sábado, junho 06, 2009
Abel Figueiredo
Dêem-se a gentileza de conhecê-la!
Só nos 38 municípios
Vejo os comentários e me desiludo. A emancipação do sul do Pará não pode ser tratada ao sabor de paixões miúdas. Quem é contra deve fundamentar sua contradita; quem é a favor tem a obrigação de se esclarecer.Respondendo aí a um anônimo (um assunto desses, o da criação de um Estado, deveria ser tratado às claras, não assim sob o manto do anonimato), o plebiscito deverá ser feito apenas nos municípios interessados na emancipação, ou seja, naqueles que integrarão a nova unidade administrativa.Não faria sentido consultar, por exemplo, Trairão, a Ilha de Marajó, ou Medicilândia. Em que os afetaria a emancipação?Aos interessados,sugiro dar uma olhada no texto aprovado e no entendimento do STF sobre o assunto.
Opções de mídia
Pesquisa da FSB Comunicações mostra que o PIG é a leitura preferencial de grande parte dos deputados federais:
Resumo do que foi encontrado entre 235 parlamentares
Jornal que leem: FSP 78%, OG 38% e ESP 29%
Revistas: Veja 73% / JN-TVG 57%
Credibilidade: Valor 7,5. FSP 7,2. ESP 7. OG 6,5.
Colunistas: Miriam Leitão (OG) 63%. Dora Kramer (ESP) 61%. Eliane Catanhade (FSP) 56%. Claudio Humberto 50%. Renata Lo Prete (FSP) 49%.
Principal fonte de informação: JornaI 65% (eram 70% ano passado); Internet 17% (eram 13%).
Não dão nenhuma atenção à mídia 22%.
Dão a máxima atenção à mídia 2%.
Sem voto eletrônico
Vejam a profundidade de análise do politólogo da Universidade de Córdoba/Andaluzia e doutor na Universidade de Hamburgo, Manfredo Koessi, a respeito de decisão da Corte Alemã contrária ao voto eletrônico:
"A Corte Constitucional alemã acaba de dar um duro golpe no voto eletrônico, ao proibir seu uso. Seus defensores não convenceram os juízes de que a antecipação e seguranças compensavam o perigo de softwares manipulados para gerar fraude eleitoral. Ou que a economia com funcionários eleitorais compensasse. Os juízes entenderam que o voto eletrônico debilita o caráter público da eleição e o eleitor comum não entende o processo e não vê garantias que o voto emitido seja o mesmo do captado pelo computador. A Corte afirma algo que muitos políticos e consultores esquecem: ‘Na República, a eleição é coisa de todo o povo e assunto comunitário de todos os cidadãos e que a função do processo eleitoral é a delegação de poder do Estado à representação popular’. Por isso, a sua legitimidade não pode ser sacrificada em função da comodidade dos funcionários e da ansiedade dos políticos. A sentença teve amplo respaldo da opinião pública".
Rabo-de-saia
Ainda há esperança
quinta-feira, junho 04, 2009
A volta de Maria
quarta-feira, junho 03, 2009
Desfilando que só ela

Primeira vitória
A população do Pará poderá decidir em plebiscito sobre a criação do estado de Carajás. AComissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (4), voto favorável do relator a projeto de decreto legislativo (PDS 52/07) que estabelece a realização de plebiscito para a criação do novo estado, que deverá ser realizado no prazo de seis meses a contar da data da publicação do decreto.
A matéria agora será votada pelo Plenário do Senado e, se aprovada, será ainda submetida à votação da Câmara dos Deputados. O projeto é de autoria do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO) e foi relatado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR). A aprovação da proposta foi recebida com euforia e aplausos por dezenas de prefeitos e vereadores do Pará que participaram da reunião.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) expedirá instruções ao Tribunal Eleitoral do Pará para organizar, realizar, apurar, fiscalizar e proclamar o resultado do plebiscito, segundo o projeto. No prazo de dois meses, a contar da proclamação do resultado do plebiscito, se favorável à criação do novo estado, a Assembléia Legislativa do Pará deverá proceder ao questionamento dos seus membros sobre a medida, que desmembraria o sudeste do estado, participando o resultado em três dias úteis ao Congresso Nacional, conforme manda a Constituição.
Na justificativa do projeto, Quintanilha disse que a proximidade entre governantes e governados é um fator decisivo para a solução de problemas que afetam a população e a economia.
- As enormes distâncias dentro de uma mesma unidade federada, no caso específico do Pará, dificultam demasiadamente as ações da administração pública estadual, resultando, dessa maneira, na impossibilidade de implantação e gerenciamento de programas e projetos de interiorização do desenvolvimento - afirmou o senador.
Durante a discussão da matéria, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) disse queo projeto não pode ser usado como bandeira política e que deverá haver um processo de conscientização da população. Ele ressaltou que o povo do Pará tem o direito de ser ouvido sobre se concorda ou não com a criação do estado de Carajás.
A senadora Ideli Salvatti (PT-SC) observou que, embora seja relutante à criação de novos estados e municípios, votava a favor da matéria, justamente porque se trata de um plebiscito, que dará direito à população de decidir sobre o assunto. Sua relutância quanto ao tema, explicou Ideli, se deve ao fato de a criação de novos entes federados acarretarem custos vultosos à máquina pública.
Já o senador Osmar Dias (PDT-PR) observou que a criação do novo estado poderá trazer maior desenvolvimento para o Pará, lembrando que o desmembramento de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul trouxe progresso para àquela região.
Os senadores Valter Pereira (PMDB-MS), Edison Lobão (DEM-MA), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e Romeu Tuma (DEM-SP) também elogiaram a medida. Valter Pereira disse que o projeto aprovado significa que os senadores estão desenhando "uma nova estrela para colocar no pavilhão nacional". Tuma lembrou que as diligências policiais são feitas com dificuldade no Pará, por ser um estado muito grande.
Mais, aqui.
JF paralisa licenciamento de Belo Monte
O Ibama havia aceitado os Estudos no último dia 25 de maio, mesmo com seus próprios técnicos apontando falhas no trabalho. Com a decisão, o licenciamento fica paralisado até que o Ibama explique a situação. O principal argumento do MPF ao solicitar a paralisação é a falta de parcela dos documentos exigidos, dentre os quais parte fundamental dos estudos antropológicos do impacto sobre os indígenas.
Falta completar o estudo justamente da questão que mais suscitou debates e polêmicas na sociedade nos últimos 30 anos, desde que se falou pela primeira vez em barramento do rio Xingu. "É inadmissível que o Ibama aceite os Estudos com uma lacuna dessa gravidade", explica o procurador da República Rodrigo Timóteo, de Altamira, responsável pela ação judicial.
A falta dos estudos antropológicos foi apontada pelos próprios técnicos do Ibama, em pareceres anteriores à aceitação do Estudo, que parecem ter sido ignorados pela direção do Instituto.
Os técnicos notaram outras deficiências graves e solicitaram, por exemplo, que fosse refeito o Relatório de Impacto Ambiental - parte do Estudo em que se apresentam de forma simplificada as conclusões, para compreensão da população.
Força da Natureza
Sob a força de um temporal
E os ventos vão sufocar o barulho infernal
Os homens vão se rebelar
Dessa farsa descomunal
Vai voltar tudo ao seu lugar
Vai resplandecer
Uma chuva de prata do céu vai descer
O
E o ar de novo vai ser natural
Vai florir
Cada grande cidade o mato vai cobrir, ê, ê
Das ruínas um novo povo vai surgir
E vai cantar afinal
As pragas e as ervas daninhas
As armas e os homens de mal
Vão desaparecer nas cinzas de um carnava l.
Fugindo do pau
Panela de pressão
"A receptividade foi excelente e acho que a nossa luta está sendo bem recebida pelos senadores que conhecem nossos problemas", disse o prefeito de Marabá, Maurino Magalhães que liderou a maior comitiva vinda do sul/sudeste do Pará, Estado que terá sua área revista caso o Projeto de Decreto Legislativo seja aprovado na Câmara e Senado e, posteriormente a realização de um plebiscito popular, a população paraense vote "sim" à criação do Estado do Carajás.
terça-feira, junho 02, 2009
O taxista preferido do Walter
Júlio é um conhecido motorista de taxi estacionado no ponto da Doca, com a Tiradentes, próximo à sede da Secretaria Estadual de Planejamento. Ele trabalha apenas à noite, de 19 as seis da matina. Conhece como poucos, os noturnos passos do lado oposto do dia, seus segredos, suas gentes, suas curvas perigosas em cada bairro da linda Belém.
- E o Walter?
Júlio tem respeito imenso por Walter, cliente-amigo há mais de vinte anos dele, sempre à noite, parando aqui e ali, escarafunchando nos bares
- Pior, o Walter não se cuida, não pensa nele...
Longos caminhos, às vezes estranhos e conhecidos, os ligavam nas andanças noturnas.
- Ih, muitas noites, fico esperando ele dentro do taxi, sem pressa, porque sei da demora que ele precisa pra cantar ou escutar seus cantos, revelou certa vez Júlio.
Por volta de 17 horas desta terça-feira, daqui de Marabá o poster ligou para o celular de Júlio, precisava ouvi-lo antes de escrever qualquer coisa, medir a dor que ele sente. O celular está fora da área.
Jordy nega encontro
Do deputado Arnaldo Jordy (PPS), o blog recebe comentário ao post Arregaçando as mangas, mais abaixo.
Mãe vendedora de filhas está presa
segunda-feira, junho 01, 2009
Arregaçando mangas
O Cara é o Cara
Os que estão de acordo com um terceiro mandato passam de 34% para 63%.
Lula tem na espontânea 27% ou 57% da induzida. Serra tem 5% ou 13% da induzida sem Lula. Dilma tem 4% (e com Lula marcado), ou 25% de seus 16%.
Sem SP (supondo diferença aqui pró-Serra de 40 pontos), o resultado seria Serra 32% e Dilma 20%.
Como se fosse ele
Chamada de passageiro
Aprendendo a jogar
Intitulada "Nem sempre quem joga melhor vence o jogo", nota conjunta assinada pelo Governo do Estado e Prefeitura de Belém oficializa a reação das autoridades a respeito da exclusão de Belém da relação das cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.
O município de Belém e o Estado do Pará recebem a exclusão de Belém entre as cidades sedes da Copa 2014 com tristeza. Tudo que o Governo do Estado do Pará e a Prefeitura de Belém poderiam fazer foi feito. Nosso projeto para receber a Copa 2014 foi considerado por especialistas o terceiro melhor entre as dezessete cidades candidatas. Estivemos presentes nas etapas de seleção e cumprimos todas as exigências impostas pela Fifa .
Belém está estruturada para sediar mega eventos. Sua localização geográfica facilita o acesso através de todos os meios de transporte. O Círio de Nazaré, anualmente, reúne mais de 1 milhão de pessoas. Só em
Ao deixar Belém de fora, a Fifa não levou em consideração os critérios técnicos, a tradição e a paixão do povo paraense pelo futebol, que gera uma das mais elevadas rendas nos jogos do campeonato brasileiro. Temos um dos melhores estádios do País, que precisa de apenas 25% de obras de adaptação para cumprir os critérios técnicos dos organizadores do evento.
A grande surpresa para nós é que a chamada “Copa do Meio Ambiente” inclui apenas uma cidade da região que representa mais da metade do território brasileiro. Enquanto o Nordeste ficou com quatro cidades; o Sudeste três, o Centro Oeste e Sul do Brasil, com duas cada. Mas nem sempre o time que joga melhor vence o jogo. Quem perde com isso é o mundo, que não terá oportunidade de conhecer uma das mais belas e acolhedoras cidades do Brasil.
Já a população de Belém vai continuar ganhando com as obras iniciadas e planejadas na Região Metropolitana, que serão mantidas e executadas: duplicação da rodovia Transmangueirão; a ampliação da avenida Independência; a recuperação da rodovia Arthur Bernardes, da Perimetral; elevado da avenida Júlio César; Portal da Amazônia, Binário da Senador Lemos/Pedro Álvares Cabral ; ampliação da avenida João Paulo II; e Pórtico Metrópole.
Nós, o Governo do Pará e o Município de Belém, cumprimos todos os critérios e exigências técnicas para trazer a Copa a Belém. E até nos antecipamos com o estudo de pré-viabilidade de gestão do Estádio Mangueirão. Portanto, a exclusão de Belém, foi uma INJUSTIÇA com o povo paraense. Mas nós vamos continuar torcendo pelo Brasil e trabalhando pelo Desenvolvimento de Belém e do Estado do Pará.
Governo do Estado do Pará
Prefeitura Municipal de Belém
domingo, maio 31, 2009
"Elefante branco" passa por cima
Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Cuiabá, Manaus, Fortaleza, Salvador, Recife e Natal. São essas as cidades sedes da Copa do Mundo de 2014, do jeitinho que o Ancelmo Góis antecipou 48 horas do anúncio oficial.
O consultor chegou a contestar um dos debatedores – se não me engano o ex-goleiro Raul, que jogou no Flamengo -, que citava as vantagens técnicas de Belém, falando das qualidades do Mangueirão, em contraponto a inexistência de estádio
sexta-feira, maio 29, 2009
Manaus, um elefante branco no caminho

Michel Castellar e Nelson Ayres, repórteres do Lance, jornal especializado em esportes de maior circulação do país, realizaram excelente trabalho sobre a escolha das sedes da Copa do Mundo de 2014, inclusive publicando custo-benefício de cada estádio projetado e as chances técnicas de cada um – caso a FIFA tenha escolhido as cidades dentro desse critério.
Belém aparece tecnicamente factível.
Elefantes brancos da Copa
- Michel Castellar e Nelson Ayres
No próximo domingo, a Fifa anuncia quais serão as cidades brasileiras que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014. Mas já se pode afirmar que muitos estádios projetados podem transformar-se em pesados elefantes brancos. Os investimentos propostos são bem maiores do que o retorno possível em algumas cidades.
Um exemplo é o estádio de Manaus, o mais caro da lista (R$ 580 milhões). Em um cálculo conservador, para se obter retorno aos investidores, seria preciso que rendesse R$ 38,8 milhões por ano (retorno de 1% ao mês). Hoje, o combalido futebol amazonense é capaz de gerar apenas R$ 2 milhões.
Para justificar o investimento, além da bilheteria, existem três caminhos neste momento: um grande projeto imobiliário, capaz de atenuar o impacto da obra do estádio; um centro comercial; e um programa de fidelidade de sócios. Não se pode contar com megashows de astros internacionais (do porte de uma Madonna) porque estes eventos são raros. No máximo, dois ou três por ano. E estes artistas fazem, no máximo, duas apresentações em cada país.
Também chama a atenção o custo dos estádios projetados para a Copa brasileira. Se compararmos com os alemães, veremos que o Brasil não foi nada modesto. Ao utilizarmos oito cidades praticamente certas (Rio, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza) e outras três candidaturas mais baratas, sem contar possíveis aumentos, encontraremos o número de R$ 3,529 bilhões. E o Mineirão ainda não tem números definidos. A Alemanha gastou quase o mesmo em 2006: R$ 3,941 bilhões.
Infraestrutura é o desafio
O Engenhão é a nossa referência
Amir Sonoggi, Consultor da Casual Auditores
O Brasil não pode sair construindo estádio de R$ 400 milhões. E a nossa referência é o Engenhão. Em estudos que fizemos, ele renderá R$ 40 milhões/ano se for bem explorado. É mais interessante investir R$ 430 milhões no Maracanã do que R$ 350 milhões no Engenhão. A mesma coisa vale para Mineirão e Morumbi. Outro detalhe é o efeito na sociedade. Na Alemanha, o governo investiu em dois estádios do lado oriental para gerar benefícios fora do futebol. Seria interessante ter Manaus como sede da Copa. Ótima estratégia de marketing. Mas não entendo os motivos de ter Campo Grande ou Cuiabá. Além disso, a FIFA é uma entidade de futebol. E deve pensar onde existe futebol. Em Belém, existe futebol e o torcedor comparece.
quarta-feira, maio 27, 2009
Às favas, a toga
Mãe-Joana enraivecida
Não tem jeito. A Democracia Socialista de Marabá é um barraco só.
Dizendo-se preocupada com a reeleição de Ana Júlia, é essa tendência quem se reúne para discutir “táticas eleitorais” -, e baixa o pau. Nos próprios colegas da corrente.
Cada um quer ter o ser naco pessoal, seu terreno delimitado, sua reserva de mercado, como se a DS fosse, una, o próprio Governo do Estado.
No encontro da DS de Marabá realizado final de semana passada o pau quebrou. Metade da Plenária não queria o Ferreirinha como delegado para o encontro estadual, que vai definir quem são os candidatos a deputado. A turma do Ronaldo Giusti e da Eva Abreu comandou o repúdio ao ex-vereador. Dos quatro delegados três eram consenso. O ferreirinha não. Na primeira votação foi anunciada a derrota dele por dois votos. Pediram recontagem. Eva e Ronaldo, aos gritos, diziam que era golpe e se retiraram do Plenário. Essa é a DS, minúscula, que ainda põe dificuldades para a entrada de uma liderança que tem votos, como o Ferreirinha, e condições de dar musculatura para a tendência enfrentar a sempre fraticida luta interna do partido. Entrou numa fria o Ferreirinha. E não foi por falta de aviso dos amigos.
Sucupira não merece
“Velha metida a gatinha”
Microfone arrancado da mão por Vieira, uma constrangida e educada Geovanna apenas assiste a dondoca fazer seu show. De mal gosto.
terça-feira, maio 26, 2009
Pressão sobre a floresta
“Mais um passo, atrás”. Título é da senadora Marina Silva, dissertando, na Folha, sobre o decreto do governo que institui teto para a compensação ambiental. O que poderia ser um gol de placa de Lula, virou bola murcha.
O blog faz questão de reproduzir, em sua essência, o artigo coberto de lucidez dessa corajosa negra acreana.
Marina Silva, senadora
Sefer acaba de ser preso
Decretada prisão de Sefer
O juiz da Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente, Eric Aguiar Peixoto, acaba de decretar a prisão do deputado estadual Luiz Afonso Sefer (sem partido). Mesmo encontrando-se no Rio de Janeiro, a prisão do parlamentar acusado de crimes de pedofilia deverá ocorrer a qualquer momento.