Um mundo mais equilibrado
A gente esquece que o amor
É tudo e não nos cobra nada
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho
Você às seis e trinta
Single vem para provar o lado maduro da banda, a melhor do país.
Blog separou Seis e Meia, pra homenagear os fãs dessa turma que sabe misturar, como poucos, black music, soul, funk, acid jazz e a ginga brasileira de fazer rock.
Gosto desse grupo sem líderes: Rogério Flausino, PJ, Paulinho Foinseca, Marco Tulio e Márcio Vuzelin
Seis e Trinta
(Jota Quest)
Pareço contigo
Normal e do avesso
Vamos seguir o caminho seguro
Pra continuarmos assim no futuro
Pareço contigo
Sem mais nem porquê
Vamos seguir nossas pistas
Com toda a incerteza
Pra continuarmos felizes à mesa
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho
Você às seis e trinta
Pareço contigo
De olhos fechados
Vamos seguir no escuro
Sonhando acordados
Pra nunca deixar nossa luz se apagar
A gente se parece tanto
A gente está só começando
A gente vai se conhecendo
E vê que ainda não sabe nada
A gente só quer ser feliz
Um mundo mais equilibrado
A gente esquece que o amor
É tudo e não nos cobra nada
Eu dou um valor absurdo na vida
Ela me traz bem mais que alegria
Traz alguém pro meu sozinho
Você às seis e trinta
Na ponta do míssil
Resultado do clima de tensão criado pelo governo Obama, em relação ao Irã, provoca esse tipo de reação.
É o militarismo, sob o discurso de combate às armas nucleares, escondendo o real interesse americano no Oriente Médio: dominar os poços de petróleo, cada vez mais escasso no país mais desenvolvido no mundo, como já fizeram ao invador o Iraque.
Enquanto Lula prega a construção de amizades, os EUA semeiam, como sempre, a guerra.
----------------------
atualização às 11:27
Enquanto Obama estimula o tensionamento, Lula segue em sua rota de buscar a pacificação.
--------------------
atualização às 15:44
Janio de Freitas, jornalista da Folha ferrenho opositor de Luiz Inácio Lula da Silva, faz também sua leitura sobre a participação do Brasil nas negociações com o Irã sobre armas nucleares:
É o militarismo, sob o discurso de combate às armas nucleares, escondendo o real interesse americano no Oriente Médio: dominar os poços de petróleo, cada vez mais escasso no país mais desenvolvido no mundo, como já fizeram ao invador o Iraque.
Enquanto Lula prega a construção de amizades, os EUA semeiam, como sempre, a guerra.
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atualização às 11:27
Enquanto Obama estimula o tensionamento, Lula segue em sua rota de buscar a pacificação.
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atualização às 15:44
Janio de Freitas, jornalista da Folha ferrenho opositor de Luiz Inácio Lula da Silva, faz também sua leitura sobre a participação do Brasil nas negociações com o Irã sobre armas nucleares:
"Se uma atitude do Brasil ´torna o mundo mais perigoso´, como diz a secretária de Estado dos EUA sobre a defesa brasileira de negociações com o Irã, então deixamos enfim de ser o país do futuro: entramos para o grupo das potências. Na cultura do Ocidente, afinal de contas, a característica maior de potência é manter o mundo em sobressalto, com as guerras que fomentam e de que participam, em sue fascínio insaciável pela matança". (Coluna de Janio, FSP - 31/05/10)
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A greve e seus efeitos
Comentário de anônimo sobre a greve dos educadores, alvo de nota do blog.
A turma do Psol só faz greve contra o governo da Ana Júlia. Em Belém eles não metem a cara. O Duciomar descontou todos os dias parados e os professores querem distância do Sintepp, que cada vez mais tem menos filiados. Os professores merecem respeito, mas essa camarilha que se eternizou (e não trabalha, mas ganha) na direção do Sintepp perdeu a noção de democracia. Quem não comunga das suas propostas e discorda que para discutir o PCCR, que já está na Assembléia Legislativa, não precisa de greve. O que eles estão fazendo é prejudicar os alunos pobres da escola pública.
Sinuca de bico
Texto do sociólogo Marcos Coimbra, dono do Vox Populi, publicadao no Correio Braziliense.
Foi nas oposições que os efeitos da manutenção da popularidade do governo em patamares tão altos foram mais profundos. Como ser contra um presidente que três, em cada quatro pessoas, consideram ótimo ou bom? Como fazer oposição a alguém aprovado por 85% dos eleitores?
Foi nas oposições que os efeitos da manutenção da popularidade do governo em patamares tão altos foram mais profundos. Como ser contra um presidente que três, em cada quatro pessoas, consideram ótimo ou bom? Como fazer oposição a alguém aprovado por 85% dos eleitores?
O tamanho da aprovação popular do governo Lula é impressionante, pelo que conhecemos em nossa curta história como democracia moderna. Pode ser que em outros países — como alguns de nossos vizinhos — números iguais aos seus não causem tanta impressão. Aqui, no entanto, deixam todos boquiabertos.
Eles não chamam atenção apenas pela magnitude, mas, também, pela permanência em níveis elevados. A rigor, não param de crescer desde quando Lula enfrentou seu inferno no segundo semestre de 2005, nas profundezas do mensalão. Subiram durante o processo eleitoral de 2006, o que foi considerado natural, pois decorria da superexposição trazida pela campanha, mas não cederam em 2007, mesmo sem a mídia excepcional. Do começo de 2008 em diante, o que era bom melhorou, e a popularidade do governo entrou em rota ascendente. Nela, prossegue atualmente. Ao contrário de seus antecessores, que terminaram pior (ou muito pior) do que quando começaram, parece que Lula vai continuar subindo até sua despedida em dezembro.
Esses altos níveis de aprovação tornaram-se o mais importante elemento do jogo político brasileiro e produziram efeitos em todos os lados. Dentro da coalizão governista, acentuaram a característica centrípeta de nosso sistema político, aumentando a concentração do poder no seu núcleo. A candidatura de Dilma é a manifestação mais visível desse fenômeno. Nas relações internacionais, funcionaram como um endosso da liderança pessoal do presidente, fazendo com que fosse percebido, mundo afora, como uma unanimidade nacional. Seus interlocutores externos passaram a se relacionar com ele a partir dessa premissa.
Mas foi nas oposições que os efeitos da manutenção da popularidade do governo em patamares tão altos foram mais profundos. Ela desnorteou os adversários, deixando-os sem discurso e sem capacidade de reação. Como ser contra um presidente que três, em cada quatro pessoas, consideram ótimo ou bom? Como fazer oposição a alguém aprovado por 85% dos eleitores? Com exceção de algumas lideranças (mais corajosas ou mais inconsequentes, conforme o ponto de vista), as bases dos partidos de oposição — seus líderes locais, vereadores e, especialmente, prefeitos —, bem como muitos deputados e até alguns senadores, preferiram não se desgastar com seus eleitores, evitando polêmicas e embates com o presidente. Com isso, só reforçaram a tendência ascendente de sua aprovação.
Neste momento, quando entramos na reta final do processo sucessório, os impasses vividos pela oposição nos últimos anos estão se tornando mais agudos. Se foi difícil opor-se ao governo, como convencer os eleitores de que é preciso mudar? Se a grande maioria de seus parlamentares, prefeitos, governadores, fez questão de não radicalizar em um discurso oposicionista ao longo de todo o segundo mandato de Lula, seria agora que o assumiriam?
Veja-se o caso de Serra. Nos quatro anos em que conviveu com Lula como governador de São Paulo, sempre se apresentou como parceiro do governo federal, com desavenças apenas pontuais. Houve, até, quem dissesse que Lula ficaria tranquilo se fosse ele o vencedor este ano, tão boas eram suas relações e tão profundos seus laços de amizade. Quem quis se iludir chegou a pensar que, para Lula, perder para Serra não era perder.
E o que vai acontecer na campanha este ano? Salvo o ex-governador, obrigado a desempenhar o indesejável papel de adversário de Lula, a maioria dos candidatos dos partidos de oposição vai querer tudo, menos arriscar-se à derrota, confrontando os sentimentos dos eleitores. Aqui ou ali, quem concorre ao Legislativo talvez fale claramente que é contra Lula e o que ele representa. Mas não esperemos o mesmo dos candidatos a cargos majoritários, aos governos estaduais e ao Senado. Quem precisa de maiorias não vai se indispor com elas.
Enquanto aumentam as pressões, vindas dos núcleos de oposição ao governo na sociedade e na mídia, para que Serra diga, sem rodeios, o que pensa, ele reluta. Tem consciência de que, fazendo isso, suas chances na eleição, que já são pequenas, podem desaparecer.
Aliciador de meninas
A prisão do pedófilo Antonio Carlos Vilaça, ocorrida nesse domingo em Marabá, estava programada há mais de cinco dias.
O serviço de inteligência da Polícia Civil monitorava com rédea curta o comerciante e ex-candidato a prefeito de Baracarena em suas andanças e contato pela cidade.
O serviço de inteligência da Polícia Civil monitorava com rédea curta o comerciante e ex-candidato a prefeito de Baracarena em suas andanças e contato pela cidade.
A força das máquinas
No fim de semana, Ana Júlia percorreu oito municípios do Sul do Pará, entregando equipamentos do kit Faz Estrada.
A recepção a ela tem sido igualzinho ao que já foi contado aqui no blog, por onde passa.
Para um prefeito, patrulha mecanizada, nova em folha, é investimento seguro e sinônimo de obras para o município.
O prefeito de Marabá deixou isso bem claro, ao lado de outros colegas, quando recebeu os equipamentos em Marabá.
A recepção a ela tem sido igualzinho ao que já foi contado aqui no blog, por onde passa.
Para um prefeito, patrulha mecanizada, nova em folha, é investimento seguro e sinônimo de obras para o município.
O prefeito de Marabá deixou isso bem claro, ao lado de outros colegas, quando recebeu os equipamentos em Marabá.
Chove, chuva...
Marabá foi coberta de chuva.
O toró começou às sete da noite, saudando a vitória do Águia contra o Paysandu.
Só que ninguem esperava tanta água, nesta época.
À tarde de domingo, por volta de 16 horas, o termômetro marcava 39 graus.
Chuva caiu sem pena, comemorada alegremente por quem curte água caindo da biqueira de casa
O toró começou às sete da noite, saudando a vitória do Águia contra o Paysandu.
Só que ninguem esperava tanta água, nesta época.
À tarde de domingo, por volta de 16 horas, o termômetro marcava 39 graus.
Chuva caiu sem pena, comemorada alegremente por quem curte água caindo da biqueira de casa
O "motivador" de Redenção
Wagner Fontes (PTB), prefeito de Redenção, acreditem, é o motivador oficial do time do Águia.
Antes das partidas, o arisco prefeito reúne o time e sapeca discursos.
O blog tomou conhecimento dessa novidade após o jogo do Águia contra o Paysandu, através de entrevista concedida pelo prefeito de Redenção a uma emissora local, ao ser provocado pelo repórter de campo:
- Vamos entrevistar Wagner Fontes, um dos responsáveis pelo sucesso do time do Águia. É ele quem agita os jogadores, através de palestras motivacionais....
E o prefeito que já gosta de falar sem ser provocado, abriu a matraca.
Sinceramente?
O Wagner já faz parte do folclore político da região, mas essse fato vai enriquecer ainda mais seu currículo.
Vou-te!
Antes das partidas, o arisco prefeito reúne o time e sapeca discursos.
O blog tomou conhecimento dessa novidade após o jogo do Águia contra o Paysandu, através de entrevista concedida pelo prefeito de Redenção a uma emissora local, ao ser provocado pelo repórter de campo:
- Vamos entrevistar Wagner Fontes, um dos responsáveis pelo sucesso do time do Águia. É ele quem agita os jogadores, através de palestras motivacionais....
E o prefeito que já gosta de falar sem ser provocado, abriu a matraca.
Sinceramente?
O Wagner já faz parte do folclore político da região, mas essse fato vai enriquecer ainda mais seu currículo.
Vou-te!
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E por falar em laranja...
Dos trinta e oito municípios que compõem o Sul e Sudeste do Pará, oito são governados por prefeitos do PMDB.
São eles: Renan Souto (Água Azul do Norte – 8.571 votos válidos na eleição de 2008); Geraldo Billa (Brejo Grande do Araguaia – 5.913 votos); Wanderson Chamon (Curionópolis – 12.510 votos); Joaquim da Eldorado (Dom Eliseu – 27.269 votos); Itamar Cardoso (Goianésia do Pará- 22.821 votos); Olávio Rocha (Rondon do Pará- 29.943 votos); Jorge Barros (São Geraldo do Araguaia – 20.498 votos); e Marlene Martins (São João do Araguaia – 9.646 votos).
Dados compilados do TRE mostram que os oito municípios somaram, nas eleições de 2008, 138 mil votos válidos. Desses, o partido dirigido por Jader Barbalho abocanhou 42% de eleitores, responsáveis pela eleição de seus dirigentes.
Pois bem, o rebanho peemedebista está dividido.
Mais pra lá do que prá cá. Ou o inverso.
Cerca de 70% dos prefeitos do PMDB não conseguem engolir a pré-candidatura Domingos Juvenil.
E isso não é disse-me-disse.
O poster ouviu a opinião deles, preservando a identificação de quem está ou não com quem.
Os prefeitos se mostram aborrecidos e, pior, não conseguem tragar a empurrada goela abaixo.
Para os que não engolem a parada, a pré-candidatura de Juvenil é mais do que laranja.
É laranjal enxertado.
São eles: Renan Souto (Água Azul do Norte – 8.571 votos válidos na eleição de 2008); Geraldo Billa (Brejo Grande do Araguaia – 5.913 votos); Wanderson Chamon (Curionópolis – 12.510 votos); Joaquim da Eldorado (Dom Eliseu – 27.269 votos); Itamar Cardoso (Goianésia do Pará- 22.821 votos); Olávio Rocha (Rondon do Pará- 29.943 votos); Jorge Barros (São Geraldo do Araguaia – 20.498 votos); e Marlene Martins (São João do Araguaia – 9.646 votos).
Dados compilados do TRE mostram que os oito municípios somaram, nas eleições de 2008, 138 mil votos válidos. Desses, o partido dirigido por Jader Barbalho abocanhou 42% de eleitores, responsáveis pela eleição de seus dirigentes.
Pois bem, o rebanho peemedebista está dividido.
Mais pra lá do que prá cá. Ou o inverso.
Cerca de 70% dos prefeitos do PMDB não conseguem engolir a pré-candidatura Domingos Juvenil.
E isso não é disse-me-disse.
O poster ouviu a opinião deles, preservando a identificação de quem está ou não com quem.
Os prefeitos se mostram aborrecidos e, pior, não conseguem tragar a empurrada goela abaixo.
Para os que não engolem a parada, a pré-candidatura de Juvenil é mais do que laranja.
É laranjal enxertado.
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