Lembram quando registrei aqui o curso mais lógico do barato, quebrando sempre na conta do mais fraco?
Não deu outra.
A caducidade do projeto de lavra da Província de Carajás apimentou as mãos de quem havia assinado a cassação da licença da Vale: o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) do Pará, Every Tomaz de Aquino.
Leiam aqui.
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sexta-feira, março 04, 2011
quinta-feira, outubro 08, 2009
Poderosa afrodite
A Vale pretende mesmo começar a vender imagem nacional de que ela é a principal responsável pelos mais importantes investimentos sociais inseridos nos municípios localizados no entorno de seus projetos. Nessa estratégia de marketing, utilizará o Departamento de Jornalismo da Globo.
As primeiras pautas começaram a ser feitas pelo jornalista Tonico Ferreira.
Antes, Caco Barcellos andou na Serra dos Carajás ensinando “Qualificação em Mineração e Meio Ambiente” aos jovens jornalistas de Parauapebas, num seminário oferecido pela Vale.
Como entre o mar e o rochedo, o lambari sempre leva lambada, nessa história há fortes suspeitas de que a autoria das desigualdades será depositado na conta das prefeituras, mal administradas.
Por isso, já tem gente em Parauapebas sugerindo a Globo que mande a Carajás, de novo, o Caco Barcellos, para produzir às pressas um “ Profissão Repórter” sobre os danosos efeitos, e cada dia mais acachapantes, dos projetos da mineradora na vida de quem reside nos municípios minerários.
Mas pra contar tintin-por-tintin.
Até a fraude fiscal aplicada pela Vale, que já deve mais de R$ 1 bilhão ao Estado do Pará e municípios, com direito a CEFEM, de royalties pagos a menos pela empresa sonegadora.
As primeiras pautas começaram a ser feitas pelo jornalista Tonico Ferreira.
Antes, Caco Barcellos andou na Serra dos Carajás ensinando “Qualificação em Mineração e Meio Ambiente” aos jovens jornalistas de Parauapebas, num seminário oferecido pela Vale.
Como entre o mar e o rochedo, o lambari sempre leva lambada, nessa história há fortes suspeitas de que a autoria das desigualdades será depositado na conta das prefeituras, mal administradas.
Por isso, já tem gente em Parauapebas sugerindo a Globo que mande a Carajás, de novo, o Caco Barcellos, para produzir às pressas um “ Profissão Repórter” sobre os danosos efeitos, e cada dia mais acachapantes, dos projetos da mineradora na vida de quem reside nos municípios minerários.
Mas pra contar tintin-por-tintin.
Até a fraude fiscal aplicada pela Vale, que já deve mais de R$ 1 bilhão ao Estado do Pará e municípios, com direito a CEFEM, de royalties pagos a menos pela empresa sonegadora.
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