segunda-feira, maio 25, 2009

Empreendedorismo ruminante

Olha só a maldade dessa gente, gente! 

Estão falando nos ambientes mais refinados de Belém que a grande obra realizada pelo pecuarista Carlos Xavier, ao ser escolhido  "Empresário do Ano", foi ter trazido ao Pará a senadora Kátia Abreu, para pedir intervenção no governo do Estado.

Não sai da boca dos chiquérrimos paroaras.

6 comentários:

Anônimo disse...

Será que alguém duvida?????

Anônimo disse...

Da mesma forma que ninguem duvida que o Povo do Pará vai promover a verdadeira intervenção no Estado, ano que vem,afastando definitivamente, sem dó nem piedade a governadora Ana Júlia. E seus asseclas.

Anônimo disse...

Mas o pior de tudo, é saber que o povo paraense ainda sofre do mau do coronelismo, se não é pai, é filho que vislumbra o poder. Se não for a primeira opção, voltamos a opção que após 12 anos no poder de nada somou para o desenvolvimento de nosso estado. Ou seja atualmente estamos sem saída política.

Anônimo disse...

GRAÇAS A DEUS ELE TEVE CORAGEM DE TOMAR ESSA INICIATIVA. POIS, MESMO COM TUDO ISSO AS REINTEGRAÇÕES CONTINUAM SEM ACONTECER...

Anônimo disse...

Além de tudo isso, Xavier é mentiroso, falso, e extremamente mau carater.

Anônimo disse...

Enviado por Ricardo Noblat - 26.5.2009| 16h11m
Comentário
Chiadeira por obrigação. Ilegalidade por costume

A oposição no Senado está chiando porque o governo resolveu não abrir mão da presidência e da relatoria da CPI da Petrobrás. Indicará para os cargos dois aliados confiáveis, capazes de garantir que a CPI irá pelo ralo antes mesmo de ser instalada.

A chiadeira da oposição é só para consumo externo.

Quando ela estava no poder na época de Fernando Henrique Cardoso, indicou presidente e relator de toda CPI que pudesse vir a causar algum embaraço ao governo.

O PT chiava em vão.

Governos detestam CPIs.

A Constituição garante a CPI como um direito das minorias, mas não garante que elas possam chegar a bom termo. Poucas vezes chegam.

A CPI da Petrobras morreu antes de nascer.

Os escândalos protagonizados pelo Senado e a Câmara dos Deputados continuam vivos, bulindo, quase intocáveis.

De 2002 para cá, o Senado pagou ilegalmente auxílio-moradia a seus ocupantes. O ato que garantia o pagamento foi revogado sem que ninguém se desse conta disso nos últimos quatro anos.

Fosse o Senado uma Casa de homens sérios, espontaneamente eles devolveriam o que não deveriam ter recebido. Mas não: corre-se atrás de uma fórmula que legalize a ilegalidade.

Espera-se que o Ministério Público cumpra com seu dever, denunciando o que não tem cabimento.