sábado, junho 19, 2010

A ditadura do TSE e dos Procuradores

Sobre a perseguição imposta pelo MPF aos blogs nacionais, foco do post abaixo, Luiz Nassif deita e rola falação condenando a ação nefasta dos procuradores e do próprio TSE.


Diz o direito que a nem toda lei é legítima, isto porque muitas leis são destituidas de qualquer razoabilidade. Um exemplo de anacronismo é esta lei que, ao que tudo indica, está levando ao MPE a perseguir blogs sem motivo justificável. Estamos num regime democrático, a censura da época da ditadura acabou mas na prática o que estamos vendo é de estarrecer. Pelo andar da carruagem os blogs que falem de política terão que postar apenas receitas de bolo. Interessante que, ao contrário de uma rede de televisão, que pela lei é concessionária de serviço público e por isso obrigada a ser imparcial, um blog acessa quem quer. Isto que está ocorrendo no âmbito do MPE é de estarrecer.


Quem também baixa a pua, é Luiz Azenha.


O Tribunal Superior Eleitoral quer controlar a blogosfera. O tribunal entende (entende?) que pode determinar o que é ou não é campanha antecipada na blogosfera.

O erro do TSE está em acreditar que a blogosfera pode ser engarrafada, sob o comando de Brasília. Sugiro aos blogueiros que se sentirem prejudicados — sejam do PT, do PSDB ou do PCdoB — que estabeleçam seus blogs em Santa Cruz de La Sierra, Bogotá ou Miami.

Será que o TSE tem jurisdição lá?

A nota reproduzida no blog da Dilma deu no UOL:

TSE exige que Google revele autor de blog pró-Dilma

Procuradoria solicitou que site que promove a petista seja tirado do ar

Google afirma que ainda não foi notificado da decisão; blog diz que seus responsáveis não são ligados ao governo


DE BRASÍLIA

O ministro Henrique Neves, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou anteontem que o Google Brasil informe em 24 horas, a partir do recebimento da notificação, quem é o responsável pelo “Blog da Dilma” (dilma13.blogspot.com), hospedado pela empresa.

O pedido foi feito pelo Ministério Público Eleitoral, que também solicitou que o site seja retirado do ar, pois publica textos enaltecendo a pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff, “com pedido expresso de ajuda financeira” destinada não só ao blog, mas à “campanha eleitoral”.

Neves avaliou que a identificação do dono do blog é preparatória para uma ação.

Ontem, o “Blog da Dilma” publicou a nota “A oposição quer calar o Blog da Dilma”, assinada por Daniel Bezerra (“criador e editor-geral”) e Jussara Seixas (“editora”).

A nota diz que os blogueiros são cidadãos “sem nenhum vínculo partidário”: “Não somos pagos pelo partido ou pelo governo”.

E conclui: “Temos e-mails, não somos anônimos, temos telefones disponibilizados no blog e estamos inteiramente à disposição do TSE”.

O Google Brasil disse que, até o fechamento desta edição, ainda não havia sido notificado, “estando impossibilitado de se manifestar sobre qualquer aspecto do caso”. A empresa defendeu “a liberdade de expressão”, mas afirmou que “os casos de uso indevido dessa liberdade” são avaliados pelo Judiciário.

O Ministério Público pediu ontem que outro blog (euqueroserra.blogspot.com), desta vez de apoio ao tucano José Serra, seja retirado do ar. Pediu ainda que o Google Brasil informe quem são os responsáveis pelo site.

O caso foi distribuído à ministra do TSE Nancy Andrighi."


Leia mais.

Medo de perder o financiador

Com medo de perder o grande financiador, o PIG - Partido da Imprensa Golpista  -, ataca a mídia independente, enviando informações sobre a globosfera ao TSE que tem se comportado favoravelmente ao candidato do PSDB, Zé Serra.


Serra fez propaganda eleitoral ilegal e antecipada nos vídeos exibidos pelos partidos DEM e PPS e não foi penalizado pela aparição ilegal, e a imprensa golpista não comenta.

A amizade entre José Serra e a imprensa golpista custou R$75.913.495,60, mais de setenta e cinco milhões de reais como está publicado no Diário Oficial de São Paulo.

Vejam:



Isso explica por que as mídias alternativas passaram a ser a bola da vez da imprensa golpista, como prova recente matéria do Estado de São Paulo que trás informações da Blogosfera.

Isso explica por que a Globo, Editora Abril e o grupo Folha de São Paulo atacam tanto o aumento aos aposentados sancionado pelo presidente Lula, e devem juntas a previdência social uma fortuna.

Isso explica por que a mídia Golpista defende tanto Serra.

O medo de perder o grande financiador de suas empresas, isso aterroriza o PIG.

Recordem os bastidores da tentativa da TV Globo de encobrir posse ilegal de terreno público, usado há mais de 12 anos sem pagar nada.



A mídia alternativa e a Globosfera estão acabando com a sujeira. antes colocada embaixo do tapete do interesse econômico próprio e da campanha de Zé Serra.

sexta-feira, junho 18, 2010

Lula em Marabá

Desde ontem, 17, equipe precursora do governo do Estado chegou a Marabá para organizar a visita do Presidente Lula e da governadora Ana Júlia na terça-feira ao canteiro de obras da Alpa.


Hoje, desembarca a primeira parte da precursora da Presidência da República.

A entrevista coletiva sobre a visita de Lula vai ser n a segunda-feira no auditório do Incra.

Investimentos sociais

Os investimentos da Alcoa em projetos comunitários totalizaram cerca de R$1 milhão no primeiro trimestre de 2010. Foram beneficiados 19 novos projetos no Brasil, em instituições de Poços de Caldas-MG, Tubarão-SC, São Paulo-SP e Juruti, no Oeste do Pará.

quinta-feira, junho 17, 2010

"Gueiros Junior" de Marabá

Ausente de Marabá havia cinco dias, poster  desembarca na cidade com a política pegando fogo.

A exoneração de três secretários de Maurino Magalhães, promovida pelo vice-prefeito Nagilson Amoury, minutos após assumir interinamente, por um dia, a prefeitura, coloca a administração em rota desestabilizada.

No aeroporto ainda, deu pra medir, o papo entre passageiros e motoristas de taxi era apenas a reação tresloucada de Nagilson.

Tresloucada, sim, porque o vice-prefeito sabia que ficaria apenas 24 horas no cargo, não importando os efeitos de seus atos.

Na prefeitura, aventa-se motivações pessoais do vice-prefeito para demitir os secretários de Obras, Gabinete  e Planejamento.

Pessoais com forte dose de rancor.

Com o retorno a Marabá nesta quinta-feira, Maurino Magalhães tornará sem efeito as portarias de Nagilson.

Priante, voraz, pra cima da convenção

Quem conhece o humor do ex-deputado federal José Priante garante que ele vai jogar todas as fichas na disputa interna pela indicação de sue nome candidato ao governo do Estado, emparedando o deputado Domingos Juvenil pela preferência dos votos dos convencionais do PMDB.

Derrotada as pretensões dele de chegar à prefeitura de Belém pelo voto de desembargadores, Priante teria revelado a gente de seu círculo de amizade  ser insuportável ficar acumulando seguidas derrotas (governo do Estado, Prefeitura de Belém, no primeiro e segundo turno, desempossado prefeito antes mesmo da posse, e, agora, no TRE)  -,  razão maior de sua intenção de jogar pesado em busca da maioria de votos na convenção peemedebista.

Dificil é acreditar na possibilidade de Jader Barbalho admitir perder uma disputa interna para seu primo.

Cantos para Carlos Gomes

Advogado Plínio Pinheiro, dotado de extraordinária memória dos fatos  históricos do Estado do Pará, é o primeiro leitor a se manifestar ao post Onde Carlos Gomes morou, confirmando informação sobre o endereço onde Carlos Gomes morou, em Belém.

O comentário do advogado marabaense:


Caro Hiroshi,

É necessário dizeres onde moras, para sabermos se há veracidade no que afirmas.O Pará é um Estado descuidado para com os seus vultos históricos e as suas relembranças.A casa em que morreu o maestro Carlos Gomes, na Rua Quintino Bocaiuva esquina da rua que desce para o Shopping Boullevard e que agora me foge o nome, nem mais a placa indicativa disso possui.

A casa em que nasceu o General Gurjão, heroi da guerra do Paraguai, na rua do mesmo nome, está em ruinas.No local de um edificio, esquina de Conselheiro Furtado com Generalissimo Deodoro, local em que nasceu o poeta Antonio Tavernad, autor da letra do hino do Clube do Remo, inclusive, não tem nenhuma memória disso.

A bela residencia do Barão de Guamá, hoje sede do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, está há anos aguardando restauração.Isso para não falarmos no Palacete Pinho.Ainda bem que o Poder Judiciário restaurou o Colégio Lauro Sodré para ser a sede do TJE/PA, senão outra bela lembrança dos tempos aúreos do Pará estaria perdida.

Doi igualmente vermos o estado de abandono da Praça da República, uma das mais belas do mundo, transformada em feira livre, da Praça Batista Campos, do Largo do Colégio do Carmo, do Mercado de São Braz que poderia ser igual ao Mercado Municipal de São Paulo e que serve, apenas, para abrigar ambulantes, dos marcos fálicos, em mármore, que os portugueses endinheirados colocavam em pontos estratégicos para homenagear o nascimento dos filhos (um no canteiro central da Almirante Barroso, próximo ao Viaduto e outro na esquina do Colégio do Carmo.

Triste Pará de triste e esquecida memória!

quarta-feira, junho 16, 2010

Fazenda dembarca em Santarém

Quem desembarca, cedinho, em Santarém,  é o  secretário da Fazenda do Pará, Valdo Vidal, acompanhado de Lucivaldo Nogueira, Secretário-Adjunto.

Missão: visitar unidades fazendários do Oeste do Estado, digulgar ações do órgão e analisar, em reunião com servidores, o desempenho regional da institução.

Programa Regular, que oferece condições para as empresas se regularizarem, saldando débitos do ICMS, decorrentes de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2008, será explicitado à exaustão.

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Atualização às 07:17 (17/06):

O prazo para os contribuintes se regularizarem vai até 30/06. Quem lembra, em comentário aqui no post,  é o servidor da Sefa, Abelardo, lotado na Cerat-Marabá. Ele mesmo se disponibiliza a tirar dúvidas dos contribuintes através do telefone (94) 21014806.

Onde Carlos Gomes morou

Às 17 horas, o  poster acaba de tomar conhecimento de que o prédio onde somos proprietários de um apartamento, em Belém, foi construído no local onde era a casa de Carlos Gomes.

Nome do edíficio, Guarani, vem da extrarodinária ópera em quatro atos escrita pelo compositor nascido em Campinas.

Colaborador especializado em Carlos Gomes que tenha conhecimento da origem  residencial  de Carlos Gomes, na capital do Pará, agradeceríamos o acréscimo de alguma informação a respeito.

Como descoberta histórica, pelo menos ao sentimento pessoal do poster, não deixa de ser enobrecedor "flutuar" sobre a aura onde Carlos Gomes compôs partuturas geniais.

Comentários, aguardamos ansiosos.

Na visita de Lula, protestos em Altamira

Quando o presidente Lula desembarcar em Altamira, dia 22, movimentos contrários a construção da hidrelétrica de Belo Monte  realizarão atos de protetos.

Programação liberada por um movimento denominado "Xingu Vivo para Sempre " consta de fechamento da  rodovia Transamazônia, no dia anterior a chegada de Lula, e manifestação em protesto a construção da barragem, às 8 da manhã de quarta-feira (22), numa das praças da cidade;.

Lula vai a Altamira para lançar os projetos de asfaltamento da Transamazônica, programa Luz para Todos e a usina de Belo Monte, no rio Xingu, que  terá a assinatura do contrato de concessão da obra antecipada para julho.

O Consórcio Norte Energia  venceu o processo licitatório da barragem.

Mais uma do Adnan

Na maior cara de pau, o prefeito-factóide do Pará, Adnan Demachki, por um bom tempo, "estimulou" emissoras de rádio (ele é proprietário de duas delas) do município  de Paragominas a difundir falsa notícia de que a rodovia Pa-256, teria sido asfaltada pelo governo do Estado, "com recursos da Vale".

Como toda mentira tem perna curta,  o "investimento" do prefeito de Paragominas não atingiu objetivos.

Primeiro, porque a Vale não financiou a obra. Segundo, a população do município conhece bem as mutretas do alcaide.

Percorrendo a belezura que ficou a Pa-256, da rodovia Belém-Brasília até a margem direita do Rio Capim, dá para entender a razão da indesejável postura do prefeito-devastador (agora, psuedo new-ambientalista): asfalto de ótima qualidade e a população feliz por percorrer 40 km em pouco menos de30 minutos, quando  esse percurso, principalmente no inverno, consumia até hora e meia, antes dos benefícios do governo do Estado.

Detalhe: da boca de todo mundo, o nome de Ana Júlia é colocado como a responsável pela obra.

Do motorista a dono de imóveis, ao longo da estrada.

Adnan Demachki, chefe atual da tribo que destruiu as matas de Paragominas, tendo como comandante-supremo seu guru Sidney Rosa, envergonhado por estar há quase 16 anos no poder (oito de Rosa e o restante dele) e não ter conseguido um palmo de asfalto para a 256,  vomitou indelicadeza ao se ausentar, em março, do ato de inauguração da rodovia, mandando o vice-prefeito Paulo Tocantins receber a governadora que investiu na obra.

Típico de quem só sabe construir factóides.

Diabo e Belo Monte

Oportuno artigo de Carlos Lessa, publicado no Valor Econômico:


Belo Monte e o diabo

O Brasil dispõe de três grandes bacias hidrográficas, cada uma regida por um calendário pluviométrico e regime climático próprio e diferenciado. Isto permitiu ao Brasil instalar a geração hidráulica como fonte prioritária de eletricidade e desenvolver um sistema integrado de usinas de geração e linhas de transmissão que possibilitou ao Brasil uma energia limpa, renovável e barata. O esquartejamento da privatização levou o país a uma situação que combina energia elétrica barata para as atividades eletrointensivas (como a produção de alumínio, cimento, papel e celulose) com energia extremamente cara para uso residencial, iluminação pública e empresas não eletrointensivas.

Pelo sistema "de mercado" instalado, o consumidor brasileiro é sangrado pelo custo de energia elétrica e "subsidia" as exportações de alumínio, aço, celulose de fibra curta, ferro-silício, ferro-manganês, entre outros. As cidades brasileiras estão subabastecidas para iluminação pública, o que tem graves consequências sobre a qualidade da vida urbana. A lucratividade das concessionárias, predominantemente estrangeiras, que adquiriram as empresas privatizadas - pagando em parte com moedas podres e financiadas com créditos de banco públicos, é hoje recordista em lucratividade sobre patrimônio (superior a 20% a.a., na maioria das empresas). Os lucros anuais das elétricas (acompanhadas pela CVM) cresceram durante os oito anos do governo Lula em 230%. O investimento produtivo das elétricas, ao contrário do proclamado pelos privatizantes, foi reduzido e insuficiente. As distribuidoras de energia, nas grandes cidades, em sua maioria cortaram e comprimiram os gastos de operação e manutenção. Qualquer carioca ou paulista sabe a frequência das interrupções e oscilações de carga. Em resumo, com o sistema estatal, o Brasil construiu a melhor matriz energética renovável do planeta. Com a privatização, esta renovabilidade está sendo corroída, pois a crise de suprimento energético estimulou a instalação da termeletricidade, que consome gás, óleo, combustível e outros itens não renováveis. A termeletricidade tem custos muito elevados, é altamente poluidora, mas é implantada com relativa rapidez. Essa "solução" foi implantada devido à atrofia do investimento público em hidreletricidade e "timidez" das empresas privadas.

Qualquer matriz energética deve ter termelétricas para cobrir situações ocasionais de escassez e/ou dominar a tecnologia de operação de eletricidade termonuclear. Entretanto, é uma estupidez que um país com amplo potencial hidrelétrico não lhe confira prioridade a partir de um planejamento eficiente para instalar novas usinas hidrelétricas. A pressa em privatizar, no governo FHC, não apenas desmantelou o setor elétrico estatal, como também implodiu o sistema de planejamento e

financiamento do setor energético. Utilizou consultoria britânica, ou seja, de um país que não dispõe de significativa hidreletricidade. Acatou, em nome da "competição", o esquartejamento do sistema elétrico brasileiro. O governo Lula herdou uma situação caótica, cujo marco foi o grande apagão do final de FHC. Foi capaz de reduzir algumas dimensões da herança maldita, porém foi tímido em relação à restauração da presença estatal.

No atual sistema "de mercado", as hidrelétricas estatais não se apropriam da enorme lucratividade potencial de suas usinas. São obrigadas a vender lotes que darão sustentabilidade às atividades eletrointensivas e exportadoras e à espetacular

lucratividade das empresas privadas, notadamente das distribuidoras. Segundo Campos Ferreira, em "O sistema elétrico brasileiro" (Economia e Energia, n.3, 2002), o custo de geração hidrelétrica no Brasil é de apenas US$ 4/MWh. Deveria prevalecer outro mix tarifário que beneficiasse o consumidor. Não é assim. Neste caso há uma perversa contribuição da termeletricidade. Com custos de produção mais elevados, sua lucratividade depende de tarifas elevadas. Em um sistema esquartejado, o consumidor é penalizado, pois paga por toda e qualquer energia uma tarifa impulsionada pelos custos termelétricos.

Desde o fim do regime militar já havia a indicação de "domar" o Rio Xingu e iniciar o aproveitamento dessa sub-bacia da Região Amazônica (14% do potencial inventariado do Brasil estão no Xingu). Em Estudo Xingu, a Eletronorte identifica cinco

aproveitamentos, sendo o principal deles o de Belo Monte. Entre o escudo cristalino do Planalto Central e a Planície Amazônica, está o Cânion de Volta Grande, que faz uma curva (quase uma ferradura) com um desnível de 90 metros entre seu início e o final.

O fluxo turbinável de quase 14 mil m3/s permitiria instalar um aproveitamento com 11 mil MWh. A usina seria a 3ª maior hidrelétrica do planeta. Contudo, exigiria a remoção de cerca de 400 habitantes de uma ilha fluvial e a inundação de toda a área abrangida pela ferradura.

Há uma crescente oposição ambientalista à construção de novas grandes hidrelétricas na Região Amazônica. Os ambientalistas avaliaram externalidades negativas de Belo Monte. Apontam perdas na atividade pesqueira (na represa não haveria peixes?); perda na qualidade (?) da água; inundação de floresta remanescente e de propriedades rurais e emissão de CO2 e metano (CH4). Cabe perguntar aos ambientalistas por que não avaliam a emissão alternativa de dióxido de carbono a

partir da termeletricidade a ser alternativamente implantada. Os ambientalistas deploram os custos por evaporação da lâmina de água da represa (ao que eu saiba, toda água que evapora retorna sob a forma de chuva). Perdas por atividade turística (não há turismo para um grande reservatório?). Finalmente, aparece o argumento de perda de biodiversidade (até o presente, não avaliada).

É inquestionável que Belo Monte vai gerar progresso para a sub bacia do Xungu e criará empregos durante e após a construção. Porém o ambientalismo considera que o aumento populacional ocasionado pela presença da força operária e da mão de obra especializada durante a construção "provocará variações nos estilos de vida, hábitos e culturas". É óbvia a preferência da população local pelos estilos de vida, hábitos e culturas de operários e profissionais com salários dignos, carteira assinada e consumidores de bens e serviços civilizados.

Para os ambientalistas radicais, o aumento do uso intensivo de energia (o brasileiro dispõe de uma reduzida energia por habitante) irá aumentar o consumo de bens e serviços demandantes de energia. O aumento da oferta irá "consumir recursos naturais como matéria prima e poluir o ambiente". Para o ambientalista radical, a intervenção antrópica é sempre condenável; é contrário ao desenvolvimento social. Gosta do padrão neolítico e admira a "paz de cemitério".

É incongruente o ambientalismo brasileiro ser contra a hidreletricidade na Bacia Amazônica e, ao mesmo tempo, ficar em silêncio com as exportações crescentes de carne vermelha e soja, que impelem o capim e a lavoura de grãos destruindo as florestas e sua biodiversidade. Ficam em silêncio com a expansão da termeletricidade. Não se mobilizam politicamente contra o Brasil optar por exportar eletricidade (incorporada ao alumínio, celulose, minério de ferro etc).

Tiveram força, entretanto, para mutilar o projeto de Belo Monte. Será uma usina a fio d ' água, que operará de forma reduzida durante os meses sem chuva do Brasil Central.

O governo - que festeja exportações eletrointensivas e se orgulha do Brasil virar um "celeiro mundial" - reduziu em 26 metros a barragem, que terá um reservatório 70% inferior ao possível. Aliás, as barragens do Rio Madeira também não terão eclusas e o Brasil abre mão de 4 mil quilômetros de hidrovias navegáveis. O transporte aquaviário é o de mais baixo custo logístico para o Brasil, porém o ambientalismo não faz a defesa das hidrovias reguladas por grandes aproveitamentos hidrelétricos e navegáveis a partir de eclusas. É impressionante o silêncio da versão domesticada do ambientalismo que se diz favorável ao desenvolvimento renovável. Nada é, no domínio energético, mais renovável que a hidreletricidade. O governo Lula merece parabéns por, finalmente, tocar Belo Monte. Porém, como se sabe, "o diabo mora nos detalhes" do projeto de uma usina a fio d ' água e sem eclusa. É uma pena que o governo Lula seja tímido. Lembro que a timidez é oriunda de medos, produtos favoritos do diabo.

                                                                                   * Carlos Lessa é doutor em economia, professor emérito e ex reitor da UFRJ e ex-presidente do BNDES.

Embriagado, Charles Trocate é preso

Embrigado dirigindo um veículo pelas ruas de Parauapebas, o coordenador regional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Charles Trocate, foi preso esta manhã. Na delegacia, o líder do MST teve a carteira de habilitação dele retida.

Em 2009, Charles Trocate foi indiciado  por incitamento público à  prática de crimes, durante entrevista . Por um bom tempo, o coordenador do movimento sumiu dos ares, evitando que a polícia o prendesse.

terça-feira, junho 15, 2010

Obras no caminho de Lula

Ana Júlia e prefeito Maurino Magalhães tentam incluir na agenda de Lula, a inauguração da segunda ponte construída sobre o rio Itacaiúnas.

Dia 22 de junho, quando o presidente dará o pontapé das obras da siderúrgica Alpa, na cidade.

Tostão, craque em tudo

Do jeitinho que ele tratava a bola: discrição, charme, talento e toque refinado.

Do mesmo jeito que ele exerce a profissão, dizem, excelente médico.

Tostão, o craque ofensivo que encantou o mundo em 1970, e fez aquela jogada genial pela meia esquerda do ataque canarinho, metendo a bola debaixo da perna do grande Bob Moore, antes do breve lançamento para a assistência de Pelé, à perfeição, pra Jairzinho fuzilar o goleiro Gordon Banks, decretando a vitória  mais dificil, de 1 X 0, contra Inglaterra -,  continua craque,  em tudo o que faz.

De longe, supera todos os comentaristas que se encontram na África do Sul com suas colocações objetivas, e proféticas.

Acompanhem a coluna do genial Eduardo Gonçalves.

N´O Liberal, a coluna de Tostão é diária.  (Aqui, para assinantes)

TRE mantém Dudu

Duciomar Costa permanece no cargo.

Placar: 5 a 0

José Priante impetrou ação fora do prazo.

O pitaco de Ipojucan

Ítalo Ipojucan,  ex-vice prefeito de Marabá,  teve participação decisiva durante  consultas feitas por Anivaldo Vale auscultando qual rumo o PR tomaria na eleição de 2010.

O também ex-presidente do Sebrae, pontuou a presença de Ana Júlia no Sudeste do Pará e suas ações em favor da verticalização do minério, cujos benefícios ao desenv olvimento do Pará começarão a aparecer em curto prazo.

Anivaldo, após ouvir Ipojucan, bateu o martelo, aceitando o convite para compor a chapa ao lado da governadora.

Clima saudável

Apesar das dificuldades para administrar interesses múltiplos, como o apetite de alguns prefeitos pela manutenção de apadrinhados em cargos de natureza eminentemente técnica, o clima entre os associados da Amat é de harmonia.


Isto pode ser sentido em reunião realizada pela diretoria da entidade para definir linhas de sua atuação. O foco dos prefeitos é soerguer a associação, não obstante entraves adminsitrativos no meio do caminho.

Afunilando apoios

A campanha pela reeleição de Ana Júlia tem, confirmadíssimo, o apoio, até agora, de doze partidos.

São eles: PT, PP, PR, PRB, PDT, PV, PCdoB, PSB, PHS, PSC, PTC, e PRT.

Ao mesmo tempo, encontram-se bem encaminhadas, negociações para o apoio de mais três:  PTN, PRTB e PSDC.

Até agora, os doze partidos representam o envolvimento na reeleição de Ana de 70 prefeitos e 700 vereadores.

Batalhão nada desprezível.

segunda-feira, junho 14, 2010

Lula, lá e cá

Além de Marabá, Lula visitará Altamira, dia 22, para anunciar obras da hidrelétrica do Xingu.

Equipe precursora da Presidência da República já está vasculhando os locais onde Lula falará ao público, nas duas cidades.

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atualização às 10:15 (15/06)

Além de ratificar apoio às obras de Belo Monte, Lula aproveitará sua visita ao Pará para oficializar a retomada da pavimentação da rodovia Transamazônica e o ritmo de asfaltaltamento da BR-163, todas  viabilizadas, de vez, em seu governo.

Entrega da segurança nacional

Jornalista Beto Almeida, da Carta Capital, faz indações importantes, a respeito da preocupação de Zé Serra para com a segurança nacional se, quando ministro de FHC, "participou de espantosa política de desarmamento unilateral que é como pode ser chamada a desnacionalização da Embratel e a entrega de informações militares e governamentais brasileiras para o controle de um consórcio internacional muito vinculado à indústria bélica?"

Na visão de Beto, "quem criou o apagão satelital agora clama para segurança".

Pra vocês, íntegra do artigo "Serra, Bolívia e Irã: segurança para quem?"


O candidato presidencial pelo PSDB tem insistido na crítica à atual política externa brasileira, à proposta da integração latino-americana. Foca na Bolívia, sobretudo, acusando o presidente Evo Morales de conivência com o narcotráfico. E critica também o governo Lula-Dilma por não adotar medidas de segurança mais eficazes no combate ao tráfico de drogas.

Porém, lembramos algumas medidas adotadas no governo da dupla FHC-Serra que diluíram a níveis gravíssimos a capacidade do estado de praticar indispensáveis políticas de soberania. Tomemos a privatização da Embratel. Com ela, todas as comunicações governamentais e de segurança nacional, além da cobertura nacional das TVs, que passam pelos antigos Brasil-SAT da empresa, estão hoje sob controle de consórcio internacional. Basta uma ligeira modificação no posicionamento dos satélites, por sabotagem ou por erro técnico - atenção para a elasticidade do termo - para causar um apagão em todo o território nacional. A informação é importante para compreender que concepção de segurança o ex-ministro de FHC está a alardear hoje.

Muito recentemente, com a aprovação da nova Estratégia Nacional de Defesa, a preocupação de importantes segmentos militares com aquela extravagante vulnerabilidade externa criada pela privatização-desnacionalização da Embratel, está sendo resolvida pelo governo atual. Por iniciativa da Aeronáutica, já há o planejamento para um satélite brasileiro, geoestacionário, por onde trafegarão as comunicações militares e governamentais, hoje sob comando de consórcios vinculados a operações militares destinadas a sustentar o expansionismo dos interesses do EUA sobre o Iraque, o Afeganistão e, bola da vez, o Irã, todos riquíssimos em energia. Como sabemos, estas grandes empresas registram grande vinculação com a indústria bélica, fonte de todas suas encomendas.

Assim, cabe perguntar se serão diferentes os interesses e o modo de operação de mecanismos como a Embratel, por parte dos EUA, em relação a um país do porte e das riquezas estratégicas do Brasil, considerando a grande escassez energética do gigante norte-americano? Será que os EUA atuarão com pleno respeito às leis do mercado e também às leis internacionais, quando, num momento de tensão ficarem consignadas as grandes divergências que possui com o Brasil em matéria de política internacional, aliás, como assinalou a Secretária Hillary Clinton?

Há segurança com apagão satelital?

É diante deste quadro de complexidades crescentes - num mundo que cada vez mais comprova não ser o terreno para meigos - que por proposta do Brasil foi criado o Conselho de Defesa Sul-Americana. Detalhe fundamental: sem a presença dos EUA. Ato contínuo, os EUA revitalizaram a sua Quarta Frota. Como avaliar então a extensão e a profundidade da preocupação do ex-ministro José Serra para com a segurança nacional se, quando ministro de FHC, participou desta espantosa política de desarmamento unilateral que é como pode ser chamada a desnacionalização da Embratel e a entrega de informações militares e governamentais brasileiras para o controle de um consórcio internacional muito vinculado à indústria bélica? Quem criou o apagão satelital agora clama para segurança?

Vale lembrar que tanto a Venezuela, que já lançou o seu satélite próprio, Simon Bolívar, como a Bolívia, que está preparando o seu equipamento próprio, a partir de cooperação com a China, hoje uma potência espacial, sinalizam o quanto o Brasil terá andado na contra-mão na imprescindível caminhada de possuir um sistema soberano de informação. Aliás, vale lembrar que foi em 1961, a partir de visita do presidente João Goulart à China que nasce o interesse do Brasil pela exploração espacial. Muitos fatores intervieram, sobretudo intervenções externas, para atrasar ao máximo o lançamento oficial do Programa Espacial Brasileiro, apenas em 1979. Enquanto isso, comparemos, a China Popular foi do ábaco ao computador, foi do estágio agrícola a tornar-se uma potência espacial, lançando naves ao espaço sideral.

Por obra de valorosos brasileiros preservamos o Programa Espacial Brasileiro e, agora, com uma política inversa áquela praticada pela dupla FHC-Serra, o Brasil já está em condições de dedicar mais prioridade política e orçamentária a programas de desenvolvimento das novas possibiliades, aproveitando suas grandes vantagens comparativas, para buscar ingressar no seleto e fechado clube das super-potências espaciais. E também para reativar e fortalecer outro importante programa também relacionado à soberania nacional, o programa nuclear, que, há pouco, recebeu volume inédito de recursos por decisão de um presidente que quando criança, por pouco escapou da morte ao ser mordido por uma égua enfezada. Assim como escapou da pena de morte generalizada representada pela miséria que durante décadas executou implacavelmente crianças pobres nordestinas.

Esvaziamento ou inchaço?

Por falar em segurança também é importante lembrar por quanto tempo a Polícia Federal ficou sem realizar concursos públicos quando Serra era ministro, período em que o FBI passou a ter um módulo seu, dentro das instalações da DPF em Brasília, um edifício cujo acesso é vedado a policial brasileiro, conforme denunciou reiteradas vezes a revista Carta Capital em 2000 e 2001.

O Brasil, com quase 200 milhões de habitantes, tem nos quadros de sua Polícia Federal, cerca de 50 mil profissionais. Para se dimensionar o esvaziamento da máquina pública pelas políticas neoliberais, o Canadá, com pouco mais de 20 milhões de habitantes, tem na Polícia Federal um efetivo de 180 mil homens. Agora, registramos a retomada dos concursos públicos pela dupla Lula-Dilma, procedimento que é visto pela crítica neoliberal como inchaço da máquina....

É claro que não se pode pensar em segurança e defesa se não há controle de fronteiras, infra-estrutura moderna, incluindo meios de transporte e suas indústrias ferroviária e aeronáutica, ambas privatizadas e desnacionalizadas na década passada. E Forças Armadas de fato armadas.

Irã

Mas, como a crítica do candidato tucano alcançou o Irã, uma pequena nota divulgada hoje ajuda a jogar luzes seu posicionamento. Trata-se de uma advertência dos EUA ao Brasil, lembrando que as sanções impostas ao Irã incluem a proibição da venda de etanol à nação persa. Fica claro então que as sanções visam não apenas manter o monopólio da tecnologia nuclear em mãos das potências nucleares, como também prejudicar o relacionamento econômico do Irã com diversos países, incluindo o Brasil.

O ex-ministro da Saúde, no episódio, é colhido na posição contrária ao desenvolvimento tecnológico das nações emergentes no terreno nuclear. Posicionamento que, se hoje é contra o Irã, amanhã pode ser perfeitamente lançado contra o Brasil, já que há muitas insinuações de estranhos porta-vozes das grandes potências de que o Brasil também estaria pretendendo ter a sua bomba atômica. Não precisa ser verdade. Lançou-se devastadora agressão militar contra o Iraque com base em mentiras, hoje reconhecidas, de que aquela nação árabe possuía armas de destruição em massa.

Revisão necessária em curso

Só muito recentemente aquela política de desarmamento unilateral vem sendo revista com robustez. A Estratégia Nacional de Defesa, o reforço orçamentário ao Programa Nuclear Brasileiro, o apoio consistente ao Programa Espacial Brasileiro, a retomada dos concursos públicos para equipamento da Polícia Federal, a criação do Sistema de Rastreabilidade dos Medicamentos combatendo com tecnologia avançada o contrabando e a falsificação, a retomada da Telebrás Estatal, são algumas das medidas que apontam para esta revisão. Vale citar a regulamentação da lei do tiro de interceptação de naves que penetram ilegalmente as fronteiras brasileiras, nunca regulamentada no governo anterior, estimulando sua prática, já que os militares brasileiros nada podiam fazer além de constatar a ilegalidade.

Há a necessidade de muitas outras medidas. Mas, uma delas, é inescapável lembrar aqui, embora tenha sido apresentada durante da Conferência Nacional de Comunicação, sem ter tido o número de votos necessários à aprovação: a retomada do controle da Embratel para o estado brasileiro. Ou será admissível num mundo de tensas e complexas tensões, e de crescentes divergências do Brasil com os EUA, como nos advertiu Hillary Clinton, imaginar, candidamente, que mesmo em situações de impasse e de conflitos que envolvam a soberania nacional, os atuais donos da empresa, que controla informações governamentais e militares brasileiras, atuarão com lealdade e sinceridade ante os interesses nacionais?

Para os que desnacionalizaram a Embratel, entre eles o ex-ministro Serra, provavelmente sim. Eles o fizeram. Para a ex-ministra Dilma, que atuou intensamente para, a partir da Casa-Civil, dar sustentação e viabilidade á nova Estratégia Nacional de Defesa, possivelmente não. Não creio sejam estas diferenças secundárias entre os dois. E, certamente, ajudam a medir o alcance do discurso do candidato tucano quando aborda o tema segurança.

... E a campanha nem começou

Quem informa é Lauro Jardim:

De acordo com a última pesquisa do Vox Populi, quando se considera apenas os eleitores que dizem saber que Dilma Rousseff é a candidata de Lula, o resultado fica assim: Dilma, 45%; José Serra, 34%; Marina Silva, 9%.

Meg, de novo, em casa

Depois do susto, a tranquilidade do lar. E da família.

Jornalista Meg Barros já se restabelece da cirurgia de emergência a qual foi submetida nas últimas horas.

Tudo transcorreu dentro da normalidade.

Dia 22: Lula aciona obras da Alpa

Ana Júlia recebeu comunicação oficial de Lula: o presidente da República desembarca em Marabá dia 22 de junho, terça-feira, para dar partida às obras da Alpa.

Lula participará de solenidade na própria área onde a Andrade Gutierrez já está colocando seus equipamentos para tocar o empreendimento.

Lula e Roger Agnelli acertaram a agenda durante audiência concedida ao presidente da Vale.

Ana Júlia foi comunicada do resultado do encontro tão logo terminou a audiência.

Amat: sinônimo de empreguismo

A Amat (Associação dos Municípios do Araguaia-Tocantins) nunca esteve no limbo, como vive, atualmente.

Apesar dos esforços da atual diretoria buscando mudar o curso dos atropelos, maioria dos prefeito associados não permite.

Oficializaram, descaradamente, o empreguismo, dentro da instituição, que já teve seus momentos de poderio.

Pra se ter ideia do tamanho do cabide, quase todos os prefeitos tem apadrinhados contratados na associação. E quando algum dirigente da Amat propõe reduzir o quadro de servidores inoperantes, o caratonha ameaça desfiliar seu município.

Ou seja, os caretas estão usando os recursos da Amat para pagar salário de incompetentes.

Como alternativa final para se acabar com todos seus problemas, o ideal seria fechar  a Amat.

Sem direito a balanço.

Peleguismo "moderno"

Pelega de si mesma, a atual diretoria do Sintepp-Marabá recebe críticas de todos os lados.

Pelo que se ouve na cidade,  seus dirigentes  formam um colegiado voltado a defender tão somente  interesses isolados, utilizando a boa vontade e desinformação dos diretores de escolas para decretar greves quando o oportunismo exige.

E enquanto seu lobo não vem, estudantes vivem momentos de total abandono: sem aulas e convivendo com um calendário escolar que já foi pro espaço.

Está na hora dos governos municipais colocarem o dedo na ferida, mudando a forma de escolha dos diretores dos estabelecimentos educacionais, instituindo, o mais rápido, eleição direta.

domingo, junho 13, 2010

Memória de Santarém

Livro “Memória de Santarém” será lançado dia 22 de junho, no Museu João Fonna, em Santarém.

Escrito por Lúcio Flávio Pinto e editado pelo jornalista Miguel de Oliveira, do jornal O Estado do Tapajós, em Santarém.





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atualização às 19:42:


A pedido de Miguel Oliveira, o convite que vale é este outro.

Ofertando vagas

Mais  de 142 mil pessoas,  no Pará,  são empregadas, anualmente, pelo setor mineral.
O Liberal deste domingo tem matéria sobre o assunto.

Bancada encrencada

Manchete de O Liberal, edição deste domingo:

    Metade da bancada federal do Pará responde a 32 inquéritos e ações penais em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF). É quase um terço de todos os 115 procedimentos de congressistas nortistas em andamento no tribunal.

Campanha pró eleição direta nas escolas

Comentarista anônimo, pedindo eleição direta, urgentemente, para diretores de escolas.


A greve da Educação está causando graves prejuízos a todos,principalmente a milhares de alunos.

Outra coisa alarmante são as calúnias que diretores de escolas do municipio estão sofrendo por parte do Sintep e Semed.

O Sintep usa de terrorismo com diretores ameaçando-os de denunciá-los no MP caso permitam algum professor continuar ministrando suas aulas.

A Semed por sua vez bate firme nos diretores lembrando-os que são cargo de confiança e devem vestir a camisa da nova(já bem velha) gestão, ameaça de exoneração do cargo,hein?

A impressão que se tem é que diretor não é ser humano, ninguém os defende, o Sintep esquece que diretor antes de tudo também é professor!!!

Nessa pauta de greve deveria constar "VOTAÇÃO DIRETA PARA DIRETORES DE ESCOLA JÁ!!!"

Ana Júlia fez isso e deu certo!

Assim nenhum diretor terá que ser oprimido por todos os lados.

Qual é Sintep lutem por todos não por só uma parte!

Talvez seja a vez de diretores de escola irem ao Ministério Público denunciar Sintep e Semed, deve existir algum orgão neste planeta Terra que defenda esta, também, categoria.
 
 
Nota do blog: o poster apoia integralmente a proposta. Tanto dá apoio que voltará a tratar do tema tão logo retorne a Marabá.