Press release da prefeitura de Marabá conta que Tião Miranda está com projeto pronto de reurbanização da VP-8 (avenida mais importante da cidade) tendo como novidades um calçadão no canteiro central, passarelas estratégicas para pedestres; ajardinamento e plantas de mudas; iluminação a vapor de sódio e drenagem.
Provincianamente já apelidada pela assessoria de “Avenida Paulista de Marabá”, lendo a nota, o blog sentiu falta da obra mais importante em sua repaginagem: o alargamento das duas pistas. Sem esse serviço, o poder público estará torrando dinheiro já que o Tião sabe muito bem da magnitude da VP-8 como espaço urbano de atração de negócios. Hoje, em determinado trecho dela, principalmente no horário do rush, a avenida é um inferno.
Não é engraçado engabelar a fé pública passando cosméticos pra inglês ver. É preciso dar conforto aos motoristas, usuários de ônibus, ciclistas e aos pedestres que transitam pela VP, e esse conforto chegará ali somente através do alargamento das pistas, com pavimentação e sinalização. O resto é perfumaria.
sexta-feira, abril 27, 2007
Maquilagem, não.
A implantação de canteiro central com seu ajardinamento implica na formatação de um novo patrimônio público. Sem o alargamento das duas pistas, em breve as futuras administrações serão obrigadas a quebrar grande parte do que se implantar hoje para desafogar o trânsito. O prefeito de Marabá, com a responsabilidade e preocupação que tem em aplicar com eficiência os recursos públicos, certamente não vai incorrer nessa mancada. Pelo menos acreditamos que não.
Outra coisa: a nota da assessoria de comunicação diz que não será permitido o estacionamento de veículos nas laterais do canteiro central, pelo menos foi o que o poster entendeu na leitura que fez. Se for isso mesmo, outro gravíssimo erro. Além de estreitas as duas pistas da avenida para o volume de veículos que a cruzam diariamente, a falta de estacionamento em sua extensão é outro fator de obstrução – considerando ser ali o centro comercial mais importante da cidade.
Se o projeto não contempla o alargamento das pistas e nem espaço para estacionamento de veículos, é muito grave a maquilagem que vão impor a "Avenida Paulista de Marabá". (sic)
Outra coisa: a nota da assessoria de comunicação diz que não será permitido o estacionamento de veículos nas laterais do canteiro central, pelo menos foi o que o poster entendeu na leitura que fez. Se for isso mesmo, outro gravíssimo erro. Além de estreitas as duas pistas da avenida para o volume de veículos que a cruzam diariamente, a falta de estacionamento em sua extensão é outro fator de obstrução – considerando ser ali o centro comercial mais importante da cidade.
Se o projeto não contempla o alargamento das pistas e nem espaço para estacionamento de veículos, é muito grave a maquilagem que vão impor a "Avenida Paulista de Marabá". (sic)
Regime militar
Amanheceu, hoje, no Quaradouro, do Ademir Braz, o post “Livre-Pensar” . Pense.
Observador da maneira absurda como são tratados os times do interior no campeonato paraense, em benefício dos tais “titãs” feitos de barro, indaga quando será desmilitarizada a Federação Paraense de Futebol (FPF), um dos últimos baluartes da ditadura do século passado.
Pragmatismo & responsabilidade
Ao consagrar em dois mandatos consecutivos gestão centralizadora ao extremo, Tião Miranda, mesmo assim é muito bem avaliado pelo seu pragmatismo e volume de obras espalhadas no município. Acusado às vezes de se manter eqüidistante da crise que cerca o setor guseiro, ontem (26), durante o I Seminário de Desenvolvimento Sustentável o prefeito de Marabá demonstrou equilíbrio e responsabilidade ao declarar aos industriais que não concorda com a onda desenfreada de se espalhar autos de infração com valores superiores a R$ 800 milhões, mas deixou claro também que nenhuma siderúrgica receberá apoio da administração caso insista em atuar à margem da lei. “Tem que plantar, tem que plantar; sem isso, não há conversa”, disse o prefeito.
Prefeito vai plantar 1 milhão de árvores
Enquanto os políticos estão pensando na próxima eleição, o prefeito pensa em 2030. Dá uma sacada aqui.
quinta-feira, abril 26, 2007
Unidades de produção aquecidas
A propósito de notícias veiculadas na quinta-feira (26) dando conta da paralisaçào de seu parque industrial, o grupo Cosipar esclarece que a usina siderúrgica localizada em Marabá "possui Licença de Operação válida até 2009, de acordo com a resolução do CONAMA e amparada por liminar de antecipação de tutela concedida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará. A empresa continua operando normalmente e não suspendeu as atividades de produção".
Segundo a nota, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SECTAM) faz a renovação do licenciamento anualmente, mas com a decisão do TJE, a secretaria reconhece a validade da Licença de Operação da siderúrgica em Marabá por 4 anos."No âmbito da Justiça Federal, a cassação da liminar não interfere na continuidade da operação industrial por estar a empresa respaldada legalmente".
A empresa assegura que tem mantido contato com os órgãos ambientais competentes no sentido de ajustar procedimentos e atender todas as condicionantes solicitadas para cumprir a legislação ambiental. "A Cosipar reafirma que está compromissada com as autoridades federais e estaduais na implementação de políticas que assegurem a sustentabilidade ambiental", finaliza.
Segundo a nota, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SECTAM) faz a renovação do licenciamento anualmente, mas com a decisão do TJE, a secretaria reconhece a validade da Licença de Operação da siderúrgica em Marabá por 4 anos."No âmbito da Justiça Federal, a cassação da liminar não interfere na continuidade da operação industrial por estar a empresa respaldada legalmente".
A empresa assegura que tem mantido contato com os órgãos ambientais competentes no sentido de ajustar procedimentos e atender todas as condicionantes solicitadas para cumprir a legislação ambiental. "A Cosipar reafirma que está compromissada com as autoridades federais e estaduais na implementação de políticas que assegurem a sustentabilidade ambiental", finaliza.
Pára com isso, Clô!
“As mulheres ficaram muito ordinárias, ficaram vulgares,cheias de silicone e hoje em dia as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé".” -Deputado Clodovil Hernandes (Leia aqui)
O Clodovil, decididamente, não honra a classe gay. Vez por outra esporra insensatez pela boca, criando, com isso, obstáculos aos movimentos de emancipação civil dos homossexuais, ele que é um de seus principais expoentes. Se já não bastasse a perseguição da homofobia brasileira, o Clô faz essas sacanagens.
Ordinárias... mas engraçadinhas, suaves, sedutoras, emolduração plena de beleza que somente os encantos de Deus lhe são superiores, viu, seu Clodovil!
E aê!!!
Perguntinha: o PT não terá candidato a prefeito na eleição extemporânea de Nova Ipixuna marcada pelo TRE para o dia 27 de maio? Vai ficar por isso mesmo? É o fim. O povo pobre do município não merece um Edison Alvarenga (PTB) pela popa. Mas não merece mesmo!!
As razões da nova eleição
Para quem não sabe, o Tribunal Regional Eleitoral marcou nova eleição de prefeito para preenchimento dos cargos vagos pela cassação dos titulares eleitos em 2004, José Pereira (PT) e Adãozinho (PSB) – prefeito e vice, acusados de prática de crime eleitoral por uso de funcionário público na coordenação da campanha. A campanha já começou com o PT fora dela, pelo menos até agora. Há indícios de que a legenda de Ana Júlia não tem quadros para a disputa.
Nova Ipixuna tem perto de 10 mil eleitores.
Nova Ipixuna tem perto de 10 mil eleitores.
Alvarenga, o bicho
Apontado como favorito, Edson Alvarenga é comerciante no município e já disputou duas eleições, sendo derrotado em ambas pelo ex-prefeito Zezão (PT). Ele carrega na biografia fama de bom de copo e de já ter estuprado uma mulher na cidade. Mas como a Justiça sempre lhe concede atestado de idoneidade para registro de candidatura, as acusações na certa nunca passaram disso. De acusações.
Pelo menos é que se deduz.
Pelo menos é que se deduz.
Estágio de descompressão
Nesta quinta-feira o setor produtivo amanheceu menos aflito. A decisão do governo em criar um Grupo de Acompanhamento e o Fórum Permanente de prefeitos foi a grande sacada do encontro de Ana Julia com madeireiros e atividades congêneres, e que serviu para desanuviar tensões enquanto 26 medidas de atendimento ao setor florestal venham a ser executadas. Ainda a pouco o blog conversou com duas lideranças madeireiras do Sul e Sudeste, ouvindo delas palavras de reconhecimento a postura da governadora contrária a qualquer ação governamental capaz de desestruturar os segmentos econômicos do Pará.
Algemas a postos?
Hoje bem cedinho este poster foi acordado por telefonema de um amigo informando uma possível ação de agentes federais em pontos distintos da cidade. O zumzum dava conta de movimento envolvendo a busca de empresários locais. Boato.
A própria PF desmentiu ao blog a existencia da operaçào.
A própria PF desmentiu ao blog a existencia da operaçào.
Passivo ambiental
A Câmara Municipal de Marabá está dando um bom exemplo ao abrir neste momento o I Seminário de Desenvolvimento Sustentável do Pólo Carajás. Vale do Rio Doce, governo do Estado, organizações não governamentais e representantes outros da sociedade, durante dois dias, debaterão o assunto num momento muito propício.
Comunicação do Poder
“É evidente que a comunicação de governo sempre será um instrumento de fortalecimento do grupo político que ocupa a administração; seria ingenuidade querer uma comunicação despersonalizada, sem caráter persuaviso e sem algum sentido politizado. Mas isso não pode ser visto como uma praga, um mal para a sociedade, mas como uma conseqüência do regime democrático e do sistema político vigente no país. Além do mais, um grupo só está no poder porque a maioria absoluta daquela sociedade preferiu aquele programa de governo e a comunicação é indispensável para mostrar que o governo eleito está cumprindo os compromissos assumidos que o levaram a vencer a eleição. Isso acaba fomentando um debate que, se for mantido num nível elevado de idéias e princípios, pode gerar melhoria de vida para todos.”
Escrito acima é trecho do artigo Comunicação do Poder assinado pelo meu amigo Glauco Papão Lima, que este poster “vampiriza” do blog do Salame. A íntegra do texto está lá no Pó de Vídeo.
Jornalistas repudiam prisão de jornalistas
A seguir, nota oficial do Luta Fenaj!
Nós, jornalistas do movimento LUTA FENAJ!, manifestamos nosso repúdio à ação da Polícia Federal no Estado do Pará que, nesta quarta-feira (25/4), deteve os jornalistas Célia Pinho e Edilson Matos, além do motorista e auxiliar de cinegrafista Marcelo Costa, da TV Record Belém.
A equipe recebeu voz de prisão quando realizava uma reportagem para repercutir uma tentativa de assalto que ocorreu próxima a uma escola da capital paraense nesta terça (25/4). Durante a tentativa de assalto, conforme noticiado pela imprensa, um dos acusados foi morto pelo policial federal Alessandro Dantas. Foi este policial que, alegando desacato à autoridade, deu voz de prisão ao cinegrafista e ao motorista da TV Record.
Durante a prisão, a fita de vídeo da emissora foi confiscada e o equipamento do cinegrafista danificado. A repórter Célia Pinho foi detida sob a mesma acusação na sede no órgão policial, quando para lá se dirigiu em busca de informações. A equipe ficou detida por mais de cinco horas, sem esclarecimentos por parte da Superintendência Regional da PF além de uma nota com a versão do policial envolvido, divulgada no final da manhã.
O movimento LUTA FENAJ! repudia a ação arbitrária da Polícia Federal, que feriu o livre exercício do jornalismo. Aos colegas da TV Record, toda a nossa solidariedade e apoio.
Belém (PA), 25 de abril de 2007.
terça-feira, abril 24, 2007
De prontidão
Inserido na programação como debatedor do I Seminário de Desenvolvimento Sustentável do Pólo Carajás, dias 26 e 27 de abril, promovido pela Câmara Municipal de Marabá, o jornalista Lúcio Flávio Pinto solicitou a retirada de seu nome do evento alegando não poder se ausentar de Belém por toda esta semana, período em que se encontra envolvido em sua defesa a dois processos dos alguns outros movidos contra ele pelas Organizações Romulo Maiorana. O deputado João Salame (PPS) será seu substituto nos debates em que a Vale do Rio Doce fará exposiçao do tema "Projetos de Mineração e a Verticalização da Produçào Mineral no Pólo Carajás", dia 26, às 8h30, no auditório Eduardo Bezerra.
O que será, que será
Os deputados Joao Salame (PPS) e Bernadete Caten (PT) reunem-se nesta quarta-feira (25), às 10 horas, em Belém, para definir uma agenda de trabalho para Marabá. Decidiram andar juntos defendendo as mesmas causas.
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Atualizado às 23:57
A propósito, em 60 dias, o jornalista João Salame já percorreu vinte municípios do Estado agradecendo aos eleitores os votos que o elegeram deputado estadual. A disposição do parlamentar em correr trecho pode ser medida pela distancia de algumas localidades. Taboca, por exemplo, fica a 100 km depois de São Félix do Xingu, enquanto as Vilas União e São Raimundo, a 180 km de Marabá somente alcançadas cruzando estrada de chão daquele jeito que todos conhecemos em época de inverno.
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Atualizado às 23:57
A propósito, em 60 dias, o jornalista João Salame já percorreu vinte municípios do Estado agradecendo aos eleitores os votos que o elegeram deputado estadual. A disposição do parlamentar em correr trecho pode ser medida pela distancia de algumas localidades. Taboca, por exemplo, fica a 100 km depois de São Félix do Xingu, enquanto as Vilas União e São Raimundo, a 180 km de Marabá somente alcançadas cruzando estrada de chão daquele jeito que todos conhecemos em época de inverno.
Vixe Maria!!!
Pensa na confusão!
Editado pelo jornalista Paulo Leandro Leal, portal de notícia do oeste paraense postou extensa matéria denunciando o SFB (Serviço Florestal Brasileiro) de colocar à venda no exterior parte da Amazônia. Segundo ele, o braço direito da ministra Marina Silva, Tasso Azevedo (foto), em uma tour por diversos países está oferecendo áreas da floresta próximas a BR-163 para o capital estrangeiro promover sua exploração de forma sustentável.
Em seu texto, Paulo Leal diz que “as aventuras de Azevedo mundo afora tentando abrir a floresta para o capital estrangeiro fez com que ele fosse classificado nos bastidores como braço do interesse internacional sobre a Amazônia. Ações dele à frente do SFB não desmentem essa versão. Pelo contrário, indicam que não se trata de um delírio nacionalista. O próprio Azevedo acredita que a conservação da Floresta Amazônica pode torna-se uma tarefa de várias nações daqui a alguns anos. Qualquer semelhança com o discurso dos países ricos sobre a floresta não é mera coincidência”.
Para ler a íntegra da gravíssima denúncia clique aqui.
Editado pelo jornalista Paulo Leandro Leal, portal de notícia do oeste paraense postou extensa matéria denunciando o SFB (Serviço Florestal Brasileiro) de colocar à venda no exterior parte da Amazônia. Segundo ele, o braço direito da ministra Marina Silva, Tasso Azevedo (foto), em uma tour por diversos países está oferecendo áreas da floresta próximas a BR-163 para o capital estrangeiro promover sua exploração de forma sustentável.
Em seu texto, Paulo Leal diz que “as aventuras de Azevedo mundo afora tentando abrir a floresta para o capital estrangeiro fez com que ele fosse classificado nos bastidores como braço do interesse internacional sobre a Amazônia. Ações dele à frente do SFB não desmentem essa versão. Pelo contrário, indicam que não se trata de um delírio nacionalista. O próprio Azevedo acredita que a conservação da Floresta Amazônica pode torna-se uma tarefa de várias nações daqui a alguns anos. Qualquer semelhança com o discurso dos países ricos sobre a floresta não é mera coincidência”.
Para ler a íntegra da gravíssima denúncia clique aqui.
Jogo & Marketing
A propósito da denúncia acima, e antes que alguém pague outro mico idêntico ao vivido pelo senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) no plenário do Senado, alerto para o conteúdo de e-mail enviado por um leitor do blog sugerindo que eu lesse no Quaradouro o post “Amolem as Peixeiras” que reproduz texto da Arkhos Biotech convocando a humanidade a lutar pela transformação da Amazônia num bem mundial. Apesar da proposta ser bem explícita, pelo amor de Deus, não se trata de nenhuma campanha pela internacionalização da região.
Em verdade, para quem não sabe, a Arkhos Biotech é uma empresa fictícia e faz parte de um jogo patrocinado pelo Guaraná Antarctica que aderiu a uma ferramenta de marketing inovadora e diferenciada, o ainda pouco explorado "alternate reality games" (ARGs), jogo que convida os consumidores da marca a desvendar um mistério.
Em verdade, para quem não sabe, a Arkhos Biotech é uma empresa fictícia e faz parte de um jogo patrocinado pelo Guaraná Antarctica que aderiu a uma ferramenta de marketing inovadora e diferenciada, o ainda pouco explorado "alternate reality games" (ARGs), jogo que convida os consumidores da marca a desvendar um mistério.
O mico do senador
Esse texto postado pelo Ademir Braz no Quaradouro é o mesmo que o senador Arthur Virgílio, com gestos de indignação e revolta, leu em março da tribuna para defender a integridade do território amazônico, denunciando a Arkhos Biotech por ofender o país. No embalo, o senador amazonense pediu a convocação da empresa para prestar esclarecimentos à subcomissão da Amazônia.
O mais engraçado foi a repercussão do mico. Horas depois membros da comunidade “Desvendando Zona Incerta” , no Orkut, curtiram a valer a mancada do senador. Criaram até um fórum com provocações do tipo "a pessoa lê, não se intera sobre a veracidade das coisas, veja o que dá!!!".
Quem não conhece ainda a Arkhos Biotech é só clicar aqui.
O mais engraçado foi a repercussão do mico. Horas depois membros da comunidade “Desvendando Zona Incerta” , no Orkut, curtiram a valer a mancada do senador. Criaram até um fórum com provocações do tipo "a pessoa lê, não se intera sobre a veracidade das coisas, veja o que dá!!!".
Quem não conhece ainda a Arkhos Biotech é só clicar aqui.
No meio de tudo, o Homem
Bia, inteligente alma a dar start aos blogues amazônicos com seus comentários pontuais, faz considerações irretocáveis no blog Quaradouro a respeito da discussão secular de utilização da Amazônia como fonte de vida do Homem e da Natureza. Inspirada no conteúdo de uma seqüência de post, Bia corta, sem usar motoserra, a lógica da floresta pela floresta, lembrando do suspiro de homens, mulheres, meninos e velhos -, nascidos entre antas, jacus e jacás.
Sem permissão dela, ouso reproduzir a seguir o comentário de Bia.
Sem permissão dela, ouso reproduzir a seguir o comentário de Bia.
“Ademir, sobre este tópico e os outros abaixo, há anos observo que ingenuamente aceitamos que a Amazonia passasse a ser uma "grife" que pausteriza todas as diferenças que existem debaixo das árvores. Dos nossos intelectuais, o Lúcio Flávio merece uma honrosa ressalva. Mas, vou em frente.Primeiro, aceitamos que a Amazônia passasse a ser defendida pelos novos centuriões como se fosse a nova Atlântida - conheça antes que acabe... - e que o Brasil e o mundo continuem a ingnorar que por baixo do idílico tapete verde existem o Pará, o Amazonas, o Acre, o Amapá, etc. com pendências históricoas e demandas diversas e não uma homogênica realidade/ficção.Depois, aceitamos, emocionados, o "lúdico" rótulo de povos da floresta, o que além de confundir castanheiros, seringueiros, pescadores como se ser extrativista fosse a mesminha coisa para todos, fica automaticamente desconsiderado que aqui há também outros "povos": assentados, os carvoeiros, os garimpeiros e uma grande população urbana, com jovens que a duras penas tiveram acesso ao ensino superior, por exemplo, que não há alternativa para que exercitem o seu saber ou o seu aprendizado, pois as "almas amáveis e sensíveis" nos confundem, a todos, com o boto, o sapo cururú e a matinta-perera. Aquilo que deveria ter sido uma bandeira unitária para fortalecer- a Amazônia - acabou sendo uma lona, um toldo que sufoca nossas diferenças, ao invés de ressaltá-las e valorizá-las.Um abraço grande e considere isto um desabafo confuso de um amanhecer idem.”
Segura peão!
Sai o Grupo Todde. Entra Cowboy Brasil. Como tudo envolvendo o setor é cercado de muita grana, a amplitude de interesses tirou de circulação a empresa de origem paraense que nos últimos três anos terceirizava a feira agropecuária de Marabá para dar lugar a poderosa consultora mineira Cowboy Brasil, 17 anos de experiência.
A XXI Expoama, 30 de junho a 8 de julho, promete quatro grandes shows, montagem de estrutura idêntica a utilizada nas gravações da novela América, e apresentações dos peões de Barreto. Fábio Junior e a dupla Edson & Hudson, garantirão sucesso de bilheteria.
Para quem gosta de bois, cavalos e cultura country tupiniquim -, há algo melhor em vista?
A XXI Expoama, 30 de junho a 8 de julho, promete quatro grandes shows, montagem de estrutura idêntica a utilizada nas gravações da novela América, e apresentações dos peões de Barreto. Fábio Junior e a dupla Edson & Hudson, garantirão sucesso de bilheteria.
Para quem gosta de bois, cavalos e cultura country tupiniquim -, há algo melhor em vista?
História séria de pescador
A denúncia formulada por pescadores na edição do Correio do Tocantins acusando a existência de grupos armados atuando no entorno do Lago de Tucuruí, é fato antigo de conhecimento deste poster. Vez por outra, quem acompanha a coluna sabe disso, tenho alertado para esse problema no Diário do Pará, citando a presença de traficantes de drogas estimulando o plantio de maconha nas diversas ilhas do reservatório. A questão é grave, mas nunca mereceu atenção prioritária da área de segurança pública. Há quem diga existir na área gente ligada aos cartéis bolivianos, o que particularmente considero exagero.
O que não há nenhum pingo de excesso é reconhecer que o perigo está morando no Lago.
O que não há nenhum pingo de excesso é reconhecer que o perigo está morando no Lago.
Quase parando
Ao fazer um balanço da ausência de titularidade na Justiça de Marabá, o blog do jornalista Ademir Braz toca num assunto que vinha sendo alvo de críticas da sociedade havia bastante tempo: o entrai e sai de juizes em comarcas de número reduzido para um município pólo com demandas acumuladas. Onda braba, porque a presença física dos componentes do judiciário em seus respectivos locais de trabalho é o que atenua tensões e resguarda a confiança do cidadão na instituição fiadora da democracia.
No momento, aliás, o que Marabá está precisando mesmo é de atenuar tensões a acreditar no funcionamento pleno dos fiadores da democracia.
No momento, aliás, o que Marabá está precisando mesmo é de atenuar tensões a acreditar no funcionamento pleno dos fiadores da democracia.
Caldeirão
A crise não atende pelo nome apenas de setor guseiro. É bem mais amplo seu espectro. Além dos usineiros, reúne a imobilizada atividade madeira e fazendeiros revoltados com a seqüência de invasões. O Sul do Pará está deflagrado – como nunca estivera nos últimos dez anos.
Semana decisiva
Personagens de cócoras em torno da fogueira aguardam resultado do encontro de amanha entre Ana Julia e as lideranças madeireiras. Se for melancólico, anuncia-se de tudo. Menos calmaria. O mau humor predominante nas entrevistas à imprensa e as perspectivas sombrias pintadas pelas associações de classe estão provocando sentimento de revolta coletiva. É preocupante.
Boataria perigosa
No vácuo da instabilidade a se alastrar pelos municípios, ainda aparecem espíritos de porco para chafurdar o que já está comprovadamente chafurdado. Desde o domingo algumas vozes passaram a espalhar maldosamente suposta decisão da secretaria de Segurança Pública de não atender a liberação de forças militares para fazer cumprir aos mandados de reintegração de posse. E não é isso o que se tem lido na imprensa. Hoje mesmo o Diário do Pará publica algo sobre o tema que desmente o teor dos boatos.
Comitês de reação
Até então desarticuladas, importantes lideranças pecuaristas realizaram na tarde de domingo reunião de emergência para analisar a propagada postura das autoridades estaduais contrárias à concessão de força para atender ordens judiciais de reintegração de posse. Decidiram montar comitês de coordenação da luta a ser travada contra os movimentos sociais e às pressas delinearam imediata realização de ato público ocorrido nessa segunda-feira (23) em frente a Fazenda São Marcos, em Curionópolis. O destempero está apenas começando.
segunda-feira, abril 23, 2007
Vale tudo
O post “Jogo Pesado” do blog do Ademir Braz merece reflexões, muitas reflexões. De repente, é só ler e constar, uma eleição sindical de interesse da classe de motoristas de táxi transforma-se em disputada política partidária com envolvimento de gente que não deveria estar envolvida. Pior: Ademir suspeita de censura em sua página semanal. É bom ir correndo ler o Quaradouro.
Linha cruzada
Arriscado demais falar em celulares e telefones fixos de Marabá, Tucuruí, Parauapebas e Redenção. Agentes especializados da Polícia Federal de outros estados monitoram o disse me disse de empresários, políticos e funcionários públicos de diversas alçadas suspeitos de envolvimento em atos criminosos. Pior é que no meio das gravações deve ter vozes de gente nada a ver com os fatos determinados – inclusive certos jornalistas amantes do falar demais.
O marco
Comentando o post “Marco Legal”, Juvêncio Arruda e o deputado Parsifal Pontes questionam posicionamento do secretário de Indústria e Comércio do Tocantins, Eudoro Pedroza, indagando ao poster quais seriam as diferenças entre os marcos legais do Tocantins e do Pará e que vantagens logísticas tem o Tocantins em relação ao Pará. Durante sua palestra aos empresários participantes do seminário ocorrido na cidade de Araguatins, o secretário abordou en passant a questão do marco legal amazônico, sem fazer comparações – logicamente interessado em vender seu produto para uma platéia ávida de vantagens gerais.
Articulado, o representante do governo tocantinense, não deixou de destacar a importância de definição do marco legal pela Lei de Gestão de Florestas como fator de equilíbrio das florestas do país. Só que o discurso dele foi preparado para seduzir quem estava no ambiente, até porque as florestas do Tocantins praticamente desapareceram. O que ele quer vender são os incentivos oferecidos pelo seu governo a quem quiser plantar florestas no Bico do Papagaio.
Citando o marco legal do Pará, Pedroza, nada bobo, quis agradar o público alvo. Ficou muito distante dele a necessidade de explicar os benefícios da Lei de Florestas Públicas como instrumento de ordenamento do uso dos recursos naturais, maior segurança para quem faz bom uso da floresta, transparência e controle social.
Articulado, o representante do governo tocantinense, não deixou de destacar a importância de definição do marco legal pela Lei de Gestão de Florestas como fator de equilíbrio das florestas do país. Só que o discurso dele foi preparado para seduzir quem estava no ambiente, até porque as florestas do Tocantins praticamente desapareceram. O que ele quer vender são os incentivos oferecidos pelo seu governo a quem quiser plantar florestas no Bico do Papagaio.
Citando o marco legal do Pará, Pedroza, nada bobo, quis agradar o público alvo. Ficou muito distante dele a necessidade de explicar os benefícios da Lei de Florestas Públicas como instrumento de ordenamento do uso dos recursos naturais, maior segurança para quem faz bom uso da floresta, transparência e controle social.
Logística
O governo do Tocantins aposta muito na logística a ser formada pela hidrovia do Tocantins e Ferrovia Norte-Sul. Existe ali um grupo operacional trabalhando em caráter permanente a viabilização da hidrovia que já indicou rumos ténicos para a navegação comercial a ser implantada nos próximos dois anos. No trecho entre Miracema e Aguiarnópolis, uma viagem experimental foi marcada para setembro. O que não falaram é que a hidrelétrica do Estreito, em seu projeto original, não contempla a construçao de eclusas. E aí?
Todo o governo está empenhado em sensibilizar Brasília a liberar recursos para a construçao de terminais de embarque em Miracema e Pedro Afonso. Atualmente, já se registra o escoamento de grãos de Pedro Afonso até Porto Franco, no Maranhão, de onde são embarcados nos trens da Ferrovia Norte-Sul e transbordo em Itaqui.
Todo o governo está empenhado em sensibilizar Brasília a liberar recursos para a construçao de terminais de embarque em Miracema e Pedro Afonso. Atualmente, já se registra o escoamento de grãos de Pedro Afonso até Porto Franco, no Maranhão, de onde são embarcados nos trens da Ferrovia Norte-Sul e transbordo em Itaqui.
Ferrovia Norte-Sul
Com investimento de quase R$ 3,5 bilhões, a Ferrovia Norte-Sul tem um traçado previsto de construção de 1550 km de trilhos, cruzando o Maranhao, Tocantins e Goiás. Ampliado pelo presidente Lula, a ferrovia incorporou o trecho Açailândia/Belém ao traçado inicialmente projetado. Ao ser concluída (quando?), terá cerca de 2000 km ligando Senador Canedo, em Goiás, a Belém. A consecução desse trecho é crucial para a viabilidade da economia do Tocantins.
A propaganda empolgada dos secretários de Marcelo Miranda, governador do Estado, destaca a construção de plataformas multimodais no Tocantins como forma de integração entre os meios de transporte ferroviário, rodoviário e fluvial, agilizando e reduzindo os custos de todo o processo produtivo.
Ao todo, serão seis unidades nas cidades de Aguiarnópolis (concluída), Araguaína (em conclusão), Porto Nacional (com início para maio de 2007), além de Colinas, Guaraí e Gurupi. Goiás terá cinco plataformas e o Estado do Maranhão uma unidade, em Porto Franco, já concluída e em operação.
A propaganda empolgada dos secretários de Marcelo Miranda, governador do Estado, destaca a construção de plataformas multimodais no Tocantins como forma de integração entre os meios de transporte ferroviário, rodoviário e fluvial, agilizando e reduzindo os custos de todo o processo produtivo.
Ao todo, serão seis unidades nas cidades de Aguiarnópolis (concluída), Araguaína (em conclusão), Porto Nacional (com início para maio de 2007), além de Colinas, Guaraí e Gurupi. Goiás terá cinco plataformas e o Estado do Maranhão uma unidade, em Porto Franco, já concluída e em operação.
Saída por Belém
A citaçao dos portos de Belém como saída perfeita para toda a produçao do Tocantins é a tônica. Foi anunciado, inclusive, que a Valec, empresa estatal responsável pela construçao da Ferrrovia Norte-Sul, está concluindo estudos de traçado do trecho de Açailândia (MA) até Belém (PA). Com isso, o Estado ganharia excelente logística de trilhos atravessando o cerrado brasileiro para ligar seus produtores ao Porto de Itaqui, em São Luís (MA), e ao Porto de Belém (PA), pontos estratégicos devido à proximidade de fortes mercados consumidores como a Europa e os Estados Unidos.
Atualmente, já se pode sair pela Norte-Sul de Açailândia até Araguaína. Por todo o decorrer deste ano, a Valec planeja assentar 400 km de trilhos até a capital do Estado, Palmas -, com investimentos da ordem de R$ 1,06 bilhão do Governo Federal.
Atualmente, já se pode sair pela Norte-Sul de Açailândia até Araguaína. Por todo o decorrer deste ano, a Valec planeja assentar 400 km de trilhos até a capital do Estado, Palmas -, com investimentos da ordem de R$ 1,06 bilhão do Governo Federal.
domingo, abril 22, 2007
Marco legal
Os limites impostos pelo marco legal amazônico são o maior desafio de ordem gerencial a ser enfrentado pelos técnicos do governo Ana Julia como base de partida para a aplicação de uma política de desenvolvimento sustentável regida pela Lei de Gestão de Florestas Públicas. Observação foi feita pelo secretário de Indústria e Comércio do Estado do Tocantins, Eudoro Pedroza, durante encontro realizado em Araguatins, quinta-feira, 19, com os empresários do Sul do Pará e do Sul do Maranhão que desejam ampliar seus negócios para o Tocantins, atraídos pela logística favorável do Estado.
Fechando portas
Considerado um dos ideólogos do programa de desenvolvimento aplicado no Tocantins nos últimos cinco anos, elevando-o à condição de 7º colocado nacional em crescimento nas vendas ao mercado externo, Euduro Pedroza considera arriscado tocar uma gestão de governo em um estado das dimenões e potencialidades como o Pará, ignorando a sensibilidade do mercado. “Seguir ao pé da letra a nova legislação de Florestas Públicas em detrimento aos esforços de investidores que acreditaram nas oportunidades oferecidas, é o mesmo que convidá-los e desarmar seus negócios e procurar outra freguesia”, alertou.
Aqui é o lugar
O pragmatismo do secretário estadual de Indústria e Comércio do Tocantins funciona como um conceito ideológico. O discurso dele tem os olhos voltados para o Sul do Pará. Mais parece obsessão. “Se eu pego metade dessa turma que construiu o Distrito Industrial de Marabá, oferecendo a ela oportunidades de todos os matizes que eles não estão mais tendo aí, o Tocantins se transforma numa potencia nacional em menos de duas décadas”, potencializa Pedroza em suas observações.
Seduzindo o capital
Durante seminário ‘Oportunidades de Negócios no Tocantins’, realizado em Araguatins, aproximadamente 450 empresários das cidades de Balsas, Imperatriz, Açailândia, Santa Inês e São Luís (Maranhão), e ainda de Marabá, no Pará -, além de grandes empreendedores que já desenvolvem projetos na região do Bico do Papagaio, marcaram presença. Os painéis dos palestrantes foram montados estrategicamente para fornecer ampla visão do processo de desenvolvimento do Tocantins, principalmente quanto as preocupações do governo local em respeitar contratos e seus programas de desenvolvimento voltados para a transformação das riquezas do Estado dentro de padrões auto-sustentáveis.
Sob encomenda
Acabei de ler a matéria que Veja publicou neste final de semana soltando os cachorros para cima de Ana Julia. Excluindo a narrativa de ordem administrativa, é profundamente lamentável constatar a que nível chegou a publicação da Editora Abril, repercutindo fatos pessoais da vida da governadora. Em verdade, a publicação do "Kit Escândalos" envolvendo lideranças políticas que ganharam a eleição passada foi roteirizada em Brasília, trinta dias atrás, numa reunião em que estiveram presentes representante da revista, um político com mandato e ilustre personagem das gestões de Almir e Jatene. Duas outras pessoas completaram o comitê de "pauta", uma em nome do capital privado do Pará e a outra desconhecida.
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Completando a informação acima: a quinta pessoa do briefing teria sido muita ligada a um ex-ministro de Estado.
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Completando a informação acima: a quinta pessoa do briefing teria sido muita ligada a um ex-ministro de Estado.
Regime full-time
O encontro de planejamento do "Kit Escândalo", como foi denominado por um dos participantes a publicação das matérias da revista Veja, durou cerca de hora e meia. Divergiu-se apenas de uma questão: se as denúncias citando Jader Barbalho e Ana Julia seriam publicadas em seqüência, como terminou prevalecendo, ou em espaço de 15 dias, entre uma e outra.
Povo volta às ruas
Depois de doze anos marginalizadas em seus municípios como se o papel delas fosse apenas de agentes passivos de sua própria história, as comunidades voltaram a ser chamadas para decidir o futuro das cidades. Neste momento, 11h45, mais de 1.200 pessoas se concentram na Escola São Francisco Xavier participando dos debates da primeira plenária pública do Planejamento Territorial Participativo (PTP), em Abaetetuba. Quando chegou ao município, minutos atrás, a governadora Ana Julia foi cercada pelo carinho da população.
Pelo celular, o poster conseguiu falar agora com Josenildo Lima Castro, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba. É dele a seguinte manifestação:
Josenildo diz que a plenária conta com representantes de associações dos municípios de Oeiras do Pará, Moju, Tailândia, Acará, Barcarena, Baião, Mocajuba, Limoeiro do Ajuru, Cametá, Igarapé-Miri, além de Abaetetuba. Até o dia 12 de maio, mais onze plenárias serão realizados em municípios pólos. Como se sabe, das discussões sairão o Plano Plurianual (PPA) 2008-2011 e os subsídios para os projetos das leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Orçamentária Anual (LOA).
Pelo celular, o poster conseguiu falar agora com Josenildo Lima Castro, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba. É dele a seguinte manifestação:
- Os movimentos organizados estão se sentindo recompensados de participar deste momento histórico, após tantos anos de sofrimento nos quais fomos submetidos ao autoritarismo dos governos de Almir Gabriel e Jatene. Agora é a nossa vez de decidirmos o que serve ao não serve para nossa gente.
Josenildo diz que a plenária conta com representantes de associações dos municípios de Oeiras do Pará, Moju, Tailândia, Acará, Barcarena, Baião, Mocajuba, Limoeiro do Ajuru, Cametá, Igarapé-Miri, além de Abaetetuba. Até o dia 12 de maio, mais onze plenárias serão realizados em municípios pólos. Como se sabe, das discussões sairão o Plano Plurianual (PPA) 2008-2011 e os subsídios para os projetos das leis de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Orçamentária Anual (LOA).
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