sexta-feira, março 19, 2010

Mano a mano

O impossível, acontece.

Leiam esta:

Dois caminhoneiros, que são irmãos, se envolveram em um grave acidente de trânsito. Eles bateram de frente em uma rodovia do Espírito Santo.

Mais, aqui.

Barrigada de Couto

Seduc acaba de publicar nota refutando discurso do senador Mário Couto (PSDB) acusando irregularidades  em obra do governo estadual.

Teor da nota:


Com relação às “denúncias” do senador Mario Couto (PSDB), publicadas na edição do dia 17, no caderno Política, do jornal O Diário do Pará, sob o título “Couto denuncia irregularidades”, a Secretaria de Estado de Educação ( Seduc ) esclarece que, de fato a obra foi executada "sem licitação ou emissão de carta convite”, mas isso ocorreu no ano de 2006, ou seja, exatamente quando estavam no governo do estado, representantes do mesmo partido do senador.

A partir da averiguação de responsabilidade e feita declaração de execução dos serviços, assinada pela diretora da instituição, a Seduc procedeu ao pagamento devido, na forma de ressarcimento, já que havia sido comprovada a execução da reforma.

A obra citada, foi para adequar o prédio atual onde funciona a Unidade Especializada Yolanda Martins, localizada na Lomas Valentina com a 1º de Dezembro, que naquele ano de 2006, teve que ser transferida, já que o antigo espaço onde funcionava, anexo à escola Lauro Sodré, seria utilizado para estacionamento do novo prédio do Tribunal de Justiça do Estado.

Outro fato, que o senador esqueceu de citar foi que a reforma por ter sido feita em caráter emergencial, obriga a Seduc, hoje, a executar novos serviços, uma vez que a Unidade está precisando de vários reparos para melhor atender seus alunos. Dessa forma, a Secretaria vai iniciar já na próxima semana, novas obras que garantam um atendimento de qualidade pela instituição, que atende atualmente, a cerca de 300 alunos, portadores de necessidades especiais.

quinta-feira, março 18, 2010

DNIT de Marabá pode ter novo chefe

De Brasília, chega agora a informação de que o marabaense Arthur Damasceno, ex-secretário de Finanças da administração Nagib Mutran Neto, está sendo indicado por um deputado federal para ocupar o cargo de chefia do DNIT de Marabá, no lugar de Dilson Gouveia.

Estaria havendo, no entanto, dificuldades por parte da direção do órgão, em Brasília, para que a substituição se concretize: o cargo exige especialização em Engenharia .

Dasmaceno é economista.

Lula e os xiítas

Texto mais isento publicado até agora na imprensa nacional sobre a recente viagem de Lula  ao Oriente Médio, é da lavra  do escrito e jornalista Pepe Escobar, comentarista de política internacional.

Não obstante os esforços da Globo, Estadão, Veja e Folha de São Paulo pintarem a viagem presidencial como uma "coleção de garfes do presidente", Lula, mais uma vez, mostrou por que é a maior liderança política do mundo atual.

O texto, prolixo, segue na íntegra  com objetivo de verticalizar a informação em sua plenitude:



Por falar em Via Dolorosa, Luiz Inacio Lula da Silva foi o primeiro presidente do Brasil a visitar oficialmente Israel. Louvado por seu carisma, habilidade e formidáveis capacidades de negociador – Obama, dos EUA, refere-se a ele como “O cara” –, mal sabia o presidente Lula que, para conseguir conversar seu anfitrião, essa semana, teria de passar a perna no próprio profeta Abraão em pessoa, nada mais, nada menos. 

Ao fim e ao cabo, Lula não se deixou enrolar. Não fez concessões. E, diferente do vice-presidente dos EUA Joseph Biden, semana passada, conseguiu não ser humilhado publicamente pelos donos da casa. 

Lula é homem habituado a enfrentar interlocutores duros. Avigdor Lieberman, ministro de Negócios Internacionais de Israel, boicotou seu discurso no Parlamento e o encontro com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. O motivo: Lula não visitou o túmulo do fundador do sionismo Theodor Herzl. Ora essa! Nem Nicolas Sarkozy da França, nem Silvio Berlusconi da Itália visitaram o tal túmulo, quando visitaram Israel.  

Brasília – como Paris e Roma – sabe muito bem que visitar túmulos não é obrigatório em viagens presidenciais. Ainda assim, um coro dos colonos judeus sionistas fanáticos do partido Likud em Israel não mediu palavras para ‘diagnosticar’ que a não-visita feriria de morte a competência do governo do Brasil para atuar com o mediador no conflito Israel-Palestina. 

Lula ovacionado
No Parlamento, Lula enfrentou tentativa de linchamento, inclusive por Netanyahu, por sua política de não-confrontação e de diálogo com o Irã. O presidente do Brasil nem piscou. Condenou, com igual peso, tanto o holocausto quanto o terrorismo; lembrou os donos da casa que o Brasil e a América Latina têm posição assumida contra as armas nucleares; insistiu nas vias do “diálogo” e da “compaixão” para superar o conflito no Oriente Médio; defendeu uma solução viável de dois Estados para Israel e Palestina. Nem por isso deixou de criticar as construções de casas exclusivas para judeus em Jerusalém Leste. Foi ovacionado. Segundo depoimento de deputados israelenses, “foi muito mais aplaudido que George W. Bush”.  

O profeta tropical
Nem que encarnasse o Abraão dos Abraões, Lula conseguiria convencer os sionistas fanáticos e seus lugares-tenentes. Mas, sim, Lula disse ao jornal israelense Ha’aretz o que os atores mais sérios no Oriente Médio já sabem mas não dizem; o “processo de paz” está sem rumo; não há outra alternativa além de incluir novos mediadores na mesa de negociação – parceiros novos, como o Brasil.

O mesmo se aplica à discussão do dossiê iraniano: “Os líderes mundiais com os quais conversei creem que temos de agir rapidamente, ou Israel atacará o Irã.” Lula está convencido de que novas sanções contra o programa nuclear iraniano serão contraproducentes. E suas palavras ecoaram pelo planeta: “Não podemos permitir que aconteça no Irã o que aconteceu no Iraque. Antes de novas sanções, temos de tentar, por todos os meios possíveis, construir a paz no Oriente Médio”.

A visão oficial do governo do Brasil – que ecoa e é ouvida em praticamente toda a comunidade internacional (vale dizer, não só no clube exclusivo de Washington e entre os suspeitos europeus de sempre) – é que nada, até agora, foi satisfatoriamente discutido com o Irã, sobre seu dossiê nuclear. Lula foi muito firme e claro: o Irã tem, sim, direito de desenvolver um programa nuclear para fins pacíficos nos termos admitidos pelo Tratado de Não Proliferação Nuclear do qual o país é signatário.

O Brasil ocupa hoje um dos assentos do Conselho de Segurança da ONU. Como a China, o país também não aprova e não apoiará novas sanções que os EUA querem impor ao Irã – e diga o que disser o secretário de Estado Robert Gates, que anda espalhando boatos de que os EUA já teriam os votos necessários para aprovar uma quarta rodada de sanções, porque a Arábia Saudita teria afinal convencido a China. A China jamais votará contra seus próprios interesses de segurança nacional – e o Irã é, sim, assunto de segurança nacional para os chineses.

Em maio, Lula estará em Teerã e, outra vez, reunir-se-á com o presidente Mahmud Ahmadinejad. Os sionistas linha-dura estão – como é rotina – fumegando.

Lula sabe muito bem que as chamadas “sanções espertas” [ing. smart sanctions], que visam principalmente o Corpo dos Guardas Revolucionários Islâmicos [ing. Islamic Revolutionary Guards Corps (IRGC)] – que controla o centro do poder econômico e político no Irã – também afetarão milhões de civis conectados às empresas e negócios controladas pelo IRGC, ou seja, imporá novos sofrimentos à população em geral, que já paga o alto preço imposto pelas atuais sanções. O IRGC controla pelo menos 60 portos no Golfo Persa. Impedir que a Ásia negocie c om o Irã implica bloqueio naval. E bloqueio naval é declaração de guerra.

Não pressionar o Irã
Lula chega ao Oriente Médio em conjuntura muito especial: no momento em que o governo de Netanyahu decidiu construir mais casas exclusivas para judeus em Jerusalém Leste e na Cisjordânia, mesmo ao preço de perder o apoio crucial dos EUA no front iraniano.

Ironicamente, o Brasil pode estar começando a seduzir o establishment israelense, mas mais no front econômico, que no front geopolítico.

Israel assinou um acordo de livre-comércio [ing. “free-trade agreement” (FTA)] com o Mercosul[2] – o quinto maior bloco em termos de produto interno bruto. O acordo não agradou aos palestinos, para quem o FTA que foi assinado fortalecerá o complexo industrial-militar de Israel.

E é nesse momento que o Brasil diz bem claramente que defende um Estado palestino viável, nos limites das fronteiras demarcadas em 1967. Esse acordo de livre-comércio implica uma cláusula estratégica: permite transferir tecnologia de armas aos países-membro do Mercosul. As armas que fazem a repressão em Gaza estarão, em pouco tempo, disponíveis na América Latina.

Num front paralelo, ao elogiar o papel do Brasil como mediador, o presidente Shimon Peres sugeriu pessoalmente a Lula que o Brasil fizesse coincidir, em território brasileiro, duas visitas: do presidente da Síria Bashar al-Assad e a de Netanyahu. Assad visitará o Brasil ainda esse ano; e, na semana corrente, Netanyahu também aceitou convite para visitar o Brasil. Uma reunião tropical, informal, entre Síria e Israel, poderia criar a circunstância ideal para começar a quebrar o gelo. Lula e Netanyahu organizaram um sistema bilateral de encontro entre chefes de Estado e principais ministros a cada dois anos.

Mas… e quanto aos EUA, em tudo isso? Há vigente hoje um acordo estratégico entre EUA e Brasil, pelo qual estão previstos dois encontros de nível ministerial (ministérios de Relações Exteriores) por ano, um nos EUA, outro no Brasil.

O ministro brasileiro de Relações Exteriores chanceler Celso Amorim tem excelentes relações com a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton. Em recente visita ao Brasil, Clinton insistiu muito fortemente para que Lula e Amorim apoiassem nova rodada de sanções contra o Irã. Os brasileiros recusaram polidamente e firmemente.

À Clinton restou a alternativa de reclamar, em conferência de imprensa, que o Irã estaria “usando” o Brasil, a Turquia e a China para escapar das sanções. Amorim, por sua vez, sempre lembra o desastre iraquiano: “Eu era embaixador na ONU nos dias críticos das decisões sobre o Iraque. E o que nós vimos lá foi um enorme erro.” 

Lula foi meridianamente claro e específico: “Não é inteligente empurrar o Irã contra a parede. Quero para o Irã o que quero para o Brasil: usar a energia nuclear para fins pacíficos. Se o Irã for além disso, então não aceitaremos.” Exatamente a posição dos chineses. 

Lula e Obama deram sinais de estar em sincronia sobre o Irã, desde o encontro que tiveram durante uma reunião dos Grupo dos 8+5 em Aquila, Itália, há nove meses. Então, Obama chegou a encorajar o diálogo Brasília-Teerã, desde que o Brasil pressionasse o Irã a aceitar o compromisso de manter seu programa nuclear estritamente para finalidades pacíficas. Foi exatamente o que Lula disse a Ahmadinejad quando se encontraram no Brasil. O que mudou foi a posição do governo de Obama, o qual, depois daqueles dias endureceu muito.  

Os diplomatas brasileiros insistem que Ahmadinejad jamais fechou a porta a negociações. Em encontros diplomáticos bilaterais discretos, funcionários dos EUA admitem a diplomatas brasileiros que Ahmadinejad não é, de modo algum, intransigente; como tampouco é intransigente o Líder Supremo Aiatolá Ali Khamenei. Em discurso de 19 de fevereiro no batizado de um destróier iraniano, Khamenei mais uma vez negou que o Irã esteja trabalhando para ter armas atômicas; e destacou que as armas atômicas são ilegais, nos termos da lei islâmica, porque sempre mataram grande número de civis inocentes. 

O problema, se não foi inventado, foi, no mínimo, muito aumentado pela mídia dos EUA e Europa. Por causa disso, a própria Clinton, em momento de rara sinceridade, durante viagem à América Latina, teve de admitir que as sanções ainda demorariam “vários meses” para ser implantadas, se o forem. 

Mesmo antes da visita de Clinton, o ministro das Relações Exteriores do Irã Manouchehr Mottaki já admitira a jornalistas brasileiros, sem pedir sigilo, que o Brasil poderia ser uma “ponte” entre o Irã e a frente EUA-União Europeia, por causa da “posição realista” do governo e da diplomacia brasileira. Mottaki não vê o Brasil como “mediador”. Prefere falar de “um facilitador de consultas”, uma vez que Teerã entende que nenhum outro país deva falar pelos interesses iranianos. 

Brasília tampouco pediu para mediar coisa alguma. Mottaki informou que ele próprio tem “trabalhado substancialmente, fazendo diplomacia telefônica” com o chanceler Amorim. Teerã evidentemente vê os benefícios de estabelecer um canal de diálogo com o ocidente industrializado mediante um país em desenvolvimento.


Os BRICs como a nova superpotência
A estratégia do presidente Lula de tentar posicionar-se como uma “ponte” é especialmente bem-vinda, uma vez que o dossiê iraniano está chegando a fase crucial, na qual as facções mais linha-dura do bloco EUA-UE-Israel estão fazendo de tudo para desmentir e apagar qualquer prova (mesmo dos serviços de inteligência) de que o Irã não está construindo bomba alguma; e já houve tentativas sistemáticas de ‘corrigir’ informes de inteligência para que sirvam como ‘prova’ do oposto do que de fato comprovam (ecos do Iraque?). 

A entrada de Lula nesse cenário e arena também implica maior destaque para os BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China), que já atuam como uma nova superpotência – ante uma ‘dominação’ cada vez mais desorientada e sem rumo, dos EUA. Nenhum dos BRICs é favorável ao isolamento do Irã; muito mais contrários são, é claro, a qualquer ataque ao Irã. E assim continuará, enquanto acreditarem que o Irã realmente não está próximo de construir sua bomba atômica, como o comprovam montanhas de evidências; nesse caso, um ataque ao Irã terá o efeito altamente indesejável de acelerar a proliferação nuclear no Golfo Persa.  

Os BRICs também sabem que EUA e Irã podem, sim, se entender bem e bem rapidamente, mesmo nas questões mais espinhosas. Por exemplo, sobre o Afeganistão.  

Só resta, pois, sobre a mesa, a estratégia do elefante na loja de porcelanas, de Israel. É hora de os BRICs pagarem para ver o jogo de Israel.   

Se o governo de Netanyahu pode humilhar Obama e Biden no que digam sobre expansão de colônias exclusivas para judeus em Jerusalém Leste e na Cisjordânia, é razoável assumir que ignorará todas as súplicas do comandante do Estado-maior do Exército dos EUA Mike Mullen, que já disse repetidas vezes que qualquer ataque contra o Irã criará “problemas grandes, grandes, muito grandes, para todos nós”.  

Israel (e também Washington) pode estar querendo apenas uma mudança de regime no Irã – que, sim, pode ser bem útil e necessária. Para isso, pode usar armas atômicas táticas e destruir as instalações nucleares do Irã. É possível que Israel esteja pronta para declarar outra guerra preventiva (conceito e ideia desenvolvidos em Israel e completamente encampados pelo governo de George W Bush). Claro que os israelenses contam com apoio logístico e político dos EUA.  

Lula não avançou até tão longe. Mas o posicionamento do governo Lula do Brasil contêm embriões de todas essas espinhosas questões com as quais os BRICs devem fazer frente a Israel. Então, sim, quando isso acontecer, todo o planeta saberá que rabo, afinal, está mesmo sacudindo o cachorro.

10 milhões de brasileiros viraram gente

Antes de Lula, priorizava-se o controle fiscal e a privatização plena de tudo o que era da Nação.

As gentes esquecidas nos morros e demais guetos, que se virassem como pudessem.

Depois de Lula, quase oito anos de mandato, os favelados passaram a ser gente, de fato.

Quem diz isso não é o blog, mas números da nova realidade brasileira medida pela ONU, enquanto o restante do mundo ganha mais miseráveis.

Convênio do Detran cancelado

Secretaria de Estado da Comunicação  acaba de publicar no site do governo decisão da governadora Ana Júlia de anulação do convênio do Detran assinado com uma  empresa de São Paulo, e que tanta repercussão anda causando.

Diz a nota:

 
"O Governo do Estado do Pará, por meio desta Secretaria de Estado de Comunicação, vem a público esclarecer notícias veiculadas no Jornal Correio Braziliense, de 17 de março, e nos Jornais Diário do Pará e O Liberal, do dia 18 de março:

1. Tão logo tomou conhecimento do teor das matérias jornalísticas apontando irregularidades em Convênios estabelecidos entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e o DETRAN/PA e deste com a ONG intitulada CNDA - Conselho Nacional de Defesa Ambiental, o Governo do Estado do Pará determinou rigorosa apuração dos fatos e anulação do referido convênio, visando resguardar todos os princípios da boa administração pública;

2. O Governo do Estado do Pará ressalta seu profundo respeito e rigoroso cumprimento de todas as normas legais referentes à administração pública, bem como agradece o papel fiscalizador exercido pelos meios de comunicação que evitaram que eventual irregularidade fosse motivo de lesão aos cofres públicos.

"Tarjas pretas"

O deputado Domingos Farmacêutico Juvenil, da tribuna da AL, se defendeu. E obteve, à unanimidade, o apoio dos deputados  "TQ".

Quem esperava o contrário, é bobinho: coleguinhas se deram "por satisfeito" com suas explicações.

Enquanto isso, em Altamira, a farmácia do Juvenil é um sucesso.

Regularização fundiária empolga pecuaristas paraenses

Pecuarista e homens do agronegócio só metem a mão no bolso para ampliar investimentos quando sentem  o mínimo de riscos, principalmete em áreas sensíveis como as terras do Sul do Pará.

A pressa com que os grandes grupos, de repente, se voltam para aplicar grana em plantas industriais como a anunciada em Redenção pela corporação Minerva, é traduzida numa ação administrativa empreendida dias atrás pela governadora Ana Júlia ao mandar publicar ato flexibilizando a reserva legal em 50% nas áreas alteradas, em mais um passso rumo à regularização fundiária e ambiental do Pará.

Um clima de otimismo se abateu sobre  a cadeia produtiva.

Aqui em Marabá, membros do Sindicatos dos Produtores Rurais estão eufóricos vendendo o discurso de que agora o Pará passará a viver novo momento econômico na área do agronegócio.

Doada área para a Universidade do Sul

Meio caminho andado, para a concretização do sonho de construção da Universidade Federal do Sul do Pará.

Dessa forma se revistiu ato de doação da área de  48 hectares onde será edificado o empreendimento, ocorrido na tarde de quarta-feira, no auditório do Campus I de Marabá, da UFPA, com a presença do reitor  Carlos Maneschy, e do secretário de Estado de Integração Regional, André Farias, representando Ana Júlia.

Área foi doada ao governo pelo Grupo Leolar.

O ouro da Vale

Daniele Camba, repórter de Investimentos da revista Valor (só para assinantes), ratifica conteúdo do post Antes de sair da crise, guseiros temem aumento da Vale.

Na íntegra, para quem não tem assinatura da publicação:



Com a recuperação econômica global, especialmente da China, o mercado passou a esperar aumentos consideráveis no preço do minério de ferro. A expectativa foi ficando cada vez mais otimista. Até meados do ano passado, os analistas esperavam uma queda ou no máximo um aumento entre 10% e 20%. Nas últimas semanas, as estimativas subiram a ponto de ultrapassar a marca dos 100%. Esse otimismo todo, no entanto, ainda não estava refletido no preço-alvo atribuído pelos analistas às ações da Vale. As projeções incorporavam o cenário sombrio de um mundo que ainda patinava depois de uma das maiores crises financeiras. Aos poucos, as estimativas dos analistas já começam a refletir tais perspectivas altamente favoráveis para o minério. O que se espera é que com essa onda de revisões os papéis da mineradora passem por um novo movimento de valorização.

Ontem, por exemplo, os analistas da Brascan Corretora Rodrigo Ferraz e Pedro Montenegro divulgaram um relatório aumentando a projeção de reajuste do minério de 25% para 70% este ano. Com tal mudança, a corretora aumentou o preço-alvo para as preferenciais (PN, sem direito a voto) série A da Vale de R$ 52,16 para R$ 60,30, o que significa uma valorização de 26,55%, considerando o fechamento de ontem aos R$ 47,65. Esse percentual pode parecer pouco, mas é apenas impressão. Primeiro porque as projeções para a bolsa como um todo não são muito maiores. Espera-se que o Índice Bovespa feche o ano entre 80 mil e 85 mil pontos. Além disso, as próprias ações da Vale já subiram 12,91% no ano.

O principal motivo para a revisão da Brascan Corretora e de outras corretoras que provavelmente farão o mesmo é a valorização do minério no mercado à vista chinês (o spot). Nos últimos dias, o preço da commodity beirou os US$ 145 por tonelada, o maior nível desde o início de setembro de 2008, quando a crise financeira se deteriorou com a quebra do banco americano Lehman Brothers.

Esse valor mostra como está defasado o preço de referência para os contratos de um ano, que está na casa dos US$ 54 por tonelada, afirma Montenegro. Seria possível um reajuste de até 110%, considerando os US$ 145 por tonelada no mercado spot menos os US$ 30 por tonelada de frete, comparados com os US$ 54 no mercado de referência. Apesar de o cenário mostrar uma convergência dos preços de referência e do mercado spot, os analistas da Brascan Corretora acreditam que não seja possível um aumento nesses níveis.

"Um reajuste acima de 100% nos preços do minério pode causar uma situação insustentável e indesejável para o setor, tanto do ponto de vista das mineradoras quanto de seus clientes", afirmam os dois analistas em relatório. Montenegro lembra que as siderúrgicas ainda passam por um momento delicado no mundo e que um aumento de 110% no minério, por exemplo, seria muito ruim para a continuidade dos negócios dessas companhias. "As mineradoras querem aumentar o preço do minério, mas até um certo ponto, elas não têm interesse nenhum em colocar as siderúrgicas, as maiores compradoras do seu produto, numa situação difícil", diz Montenegro.

De qualquer forma, o analista reconhece que um aumento de 70% pode de fato ser conservador. A Brascan Corretora fez um exercício considerando um reajuste de 90%, que, segundo o que se comenta no mercado, seria o percentual que a Vale estaria pleiteando. Nesse cenário, o preço-alvo da PNA da Vale subiria para R$ 66,50, um aumento de 39,56% ante o fechamento de ontem.

O Índice Bovespa fechou ontem em leve queda de 0,31%, aos 69.723 pontos. O palpite é que o mercado deve abrir hoje em alta, refletindo a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 8,75% ao ano.

Ossada pode ser de guerrilheiro?!

Notícia animadora, mas que não deve ser recebida como fato confirmado, essa aí abaixo da assessoria de comunicação da Procuradoria Federal da República no Pará:



Restos humanos que podem ser de um guerrilheiro do Araguaia foram encontrados por familiares de um dos guerrilheiros. O local das ossadas fica em Brejo Grande do Araguaia, a 90 quilômetros de Marabá, no Pará, e é conhecido como Tabocão.  

O achado foi possível depois que familiares do guerrrilheiro Antônio Teodoro de Castro (que usava o codinome Raul na guerrilha) conversaram com um informante que não quer se identificar nem falar com as autoridades. Ele apontou vários locais onde poderiam estar sepultados guerrilheiros.

Com base nas informações, os parentes do guerrilheiro resolveram então iniciar, no último sábado (13), as buscas em um dos pontos. Eles ficaram junto ao local todo o fim de semana temendo alterações. Depois que encontraram restos humanos – pedaços de crânio, dentes, tecidos - no ponto exato que o informante tinha apontado, fizeram contato com o Ministério Público Federal.

O procurador da República Tiago Modesto Rabelo solicitou apoio da Polícia Federal, do Instituto de Perícias Científicas do Pará e do Instituto Médico Legal de Marabá e uma equipe se deslocou para Brejo Grande ontem (16).

“Como estávamos a agir diante de fato urgente e imprevisível, as ações da equipe tiveram o objetivo de adotar as providências preliminares e emergenciais para garantir o resgate dos restos e a integridade do local”, explicou o procurador Tiago.

Quatro peritos, dois agentes da PF e dois técnicos do MPF fizeram o trabalho de registrar depoimentos de moradores e fazer escavações, encontrando mais restos humanos. Todo o material encontrado foi levado para a sede do MPF.

Agora, todos os restos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal em Marabá, onde será analisado e descrito. Os agentes e peritos da PF também estão preparando relatório e dossiê fotográfico sobre os achados.

Posteriormente, o material será encaminhado para Brasília, onde poderá passar pelo processo de identificação. Segundo o informante, o local que foi escavado poderia conter os restos dos guerrilheiros Pedro Carretel (Carretel), Rodolfo de Carvalho Troiano (Manoel do A), Gilberto Olímpio Maria (Pedro) ou Maurício Grabois (Mário).

Moradores de Brejo Grande prestaram depoimentos ao MPF informando que as escavações do ano passado teriam sido feitas em pontos incorretos. “Toda a população de Brejo Grande e redondezas comentou que as escavações realizadas no Tabocão foram feitas em local errado”, disse uma moradora em depoimento ao MPF. O local onde foram encontradas as ossadas nessa semana fica a cerca de 30 metros do local escavado no ano passado.

Fonte. Ascom PRFP


Nota do blog:  Em 2007, quando  este jornalista esteve no "Bico do Papagaio"  entrevistando vítimas da Guerrilha do Araguaia, torturadas pelos militares, a área denominada "Tabocão" foi citada diversas vezes pelos entrevistados como ponto relevante de cemitério clandestino. Ano passado, quando o Ministério da Defesa deslocou  grupo de buscas na tentativa de decifrar os locais onde provavelmente estão enterrados guerrilheiros mortos pela repressão, houve controvérsias se os pontos escolhidos batiam com relatos de remanescentes.

Nos depoimentos gravados  pela produtora VídeoV, sob a direção do poster, Raimundo “Barbadinho”, Sinésio,  Alda Gomes, Pedro Borba  e outros vitimados da guerrilha, no bate-papo descontraído, chegaram a falar do Tabocão como local de sepultamento

Alguns trechos das entrevistas foram postadas na Internet Aqui,    Aqui   e Aqui.

quarta-feira, março 17, 2010

"Velhotes" de Re & Pa na berlinda nacional

Veteranos jogadores contratados por  Remo e Paissandu fazem imprensa nacional dedicar espaço ao futebol paraense.

Por causa da idade, é claro

Antes de sair da crise, guseiros temem aumento da Vale

Fabricantes de ferro-gusa no país, estão na expectativa de arcar com reajuste total de preços para a matéria-prima de cerca de 150% para o minério de ferro fornecido pela Vale até junho. O Valor apurou que a mineradora comunicou siderúrgicas de ferro-gusa que reajustaria o minério de ferro na faixa de 58% em março. Sobre esse percentual, a companhia está formalizando um outro reajuste (ainda não conhecido), para ser praticado no período abril a junho.


A Vale não quis comentar a informação. Na prática, segundo avaliam analistas, se a segunda parcela do aumento for também de 58%, o preço do minério para o mercado doméstico poderá atingir US$ 92,50 a tonelada, descontada a logística de porto (US$ 12 a tonelada) e de ferrovia (mais US$ 10).

No ano passado, quando o mercado praticamente parou e houve queda de 28% no preço do minério, os guseiros pagaram US$ 37 pela tonelada do produto, tendo por base o preço de referência dos contratos anuais firmados com siderúrgicas estrangeiras ( de US$ 55 a US$ 59 a tonelada no último trimestre) menos os custos de logística. Se for confirmada a alta de quase 150% do minério, a matéria-prima vai participar com US$ 80 no custo total de produção do ferro-gusa.

As empresas do setor no país estão preocupadas com a possibilidade de perda de competitividade do gusa nacional no mercado internacional, já que um aumento muito elevado tem de ser repassado aos clientes – lembrando que as empresas de ferro-gusa exportam principalmente para mercados desenvolvidos, como os Estados Unidos e a Europa, ainda em recuperação.

O preço da tonelada do produto está na faixa de US$ 330 para o mercado americano. Em 2009, por causa da crise financeira e econômica mundial, o Brasil exportou 2 milhões de toneladas de ferro-gusa ante o volume de 8 milhões de toneladas antes da crise. Para 2010, ainda não há previsões de vendas externas, mas o mercado já prenuncia uma retomada. A perspectiva é de que a demanda pelo gusa acompanhe a demanda pelo minério de ferro. O setor prevê que se a Vale está praticando aumentos substanciais é porque deve estar enxergando um aquecimento do mercado que os guseiros ainda não enxergaram.

terça-feira, março 16, 2010

Comando da PM pode mudar

Com o agravamento do estado de saúde do coronel Luiz Dário da Silva Teixeira, o comando geral da Polícia Militar pode ser modificado a qualquer momento.

Três oficiais disputam a sucessão de Dário.

Mario Alfredo Souza Solano, Chefe do Estado-Maior Estratégico da PM; Costa Junior, comandante do Policiamento da capital; e, Augusto Leitão, Sub-Comandante Geral da PM.

Luiz Dário, lutando contra um agressivo câncer, foi orientado por seu médico a ser afastar das atividades militares a fim de ser submetido a tratamento mais intenso.

Mensalmente, o oficial da PM se desloca até São Paulo, onde é assistido por uma junta médica local.

PF apreende medicamentos desviados na casa do deputado Domingos Juvenil

Desde às 14 horas, a Polícia Federal estava preparada para invadir a residência do deputado estadual Domingos Juvenil (PMDB), em Altamira, mas a operação só foi autorizada depois das 17 horas, quando alguns detalhes haviam sido checados com sucesso.

Os agentes da PF tinham certeza de que encontrariam medicamentos desviados dentro da casa do presidente da Assembléia Legislativa, mas não na quantidade flagrada: quase uma tonelada.

Os medicamentos, comprados com recusrso do governo federal, eram destinados à distribuição popular, mas foram retirados do almoxarifado da secretaria municipal de Saúde de Altamira sem que se saiba ainda como o crime foi executado   sem  que a maioria dos funcionários tivessem conhecimento do fato.

Alguns funcionários de Domingos Juvenil estão presos.

Associação dos Municípios de Carajás

Selma Rodrigues não é mais secretária Executiva da AMAT.

Retorna ao cargo Josenir Nascimento, um dos técnicos que trabalhou na montagem do projeto que deu oriegem a Associação dos Municípios do Araguaia-Tocantins.

Selma é irmã do ex-prefeito de Belém Edmilson Rodrigues, e se manteve no cargo graças ao apoio que recebia de prefeitos do PT, primeiramente Darci Lermen; porteriormente, Davi Passos, ambos ex-presidentes da AMAT.

Sob a presideência agora de Wanderson Chamon (PMDB), a  associação deverá pasar por profunda modificação em sua estrutura operacional - inclusive, ganhando nova denominação.

Assembléia Geral a ser convocada nos próximos dias votará a mudança do nome de  AMAT para Associação dos Municiípios de Carajás.

No embalo do movimento que luta pela criação do novo Estado

Coluna Diário do Pará

Coluna do poster na edição desta terça-feira, 16, do jornal Diário do Pará:

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Saúde Marabá
Não durou três meses, a gestão do ex-gerente do Banco do Brasil de Marabá, Ademar Rafael Ferreira, à frente da secretaria municipal de Saúde. No sábado, ele entregou o cargo ao prefeito Maurino Magalhães, que de pronto anunciou uma junta governativa a ser formada pela secretária Adjunta de Saúde, um represente da Câmara Municipal, dois membros do Conselho Municipal de Saúde; um membro do Ministério Público, Procuradoria Municipal e Controladoria Interna. A junta tem prazo de 30 dias até a nomeação do novo secretário.

Demissão em massa
A semana começou pesada para o prefeito de Marabá. Além de ter que administrar a vacância da secretaria de Saúde, Maurino Magalhães pediu audiência, ontem, ao Ministério Público, na tentativa de encontrar solução alternativa à decisão do juiz Marcelo Andrei de sentenciar a prefeitura a demitir 2.749 servidores nomeados, dentro de dez dias, a partir de notificação. Preocupação do prefeito é que dos 2.749 nomeados, a área de Saúde é ocupada por 427 servidores nessa condição; a Educação tem outros 993 nomeados e o setor de limpeza pública, 810 funcionários.

Lula cá
A Vale determinou a uma de suas construtoras terceirizadas a limpeza da área aprovada pelo cerimonial da Presidência da República para a montagem do palco onde Lula e Dilma Roussef anunciarão o inicio das obras da Aços Laminados do Pará, no Distrito Industrial III, recentemente desapropriado pelo governo do estado para implantação do empreendimento, dia 26 de março. Pessoas da chamada equipe precursora do Palácio do Planalto já estão em Marabá.

Investimentos urbanos
Roger Agnelli, presidente da Vale, representante da Fundação Vale e o prefeito Maurino Magalhães, tem audiência, esta manhã, em Brasília, no Ministério das Cidades, para a definição do montante de investimentos que o ministério disponibilizará na parceria que a mineradora e o município pleiteiam visando viabilizar diversos setores urbanos da cidade, na área de infraestrutura – às vésperas do inicio das obras da Aços Laminados do Pará.

Pressão das ruas
População de São Domingos do Araguaia comemorou liminar concedida pela Justiça do município determinando ao prefeito Jaime Modesto o retorno imediato de 272 concursados, sumariamente demitidos mês passado sob alegação de “redução de custos” da máquina administrativa. Fuça-fuça dos servidores com o prefeito promete novos rounds, com intensificação, em vias públicas, do movimento “Fora, Jaime”, pedindo a cassação do mandato do mandatário perseguidor.

Múltipla agenda
Prefeito de Curionópolis e presidente da Associação dos Municípios do Araguaia-Tocantins, Wanderson Chamon (PMDB) esforça-se para disciplinar a agenda dividindo a semana com despachos na prefeitura do município, e nos escritórios da AMAT, em Marabá e Belém. Antes de embarcar ontem com destino à capital, Chamon anunciou mais dois quilômetros de pavimentação de vias públicas em Curionópolis.

Republicanos em Marabá
Anivaldo Vale realizará em Marabá, dia 26 de março, encontro estadual do PR, durante o qual os rumos do partido serão discutidos entre prefeitos, vices e vereadores eleitos pela legenda rumos. Confirmaram presença, os 17 prefeitos , seis vice-prefeitos e mais de cem vereadores eleitos pelo PR, em 2008. Maurino Magalhães, prefeito anfitrião, promete oferecer recepção de grande vultos aos visitantes.

Carne contaminada
A população de Marabá aguarda, ansiosa, que a SEMA ingresse com mandado de segurança, no Tribunal de Justiça do Estado, pedindo a revogação de liminar concedida pelo juiz Marcelo Andrei Simão Santos, da 3ª Vara Cível do município, determinando a reabertura de um matadouro clandestino, cujo funcionamento precário e nocivo à saúde pública foi constatado em relatório técnico formalizado pela própria secretaria estadual de Meio Ambiente, ao identificar fraude na licença de operação do estabelecimento. A vigilância sanitária municipal tenta evitar o consumo, pela população, de carne contaminada, mas a Justiça local não enxerga dessa forma.


Umas & Outras
Nada confirmado, mas há forte possibilidade de Lula passar por Belém, saindo de Marabá, na viagem que fará este mês ao Pará.

Palestra de Paulo Haddad sobre desenvolvimento regional começa às 9 horas desta terça-feira, em Marabá, organizado pela Vale.

Em Marabá, já se sabe que determinado político local tenta pressionar a Sema a não questionar, no TJ, liminar que determina o funcionamento do matadouro clandestino.

As executivas do PSDB de Marabá, Itupiranga e cidades adjacentes estão articulando encontros para reunir o maior numero possível de pessoas durante a passagem, pela região, do O projeto “O Pará que Queremos”, do Instituto Teotônio Vilela (ITV), cuja data ainda não foi marcada.

Surpreendente o longo período de estiagem registrado no Sudeste do Pará, em pleno inverno. Havia tempo não se registrava a suspensão de chuvas por tanto tempo como ocorre atualmente.

De positivo nessa instabilidade de estação, a quase certa ausência de cheia este ano em Marabá. Para desespero de integrantes da chamada “indústria das enchentes”.

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segunda-feira, março 15, 2010

Justiça determina retorno de concursados

O prefeito de São Domingos do Araguaia, Jaime Modesto, está sendo notificado pela Justiça a revogar ato de demissão de 272 concursados. Laminar concedida nesse sentido foi  festejada na cidade pelos servidores demitidos, familiares e sindicalistas ligados ao SINTEPP, que prometem agora intensificar movimento pela cassação do mandato do prefeito, acusado de desrespeitar leis e agir com autoritarismo.

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Correção:  onde se lê, acima, laminar, por favor, entendam liminar.

domingo, março 14, 2010

Saúde de Marabá perde secretário

Ademar Rafael Ferreira não é mais secretário de Saúde de Marabá.

Não chegou a três meses a gestão dele à frente da bronqueada secretaria municipal.

Corporativismo médico, ingerência política e a pesada estrutura do orgão tiraram o fôlego do competente técnico.

Maurino Magalhães recebeu o pedido de demissão de Ademar na manhã de sábado, reunindo-se em seguida com alguns vereadores para comunicar a saída do auxiliar.