Correta a decisão do prefeito Darci Lermen de não adiar, pela terceira vez, a data da inauguração do Centro Administrativa de Parauapebas, conforme pediu Ana Júlia, lá de Copenhague.
Seria acumular desgaste demais no lombo.
E na credibilidade.
sábado, dezembro 19, 2009
A candidatura Tião
A pré-candidatura do ex-prefeito de Marabá, Tião Miranda, ao governo do Estado pode dar um nó em muitas articulações enfeitadas nos bastidores. De repente, ela desponta com o potencial de arregimentar as forças políticas do Sul e Oeste do Estado, num momento em que o sentimento separatista acumula frustrações pelo adiamento da votação do plebiscito ninguém sabe para quando.
A entrada de Tião Miranda no jogo sucessório é um desses ingredientes capazes de apimentar a disputa e potencializar-se, durante o processo de convencimento eleitoral, numa zebra sem precedente.
Detalhe: caso o ex-prefeito de Marabá tenha mesmo aceitado oferecer seu nome à sucessão de Ana Júlia, ele tem o dever moral – e ético – de entregar à governadora o cargo de superintendente do SEBRAE-PA, para o qual foi eleito numa disputa em que o governo estadual se indispôs com o PIB de Belém, acumulando desgastes depois de fratricida luta com expressivas personalidades empresariais.
A entrada de Tião Miranda no jogo sucessório é um desses ingredientes capazes de apimentar a disputa e potencializar-se, durante o processo de convencimento eleitoral, numa zebra sem precedente.
Detalhe: caso o ex-prefeito de Marabá tenha mesmo aceitado oferecer seu nome à sucessão de Ana Júlia, ele tem o dever moral – e ético – de entregar à governadora o cargo de superintendente do SEBRAE-PA, para o qual foi eleito numa disputa em que o governo estadual se indispôs com o PIB de Belém, acumulando desgastes depois de fratricida luta com expressivas personalidades empresariais.
Sonhos feitos de pó
Jobson, o jogador de Conceição do Araguaia flagrado duas vezes no exame antidoping por uso de cocaína, é mais um jovem do interior deste país a ser castigado duramente pelo peso da transição do ocaso para a fama. Igual a ele, outros garotos vivem a mesma situação: o sonho de ser ídolo esmagado pela saturação psicológica de estar entre dois mundos.
O mundo da miséria e do isolamento no interior de vilas e bocadas, e a descoberta da possibilidade de se tornar ídolo num grande clube de futebol.
É tênue, muito tênue, a linha a separar situações opostas.
De origem pobre vivida nas ribanceiras do rio Araguaia, Jobson quis ser apenas mais um Adriano da vida.
Ou outro ídolo dele famoso.
A exposição desse caso na mídia e as especulações criadas em torno da situação vivenciada pelo jogador, sujeito a ser banido dos esportes, devem ser analisadas com cuidado.
Se já estava vulnerável a ponto de usar cocaina ninguém sabe a quanto tempo, Jobson corre agora o risco de se transformar num marginal, com todos os riscos que isso representa para a sobrevivencia de um garoto que queria apenas ter seu nome gritado pela torcida num dia de domingo ensolarado.
O caso Jobson retrata a necessidade, cada vez mais urgente, dos dirigentes de clubes criarem departamentos específicos para o desenvolvimento do chamado trabalho psicopedagógico, uma novidade no Brasil, mas fundamental para o atleta ser acompanhado logo em que o mesmo passa a ser domínio dos clubes.
O trabalho psicológico deve ser feito de forma gradativa, a fim de que o esportista aprenda a lidar com as pressões à medida que vai crescendo profissionalmente.
O mundo da miséria e do isolamento no interior de vilas e bocadas, e a descoberta da possibilidade de se tornar ídolo num grande clube de futebol.
É tênue, muito tênue, a linha a separar situações opostas.
De origem pobre vivida nas ribanceiras do rio Araguaia, Jobson quis ser apenas mais um Adriano da vida.
Ou outro ídolo dele famoso.
A exposição desse caso na mídia e as especulações criadas em torno da situação vivenciada pelo jogador, sujeito a ser banido dos esportes, devem ser analisadas com cuidado.
Se já estava vulnerável a ponto de usar cocaina ninguém sabe a quanto tempo, Jobson corre agora o risco de se transformar num marginal, com todos os riscos que isso representa para a sobrevivencia de um garoto que queria apenas ter seu nome gritado pela torcida num dia de domingo ensolarado.
O caso Jobson retrata a necessidade, cada vez mais urgente, dos dirigentes de clubes criarem departamentos específicos para o desenvolvimento do chamado trabalho psicopedagógico, uma novidade no Brasil, mas fundamental para o atleta ser acompanhado logo em que o mesmo passa a ser domínio dos clubes.
O trabalho psicológico deve ser feito de forma gradativa, a fim de que o esportista aprenda a lidar com as pressões à medida que vai crescendo profissionalmente.
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Tuitando a morte do filho
Cerca de 30 minutos depois de os paramédicos chegarem, e enquanto ainda tentavam reanimar o garoto, Ross escreveu no Twitter: "Por favor rezem como nunca, meu filho de 2 anos caiu na piscina".
Cinco horas depois, quando médicos anunciaram a morte do menino, ela foi ao site e escreveu: "Me lembrando do meu menino de ouro". Em seguida, colocou no ar uma foto do filho.
Tuiteira norte americana causa polêmica no micro-blog.
Saiba mais aqui.
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Soldados da Borracha: aposentadoria justa
A Comissão Especial da PEC do Soldado da Borracha (Proposta de Emenda à Constituição 556/02) aprovou nesta quarta-feira o substitutivo da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que aumenta de dois para sete salários mínimos a pensão dos ex-seringueiros que atuaram na Segunda Guerra Mundial e cria um abono que fará as vezes de 13º salário. O presidente da comissão, deputado Lindomar Garcon (PV-RO), e a relatora anunciaram que já foi apresentado pedido de urgência e esperam que a PEC termine sua tramitação em 2010.
A relatora explicou que seu relatório busca resgatar a história dos soldados da borracha e fazer justiça salarial. Ela relatou que, em 1943, quando o Japão deixou de produzir borracha, Brasil e Estados Unidos fizeram acordo para manter a produção bélica. Com isso, 60 mil pessoas foram enviadas à Amazônia para extrair borracha. A maior parte delas foi convocada, da mesma forma como foram os pracinhas brasileiros; 30 mil morreram. Dos 20 mil pracinhas, 454 morreram na Itália.
Equilíbrio para a Previdência
A PEC da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) previa que o pagamento dos soldados da borracha, hoje de R$ 930, fosse equiparado ao dos ex-combatentes militares, que recebem R$ 4.143 mais abono referente ao 13º salário.
O deputado Fernando Melo (PT-AC) perguntou a relatora por quê o substitutivo prever um salário de R$ 3.265, R$ 878 a menos do que recebem os ex-combatentes. Perpétua Almeida explicou que a proposta foi pensada de forma a não dificultar a tramitação. Ela afirmou que, com certeza, esse valor será questionado no Plenário e acrescentou que seu objetivo foi buscar um equilíbrio aceitável também para a Previdência.
Perpétua Almeida enfatizou que é urgente a aprovação da PEC porque morrem 3% dos ex-soldados a cada ano. Hoje, informou, há 14.900 pessoas recebendo pensão, 6.584 dependentes de soldados da borracha. Os outros 8.316 são ex-seringueiros como seu pai, que hoje tem 86 anos.
O deputado Moreira Mendes (PPS-RO) afirmou que não há um único dia em que um político da Amazônia não seja abordado por um ex-seringueiro que espera que seja feita a correção em seus vencimentos. Ele elogiou a ênfase dada pela relatora ao resgatar a história “desses heróis, que deram a vida por um ideal”.
A proposta segue para ser analisada pelo Plenário.
Fonte: Agência Câmara
Atualização:
Clique Aqui, para conhecer íntegra e tramitação da matéria.
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atualização às 14:00
Prenhe de razão, Ademir Braz, manda cocomentário revoltado com a tardia aprovação da matéria que propõe o pagamento digno dos "Soldados da Borracha":
Hirô, mano velho: essa esmola não vem tardiamente? Quantos "soldados da borracha" ainda sobrevivem? Veja como está o pai do João Filho, vizinho aí de cima: 90 anos, cego de glaucoma e há bem dez anos à espera de Justiça.
Conheci alguns desses "soldados" aqui em Marabá que, ao procurar seus direitos de aposentadoria", no INSS lhe pediram prova concreta de que trabalharam nos seringais: facão, raspadeira, cuités para recolher o leite...
Puta que pariu!
Claro que eles não tinham mais essas tranqueiras! Resultado: nenhum se aposentou.
terça-feira, dezembro 15, 2009
Calendário tucano
Depois do lançamento da pré-candidatura de Simão Jatene ao governo do Estado, vereadores e prefeitos do PSDB retornaram aos seus municípios com a missão de organizar encontros mesorregionais com objetivo de levantar o moral da militância, depois do longo mergulho ao qual ficou submetida a legenda no Sul do Pará.
Já a partir da primeira semana de janeiro de 2010, membros da executiva estadual passarão a orientar cada liderança municipal para as viagens a serem feitas pelo candidato nas cidades da região, promovendo corpo a corpo com o eleitorado em visitas relâmpagos.
Já a partir da primeira semana de janeiro de 2010, membros da executiva estadual passarão a orientar cada liderança municipal para as viagens a serem feitas pelo candidato nas cidades da região, promovendo corpo a corpo com o eleitorado em visitas relâmpagos.
Dia seguinte
Em mesas separadas, lideranças das quatro correntes do Partido dos Trabalhadores, no Pará, saborearam peixe e arroz ao tucupi, no início da tarde de segunda-feira, 14, na Estação Gourmert, ao lado da Basílica de Nazaré.
Pela DS, André Farias (secretário de Integração Regional) e Marcílio Monteiro (Projetos Estratégicos).
O PT Pra Valer se fazia presente nas vozes de Valdir Ganzer (Setran) e deputado Zé Geraldo.
Deputado federal Paulo Rocha representava a Unidade na Luta, acompanhado do prefeito de Belterra, Geraldo Pastana.
Outro deputado, Beto da Fetagri, falando em nome da AS – Articulação Socialista.
O papo do grupo demorou mais do que se consome num tempo normal de almoço.
O cardápio político, claro, girava em torno da definição de Simão Jatene, candidato opositor à reeleição de Ana Júlia.
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atualização às 13:00
O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores no Estado do Pará, reunido em Belém, no dia 12 de dezembro de 2009, avalia o trabalho realizado pela atual direção do Partido dos Trabalhadores nos últimos dois anos, faz um balanço do governo do estado do Pará e reafirma as estratégias eleitorais para 2010.
Em extensa nota com 21 tópicos, distribuída à imprensa do Pará, o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores comunica resultado de avaliação das ações do governo do Estado, reafirmando as estratégias eleitorais para 2010.
No que se refere ao quesito “Eleições 2010, alianças e estratégia pré-eleitoral", diz a nota:
1-Para 2010, nossos adversários estão divididos. Dão como certo seu retorno ao lugar de onde não admitem terem sido apeados pelo voto direto do povo. Além desse passado nefasto que tentam o tempo inteiro vender como uma época de ouro, os tucanos não conseguem apresentar idéias e propostas para o Estado, a exemplo do que acontece com seus congêneres nacionais José Serra e Aécio Neves, e até hoje não apontam seu programa para o Pará, a não ser duas ou três obras turísticas concentradas na capital.
Pela DS, André Farias (secretário de Integração Regional) e Marcílio Monteiro (Projetos Estratégicos).
O PT Pra Valer se fazia presente nas vozes de Valdir Ganzer (Setran) e deputado Zé Geraldo.
Deputado federal Paulo Rocha representava a Unidade na Luta, acompanhado do prefeito de Belterra, Geraldo Pastana.
Outro deputado, Beto da Fetagri, falando em nome da AS – Articulação Socialista.
O papo do grupo demorou mais do que se consome num tempo normal de almoço.
O cardápio político, claro, girava em torno da definição de Simão Jatene, candidato opositor à reeleição de Ana Júlia.
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atualização às 13:00
O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores no Estado do Pará, reunido em Belém, no dia 12 de dezembro de 2009, avalia o trabalho realizado pela atual direção do Partido dos Trabalhadores nos últimos dois anos, faz um balanço do governo do estado do Pará e reafirma as estratégias eleitorais para 2010.
Em extensa nota com 21 tópicos, distribuída à imprensa do Pará, o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores comunica resultado de avaliação das ações do governo do Estado, reafirmando as estratégias eleitorais para 2010.
No que se refere ao quesito “Eleições 2010, alianças e estratégia pré-eleitoral", diz a nota:
1-Para 2010, nossos adversários estão divididos. Dão como certo seu retorno ao lugar de onde não admitem terem sido apeados pelo voto direto do povo. Além desse passado nefasto que tentam o tempo inteiro vender como uma época de ouro, os tucanos não conseguem apresentar idéias e propostas para o Estado, a exemplo do que acontece com seus congêneres nacionais José Serra e Aécio Neves, e até hoje não apontam seu programa para o Pará, a não ser duas ou três obras turísticas concentradas na capital.
2-A prioridade do PT em 2010 é aprofundar o nosso projeto de desenvolvimento no Pará, com a reeleição da governadora Ana Júlia, a recuperação da vaga do PT no Senado com a candidatura do companheiro deputado Paulo Rocha, liderança capaz de fortalecer a chapa majoritária e animar ainda mais a militância petista; ampliar nossas bancadas na assembléia legislativa e na câmara federal e contribuir com os avanços do Brasil no futuro governo da ministra Dilma Roussef, que já alcançou os 20% nas intenções de voto a mais de um ano das eleições.
3-A construção de um programa democrático e popular capaz de aprofundar as mudanças em andamento e inscrever novos desafios na construção de um Pará Para Todos passa por um amplo debate nas instancias partidária e com participação dos nossos aliados é peça fundamental deste tabuleiro.
4-É necessário construirmos uma ampla aliança entre as forças democráticas e progressistas, unindo partidos e sociedade civil, envidando todos os esforços para reeditar a aliança vitoriosa de 2006 com o PC do B, PSB, PMDB e PRB e buscando ampliá-la na direção de PR, PTB, PP, PV, PSC e PDT e outros partidos que estão dialogando com a nossa base.
5-Também é preciso organizar o mais rápido possível o comando da campanha de reeleição da governadora Ana Júlia e do senado e definir o calendário da pré-campanha é uma tarefa urgente. Precisamos destacar as obras e ações por região, demonstrando o impacto dessas obras e serviços na vida da população beneficiada.
6- Em síntese, é missão do PT construir a estratégia de mobilização que fará do ano de 2010 não apenas um ano eleitoral, mas um ano de intensa participação política, em defesa de nossas conquistas. Para tanto, o balanço e o programa de governo terão função central. É preciso popularizar esse debate, desde já. É necessário, também, construir uma ampla base de alianças para propiciar a reeleição de nosso projeto político e a consolidação da coalizão que sustenta o governo, ampliando nossas bancadas na Assembléia Legislativa, retomando nossa vaga no Senado, objetivo essencial para a agenda de mudança que queremos para o Brasil e para o Estado do Pará.
Coluna Diário do Pará
Coluna do poster publicada nesta terça-feira (15), no Diário do Pará.
Umas & Outras
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Promotor censurado
A Procuradoria-Geral de Justiça acolheu ato de punição sugerido pela Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado com aplicação da penalidade disciplinar de censura ao promotor público de Marabá, José Luiz Brito Furtado, acusado de disparar três tiros contra a própria companheira, Maria Odinéia Rodrigues Farias, em fevereiro de 2008, no interior da residência do casal. Relatório do Processo Administrativo Disciplinar 010/08 concluiu que “ficou demonstrado o envolvimento do indiciado do feito, tanto que este tratou o caso como acidente, admitindo-o, portanto”.
Credibilidade funcional
Citando artigos da legislação que estabelece como dever dos membros do Ministério Público “manter ilibada conduta pública e particular”, a conclusão do relatório destaca, no entanto, que, no caso em apreço, “a conduta do indiciado (José Luiz Furtado) não aparenta gravidade suficiente para a perda do cargo, porém compromete a sua credibilidade funcional, sendo, sem a menor sombra de dúvidas censurável pela sociedade”.
Samba do crioulo doido
As sentenças proferidas pela juíza da 3ª Vara Cível de Marabá, Maria Aldecy de Souza Pissolati, costumam deixar a população perplexa e indignada. Não bastasse a luta de braço da meritíssima com a Procuradoria Geral do Estado, cujas decisões de sua jurisdição têm atrasado os trabalhos de implantação da Alpa, siderúrgica que empregará mais de treze mil pessoas, gerando renda e riquezas pra região, agora a juíza sentenciou mérito de ação favorável ao dono de matadouro clandestino, condenando a cidade a consumir carne sem inspeção dos agentes sanitários. Nas duas frentes de batalha, a juíza já teve suas sentenças reformadas pelo TJE, que deverá se manifestar outra vez no caso do liberou geral de Aldecy, já que a prefeitura irá recorrer da sentença.
Filme antigo
Colunista tem mantido postura crítica em relação à administração atabalhoada do prefeito Maurino Magalhães (PR), principalmente ao que se refere à falta de firmeza na gestão fiscal. Acompanhou, também, em cima dos fatos, a prisão pela polícia federal do vice-prefeito Nagilson Amoury, na operação que apura fraudes na compra de medicamentos. Os equívocos administrativos, todavia, não avalizam nenhuma aventura no sentido de pedir o impeachment do prefeito, como se ouve falar dentro da Câmara Municipal. Esse filme, já foi visto várias vezes. Uma crise institucional, agora, é o que menos Marabá precisa diante da implantação dos projetos de industrialização anunciados.
Cheiro de golpe
Impeachment é um processo político, não criminal, que tem por objetivo apenas afastar o titular do cargo sem que por isso ele seja condenado penalmente. Fica até parecendo golpe de verdade. Trocar um por outro, sem aval popular. Ademais, os servidores estão recebendo em dia, com 13º salário pago integralmente. O descontrole administrativo pode ser contornado com a colocação de pessoas preparadas, no lugar certo. O resto é carnaval de quem quer ver o circo pegar fogo.
Sem volta
Ao apresentar à sociedade o Projeto Aline, indústria de laminados, durante reunião ocorrida na Associação Comercial e Industrial de Marabá, o vice-presidente do Grupo Cearense, Ian Correa, garantiu que o empreendimento é uma decisão definitiva, ainda que se aguarde a conclusão dos estudos de sua viabilidade. Alpa e Aline, na avaliação de Ian, se completam entre si, motivo pelo qual a Aço Cearense e a Vale decidiram investir em suas implantações. Três empresas internacionais estão sendo contratadas para confeccionar os estudos.
Agentes comunitários
Autor da lei 10.507 que regulamentou a profissão dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, o deputado federal Paulo Rocha (PT) crê na aprovação em plenário das duas casas, ainda no primeiro semestre de 2010, da PEC 391/09 que cria agora o plano de carreira para os agentes comunitários, garantindo que o repasse do governo federal para as prefeituras seja utilizado integralmente para o pagamento dos salários dos 300 mil agentes em todo o País. O repasse hoje é de R$ 651,00, mas muitas prefeituras utilizam esses recursos para outros fins. O texto prevê que esses trabalhadores terão um piso salarial, a ser fixado posteriormente por meio de projeto de lei complementar. Hoje, os agentes de saúde são pagos conforme a capacidade das prefeituras.
Umas & Outras
Coluna de 28 de novembro registrou: “Prefeito Maurino Magalhães entende que o problema da saúde se resolve com um choque de gestão, razão maior para se suspeitar de que ele deverá escolher um administrador para o cargo” (secretário de Saúde).
Mais uma vez, o colunista antecipa fatos: o novo secretário de Saúde de Marabá será Ademar Rafael Ferreira, ex-gerente do Banco do Brasil e que trabalha como executivo da Maragusa. Administrador nato.
Eugênio Alegretti, Gerente Administrativo da Unimed Sul do Pará condecorado com a medalha João Rocha, na festa do Empresário do Ano.
Quem também recebeu homenagens foi o Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Cláudio Puty.
Nesta quarta-feira, 16, Ian Correa desembarca em Fortaleza para representar a Aço Cearense na festa de entrega do Prêmio Maiores Contribuintes do Ceará, pelo sexto ano consecutivo.
Termina hoje, 15, cadastramento ao programa Bolsa Trabalho, oferecido pelo Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Marabá, no Ginásio Poliesportivo da Folha 16.
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segunda-feira, dezembro 14, 2009
Ânimo restabelecido
Os dois prefeitos do PSDB eleitos no Sul do Pará, Maria Ribeiro da Silva (Palestina); e “Alegria”- Gilgleider Altino Ribeiro (Santana do Araguaia) retornaram de Belém animados com o lançamento da pré-candidatura de Simão Jatene ao governo do Estado. Garantem que vão rodar estradas em busca de votos para a recondução dos tucanos ao poder.
MPE censura promotor de Marabá
Saiu o relatório do PAD 010/2008 que apurou a agressão do promotor José Luiz Furtado a sua companheira Maria Odinéia Rodrigues Farias. O processo Administrativo Disciplinar instaurado pelo Ministério Público Estadual concluiu pela culpabilidade do promotor, ratificando informações à época de tiros disparados contra a parceira e outros projéteis espalhados pela residência do casal.
Pela gravidade do caso, a censura do MPE é um presente natalino que chega às mãos do promotor, corroendo de forma quase ininteligível sua biografia de autoridade pública instituída para fiscalizar os maus costumes e as práticas criminosas.
Amanhã, na coluna do poster no Diário do Pará, mais detalhes sobre a leve penalidade imposta ao promotor de Marabá, poelo MPE.
Pela gravidade do caso, a censura do MPE é um presente natalino que chega às mãos do promotor, corroendo de forma quase ininteligível sua biografia de autoridade pública instituída para fiscalizar os maus costumes e as práticas criminosas.
Amanhã, na coluna do poster no Diário do Pará, mais detalhes sobre a leve penalidade imposta ao promotor de Marabá, poelo MPE.
domingo, dezembro 13, 2009
Hipocrisia sem-vergonha
Mestra Marise Morbach dá o seu recado, à altura de sua sensibilidade docente:
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Comentaristas
Na caixa de comentários do Quinta, Marise encontra apoio à sua indignação.
Professor Alan, bate de prima:
Bom demais essa blogosfera!
Com ela, o mundo já está sendo marravirrosamente diferente.
Como escreveu Drummond: "sejamos docemente pornográficos". O fim do ano está a poucos passos: vamos nos arrastando, rezando, suplicando, pedindo: "um pouco de pornografia aí, por favor!".
Não é fácil viver com essas elites tão refinadas, formadas nas melhores universidades brasileiras e do exterior.
Não é fácil conviver com jornalistas ávidos por escrever no vocabulário adequado aos 'manuais da redação'.
É de uma perfeição o cenário político que nos deixa à beira de uma congestão intelectual: são cuecas, dólares, euros, filmagens, delações e processos, que de tão refinados, ofuscam as mentes mais brilhantes do país, a ponto de um simples "merda" ser motivo para debates acalorados.
Não é fácil ser presidente dessa república orgulhosa e culta; não é não!
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Comentaristas
Na caixa de comentários do Quinta, Marise encontra apoio à sua indignação.
Professor Alan, bate de prima:
Pois é, Marise, o Lula falou "merda"...
Como diria o meu avô, seu Raimundo: "grandes merdas!".
Com toda a sua erudição o FHC não mudou nada no panorama do país. Aliás, se fosse com ele a imprensa diria que ele na verdade falou "merde", em francês, o povão que teria entendido "merda".
O problema dos políticos não é quando eles falam merda, nem quando dizem besteiras em geral.
O problema é quando eles resolvem falar - e agir - a sério...
Aí sim é que dá merda!
Bom demais essa blogosfera!
Com ela, o mundo já está sendo marravirrosamente diferente.
Nossos Jackson do Pandeiro
Temos duas bandas de música de qualidade, em Marabá: a da Fundação Casa da Cultura, idealizada há mais de 18 anos pelo Noé Von Atzingen; e a Banda Shalom, da Funcad – Fundação de Assistência aos Menores e Adolescente, criada e mantida sob monumental esforço pela Márcia Costa.
As duas bandas, encorpadas por metais, são orgulho da cidade.
Idealizadas a partir da necessidade de reduzir a presença de meninos em áreas de risco.
Ontem à noite, assisti ao VI Recital da Shalom, nas dependências do clube da Vila Militar, totalmente lotadas.
Emocionante sob todo aspecto, o recital nos mostrou a música clássica, erudita, popular, eletrônica, numa relação simbiótica de estilos que no final das contas (ou dos acordes?) não deixou diferenciar o que é erudito nem popular.
Villa-Lobos e Almir Sater, no frigir dos ovos, depois de executados pelos meninos da Marcinha, são apenas músicas de bom gosto – sem possibilidade de comparar o que é erudito nem canção de esquina.
Músicas de fazer um bem danado aos ouvidos. E à emoção.
Desde muito tempo, os meninos da Shalom são a alma da cidade.
Eles representam mais a cidade do que aquilo que se toca em rádios, TV ou no festival de alguma cidade.
Eles são os verdadeiros cronistas da cidade!
Porque são capazes de misturar, num só paneiro, Anne Macginty, Cristina Mel, Jota Quest, Bach, Tony Broxton, Chitãozinho e Xororó, Renan Mingorance, Martinho da Vila, Oswaldo Montenegro, entre tantos outros, fazendo crônicas de lugares através de personagens urbanos e rurais.
Ouvindo-os, no recital, cada rosto de origem humilde e pobre, deu pra confirmar aquilo que eu já desconfiava: a banda dos meninos tirados das ruas é formada por músicos de rua mesmo.
Eles são emboladores, sambistas, hip hop, sertanejos de raiz, clássicos sem serem eruditos – espécie de cultura das ruas reivindicando espaço e voz nas periferias, como se estivessem gafitando os muros da cidade com desenhos de partituras multicoloridas.
A combinação disso tudo resultou na beleza de emocionar corações de simples e fidalga origem, como estava representado o público emotivo da Vila Militar.
De uns trinta anos pra cá, principalmente nas grandes cidades, as pessoas só reconhecem como cultura o que a mídia diz ser cultura. E essa mesma visão de cultura passou a se expandir pelas cidades do interior, pois as culturas locais são consideradas de segunda classe pelos seus próprios habitantes.
O habitante urbano do interior quer repetir os gostos das grandes cidades, da grande mídia e isso acaba fazendo com que a atividade cultural se afunile numa direção que quem controla é basicamente a televisão.
No meio da Banda Shalom já há meninos compondo suas próprias obras que falam de seus lugares, de suas tribos e guetos esquecidos.
Mas também fala de amor.
Claro, a banda não é uma ideia de composição original. Mas é uma ideia de fazer falar (e tocar!), ao mesmo tempo, a diversidade musical em suas diversas expressões.
O professor Gilvandro Monteiro da Silva, orientador dos meninos da Funcad, deixa sempre seus alunos tocarem o que eles gostariam de tocar. A partir da colaboração de cada um, ele orquestra composições, uma sequência, não interessando a música dele.
Interessa, sim, a música da cidade e essa música é a soma do som de cada um.
Por isso, dá pra perceber claramente toda a meninada à vontade. Ninguém preocupado se está tocando uma coisa que não faz parte do mundo deles.
Cada músico tem uma particularidade muito especial.
Cada um representa um universo, uma cultura dentro da cultura urbana.
Que também pode ser rural, dependendo da origem de cada aluno.
O importante é a música expressando um pouco da cidade em que ela está sendo feita.
A Skalom, é isto mesmo: paz!
As duas bandas, encorpadas por metais, são orgulho da cidade.
Idealizadas a partir da necessidade de reduzir a presença de meninos em áreas de risco.
Ontem à noite, assisti ao VI Recital da Shalom, nas dependências do clube da Vila Militar, totalmente lotadas.
Emocionante sob todo aspecto, o recital nos mostrou a música clássica, erudita, popular, eletrônica, numa relação simbiótica de estilos que no final das contas (ou dos acordes?) não deixou diferenciar o que é erudito nem popular.
Villa-Lobos e Almir Sater, no frigir dos ovos, depois de executados pelos meninos da Marcinha, são apenas músicas de bom gosto – sem possibilidade de comparar o que é erudito nem canção de esquina.
Músicas de fazer um bem danado aos ouvidos. E à emoção.
Desde muito tempo, os meninos da Shalom são a alma da cidade.
Eles representam mais a cidade do que aquilo que se toca em rádios, TV ou no festival de alguma cidade.
Eles são os verdadeiros cronistas da cidade!
Porque são capazes de misturar, num só paneiro, Anne Macginty, Cristina Mel, Jota Quest, Bach, Tony Broxton, Chitãozinho e Xororó, Renan Mingorance, Martinho da Vila, Oswaldo Montenegro, entre tantos outros, fazendo crônicas de lugares através de personagens urbanos e rurais.
Ouvindo-os, no recital, cada rosto de origem humilde e pobre, deu pra confirmar aquilo que eu já desconfiava: a banda dos meninos tirados das ruas é formada por músicos de rua mesmo.
Eles são emboladores, sambistas, hip hop, sertanejos de raiz, clássicos sem serem eruditos – espécie de cultura das ruas reivindicando espaço e voz nas periferias, como se estivessem gafitando os muros da cidade com desenhos de partituras multicoloridas.
A combinação disso tudo resultou na beleza de emocionar corações de simples e fidalga origem, como estava representado o público emotivo da Vila Militar.
De uns trinta anos pra cá, principalmente nas grandes cidades, as pessoas só reconhecem como cultura o que a mídia diz ser cultura. E essa mesma visão de cultura passou a se expandir pelas cidades do interior, pois as culturas locais são consideradas de segunda classe pelos seus próprios habitantes.
O habitante urbano do interior quer repetir os gostos das grandes cidades, da grande mídia e isso acaba fazendo com que a atividade cultural se afunile numa direção que quem controla é basicamente a televisão.
No meio da Banda Shalom já há meninos compondo suas próprias obras que falam de seus lugares, de suas tribos e guetos esquecidos.
Mas também fala de amor.
Claro, a banda não é uma ideia de composição original. Mas é uma ideia de fazer falar (e tocar!), ao mesmo tempo, a diversidade musical em suas diversas expressões.
O professor Gilvandro Monteiro da Silva, orientador dos meninos da Funcad, deixa sempre seus alunos tocarem o que eles gostariam de tocar. A partir da colaboração de cada um, ele orquestra composições, uma sequência, não interessando a música dele.
Interessa, sim, a música da cidade e essa música é a soma do som de cada um.
Por isso, dá pra perceber claramente toda a meninada à vontade. Ninguém preocupado se está tocando uma coisa que não faz parte do mundo deles.
Cada músico tem uma particularidade muito especial.
Cada um representa um universo, uma cultura dentro da cultura urbana.
Que também pode ser rural, dependendo da origem de cada aluno.
O importante é a música expressando um pouco da cidade em que ela está sendo feita.
A Skalom, é isto mesmo: paz!
Joga na fogueira!
As elites deste país bem que deveriam ser punidas pelo Santo Ofício - se ainda houvesse os metódos da época, ensandecidos e sádicos.
Em nome da discutível liturgia do cargo, seus representantes se dizem horrorizados por Lula ter falado em merda, usando um símbolo de linguagem para dizer da miserável situação em que se encontravam mais de 80 milhões de brasileiros, quando ele assumiu o primeiro mandato.
Mas a mesma elite jamais demonstrou ter se horrorizado com a fome.
Fome e merda, são as mesmas coisas.
Em nome da discutível liturgia do cargo, seus representantes se dizem horrorizados por Lula ter falado em merda, usando um símbolo de linguagem para dizer da miserável situação em que se encontravam mais de 80 milhões de brasileiros, quando ele assumiu o primeiro mandato.
Mas a mesma elite jamais demonstrou ter se horrorizado com a fome.
Fome e merda, são as mesmas coisas.
Coluna Diário do Pará
Coluna do poster publicada neste sábado, 12, no Diário do Pará:
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Mirando Jader
Dá pra notar claramente a preocupação das principais lideranças políticas do Sul do Pará para tentar descobrir os rumos a serem tomados pelo presidente do PMDB, Jader Barbalho. Mesmo aquelas já comprometidas com a reeleição de Ana Júlia, ninguém ousa diagnosticar o que pode ocorrer no pleito de 2010 sem a inclusão do peemedebista no tabuleiro da disputa. Isso o colunista ouviu de pelo menos oito personalidades residentes nos municípios de Conceição, Redenção, Xinguara, Canaã, Parauapebas e Marabá.
Sobrando cacos
Nessa altura do campeonato, difícil está encontrar, nos mesmos municípios, algum tucano entusiasmado com o futuro da legenda. As brigas internas do PSDB paraense conseguiram esconder o ânimo da galera, que espera ansiosamente o resultado do encontro do partido marcado para este final de semana, em Belém, para medir o tamanho das perdas até agora contabilizadas.
De bem com tudo
Quem está cada dia mais assim com a população de seu município é o prefeito Wenderson Chamon (PMDB. Se fizerem pesquisa agora, em Curionópolis, a popularidade dele deve estar nos níveis de satisfação do presidente Lula. Em menos de um ano de administração, Chamon já oferece aceitável atendimento de saúde no Hospital Municipal, totalmente reformada, e pavimentou inúmeras ruas da cidade, com recursos próprios.
Emprego e renda
Pra fechar o ciclo de boas notícias,Wenderon Chamon testemunhou a entrega, pela governadora Ana Júlia, da licença do Projeto Serra Leste, onde dentro de 90 dias a Vale inicia a exploração do minério ali existente, empregando quase mil pessoas e gerando royalties municipais. Na festa de entrega da licença, no meio de semana, Ana e Wenderson foram ovacionados por mais de duas mil pessoas.
Eruditismo na praça
Programação pra lá de gostosa: a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz se apresenta neste sábado, 12, , na Praça Duque de Caxias, em frente à Câmara Municipal,num evento da prefeitura de Marabá destinado a traduzir fraternidade no período natalino. No repertório, obras de Bizet, Rossini, Verdi, Franz Lehar e Mozart, citando clássicos compositores da música erudita -, além de obras de paraenses como Waldemar Henrique e Tynnôko Costa. Bem cedo da noite, a partir das 20 horas.
Afiando asas
Obras de ampliação e melhorias do estádio Zinho Oliveira estão sendo executadas pela prefeitura de Marabá com planejamento agendando para colocar o Águia em campo no seu primeiro jogo, pelo Campeonato Paraense 2010. Capacidade ampliada acomodará cinco mil torcedores. Ao mesmo tempo, a diretoria do time trabalha silenciosamente na contratação de jogadores, que serão apresentados à torcida dia 27 de dezembro. A pré-temporada será em Curionópolis.
É agora?
Coordenadores do movimento pela criação do Estado de Carajás, garantem que de terça-feira, 15, não passa. Nessa data, a Câmara Federal votará o PDL 052/07 propondo a realização de plebiscito para que a população escolha se o Pará deve ou não ser desmembrado para a criação de uma nova unidade da Federação, cuja matéria já foi aprovada no Senado. Ao contrário do que andaram propagandeando erroneamente, ou por má fé, caso aprovado, o plebiscito será realizado em todo o Estado, e não apenas nos 38 municípios inseridos no mapa sugerido para Carajás.
No alto da serra
O moderno Centro Administrativo de Parauapebas é realmente muito bonito, construído no alto de uma das serras que circundam a cidade e planejado para atender as demandas pelos próximos vinte anos. Darci Lermen (PT) pretende realizar grande festa dia 19 de dezembro, por ocasião da inauguração da suntuosa obra, ao lado da governadora e de outras lideranças políticas do Estado.
Umas & Outras
Programado para o dia 20 de dezembro, a segunda parcela do 13º salário dos servidores de Marabá foi quitada no meio desta semana. Ao contrário dos dias negros anunciados, 2009 será fechado com o salário dos funcionários públicos em dia. A primeira parcela do 13º foi paga no mês de julho. O salário de dezembro está garantido para o dia 27.
Exposto na fábrica da Alubar, o presépio produzido com miriti leva a assinatura do artesão Nildo Farias, Mães do Projeto Japiim, do Grupo Alubar, e colaboradores portadores de necessidades especiais da empresa empresa. Outros presépios de Nildo estarão à mostra na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Igreja de São José e Hotel Equinócios, em Barcarena.
Oficialmente, a Premium Engenharia colocou os pés em Marabá ao lançar o Loteamento Ipiranga, localizado na bifurcação das rodovias Pa-150, Rodovia Transamazônica e Br-222. Nos projetos da construtora, o lançamento de um shopping nas imediações do loteamento.
Asdrubal Bentes empolgado com a possibilidade da Câmara Federal sacramentar o plebiscito sobre a criação do Estado de Carajás. Muita gente se deslocará, de novo, pra Brasília, a partir de segunda-feira, 14.
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