Os dois jornais de Belém refugaram na hora H.
Nenhuma pesquisa sobre a eleição na capital foi publicada nas edições de domingo, que já estão circulando no inicío da noite deste sábado, 4.
Sinal de que não haverá segundo turno?
sábado, outubro 04, 2008
Pesquisas finais
Vox Populi entrevistou 600 pessoas entre os dias 28 e 30 de setembro, em Marabá.
Maurino Magalhães - 45%
João Salame - 29%
Bernadete ten Caten - 16%
Tibirica - 2%
Brancos/Nulos - 1%
Indecisos - 7%
A margem de erro é de 4%
Ibope Santarém
Em Santarém, o Ibope ouviu 602 eleitores:
Maria do Carmo - 48%
Lira Maia - 40%
Márcio Pinto - 5%
Joaquim Hamad - 2%
Brancos/Nulos - 2%
Indecisos - 3%
A margem de erro é de 4%
Maurino Magalhães - 45%
João Salame - 29%
Bernadete ten Caten - 16%
Tibirica - 2%
Brancos/Nulos - 1%
Indecisos - 7%
A margem de erro é de 4%
Ibope Santarém
Em Santarém, o Ibope ouviu 602 eleitores:
Maria do Carmo - 48%
Lira Maia - 40%
Márcio Pinto - 5%
Joaquim Hamad - 2%
Brancos/Nulos - 2%
Indecisos - 3%
A margem de erro é de 4%
sexta-feira, outubro 03, 2008
Voltando à cena
Participando de duas campanhas eleitorais fora de Marabá, somente ontem à noite o poster retornou à sua base. Na segunda-feira, 6, as atualizações do blog serão restabelecidas.
segunda-feira, setembro 29, 2008
A fera de Rurópolis
A foto é do próprio jornalista agredido, estampada no blog do Alailson Muniz., que tem mais informações a respeito.
Comprando votos
A TV Record de Imperatriz (MA) veiculou matéria no jornalismo local esclarecendo que a morte de alunos da UEPA, em acidente de carro no município de Dom Eliseu, foi conseqüência de uma ação de compra de votos, com a anuência da Regional da Sespa de São Miguel do Guamá.
Trocando em miúdos, os universitários tentavam ajudar candidatura majoritária de Dom Eliseu através do fornecimento de medicamentos em domicílios, sendo flagrados pela Polícia Militar numa batida realizada na casa de uma família beneficiada. Na operação, remédios e um veículo da Sespa teriam sido apreendidos.
A camionete transportando remédios era dirigida por estudante da Uepa, que faleceu ao acidente.
O clima é tenso em Dom Eliseu. Na quinta-feira passada, um rapaz recebeu dois tiros quando participava de um comício.
A matéria acusa juiz e promotor do município de serem coniventes com a instabilidade.
Trocando em miúdos, os universitários tentavam ajudar candidatura majoritária de Dom Eliseu através do fornecimento de medicamentos em domicílios, sendo flagrados pela Polícia Militar numa batida realizada na casa de uma família beneficiada. Na operação, remédios e um veículo da Sespa teriam sido apreendidos.
A camionete transportando remédios era dirigida por estudante da Uepa, que faleceu ao acidente.
O clima é tenso em Dom Eliseu. Na quinta-feira passada, um rapaz recebeu dois tiros quando participava de um comício.
A matéria acusa juiz e promotor do município de serem coniventes com a instabilidade.
Cooperativa de publicitários
Um grupo de profissionais de comunicação de Belém iniciou, nesta semana, um projeto no mínimo curioso. Trata-se da primeira “agência de freelas”, que pretende atuar basicamente no ramo de propaganda.
Segundo o idealizador do projeto, o jornalista e publicitário Flávio Oliveira, a intenção é aglomerar os melhores profissionais de diversas agências em torno de algo inovador, com princípios cooperativistas, tendo como uma de suas características “não fazer concorrência aos patrões”.
“A idéia é proporcionar um complemento de renda aos integrantes da cooperativa, que desenvolverão trabalhos fora do expediente nas agências", afirma Oliveira.
Além de nomes já conhecidos da publicidade belenense, a cooperativa pretende dar oportunidade também para quem ainda está na universidade, segundo o jornalista.
Segundo o idealizador do projeto, o jornalista e publicitário Flávio Oliveira, a intenção é aglomerar os melhores profissionais de diversas agências em torno de algo inovador, com princípios cooperativistas, tendo como uma de suas características “não fazer concorrência aos patrões”.
“A idéia é proporcionar um complemento de renda aos integrantes da cooperativa, que desenvolverão trabalhos fora do expediente nas agências", afirma Oliveira.
Além de nomes já conhecidos da publicidade belenense, a cooperativa pretende dar oportunidade também para quem ainda está na universidade, segundo o jornalista.
Internacionalização da Amazônia
O texto rodou o mundo em emails. Os grandes jornais do país pouco interesse tiveram em repercutir o ensinamento, mas o poster resgata, sempre que pode, a reação do então governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque, à provocação de universitários americanos sobre o que pensava o atual senador da internacionalização da Amazônia, durante palestra nos Estados Unidos, em 2003.
O jovem americano formulou a pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
O que disse Cristovam:
O jovem americano formulou a pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro.
O que disse Cristovam:
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as Reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar e que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
Nota do Blog: A resposta de Cristovam Buarque foi publicada no New York Times, Washington Post, Today e nos maiores jornais da Europa e Japão.
No Brasil, não mereceu uma linha dos jornais. Passou quase desapercebida.
No Brasil, não mereceu uma linha dos jornais. Passou quase desapercebida.
O que vier, é lucro!
Com uma folha salarial de R$ 60 mil, o Águia está entre os oito clubes que tentarão a façanha de acesso à Série B do Brasileiro.
O poster quase morre do coração, no Zinho Oliveira, torcendo pelo gol de empate que saiu à fórceps.
Jogo sofrido, exatamente no figurino das batalhas vividas pelos times campeões.
O Águia é o Pará no Brasileiro.
Hora da verdade
Ibope e Vox passaram a ajustar “as margens” . Até porque só faltam seis dias para a eleição.
Talento paraense
Glauco, Célio e Haroldo devem estar orgulhosos. E há motivos exagerados, para isso.
Afinal, a DC3 foi apontada a melhor agência de propaganda do Norte, empacotando sete prêmios da Meio & Mensagem.
Aplausos a toda equipe premiada.
Afinal, a DC3 foi apontada a melhor agência de propaganda do Norte, empacotando sete prêmios da Meio & Mensagem.
Aplausos a toda equipe premiada.
Beijando a aranha
Alheio às notícias do dia a dia regional por absoluta falta de tempo, somente final de semana, lendo press releases dos jornais, o poster tomou conhecimento da homenagem prestada pela Faepa a Carlos Rodemburg, preposto de Daniel Dantas no Sul do Pará.
A casta dos donos de patas de boi, descaradamente, com o tal título de “Pecuarista do Ano” conferido ao cunhado de Dantas, irremediavelmente mostra aos mais jovens que o crime compensa. E rende suntuosas homenagens.
A casta dos donos de patas de boi, descaradamente, com o tal título de “Pecuarista do Ano” conferido ao cunhado de Dantas, irremediavelmente mostra aos mais jovens que o crime compensa. E rende suntuosas homenagens.
Dom Vito Corleone
Ao expor sobre a criminalidade dos potentes, aqueles que asseguram a impunidade ao crime organizado transnacional de modelo mafioso, o ex-secretário nacional anti-drogas Wálter Fanganiello Maierovitch, cita Daniel Dantas como um exemplo desse “novo modelo” de criminoso.
Ele (Daniel Dantas) consegue participar da privatização, tendo uma procuração pra representar fundos de pensão, num processo absolutamente estranho. Porque ele não tinha potencial econômico algum pra se enfiar nesse ramo. Precisou de dinheiro de fundos de pensão, o Estado lhe propicia isso. Participa da privatização (das teles), obtém vantagens, continua administrando até ser cassada a procuração. Mais do que isso, descobre-se que discos rígidos, que revelam todo esse processo de privatização, não podem ser abertos por decisão judicial. Por decisão do Supremo Tribunal Federal da Ellen Gracie.
É como se eu matasse uma pessoa, o cadáver ficasse dentro do apartamento, e eu tivesse uma autorização judicial da Ellen Gracie pra polícia não entrar. O argumento que ela dá, na decisão, é mais estranho ainda. Ela diz que a apreensão daqueles discos rígidos se deu na apuração de grampos, pra verificar se Daniel Dantas podia grampear alguém. Ora, a Lei Processual Penal fala dos crimes conexos. Quando se está apurando o homicídio de João, se você encontrar a prova de que o mesmo assassino matou Antonio, José ou assaltou um banco, você não vai ignorar. Na visão dela, sim. E não deixou abrir os discos rígidos. O mesmo Daniel Dantas que consegue no segundo habeas corpus um foro privilegiado. Ele salta instâncias e vai ao Supremo. E o presidente do STF dá uma liminar sem consultar a Corte.
Assinar:
Postagens (Atom)