quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Enxugando água

Sempre que uma nova diretoria assume as rédeas da Amat, o tema volta à baila: reduzir a elefantíase estrutura da entidade em Belém. Só pra se ter idéia: os custos da associação com pessoal representam quase 50% do orçamento. Gente a mais para resultado bem menos.

Não é a toa que a Amat transformou-se, nos últimos dez anos, numa morféia aparentemente sem cura.

Darci Lermen, ao assumir ano passado a presidência, entre seus associados, prometeu migrar para a sede de Marabá grande parte da estrutura administrativa, demitindo quadros improdutivos na capital. A célula em Marabá da Associação dos Municípios do Araguaia-Tocantins funciona com apenas duas funcionárias.

O mandato de Darci terminou e a estrutura de Belém continua a mesma. Ou maior.

Dizem que há pressões políticas do governo e de políticos em geral contra a redução dos quadros da capital. Muitos apadrinhados não podem perder a mamata.

Papo rolado durante a eleição da nova diretoria, terça-feira, era de que agora Valciney Gomes faria o trabalho de enxugamento do órgão. O blogger paga pra ver.

Futuro de Selma
Comentava-se também à boca miúda o futuro da atual secretária-executiva Selma Rodrigues, irmã do ex-prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues. Há prefeitos garantindo que Darci teria trabalhado pela eleição de Valciney com o compromisso deste manter a secretaria sob controle de Selma.

Logo, logo saberemos se é verdade ou não.

2 comentários:

blog do bacana-marcelo marques disse...

Hiroshi, não é só a Amat que tem estrutura grande. To-das as associações de municípios viraram mesmo cabide de emprego como você falou.
Deve ser da natureza dos políticos.
abraços

Hiroshi Bogéa disse...

Grande Bacana, você tem razão.
Natureza predadora.
Abraços, gente fina.