Mostrando postagens com marcador Rede Globo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rede Globo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Confraria das safadezas

Essa é de para se transformar num dos maiores escândalos das últimas décadas do país.

Verba de R$ 24 milhões destinada à prevenção de tragédias, como a que está ocorrendo no Rio de Janeiro, foi parar na conta bancária da Fundação Roberto Marinho, das Organizações Globo.

Leia aqui.

sexta-feira, outubro 29, 2010

Depois do debate, a edição

A arapuca do debate da Globo. O problema é a edição

Paulo Henrique Amorim



Os debates na televisão brasileira são irrelevantes – para dizer pouco.

E por que ?

Porque os partidos e os candidatos nao confiam na imprensa brasileira e não deixaram jornalistas fazer peguntas, com direito a follow-up.

Candidato não sabe fazer pergunta.

Candidato faz pergunta para responder ele mesmo, na volta.

Quem sabe fazer pergunta é jornalista isento, sério.

Desde que ele tenha o direito a fazer a pergunta seguinte à resposta.

Não adianta um jornalista perguntar sobre a maracutaia da concorrência do metrô de São Paulo e o Serra responder sobre Nossa Senhora da Aparecida.

O jornalista tem que ter o direito de ir para a réplica, o follow up: mas, pera ai, santinho do pau oco … a pergunta era sobre a carta marcada da concorrência do metrô que o senhor administrou.

Hoje, no Brasil, realizou-se a proeza de tirar o jornalista do jornalismo.

Porque os jornalistas do PiG (*) não prestam.

Para evitar desgaste, os partidos e candidatos desidrataram o debate.

Sobra a edição do debate.

E aí a Globo é imbativel.

Numa boa mesa de edição, a Globo já mudou o rumo de duas eleições, a partir de debates.

O mais recente foi em 2006, quando o Ali kamel produziu sua “finest hour”: levou a eleição para o segundo turno do Lula contra o Alckmin, ao mostrar o dinheiro dos aloprados e a cadeira do Lula vazia no debate da Globo.

Ele conseguiu passar a ideia de que o Lula tinha fugido do dinheiro dos aloprados.

Clique aqui para ler “O primeiro golpe já houve. Falta o segundo”.

É bom não esquecer que o dinheiro dos aloprados nasce das ambulâncias superfaturadas no Ministério da Saúde do Serra, que tinha o Marcelo Lunus Itagiba e o Barjas Negri – gente finíssima.

E que, no segundo turno, o Alckmin teve menos votos do que no primeiro – uma das proezas do marqueteiro do Serra.

O outro debate que a Globo manipulou foi em 1989, quando Lula e Collor se enfrentaram na véspera da eleição do segundo turno.

Sem direito, como agora, a uma réplica no horário eleitoral gratuito.

(Como é que a Dilma foi cair nessa ?)

O Dr Roberto mandou editar o debate de forma muito precisa: tudo de bom do Collor e tudo de ruim do Lula.

E assim fez a Globo.

Logo em seguida ao resumo do debate – o ruim do Lula e o bom do Collor – , na histórica edição do jornal nacional, Alexandre Maluf Garcia leu um editorial em que dava a entender que votar no Collo significava preservar a jovem democracia de um sapo barbudo furioso.

Está na hora de se livrar do monopólio das pesquisas.

E da Globo.

No enterro do Néstor Kirchner, o presidente Lula podia trazer de volta no avião, para dar uma lida, uma cópia da Ley de Medios.

E ver o que Néstor e Cristina fizeram com o Clarín, que mandava na Argenina muitas vezes menos do que a Globo manda no Brasil.

Quando for melancolicamente para casa no dia 1º de novembro, Serra não descansará.

Montado na UDN de São Paulo e na garupa do PiG (*), Serra vai liderar a campanha do impeachment do Dilma.

A partir do dia 1º.

Seu grande aliado nessa eleição, um quadro que honra a campanha udenista, Roberto Jefferson, já avisou: vai jorrar sangue.

Se depender do Serra, a partir de 1º de novembro, jorrará muito sangue.

Ele será capaz de ir a Nápoles e ver como jorra sangue de San Genaro.

Serra travará uma Guerra “Santa” movida pelo ódio.

Ele não descansará.

Ate mandar a mulher para um convento em Lourdes.

-----------------------------

atualização às 23:58


A BALA DE PRATA PÚRPURA TRAZ A MÁCULA DA PEDOFILIA



Complacência com pedófilos na alta cúpula da Igreja sonega ao Vaticano autoridade moral sobre o voto cristão: 55% dos católicos brasileiros votam em Dilma e ignoram a aliança entre a extrema direita religiosa e política travestida em pacto anti-aborto, envelopado hoje com ares de súmula do Santo Ofício na primeira página da Folha. Foi preciso Lula lembrar que o Estado brasileiro é laico, enquanto o coro dos 'professores' tucanos acalenta a genuflexão das urnas a um Vaticano encralacrado no celibato pedófilo. Bento XVI ainda não subscreveu a Carta dos Direitos Humanos da ONU --porque não menciona Deus-- e retirou seu apoio à Unicef, que defende o planejamento familiar e o uso de preservativo contra a aids. A mesma ala da Igreja encastelada na Opus Dei, que agora apoia Serra, abençoou Salazar, em Portugal; Franco, na Espanha; Pinochet, no Chile; Videla, na Argentina e o Golpe de 64. (Carta Maior; 30-10)
 
NB- O poster assinada embaixo.

domingo, outubro 24, 2010

O "atentado" da Globo

Da série "Abatendo perícias", mais uma comprovação de que a  bolinha de papel  atirada na careca do José "Rojas" Serra não passou de uma bolinha de papel.

Uuuuuuuuuuuuu!!!!!!

Rodrigo Vianna já trabalhou  na Rede Globo. Conhece tudo lá dentro, muito nem.

Pois foi de dentro da Globo que o Rodrigo recebeu a informação da vaia que os próprios funcionários da "Vênus Platinada" deram na turma do Jornal Nacional, logo depois da chamada do casal Bonner para reportagem mostrando a tal tese do Molina sobre as bolinas de papel.

Malinagem de primeira grandeza.

Aqui!!!

domingo, setembro 05, 2010

A bala de prata

É mais ou menos assim como o Nassif está prevendo o comportamento da Globo, três dias antes da eleição presidencial:


Como será a bala de prata na campanha

Qual a bala de prata, a reportagem que será apresentada no Jornal Nacional na quinta-feira que antecederá as eleições, visando virar o jogo eleitoral, sem tempo para a verdade ser restabelecida e divulgada?

Ontem, no Sarau, conversei muito com um dos nossos convivas. Para decifrar o enigma, ele seguiu o seguinte roteiro:

1. Há tempos a velha mídia aboliu qualquer escrúpulo, qualquer limite. Então tem que ser o episódio mais ignóbil possível, aquele campeão, capaz de envergonhar a velha mídia por décadas mas fazê-la acreditar ser possível virar o jogo. Esse episódio terá que abordar fatos apenas tangenciados até agora, mas que tenham potencial de afetar a opinião pública.

2. Nas pesquisas qualitativas junto ao eleitor médio, tem sobressaído a questão da militância de Dilma Rousseff na guerrilha. Aliás, por coincidência, conversei com a Bibi que me disse, algo escandalizada, que coleguinhas tinham falado que Dilma era "bandida" e "assassina". Aqui em BH, a Sofia, neta do meu primo Oscar, disse que em sua escola - em Curitiba - as coleguinhas repetem a mesma história.

As diversas pesquisas de Ibope e Datafolha devem ter chegado a essa conclusão, de que o grande tema de impacto poderá ser a militância de Dilma na guerrilha. A insistência da Folha com a ficha falsa de Dilma e, agora, com a ficha real, no Supremo Tribunal Militar, é demonstração clara desse seu objetivo. Assim como a insistência de Serra de atropelar qualquer lógica de marketing, para ficar martelando a suposta falta de limites da campanha de Dilma – em cima de um episódio que não convenceu sequer a Lúcia Hipólito.

Aliás, o ataque perpetrado por Serra contra Lúcia – através do seu blogueiro – é demonstração cabal da importância que ele está dando à versão da falta de limites, mesmo em cima de um episódio que qualquer avaliação comezinha indicaria como esgotado.

A quebra de sigilo é apenas uma peça do jogo, preparando a jogada final.

A partir daí, meu interlocutor passou a imaginar como seria montada a cena.

Provavelmente alguém seria apresentado como ex-companheiro de guerrilha, arrependido, que, em pleno Jornal Nacional, diria que Dilma participou da morte de fulano ou beltrano. Choraria na frente da câmera, como o José Serra chora. Aí a reportagem mostraria fotos da suposta vítima, entrevistaria seus pais e se criaria o impacto.

No dia seguinte, sem horário gratuito não haveria maneiras de explicar a armação em meios de comunicação de massa.

Será um desafio do jornalismo brasileiro saber quem serão os colunistas que endossarão essa ignomínia – se realmente vier a ocorrer -, quem serão aqueles que colocarão seu nome e reputação a serviço esse lixo.

Essa loucura - que, tenho certeza, ocorrerá - será a pá de cal nesse tipo de militância de Serra e de falta de limites da mídia. Marcará a ferro e fogo todos os personagens que se envolverem nessa história. Incendiará a blogosfera. Todos os jornalistas que participarem desse jogo serão estigmatizados para sempre.

Todas essas possibilidades são meras hipóteses que parte do pressuposto da falta de limites total da velha mídia.

Mas a hipótese fecha plenamente.

quarta-feira, julho 14, 2010

A Copa que a Globo não quer

A Globo foi quem mais perdeu na Copa da África.

Agora, quer que o Brasil perca a Copa do Brasil.

A Globo assumiu a liderança do PiG e trata o Brasil como – disse o Presidente – um conjunto de idiotas.

Os idiotas não conseguirão ampliar aeroportos nem construir estádios.

A Globo pensa que o Brasil é o que a Globo diz que o Brasil é.

Clique aqui para ler “A Globo foi quem mais perdeu na Copa”.

E aqui para ler “A Globo pode calar a boca do Galvão antes de 2014″.

A primeira página do Globo de hoje é uma prova de que a Globo quer detonar a Copa no Brasil: “Brasil atrasado para a Copa de 2014. Lula abre guerra à FIFA: ‘Não somos um bando de idiotas’. Mas (*) governo desperdiçou (sic) três anos e principais obras nem saíram do papel’.”

Interessante que o PiG e a Globo se calam diante da monumental inépcia de seu candidato, o Zé Pedágio, que não conseguiu produzir um estádio para abrir a Copa em São Paulo.

Não só a FIFA condenou o Morumbi, como a alternativa corintiana, o Piritubão, é uma quimera e um abrigo de mau cheiro.

Saiu no Estadão, pág. C1:

“Sao Paulo à espera da Copa 2014. Área do Piritubão está contaminada. Relatorio da Cetesb aponta existência de metais pesados e solventes no terreno onde se cogita construir o estádio de abertura da Copa 2014.”

E como se transportar na Chuíça (**) durante a Copa que a Globo quer detonar ?

Como se locomover no metrô do Zé Pedágio, que só existe na publicidade do horário nobre ?

Leia na Folha (***), no espaço do Clovis Rossi, no alto da pág. 2, o depoimento patético de quem tenta usar o metrô do Serra, em meio a um ataque de mau cheiro.

O titulo do artigo é “Trem fantasma”.

E o pobre do morador de São Paulo conclui assim: “Então tá. Chega de viagem. Bom mesmo é ter um Land Rover”.

Ou um helicóptero, como recomenda Mein Führer, no video sensacional sobre a reação do Zé Pedágio ao problema dos pedágios. Clique aqui para ver e rir.

Sobre a Chuíça do Zé Pedágio, a Globo cala a boca.

A Globo quer acabar com a Copa antes que a Copa acabe com ela.

-----------------------

(*) A professora Marilena Chauí foi quem chamou a atenção para o emprego da adversativa no PiG. Sempre tem um “mas”. É o editorial embalado na informação. O PIB vai crescer 7%. MAS – diz o PiG – isso vai provocar um colapso na infra-estrutra, o caos na oferta de mão de obra, e erisipela.


(**) Chuíça é o que o PiG de São Paulo quer que o resto do Brasil ache que São Paulo é: dinâmico como a economia Chinesa e com um IDH da Suíça.


(***) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

quarta-feira, junho 30, 2010

Negócio é negócio

Quem informa  é  Erich  Beting:

A queda de braço entre Dunga e a TV Globo pode sofrer interferência da Fifa. O veto do treinador brasileiro às entrevistas exclusivas durante a disputa da Copa do Mundo pode ser derrubado pela emissora por conta de uma cláusula no contrato de transmissão do Mundial. Nele, a Globo tem direito a entrevistar com exclusividade jogadores do time nacional.

A Globo é uma das maiores parceiras comerciais da Fifa. Sim, a palavra correta é essa. A emissora paga cerca de US$ 180 milhões pelos direitos de transmissão da Copa nas TVs aberta e fechada e na internet, um dos mais altos valores no mundo. O contrato entre entidade e empresa tem de ser benéfico a ambas.

Texto completo, neste link.

terça-feira, junho 22, 2010

Cresce movimento de torcedores e telespectadores nacionais contra a Globo, em apoio ao treinador Dunga.

Blog reproduz nota do  Ooops!, do UOL:


Segundo Ooops! apurou, até dirigentes da emissora estariam divididos sobre o caso. Para alguns diretores, há o risco de, em uma eventual derrota do time brasileiro, a emissora ser responsabilizada pelo telespectador, angariando antipatia.

O motivo da disputa é o fato de Dunga ter cortado as mordomias que a Globo sempre teve em eventos esportivos. Segundo notícia exclusiva de Maurício Stycer, do UOL, a emissora havia negociado diretamente com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, entrevistas exclusivas com jogadores da seleção, como Luis Fabiano. Dunga, no entanto, rejeitou e impediu as entrevistas.

Para piorar, durante a coletiva após a vitória sobre Costa do Marfim, Dunga xingou um repórter da SporTV.

"Acho que deveríamos começar um protesto agora chamado ‘CALA BOCA GLOBO’", postou um internauta no You Tube. "Velho, eu estou cansado de ver pessoas sendo manipuladas pela Globo!", postou outro. Embora alguns internautas também ataquem o treinador, uma varrição pelas respostas mostra que a maioria está do lado do treinador.

No Facebook os ataques à Globo subiram de tom. No Orkut, na comunidade "Por que a Globo não gosta de Dunga?", de forma quase unânime os internautas atacam a emissora, o apresentador Tadeu Schmidt e o "Fantástico", que divulgou nota criticando o técnico.

Curiosamente, uma das sugestões que a Globo teria enviado ao treinador Dunga ontem, para por fim ao conflito, seria ele dar uma entrevista "exclusiva" na qual pudesse desabafar. Até a manhã desta terça-feira o treinador não havia respondido.

Também algumas celebridades ficaram do lado do treinador. em seu twitter, o humorista Danilo Gentili, do "CQC", postou: "O Dunga é pago pra ser vencedor da copa do mundo e não do concurso de Miss Simpatia. Parem de viadagem, vai."

O escritor Paulo Coelho também se manifestou: "Segura a onda, Dunga. Já apanhei muito e sei: batalha fora do campo é batalha perdida".

Outro lado

"O único movimento do qual a TV Globo faz parte é de torcida pela seleção brasileira. No mais, queremos apenas que nossos profissionais sejam tratados com o mesmo respeito com que desempenham seu trabalho."

Esta é a resposta oficial da Globo, indagada sobre as consequências da "batalha" com o técnico da seleção brasileira. Segundo notícia exclusiva do UOL nesta terça, a emissora teria acertado diretamente com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, que entrevistaria com exclusividade três jogadores no "Fantástico", no último domingo. Dunga rejeitou e impediu o encontro.

Além disso, minutos após a vitória sobre a Costa do Marfim, em coletiva oficial, Dunga, aparentemente ralhando para si mesmo, xingou um repórter da Globo de "cagão".

O repórter em questão, Alex Escobar, seria um dos incumbidos de organizar e cuidar das entrevistas "exclusivas" que não ocorreram. Por isso, era o principal profissional da emissora a bater de frente --pessoalmente--, com o técnico.

Questionada pela coluna, a emissora negou que exista uma "equipe" destinada a conter a crise, porque não há crise alguma. Nas últimas 48 horas, a Globo tem sentido na pele de que lado está o torcedor. A emissora está recebendo milhares de emails e sendo achincalhada em redes sociais por conta da briga que iniciou com o técnico Dunga.

terça-feira, junho 08, 2010

Profissionalismo à vontade

Deixando de lado as restrições de caráter ético e, em muitos dos casos, vergonhosamente embaralhador dos fatos, a Rede Globo  consegue reunir profissionalismo  quando os editores de jornalismo não são forçados a puxar a carrocinha política focada pelos donos das organizações.

Acompanhando a estrutura montada  na África do Sul,  através do blog da Fátima Bernandes, dá pra perceber o lado construtivo da turma, principalmente o nível de pauta das reportagens.

Experiência, longa estrada pelo mundo, essa  gente tem de sobra.