sábado, abril 24, 2010

Nossa Presidente, apoiamos tuas decisões

Jogadores como Adriano, Vagner Love, Ronaldos gorduchos, do Corinthians e da Milan, contaminam ambientes profissionais.

Ricos, não querem mais se enquadrar nas rígidas estruturas de clubes de massa. E levam, de roldão, jovens atletas.

O caso mais recente é o de Pato, que chegou a perder a jovem esposa Stefhany, para acompanhar Ronaldinho em suas baladas de mulherio e uisque nas boates italianas.

Outro, também recente, é o que levou a marca Flamengo para o noticiário policial.

Adriano e Love, comprovadamente amigos de traficantes  cariocas, subindo morros para se resfatelarem em bebidas e bailes funks.

Patrícia Amorim, a bela presidente de nosso Flamengo, finalmente, depois da perda do Carioca e participação bisonha nas Libertadores, obtendo classficação humilhante às Oitavas, resolveu intervir.

E mandou ver, mandando de volta pra casa Andrade ( de espírito passivo demais para comandar estrelas) e os diretores Marcos Braz e Eduardo Manhães.


Depois da conversa que teve com Andrade, Braz e Manhães, Amorim foi ter um tete-a-tete com os jogadores, no Ninho do Urubu.

A entrevista super concorrida concedida à imprensa comunicando as mudanças, transcrevo a seguir  para os rubro-negros queridos:

Conversa
Era importante falar com todos os envolvidos antes. Além deles, achei que deveria vir até aqui, falar com os jogadores. Foram dois dias confusos, de muitas decisões, mas decidimos tomar essa decisão para preservar a imagem da instituição. Isso vai além de conquistar resultados positivos. Queremos restaurar a harmonia, deixar o ambiente mais saudável para que todos trabalhem bem. O Flamengo está com os salários em dia, com todos os impostos pagos e acho que estamos cumprindo com o nosso papel. Eu não estava sentindo essa tranquilidade no futebol. Apenas na área administrativa. Chegou num ponto que eu precisei tomar uma decisão, uma atitude, para restaurar essa tranquilidade. Esse ambiente é favorável a resultados positivos.

Respeito
Todos que saíram hoje entraram pela porta da frente do Flamengo. Por isso esperei um pouco mais para anunciar a saída deles. Eles foram campeões em 2009, nos deram um título brasileiro depois de 17 anos e nos deixaram classificados para as oitavas de final da Libertadores. O Andrade, por exemplo, ele sai por cima. Tem uma representatividade no clube imensa e eu só posso agradecê-lo por tudo. Eu é que mantive ele no clube no início do ano.

Convivência
Foi uma saída difícil. Eu tenho um convívio muito bom com todos no clube, mas também precisava dar uma resposta ao grupo político que me elegeu presidente. Eu não cheguei até aqui sozinha. Eu não sou nem um pouco covarde e esperei a hora certa para chegar a essa decisão. Será uma transição sem traumas. Tenho certeza que o Flamengo voltará a ter alegria.

Sem linha dura
Não estamos mudando radicalmente nada. Ninguém aqui acredita que linha dura dê algum resultado positivo. Queremos resgatar uma metodologia de trabalho que dá certo. É um tipo de trabalho coeso, com pessoas comprometidas com esse pensamento. Eu não vinha conseguindo fazer isso aqui, no futebol. Os bons resultados, às vezes, podem mascarar alguns erros. Acima de tudo temos que preservar a instituição.

Coragem
Eu prefiro ser cobrada por ter tomado uma atitude do que não ter tido a coragem de tomá-la. Se não vier um resultado positivo diante do Corinthians, no que eu não acredito, iríamos ser criticados de qualquer maneira. Mudando ou não. Então, prefiro mesmo ter o ônus de ter tomado essa atitude. Como estava não dava mais para ficar.

Sem nomes
Não tiramos ninguém para colocar ninguém. Não houve nenhuma substituição. Queríamos começar as mudanças. O elenco é muito bom e os resultados podem ser melhores. Isso é o que queremos. Um ambiente melhor para ter um rendimento melhor.

Comando
Talvez tenha faltado um pouco de comando. Quando se tem um comando forte, os problemas são contornados. Eu não estava confortável com a maneira que o futebol do Flamengo estava sendo levado. Quero ter conforto. É importante que o novo técnico venha com disposição de manter tudo isso que foi dito aqui. Queremos alguém que coloque tudo isso em prática. Nada pode comprometer o grupo.

Treinador ideal
Às vezes temos um modelo de treinador ideal, mas não temos a condição financeira de contratá-lo. Vamos manter nosso comprometimento com orçamento e não iremos fazer loucuras. Estamos trabalhando com quatro nomes e espero fazer esse anúncio amanhã.

Sem pressa
Eu não trabalho sob pressão. Tenho um compromisso de entregar o clube, no final do mandato, melhor do que eu encontrei. Independente dos resultados, eu prometi isso ao sócio e ao torcedor. De uma coisa eles podem ter certeza: estão tendo um Flamengo bem administrado.

Agradecimento
Agradeci muito ao grupo que saiu. Falei para os jogadores que eles devem procurar agradecer à eles com resultados. Quem gostava muito deles, pode retribuir tudo o que foi feito com vitórias. Todos que participaram da montagem desse grupo terão méritos em caso de alguma conquista nossa. Eles sempre serão enaltecidos. O importante é o Flamengo vencer sempre.

Zico
A primeira pessoa que eu procurei foi o Zico. Por tudo o que ele representa, merece ter esse tratamento. Falamos que gostaríamos dele no futebol do Flamengo, mas isso não está nos planos dele vir para o clube agora. Ele sabe que, quando quiser, as portas estarão sempre abertas.

Leonardo
O Leonardo é um nome muito interessante Não para ser treinador, mas, sim, para a função de diretor executivo. Ele tem experiência e pode ser uma boa opção. Eu não havia pensado nele, mas gostei quando vi isso escrito nos jornais. Quem sabe?! O importante é que fique claro que buscamos um vice de futebol para tratar da política, para fazer a ponte do departamento com a presidência, e um diretor executivo, para tratar mais da parte técnica. Queremos que os problemas sejam resolvidos por lá. Eles não podem chegar até a presidência e isso estava acontecendo.

sexta-feira, abril 23, 2010

Livro, essência do conhecimento

Hoje é Dia Mundial do Livro.


Bom a gente valorizar a data, lançando estímulos à abertura de uma boa obra num tempo em que a Internet nos vicia à leitura dinâmica.

O blog faz uma sugestão: "Uma breve história do Mundo",  de Geoffrey Norman Blainey AC, historiador, escritor e professor australiano, que faz retrospectiva da fantástica saga da humanidade, magistralmente compilada desde seus primórdios até os alucinados dias em que vivemos. O autor, que é um dos mais aclamados historiadores da atualidade, diz que é como ver a paisagem pela janela de um trem em movimento.

Ponto forte da obra, Norman Blainey descreve a geografia das civilizações e analisa o legado de seus povos.

Livro que proporciona imagens inesquecíveis ao sabermos como eram as noites dos primeiros nômades; testemunha o surgimento das religiões; a carnificina das guerras e nos faz acompanhar a ascensão e queda dos grandes impérios.

"Uma breve história do Mundo" entrelaça a história de um povo à história de outro, de modo didático e vibrante. Longe dos formalismos, a gente é instigada a envolvida a cada página.

Ao terminar sua leitura, passamos a entender melhor os fatos que culminaram com a nossa realidade atual.

Dá uma tentada aí, parceiro, lendo o livro de Norman Blainey!

Comunidade do bem

Graziela, Ricken, Alice, Luis, Paul, Ben, Iain, e Pasca,l são os responsáveis pelo movimento nacional lançado na Internet que luta pela Lei da Ficha Limpa através da comunidade Avaaz. Num curto espaço de tempo, a turma de jovens conseguiu entulhar computadores do Congresso Nacional com mais de dois milhões de assinaturas digitais pedindo aprovação da lei que está sendo levada com a barriga pelos congressistas.


Mas quem pensa em recuo da Avaaz, engana-se!

Passava das 11 horas desta sexta-feira, 23, quando mais de 500 mil brasileiros haviam recebido e-mails pedindo a união e mobilização da sociedade, compartilhando mensagens com a comunidade.

E se você é daqueles que ficou fora da primeira investida dos jovens idealizadores do movimento de luta contra a corrupção na política, pode ainda participar colocando seu nome no abaixo-assinado pela Ficha Limpa.

Basta clicar aqui.

quinta-feira, abril 22, 2010

Vale qualifica em Itupiranga

As oportunidades de qualificação profissional, por meio do Programa de Preparação para o Mercado de Trabalho, chegaram a Itupiranga, município vizinho a Marabá. Nesta sexta-feira, dia 23, os 700 inscritos nos cursos da primeira fase de capacitação participarão da Aula Inaugural, que será realizada no auditório da Secretaria Municipal de Educação. O programa tem a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Sistema Nacional de Emprego (Sine), Prefeitura de Itupiranga e Centro de Ensino Técnico da Amazônia (Ceta).

Depois de capacitados nos cursos de pedreiro, ajudante de obras, carpinteiro, ferreiro armador, soldador e eletricista, os profissionais terão mais oportunidades de concorrer às vagas diretas e indiretas de emprego, geradas a partir da implantação da Aços Laminados do Pará (Alpa), em Marabá. De acordo com Adriana Lobo, analista de Recursos Humanos da Vale responsável pelo programa, a ampliação dos cursos para outros municípios contribui para o desenvolvimento de toda a região onde será instalada a siderúrgica. "Itupiranga é o primeiro município vizinho a Marabá que recebe os cursos de qualificação, o que representa um passo importante para o acesso às oportunidades de emprego geradas pelo empreendimento", explica.

Realizado também em Marabá, o Programa de Preparação para o Mercado de Trabalho iniciou suas atividades em janeiro de 2010. Até o momento mais de 400 pessoas já concluíram os cursos oferecidos e outras 400 participam das 23 novas turmas em andamento até julho, quando será concluída a primeira etapa do programa. Em Canaã dos Carajás, o programa inicia sua primeira etapa oferecendo os cursos de ajudante de obra civil, motorista de caminhão basculante, pedreiro, ferreiro armador e carpinteiro. As oportunidades de emprego no município serão geradas com a implantação do Projeto Ferro Carajás S11D.

Fonte: Ascom da Vale

Omissão leva à penalização de juíza

A juíza Clarice Maria de Andrade, que manteve por 26 dias uma adolescente presa em cela masculina com cerca de 30 homens, na delegacia de polícia de Abaetetuba, já está aposentada, compulsoriamente.

A decisão é do Conselho Nacional de Justiça.

Há ainda proposta para eventual ação civil pública, que poderá levar à perda do cargo ou cassação da aposentadoria de Clarice.



Leia matéria completa.

Casamento de Thiago e Palloma.

Sílvia, Julianna, Sonia, Thiago e o poster, na Igreja de Santo Alexandre.

 Julianna e Sílvia, as filhas lindas.

 A mãe Sonia conduzindo Thiago até o altar.
Poster conduz Cynthia, mãe de Palomma.
Convidados na Igreja de Santo Alexandre

Os pais do poster, João e Lourdes Bogéa.
 Duas maninhas gêmeas representando damas de honra.

Corneteiros em trajes medievais anunciando a entrada da noiva na igreja.

 Palloma, conduzida ao altar pelo pai, Nani Souza.



Nani entrega a filha ao noivo Thiago, ao lado de Sonia.




Lourdes e João Bogéa, avôs de Thiago, abraçam os recém casados, juntamente com Ritinha, tia de Thiago.


Palloma e Thiago deixam a igreja rumo ao Maison Pomme D'Or, local da recepção aos convidados.
Poster recepciona Gilberto Leite e esposa Marilza, na recepção no Pommer Dor. Ritinha, tia de Thiago, participa também da mesa.

Neide Pinheiro recepcionada por Sonia Bogéa

A sobrinha Luma na mesa ao lado do avô João Bogéa e da mãe, Socorro Bogéa.
A filha Julianna cercada de amigas do tempo da faculdade de Publicidade, na Unama.
Mãe do pôster, Lourdes Bogéa recebe o carinho das netas Sílvia....
... E Julianna, no Pommer Dor.
Thiago, Sílvia, Sonia, Palloma e Julianna, na recepção a convidados, no Maison Pomme D'Or .


Thiago e o carinho das manas e da mãe.

terça-feira, abril 20, 2010

PT e PMDB caminham para acordo

Primeiro tem um post do Jader falando sobre a visita de Ana Júlia ao seu apartamento, com a seguinte declaração:


                         - Acho que foi um gesto espontâneo da parte dela, em conseqüência da visita do José Eduardo Dutra (presidente nacional do PT), que deve ter conversado com ela e ela deve ter decidido estabelecer um canal de conversação. Creio que o Dutra deve ter recomendado que ela conversasse comigo, para retomar as conversações, com vistas às próximas eleições”.


Depois, Ana Célia Pinheiro, sempre correndo trechos em busca do que se passa pelos bastidores da política paraense, entra contando detalhes daquilo que pode vir a ser a repactuação da alianã PT/PMDB, em vias de oficialização.

A Perereca da Vizinha está demais.

Queiroz Galvão e Chesf levam Belo Monte

Formado pela Chesf e o Grupo Queiroz Galvão,  consórcio Norte Energia arrematou a usina de Belo Monte, no leilão realizado esta tarde.
 
Mais detalhes.

Felicidades, Thiago e Palloma

Mais uma vez, venho pedir permissão aos leitores para dividir momento de satisfação familiar.

Logo mais, às 20 horas desta  terça-feira, 20, ocorre o casamento de Thiago com a jovem advogada Palloma Conduru. 

Eu e Sonia, ao lado de Nani e Cynthia Souza, pais de Palloma, queremos compartilhar essa felicidade com todos vocês.

Ato religioso ocorre na Igreja de Santa Alexandre.

A recepção no Maison Pomme D'Or .

PT esclarece encontro

Direção estadual do Partido dos Trabalhadores  solicita a publicação da segunte nota, assinada pelo presidente da legenda, João Batista:

Nota à Imprensa


O presidente do PT, João Batista, disse nesta terça-feira, 20, em reunião da Executiva Estadual, que “o gesto da governadora Ana Júlia em visitar o deputado federal, Jader Barbalho, demonstra sua capacidade de grande líder, que sabe colocar os interesses do estado acima das paixões partidárias. Isso nos revela uma Ana Júlia guerreira e determinada, como sempre, em fazer o melhor para o Pará”.

Yamada Plaza Marabá será entregue em 2011

Na sede da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), Fernando Yamada, um dos sócios do Grupo Yamada, recebeu das mãos de Maurino Magalhães (PR) alvará que autoriza a construção do Yamada Plaza Marabá.

Antes da entrega do documento,ocorreu assinatura de protocolo de intenções entre o município e a organização supermercadista.

O protocolo prevê  o empreendedor estabelecendo prioridade para aquisição de produtos e materiais de construção da obra no comércio marabaense, visando aquecer o mercado local. Outro item do protocolo estabelece que o grupo deve dar prioridade na contratação de mão de obra de pessoas do município durante o período de construção, manutenção e operação do empreendimento.

Durante entrevista, o prefeito Maurino Magalhães destacou a intenção do município em fomentar novos investimentos como forma de trazer benefícios à economia e estimular a oferta de emprego. Para o gestor, a instalação do Y. Yamada Plaza Marabá, um investimento de R$ 20 milhões, irá constituir um incremento no pólo de desenvolvimento da região. "É uma característica do nosso governo viabilizar a implantação de novos empreendimentos que permitam a geração de emprego e renda. Por isso, criamos condições favoráveis para a implantação desse tipo de investimento", pontuou.

De acordo com o prefeito, o município irá prestar apoio junto aos órgãos e autoridades em nível estadual e federal, no entanto não concederá incentivos fiscais ao novo empreendimento.

O empresário Fernando Yamada informou que o hipermercado irá gerar 200 empregos durante a fase de construção e 600 na fase de operação, sem descartar a possibilidade de outras empresas do grupo aportarem na cidade. “Nossa proposta é chegar a abrir 1000 postos de emprego em Marabá”, projetou o executivo.

Ele também declarou que o grupo irá cumprir à risca o protocolo de intenções e investirá na formação profissional da mão de obra local. “Iremos promover a qualificação profissional e criar uma república em Belém para receber estagiários daqui para treinamento”, revelou.

Ao falar para os integrantes da Acim que se encontravam na reunião, Fernando Yamada declarou que pretende se somar ao comércio marabaense, inclusive dando prioridade ao empresariado local para ocupar balcão de serviços e empreendimentos dentro do supermercado.

Questionado se as obras não estariam atrasadas, uma vez que o terreno foi adquirido 4 anos atrás, o empresário disse que tudo estava dentro da estratégia do grupo. “Esse atraso foi positivo pois o cronograma de entrega ficará conciliado com a obra de duplicação da rodovia Transamazônica”, informou ao se referir à via que dará acesso ao hipermercado.

Fernando prevê que a entrega do novo supermercado, que terá 15 mil metros quadrados de área construída na Folha 33, na margem da Transamazônica, aconteça no segundo semestre de 2011.

O grupo Y. Yamada é o maior do mercado varejista da Amazônia e um dos que mais empregam no Pará, sendo formado por 14 empresas. O carro-chefe é a rede de supermercados Y. Yamada, a maior do norte do Brasil, e as Lojas Y. Yamada, com lojas de departamento especializada em eletro-eletrônicos e magazine com diversos pontos de venda em Belém, no interior do Pará e Amapá.
 
Fonte. Secom PMM

segunda-feira, abril 19, 2010

Viva o Botafogo!

Em perfeito estado de graça, o comentarista botafoguense Tadeu, residente em São Paulo, viu algo que ninguem viu, durante o jogo Flamengo e Botafogo.

E é verdade, o que ele viu.

      - A trave,  no penalty do Loco Abreu, nada mais era que a cabeça do grande JUCA, diz em comentário publicado.


Concordo.

De tanto esperar um título, Juvencio de Arruda, eternamente do nosso Quinta Emenda, ele mesmo estava lá para decidir a parada, com muita justiça.

Grande sacada, Tadeu!

Viva o Botafogo, melhor time do Rio de Janeiro.

Novas caras na SEFA

"Donos de votos” da estrutura da Secretaria Estadual da Fazenda estão preocupados com novos rumos de vento circulando no órgão, por todo o Estado.


Tracionais candidatos oficiais da SEFA a deputado, Simone Morgado (PMDB) e Suely Oliveira (PT), estão perdendo espaço, preteridas por grande parte dos colegas.

Simone e Suely são servidores da Secretaria Estadual da Fazenda.

Dentro da influente secretaria há grupo de auditores apostando nas pré-candidaturas a deputado de dois auditores calouros na política partidária.

Um é Marcos Lobato(PR), ex-delegado fazendário, diretor fazendário, contando com apoio de grande parte da diretoria da ASFEPA(Associação dos Servidores do Fisco), entidade da qual é diretor.

O outro auditor é o Celso Sabino de Oliveira – o conhecido “Garoto Maluquinho”, irmão do ex-deputado, e hoje conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Cipriano Sabino.

Dor maior no aniversário

Coisa mais sacana essa, nosso "Rei" enterrar a pessoa que ele mais amava na vida - no dia em que completa 69 anos.

Só que Roberto Carlos tem outra leitura do fato, conforme revela Dodi Sirena, empresário do artista.

Segundo ele, "Roberto vê o fato como um sinal divino, já que ela foi embora no mesmo dia em que deu luz a ele", está no UOL.

domingo, abril 18, 2010

Se Serra perder, o PIG quebra!

Luiz Azenha é quem nos conta uma historinha que vem dos idos 1989, quando Lula disputou a primeira eleição presidencial.
Do tempo em que a Globo e Veja, realmente, eram formadores únicos de opinião do país, com suas portentosas forças de audiência de Norte a Sul  – já que naquela época não havia Internet com seus agilíssimos blogues contando o que se passa por debaixo do pano.

Azenha foi no fundo do baú relembrar dos chamados “golpes de véspera”, patrocinados pelos órgãos de comunicação integrantes do PIG ( expressão criada pelo deputado petista Fernando Ferro que Paulo Henrique Amorim ajudou a popularizar e que significa Partido da Imprensa Golpista, que tem Globo, Veja e Folha de São Paulo, entre seus nervosos representantes) -, preservando a prática suja da seletividade das denúncias, das notícias e dos alvos de investigações, para atingir Lula e seus aliados.

Principalmente, na manipulação e divulgação de pesquisas de opinião.

Reservem um tempinho para devorar a excelente matéria de Azenha!


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Pesquisa de dono de jornal

No embalo, Gilson Caroni mostra que o desmilingüido DataFolha aterrisou de vez no subsolo da safadeza, carregado de inutilidade nos seus números desmoralizados.

O blog faz questão de expor, na íntegra o texto do jornalista:


Após nova rodada de pesquisa do Datafolha, tudo terminou como fora previsto. O instituto confirmou o desejo dos donos do jornal, os vaticínios de seus articulistas militantes e a vocação partidária da grande imprensa corporativa. Como era de se prever, o levantamento, sob geral e justificada descrença, revela um mero exercício de acrobacia. Uma inutilidade tão grande que é legítimo se perguntar a quem interessa a pantomima?

Ao justificar o motivo de pesquisas em intervalos tão curtos, o jornalista Fernando Rodrigues explica que “O Datafolha realizou esta pesquisa agora porque também havia feito um levantamento em 24 e 25 de fevereiro, cinco dias após o lançamento oficial da candidatura da petista Dilma Rousseff. Agora, a coleta dos dados se dá também cinco dias após a festa do PSDB para José Serra se lançar na disputa.”

Nem o Barão de Itararé teria produzido melhor script. Nem o circo pegou fogo, nem os trapezistas caíram da corda bamba. Até os diversos palhaços já não conseguem provocar o riso. A platéia, outrora tão influenciável, faz parte do espetáculo e as feras, embora soltas, nada mais fazem senão aprofundar a crise de credibilidade de certos institutos e meios de comunicação. A arte da política comporta cálculos arriscados. Dependendo da estatura ética do atirador qualquer disparo só alveja o próprio pé.

Se a sondagem indica que há 54% de eleitores sem voto definido, qual a relevância da dobra superior da edição de sábado da Folha de S. Paulo que, em manchete, alardeia: “Serra mantém dianteira sobre Dilma”? O que significa, a crer na honestidade metodológica do Datafolha, uma vantagem de 10 pontos de um pré-candidato sobre o outro? Nada, rigorosamente nada. Salvo o que até o mundo mineral sabe: há uma tendência à polarização entre Dilma e José Serra, o filho dileto do bloco liberal-conservador. Para elegê-los os recursos são variados. Vão de manchetes desmentidas no corpo da matéria à censura da imagem do presidente Lula nos telejornais da TV Globo.

Faltando seis meses para as eleições, e com tanta coisa indefinida (composição das chapas, alianças, montagem das candidaturas estaduais), as intenções de voto são muito fluidas para grande parte do eleitorado. Fazer pesquisas em intervalos reduzidos de tempo só interessa comercialmente aos institutos e, como espetáculo, às corporações midiáticas que, conforme seus objetivos político-partidários, dão maior ou menor destaque aos resultados das sondagens que lhe interessam.

Assim, se a pesquisa Sensus foi desqualificada e, posteriormente judicializada, Datafolha e Ibope devem ser “interpretados com maior rigor científico.” Para isso são chamados os mesmos “cientistas políticos”, a maioria, por sinal, colaboradora ativa do Instituto Millenium, versão moderna do velho Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES), um dos principais catalisadores do golpe contra João Goulart, em 1964.

O que pode ser mensurado é o fetichismo atávico de segmentos que, desde sempre, controlaram o aparelho do Estado e não se conformam em terem sido apeados de lá pelo voto popular. Entronizado no altar de devoção de suas lideranças orgânicas, a prestidigitação golpista é uma possibilidade renovada. Para isso, no caso do diário paulista, há sempre um funcionário de plantão na segunda página. Ora inventam epidemias e caos aéreos, ora legitimam sondagens que interessam à família Frias.

Eles já aprenderam que, terminada a temporada, a troupe mambembe, avalia o prejuízo, amarra a lona e parte para a estrada, mais uma vez tentando distorcer a realidade, mais uma vez na contramão da democracia. As determinações de classe não falham.

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Só o Serra Salva

Paulo Henrique Amorim, ferinamente mortal, cai de sola na safadeza da Folha, que extraiu ao avesso, criminosamente, frase de um discurso de Dilma Roussef em que ela lembra a época da ditadura dizendo que nunca fugiu da luta pela redemocratização do país.

PH ratifica aquilo que todos nós, embrenhados a todo instante nesse mundo do jornalismo nacional, sabemos há tempo: fato de que o PIG agora quebra de vez, caso Zé Serra não ganhe a eleição.

Vamos à leitura do Amorim, porque nenhum de vocês pode deixar de ler a denúncia que ele faz!



Só o Serra salva as empresas do PiG (*). Daí, o desespero

por Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada

Na revista Carta Capital desta semana, na pág. 27, Leandro Fortes conta que a Folha “demorou CINCO DIAS para publicar o desmentido enviado pela assessoria da candidata e reconhecer formalmente o erro”.

O erro foi um erro ou foi de propósito ?

O erro foi inventar uma frase que a Dilma não disse: “eu não fugi da luta e não deixei o Brasil”.

Nos cinco dias em que a Folha censurou a carta de desmentido, o PiG dançou e rolou em cima do “erro”.

A Folha já tem uma rubrica no passivo com a Dilma: a ficha falsa.

E a circulação da Folha é a que mais cai, dos jornais impressos.

A Abril e a Veja – a última flor do Fáscio – não sobrevivem a outro mandato presidencial sem compras maciças de livro escolar.

O negócio de revistas desaba, a ponto de a internet, hoje, ter mais publicidade que as revistas.

A situação da Globo é a mais crítica.

Ela faz negócios escusos com o Serra, à luz do sol.

Como a operação para o Serra agasalhar um terreno que a Globo – como a Cutrale – invadia há 11 anos, num ponto valorizado da cidade de São Paulo.

O bolo publicitário da tevê brasileira não cresce, significativamente.

A TV Globo, durante trinta anos, cresceu com uma equação – 50% de audiência e 75% da verba publicitária.

Como a tevê absorve 50% de toda a publicidade brasileira, ela tinha 75% de 50%, ou seja, de cada R$ 1 investido em publicidade no Brasil, ela ficava com R$ 0,37.

Essa equação – inaceitável num regime de democracia – mudou.

O bolo não cresce e as concorrentes começam a tomar audiência e faturamento dela.

Ela não vai conseguir ser o que é, com menos audiência e menos dinheiro.

A qualidade vai cair – e a concorrência se acirrará.

No campo da imprensa escrita, a Globo acaba de ganhar em seu território, o Rio, um adversário considerável, o grupo português “Ongoing” – ler na Carta Capital desta semana, na pág. 50.

O “Ongoing” lançou um jornal de negócios, o Brasil Econômico, para ir para cima do Valor, que é da Folha e do Globo, e acaba de comprar um jornal popular no Rio, O DIA.

Os portugueses querem ir para a televisão

E já entraram nos nichos do mercado onde há oxigênio para a imprensa escrita: o popular e de negócios.

Ou seja, a Globo passou a ter um corrente de peso a lhe morder os calcanhares, já que o grupo vem de Portugal com variados interesses empresariais.

Logo no início do Governo Lula, o professor Wanderley Guilherme dos Santos dizia que a mídia impressa brasileira só tinha um poder remanescente: o de gerar crises.

(Como, agora, a de Belo Monte …)

Gerar crises para tomar uma grana do Governo.

É o que faz o PiG.

E mais, como demonstrou a presidente da associação dos jornais: hoje, no Brasil, o PiG é a oposição.

(Ainda mais que o candidato da oposição não tem o que dizer. A não ser que sempre foi candidato. O que sempre se soube.)

Esta eleição de 2010 coincide com o aparecimento de um nova realidade empresarial: a entrada da internet no jogo e a democratização das fontes de informação.

O PiG brasileiro só tem uma salvação.

Eleger o Serra.

Pelo menos no Data-da-Folha.

Daí, o desespero.


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Pesquisa nefasta


Em outro plano, o lúdico José Roberto Toledo aborda as últimas pesquisas desencontradas dos principais institutos do país.

Na íntegra, também, o texto de Toledo, do Estadão:


Esqueça os números e se concentre na história que eles contam. Mesmo assim, as versões contadas pelos institutos são irreconciliáveis. As tendências apontadas pelo Datafolha não batem com as traçadas pelo Sensus, que não são iguais às apontadas por Vox Populi e Ibope. A cada semana muda o narrador e, com ele, os rumos da novela eleitoral.

Segundo o Datafolha, a intenção de voto estimulada em José Serra (PSDB) caiu no começo do ano e voltou a subir, retornando aos patamares de dezembro. Já de acordo com o Sensus, Serra nunca saiu do lugar e continua no mesmo patamar que tinha em novembro.

Vox Populi e Ibope contam, até agora, uma história parecida entre si, mas divergente das duas anteriores. Como o Datafolha, os institutos detectaram uma tendência declinante de Serra no começo do ano, mas não viram, até agora, nenhum sinal de recuperação.

Sobre Dilma Rousseff (PT) os institutos tampouco concordam. Pelo Datafolha, ela cresceu rápido, mas bateu em um teto que a deixa distante de Serra. Para Sensus e Vox Populi, a tendência de crescimento de Dilma persiste e ela se aproxima cada vez mais do rival, se é que já não empatou com o tucano.

O único ponto em comum entre os institutos é a pesquisa espontânea: Serra e Dilma estão empatados tecnicamente. Mas muitos eleitores respondem ”Lula” ou ”candidato de Lula”. Sinal de que a petista tende a crescer.

Na ausência de fatos que chamem a atenção da maioria do eleitorado para a sucessão, os narradores tomaram para si o protagonismo da novela eleitoral. Paralela à dos candidatos, disputam uma corrida dos institutos.

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Pesquisa nefasta 2


Por fim, para fechar a atualização deste domingo, Luiz Nassif, contando “os bastidores da pesquisa Datafolha”.

As organizações Folha, sempre elas, liderando safadezas para influenciar a opiniao pública favorável a Zé Serra Alagão:


Os bastidores do caso Datafolha começam a aflorar.

Alguns dias antes do lançamento da candidatura José Serra, correu a informação de que o Instituto Sensus divulgaria sua pesquisa no mesmo dia. Poderia ser o anticlímax para Serra.

Dias antes, o Sensus passou a levar tiros da Folha, tentando desqualificar a pesquisa antes de saber o resultado. Um repórter foi incumbido de ouvir os donos do Instituto. Percebendo o jogo, ele informou que, devido às chuvas no Rio, os resultados sairiam após o dia do lançamento da candidatura Serra.

Em vão. Os tiros prosseguiram e a velha mídia começou a deixar pistas pelo caminho. O Datafolha preparou uma pesquisa de emergência, não programada. O Jornal Nacional anunciou que, dali para frente, só divulgaria resultados do IBOPE e do Datafolha.

Saiu o resultado do Datafolha, chamando a atenção geral, a ponto de ser colocado em dúvida pelos próprios jornalistas da Folha. Em vez de jogar com margens de erro em todos os estados, para beneficiar a candidatura Serra, o Datafolha jogou toda a variação no sul. E aí escancarou os erros cometidos, abrindo margem para fortes suspeitas de manipulação da pesquisa.

Foi o mais desgastante episódio na vida do instituto – que conquistou credibilidade nos anos 80 ao fazer o contraponto ao IBOPE.