sexta-feira, maio 29, 2009

Manaus, um elefante branco no caminho

Michel Castellar e  Nelson Ayres, repórteres do Lance, jornal especializado em esportes de maior circulação do país, realizaram excelente trabalho sobre a escolha das sedes da Copa  do Mundo de 2014, inclusive publicando  custo-benefício de cada estádio projetado e as chances técnicas de cada um – caso a FIFA tenha escolhido as cidades dentro desse critério.

Manaus, na visão dos repórteres e de Amir Somoggi, consultor da empresa Casual Auditores, é fulminada de cabo a rabo. 

Belém aparece tecnicamente  factível.

Detalhe: há três quadros publicados ao lado das matérias do jornal, ilustrando, com números, as possibilidades reais de cada cidade, que não estão reproduzidos aqui no blog. Infelizmente, a reportagem não tem disponibilidade digital.

Artigos foram publicados na edição de 26 de maio.

 

 

Elefantes brancos da Copa

 

  - Michel Castellar e  Nelson Ayres

 

No próximo domingo, a Fifa anuncia quais serão as cidades brasileiras que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014. Mas já se pode afirmar que muitos estádios projetados podem transformar-se em pesados elefantes brancos. Os investimentos propostos são bem maiores do que o retorno possível em algumas cidades.

Um exemplo é o estádio de Manaus, o mais caro da lista (R$ 580 milhões). Em um cálculo conservador, para se obter retorno aos investidores, seria preciso que rendesse R$ 38,8 milhões por ano (retorno de 1% ao mês). Hoje, o combalido futebol amazonense é capaz de gerar apenas R$ 2 milhões.

Para justificar o investimento, além da bilheteria, existem três caminhos neste momento: um grande projeto imobiliário, capaz de atenuar o impacto da obra do estádio; um centro comercial; e um programa de fidelidade de sócios. Não se pode contar com megashows de astros internacionais (do porte de uma Madonna) porque estes eventos são raros. No máximo, dois ou três por ano. E estes artistas fazem, no máximo, duas apresentações em cada país.

O valor baixo dos ingressos é um problema para o Brasil. Segundo estudo apresentado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, o valor médio dos gastos de um torcedor na Inglaterra é de 70 euros (R$ 198). Em Portugal, que sediou a Euro 2004, é de 35 euros (R$ 99). No Brasil, como pode ser visto no quadro ao lado, o ingresso médio varia entre R$ 7 e R$ 22 e não há bons serviços.

Também chama a atenção o custo dos estádios projetados para a Copa brasileira. Se compararmos com os alemães, veremos que o Brasil não foi nada modesto. Ao utilizarmos oito cidades praticamente certas (Rio, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza) e outras três candidaturas mais baratas, sem contar possíveis aumentos, encontraremos o número de R$ 3,529 bilhões. E o Mineirão ainda não tem números definidos. A Alemanha gastou quase o mesmo em 2006: R$ 3,941 bilhões.

Se consideramos  os valores projetados no quadro ao lado, vamos perceber que as cadidaturas das cidades mais desenvolvidas foram as mais bem trabalhadas.

O Maracanã  é um exemplo. Por sua simbologia e por investimentos na área de turismo, como o Museu do Futebol, já teria um acréscimo de retorno. Mas, se considerarmos a bilheteria de Flamengo e Fluminense, o estádio já seria viabilizado. Assim como o Serra Dourada, que tem tres equipes atuando frequentemente.

O São Paulo, apenas com a bilheteria, teria de aumentar a arrecadação do Morumbi em R$ 6 milhões anuais. Mas, com shows a patrocínios, o clube já arrecada atualmente mais do que este valor. Ou seja, se pagaria, sem pirotecnias. Assim, como a Arena da Baixada  e a Fonte Nova.

Beira-Rio, Mangueirão e Arena da Floresta são outros estádios com orçamento adequado ao retorno que poderão ter.

Na faixa intermediária, estão o Castelão e a Cidade da Copa, em Recife. Terão que investir pesado em turismo e áreas comerciais.

  

Infraestrutura é o desafio

No domingo, termina o sonho para cinco  cidade e começa trabalho intenso para as demais. E ser escolhida sede não significa  que a cidade está apta para receber as partidas da Copa. É apenas o primeiro passo. Se observarmos o quadro ao lado, perceberemos que as cidades pretendem investir pesado  em infra-estrutura. A Fida é rigorosa ao cobrar eficiência nos aeroportos, telecomunicações, saúde, sistemas elétricos, meios de transporte e vias de acesso.

Ao todo, são quase R$ 85 bilhões de investimentos projetados. Três cidades (inclusas aqui Belém, Brasília-DF e Porto Alegre)  ainda não fizeram ou não quiseram divulgar estes cálculos, deixando para se pronunciar  depois da escolha das sedes. E somente cinco dos 17 orçamentos  serão retirados  da conta final. Somente os quase R$ 4 bilhões de construção de estádios e você terá o valor do Mundial do Brasil.

Vale lembrar que falamos apenas em uma previsão inicial. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio, o orçamento foi subestimado e teve aumento de 500%. Na África do Sul, já existe um aumento de quase 700% em relação ao orçamento inicial.

E a realidade para o torcedor da maioria das cidadessó mudará se elas forem escolhidas. Pelo planejamento divulgado pelos governos estaduais, somente em Florianópolis  haverá a construção de um novo estádio mesmo se a Copa não chegar. Ou seja, o Mundial  é a salvação para muita gente.   

 

O Engenhão é a nossa referência

 

               Amir Sonoggi, Consultor da Casual Auditores

 

O Brasil não pode  sair construindo estádio de R$ 400 milhões. E a nossa referência é o Engenhão.  Em estudos que fizemos, ele renderá R$ 40 milhões/ano se for bem explorado. É mais interessante investir R$ 430 milhões no Maracanã do que R$ 350 milhões no Engenhão. A mesma coisa vale para Mineirão e Morumbi. Outro detalhe é o efeito na sociedade. Na Alemanha, o governo investiu em dois estádios do lado oriental para gerar benefícios fora do futebol. Seria interessante ter Manaus como sede da Copa. Ótima estratégia de marketing. Mas não entendo os motivos de ter Campo Grande ou Cuiabá. Além disso, a FIFA é  uma entidade de futebol. E deve pensar onde existe futebol. Em Belém, existe futebol e o torcedor comparece.

quarta-feira, maio 27, 2009

Às favas, a toga

O Supremo Tribunal Federal (STF) pagou ao presidente da Casa, Gilmar Mendes, R$ 114.205,93 em diárias de viagem nos 13 meses de sua gestão. Isso significa que, passado um mês da metade de seu mandato, Gilmar recebeu praticamente quatro vezes o total acumulado por sua antecessora, a ministra Ellen Gracie, nos 24 meses em que ela dirigiu a corte. Em dois anos, o STF gastou R$ 31.159,90 com despesas de hospedagem, locomoção e alimentação em viagens nacionais e internacionais da ministra. 

Mais aqui.

Mãe-Joana enraivecida

Não tem jeito. A Democracia Socialista de Marabá é um barraco só.

Dizendo-se preocupada com a reeleição de Ana Júlia, é essa tendência quem se reúne para discutir “táticas eleitorais” -, e baixa o pau. Nos próprios colegas da corrente.

Cada um quer ter o ser naco pessoal, seu terreno delimitado, sua reserva de mercado, como se a DS fosse, una,  o próprio Governo do Estado.

O fato a seguir é contado por comentarista conhecedor da arruaça ocorrida semana passada, durante encontro da tendência.

 

No encontro da DS de Marabá realizado final de semana passada o pau quebrou. Metade da Plenária não queria o Ferreirinha como delegado para o encontro estadual, que vai definir quem são os candidatos a deputado. A turma do Ronaldo Giusti e da Eva Abreu comandou o repúdio ao ex-vereador. Dos quatro delegados três eram consenso. O ferreirinha não. Na primeira votação foi anunciada a derrota dele por dois votos. Pediram recontagem. Eva e Ronaldo, aos gritos, diziam que era golpe e se retiraram do Plenário. Essa é a DS, minúscula, que ainda põe dificuldades para a entrada de uma liderança que tem votos, como o Ferreirinha, e condições de dar musculatura para a tendência enfrentar a sempre fraticida luta interna do partido. Entrou numa fria o Ferreirinha. E não foi por falta de aviso dos amigos.

Sucupira não merece

Acredite quem quiser.

A Câmara Municipal de Rondon do Pará encaminhou ofício ao poster requerendo "o envio o mais breve possível, do material recebido por Vossa Senhoria, para que possamos acompanhar a apuração da verdade real dos fatos"

É risível, indisfarçadamente gracioso e  um verdadeira chiste, o documento assinado pelo 1o Secretário, vereador Josimar Feitosa da Silva, pedindo cópias dos eMails enviados a este jornalista por cidadãos e entidades do município denunciando o vereador Paulo Sérgio de Lima Batista por prática de atos danosos a ética e aos costumes republicanos - conforme notas publicadas dias atrás na coluna do Diário do Pará.

Os caprichosos representaes do povo de Rondon sustentam estar dispostos a apurar tudo. Só que, até agora, segundo  ofício, "esta Casa de Leis não tem conhecimento de nada contra o mesmo (Paulo Sérgio), e nenhuma providência seria tomada antes do Inquérito Criminal que está sendo instaurado para apuraçào da verdade".

Ou seja, só podem iniciar a apuração dos fatos se tiverem cópias dos eMails de fontes do blog. A denúncia retratada na coluna reproduzindo o que dizem comunitários, não serve. Eles querem os nomes de quem está no município fiscalizando suas incelências.  Como se os intrépidos e referenciais veredores fossem, verdadeiramente, investigar o presidente da Câmara, no caso Paulo Sérgio, filiado ao Partido dos Trabalhadores.

De que Paulo Sérgio está sendo acusado? Da prática de pressionar os dirigentes locais de alguns orgãos estaduais para o atendimento de favores pessoais, ameçando-os de perda do cargo caso rejeitem os pedidos do bacurau. Naquela base do "sabe com quem está falando?"

Duas coisas, fiquem bem claras, intrépidos vereadores de Rondon.

Primeiro, não! Nenhuma cópia do que lá seja. Nem na Justiça. Os colaboradores sérios deste jornalista são figuras intocáveis.

Segundo, vão vender a mercadoria de vocês em outro terreiro. Espaço para  o presidente de suas incelências se defender, aqui e na coluna do Diário do Pará, sempre esteve garantido. Isso foi dito ao advogado de Paulo Sérgio, que até hoje não enviou a versão do acusado.

E, finalmente, cada vez que mudarem o rumo dos fatos, mais peia levam. 

Aqui e alhures.

“Velha metida a gatinha”

Alguns homens, quando estão ficando velhos, abusam da impaciência e falta de discernimento diante de certas situações.

Algumas mulheres, mais idosas, denunciam, sem perceber, seus complexos e são frequentes na revelação de fatos constrangedores.

Como fez a dondoca atriz Susana Vieira diante das câmeras do Vídeo Show, humilhando a cada vez mais arrasadora repórter Geovanna Tominaga, ao arrancar-lhe o microfone afirmando não ter paciência "com quem está começando".

Muito certo, um comentarista, no portal do Diário do Pará,   que se insurgiu contra a deselegância de Susana: 


                - “O pessoal enche muito a bola dessa velha metida a gatinha, e dá nisso, fica querendo humilhar os outros! E ainda vai ter gente achando que ela estava certa!!!


Bingo!

Está certa, não!



Microfone arrancado da mão por Vieira, uma constrangida e educada Geovanna apenas assiste a dondoca fazer seu show. De mal gosto.

terça-feira, maio 26, 2009

Pressão sobre a floresta

“Mais um passo, atrás”. Título é da senadora Marina Silva, dissertando, na Folha,   sobre o decreto do governo que institui teto para a compensação ambiental. O que poderia ser um gol de placa de Lula, virou  bola murcha.

O blog faz questão  de reproduzir, em sua essência, o  artigo coberto de lucidez dessa corajosa negra acreana.

 

MESMO correndo o risco de parecer repetitiva, os fatos o justificam. A atual temporada de caça à proteção ambiental não dá mostras de arrefecer. O último lance foi o decreto do governo, editado na semana passada, que fixa o teto de 0,5% para a compensação ambiental.

Para entender: a lei obriga, desde 2000, que as empresas compensem os impactos ambientais provocados por seus empreendimentos, por meio da contribuição de pelo menos 0,5% do investimento para a criação e manutenção de unidades de conservação. A lei não estabelece um teto, mas diz que o percentual deve ser definido pelo órgão ambiental em função do grau do impacto do empreendimento.

Não se trata de colocar preço na destruição ambiental, mas de reconhecer que nem todos os impactos ambientais podem ser eliminados ou mesmo diminuídos. Nesses casos, não há outra medida de proteção ao meio ambiente que a compensação pelos danos causados.

É o princípio do poluidor-pagador. Mas esse instrumento da política ambiental vinha sendo utilizado com dificuldade, tendo em vista questionamentos judiciais, entre eles a ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Confederação Nacional das Indústrias. Apesar disso, muitas empresas adotaram a compensação como política corporativa, valorizando seus ativos e sua imagem pública.

No início do ano passado, o STF decidiu que a compensação ambiental é legítima e constitucional e seu valor deve ser calculado com base no impacto, e não no tamanho do investimento.

Agora, o decreto governamental definiu a forma de cálculo da compensação, privilegiando a redução dos custos financeiros, e não a diminuição dos impactos ambientais. O que era um piso de 0,5% sobre o valor do investimento, que poderia variar até 2% ou 2,5%, como vinha sendo discutido, passou a ser o teto.

Argumenta-se que os investimentos no pré-sal serão gigantescos, o que justificaria a redução do percentual da compensação ambiental. Não há melhor exemplo para mostrar o quanto ela é necessária. A exploração do pré-sal colocará na atmosfera bilhões de toneladas de carbono.

O governo deveria ser o primeiro a considerar que, se é importante explorar mais petróleo, é igualmente importante criar condições para mitigar os efeitos ambientais de seu uso. Não se trata de um "desperdício" financeiro, mas de um investimento essencial para enfrentar as consequências do aquecimento global.

No entanto, prevaleceu a lógica da redução de custos. Resta saber quanto essa lógica estreita irá custar à sociedade.

 

Marina Silva, senadora

Sefer acaba de ser preso

O  Comando de Operações Especiais da Polícia Civil do Rio de Janeiro (COE) prendeu há cerca de 40 minutos o deputado estadual Luiz Sefer. Ele estava em seu apartamento, na Zona Sul, quando recebeu a ordem de prisão. 

Dentro de mais algumas horas o parlamentar será trasladado para Belém. 

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atualização às 17:11

Começou a luta de bastidores pela definição do local onde o ex-deputado Luiz Sefer ficará preso, em Belém. Familiares e advogados do médico acusado de pedofilia estão, neste momento, no Tribunal de Justiça do Estado, pressionando autoridades para determinar seu recolhimento  no comando do Corpo de Bombeiros, localizado na Av. Júlio César com Pedro Alvares Cabral, mesma cela destinada, tempos atrás, aos empresários Fernando Yamada e Marcos Marcelino.

Bom lembrar que o sistema penitenciário do Pará não possui xadrez especial a presos com curso superior, caso do médico Sefer.

Se depender da polícia, o ex-deputado iria diretamente do aeroporto para a penitenciária Anastácio das Neves, em Americano, local onde encontra-se recolhido o delegado de polícia Roberto de Cássio, preso em Altamira. 

Mais tarde, mais notícias.

Decretada prisão de Sefer

O juiz da Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente, Eric Aguiar Peixoto, acaba de decretar a prisão do deputado estadual Luiz Afonso Sefer (sem partido).  Mesmo encontrando-se no Rio de Janeiro, a prisão do parlamentar acusado de crimes de pedofilia deverá ocorrer a qualquer momento. 

segunda-feira, maio 25, 2009

Trânsito livre

No meio da tarde desta segunda-feira, 25, a  desembargadora Terezinha Mourão  tornou sem efeito as prisões do delegado Fábio Veloso de Castro e do escrivão Cláudio Lúcio, da Seccional de Tucuruí, decretadas pelo juiz Cláudio Hernandez Silva Lima, titular da Vara Penal do município, pelos crimes de prevaricaçào e suborno.

A desembargadora considerou abuso de autoridade o ato do juiz.

Advogado preso em flagrante

Neste exato momento (15:00), o  advogado João Paulo Carmelindo Pantaleão está sendo autuado em flagrante delito, pela Polícia Civil de Redenção, depois de ter sido preso na sala de audiência da juiza da 1a Vara Cível daquele município.

João Panateleão patrocina uma causa contra o HSBC no valor de R$ 60 milhões.  Hoje, desesperado para colocar a mão na grana, adentrou a sala da juíza Adriana Divina da Costa Tristão para lhe propor  boa parte da comissão a que tem direito, mediante despacho favorável a liminar determinando o banco a liberar o dinheiro.

De pronto, a honesta juíza deu voz de prisão ao advogado, que foi levado à cadeia pública de Redenção.

Agora, a cidade ferve. Advogados correm de lado a outro tentando livrar a cara do colega corruptor. O delegado só está terminando de lavrar o depoimento do rapaz para colocá-lo atrás das grades.

Empreendedorismo ruminante

Olha só a maldade dessa gente, gente! 

Estão falando nos ambientes mais refinados de Belém que a grande obra realizada pelo pecuarista Carlos Xavier, ao ser escolhido  "Empresário do Ano", foi ter trazido ao Pará a senadora Kátia Abreu, para pedir intervenção no governo do Estado.

Não sai da boca dos chiquérrimos paroaras.

Último a saber?

Com a experiencia que têm na estrada, o blogger leva muito a sério - e bota seriedade nisso! -, notas divulgadas em espaços de jornalistas íntegros dando conta de que Manaus já está escolhida para sediar a Copa 14, havia muito tempo. 

Primeiro foi o Juca Kfoury, de insuspeita atuação na área esportiva. Cinco dias depois, o corretíssimo Ancelmo Gois disse a mesma coisa, assegurado fonte da CBF - que tem voto no conselho decisório da FIFA.

Domingo, 24, Ilimar Franco, no "Panorama Político", causa mais apreensão em duas notas de sua respeitada coluna, ao revelar a proibição, imposta por Lula, do ministro dos Esportes, Orlando Silva, viajar para as Bahamas, local onde será divulgada a relação das cidades escolhidas como sedes da CM-14, dia 31 de maio. "Como algumas vão ficar de fora, Lula não quer que o governo pague a conta", diz.

Finalizando, em outra nota:  -"A informação que circula na CBF é que a sede amazônica da Copa do Mundo no Brasil será a cidade de Manaus. Se a informação se confirmar, a avaliação entre os petistas é que será um golpe para a governadora Ana Júlia".

Ora, ora, imaginar o dono da festa (a Copa-14), no caso a CBF,  a essa hora do campeonato não saber quais as cidades já escolhidas, é querer ficar se "masturbando sociologicamente", como adorava dizer o falecido tucano Sérgio Motta.

Candidaturas da DS

Na manhã de domingo, numa banca de revista, o queridíssimo Ademir Martins, comandante-em-chefe da DS de Marabá, confirmou dois fatos que o poster já sabia. 

Primeiro, ele  é pré-candidato a deputado estadual.

E a discussão interna da Democracia Socialista em torno da pré-candidatura a deputado federal do Chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, sem sobressaltos. 

Ademir não confirmou, mas ele sabe também: Ana Júlia e Puty já conversaram sobre a missão deste  encarar as urnas, em 2010.

Flor do desejo

Sem medo de errar.

Existe um novo elemento na relação entre duas pessoas: o    cheque.

Obra social

Visita técnica à estação de tratamento da Cosanpa, em fase de expansão, ocorre às 16 horas de hoje. Eduardo Ribeiro, presidente da companhia, leva à tiracolo toda a diretoria da Associaçào Comercial e Industrial e o secretário municipal de Marabá, Ítalo Ipojucan, para ver os investimentos aplicados.

Banco de imagens

Um dos craques da fotografia do Pará faz pouso no Sul do Estado. Desde sexta-feira, João Ramid      ( www.joaoramid.com.br  /   www.amazonimagebank.com ) cruza rios e ruas de Marabá com seu inseparável equipamento. Depois segue para outras cidades.

Coisa boa à vista.

Outros interesses

Comentarista anônimo atribui desinformação de fonte do blog em referência ao  post  que inclui o secretário Geraldo Araújo no rol de auxiliares de governo demissionários. Segundo ele, "somente os traficantes e os policiais corruptos adorariam a saída dele".