quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Fora do gramado

Giovanni Queiroz (PDT) acaba de gravar entrevista, em Brasília, declarando voto contrário ao salário mínimo de R$ 545,00.

Como se posicionou oficialmente contra o governo, deverá ter vida à pão e água, a partir de agora, na gestão Dilma Roussef.

6 comentários:

Anônimo disse...

Oportunista e demagoga a posição do bigodudo parlamentar latifundiário do Sul do Pará.

Ademir Braz disse...

Bom, pelo menos tem coerência partidária: o PDT fechou questão no minimo de R$ 560.
Se vai sair do governo, o partido deve levar consigo indicações políticas para cargos no segundo e terceiro escalões e nas estatais federais. E o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.Quem espera lucrar com isso é a lacraia cada vez mais cevada do PMDB, de olho no espólio do PDT.
Essa arrogância e suposta superioridade do Executivo sobre os demais poderes é uma ofensa à cidadania e à Constituição Federal, que prega a igualdade e independência dos Poderes.
Grande Dilma! Grande PT! Enormes aliados!
Mas há uma possibilidade: talvez o PDT acabe se tornando a oposição que falta ao país.

Anônimo disse...

PÔ, meu! quer dizer que pra ter vida fácil precisa atender aos pedidos da D. Dilma? Porcamiséria de Brasil, SÔ!!!"

Anônimo disse...

No blog da Fanssi Florenzano: Jatene pode perder mais um secretário. O babado agora é trabalho escravo. Quem será que a cuca vai pegar?

Anônimo disse...

O líder é o Miro Teixeira e o Paulinho. O latifundiário do Sul do Pará não combina com defesa pela recuperação do salário mínimo, luta contra o trabalho escravo, defesa dos aposentados...não combina!

Até que lhe fica bem o figurino de líder, mas ele é menor, bem menor! Ficará de papagaio de pirata, no ombro do Miro ou do Paulinho! Basta ligar a TV Câmara.

Infelizmente!

Anônimo disse...

Giovanni Queiroz, votou com o governo!
Quem tem c..,tem medo!