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quinta-feira, março 10, 2011

Curionópolis registra menor índice de dengue no Pará

Olha aí Curionópolis dando lições de novo da possibilidade real de se gerenciar um município de reduzidos recursos públicos, desde que se trabalhe com responsabilidade e planejamento.

Até a última sexta-feira, 4, a secretaria municipal de Saúde havia notificado 55 casos de dengue em todo o município. Deste número, apenas 13 casos da doença foram confirmados, em 2011.

Por causa disso, Curionópolis assume a dianteira, no Estado do Pará, entre os 144 municípios que menos casos de dengue registrou, de janeiro a 4 de março deste ano.

Detalhe: Curionópolis faz fronteira com Parauapebas, onde a dengue ganhou traços de quase epidemia, além de estar situado geograficamente na área de maior incidência de vilas garimpeiras, – entre elas, o distrito de Serra Pelada.

Ao tomar conhecimento da boa notícia, o poster localizou esta manhã a secretária de Saúde de Curionópolis, Elizete de Abreu, obtendo dela três explicações básicas para o sucesso de seu travbalho:

1- Realização progressiva de campanhas educativas e de conscientização, envolvendo escolas e igrejas diversas;

2- Visita constante de agentes de saúde a domicílios urbanos e rurais – numa programação iniciada desde o primeiro ano da gestão de Wenderson Chamon, para o cumprimento de metas elaboradas desde então.,

3- E, por último, resposta da própria comunidade, ao seguir regras comportamentais para evitar a proliferação do mosquito.

“Esses números (13 casos confirmados) são resultantes de uma consciência de cidadania, é o envolvimento direto da população por acreditar nos esforços que estamos fazendo, dia a dia”, resume a jovem secretária.

Para se ter ideia do que representa a confirmação de apenas treze casos de dengue em Curionópolis, em mais de 60 dias do ano de 2011, a média de 13 casos é registrada por semana, na maioria dos municípios paraenses.

A redução a “números civilizados” dos casos de dengue significa melhor qualidade de vida no município, avanços significativos na área de saúde numa cidade que sempre viveu cercada de miséria.

O blog fica feliz, pacas, ao dar esse tipo de notícia.

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Para quem tem carro com ar

Está correndo a Internet.

Informativo distribuído pela Caraíba Seguros.


Alerta para quem tem carro com ar-condicionado.

Você liga o ar do carro com ele quente do Sol ?

Não ligue o ar condicionado logo que entrar no carro.

Abra as janelas assim que entrar no carro, e não ligue logo o ar condicionado.De acordo com pesquisas, o painel de instrumentos, assentos e tubagens de refrigeração emitem 'benzeno', uma toxina causadora de câncer.. (Note o cheiro de plástico quente dentro do carro). Além disso, envenena os ossos, causa anemia e reduz os glóbulos brancos.

O nível interior aceitável de benzeno é de 0,05 gr por cm2.

No interior de um carro estacionado com as janelas fechadas contém de 0,37 a 0,74 mg de benzeno. Se estiver estacionado sob o sol, a uma temperatura superior a 16ºC, o nível de benzeno sobe p/ 1,84-3,68 mg

(40 vezes superior ao nível aceitável) e as pessoas aspiram uma quantidade enorme de toxinas..

Recomenda-se abrir as janelas e portas para que o ar quente possa sair, antes de ligar o ar condicionado. O benzeno é uma toxina que tb afecta os rins e fígado. É uma substância tóxica muito difícil de ser expelida pelo organismo.

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Nota do Blog: comprovada ou não a pesquisa, nada custa ficar atento, não é? Ou perder um  minutinho enquanto o ar quente se esvai do interior do veículo com uma simples abertura dos vidros.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Hospital Regional de Tailândia

Quem faz breve parada em Tailândia, passando pela Pa-150, sente na hora o papo da hora: Hospital  Regional.

Construção iniciada no primeiro governo de Simão Jatene e conclúida ao apagar das luzes da gestão Ana Júlia, o HR de Tailândia funcionou apenas uns dias.

População tricoteia lamúrias ao contar que enquanto a unidade hospitar encontra-se de portas fechadas, doentes de média e alta complexidade são colocados em ambulândias sucateadas com destino a Belém ou Marabá, "sem saber se receberão atendimento",  no destino.

segunda-feira, janeiro 03, 2011

Denuncie cheques-caução

Seu hospital exige cheque-caução para lhe atender? Então avise o Ministério Público Federal (MPF), que pretende entrar na Justiça contra instituições que cometem a irregularidade, mas para isso precisa saber dos consumidores onde a prática ocorre. O e-mail para denúncias é denuncia@prpa.mpf.gov.br e deve ser enviado até 31 de janeiro. É preciso que o denunciante informe seu nome, endereço e CPF, o local e data dos fatos, com um relato resumido sobre o que ocorreu.

O MPF vai pedir que a Justiça proíba a continuidade da prática nos estabelecimentos que estiverem exigindo esse tipo de garantia. O procurador da República Bruno Araújo Soares Valente, que atua na área de defesa do consumidor, também pretende requerer indenização para os prejudicados.

Os hospitais estão proibidos de exigir cheque-caução, ou qualquer outro tipo de garantia, como condição para atender clientes de planos de saúde. A determinação é da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e está embasada no novo Código Civil, cujo artigo 171 preceitua que é possível anular qualquer negócio assinado por pessoa em estado de perigo.

A ANS proibiu em 2003 a exigência de caução de qualquer tipo que seja: cheque, nota promissória ou outros títulos de crédito, no ato ou antes da prestação de serviço por hospitais contratados, credenciados, cooperados ou referenciados das operadoras de planos de saúde e seguradoras especializadas em saúde.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) também condena a cobrança desse tipo de garantia. De acordo com o artigo 39 do CDC, a exigência da garantia para o atendimento é prática abusiva que expõe o consumidor a desvantagem exagerada, causando desequilíbrio na relação contratual.

O hospital não pode exigir essa garantia do consumidor porque possui outros meios para acioná-lo caso as despesas hospitalares não sejam quitadas, inclusive judicialmente, informa o Procon.
 
Com informação da Ascom MPFP

terça-feira, dezembro 28, 2010

Menos crianças desdentadas

Durante o governo Lula, aumentou consideravelmente o número de crianças sem cárie.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

Mortes no Horpital de Santarém

Alailson Muniz revela detalhes das investigações do Ministério Pùblico acerca das mortes ocorridas na Hospital Municipal de Santarém por omissão de socorro.

terça-feira, maio 25, 2010

O hospital, pelos comentaristas

Em alusão ao post Hospital de Referência, dois comentaristas anônimos antagonizam pontos de vista.

O primeiro questiona a escolha das fotos, pra citar o mínimo:


Seria interessante,não fotos de fachada e jardim do hospital,mas, fotos das enfermarias,bloco cirúrgico,salas de obstetrícia(Parto),posto de enfermagem,instalações admnistrativas,sala de espera,salas de atendimento de urgencia e emergencia,etc O pior para Curionópolis não é construir e manter um bom hospital,a questão é: como fazer um médico morar em uma cidade daquelas com sua esposa e filhos,aí complica. Um bom salário nem sempre segura o profissional,trabalhar sem um excelente laboratório,RX,pelo menos TC,além de contar com o suporte de outras especialidades para o bom desempenho da prática médica(cito: Cardiologia,Neurologia e Traumatologia)uma vez que as básicas(Clinica Médica,Ginecologia/Obstetrícia,Cirugia Geral e Pediatria)com certeza já existem no município.Mas,tem que haver um começo,e tudo deve dar certo.Boa sorte.


O segundo comentarista, com total apoio do blog, mata a matraca bem no cetro:


Caro Hiroshi,

Algumas colocações do anônimo acima, que parece ser médico, são bastante infelizes.

Como um médico morar em Curionópolis com sua família? Como toda a população da cidade mora. Médico é parte do proletariado, precisa descer desse pedestal de achar que é melhor que os outros. Correm feito loucos nas capitais com 6, 7 empreguinhos de 1.200,00 por mês e se acham o máximo, bons demais para viverem em Curionópolis, Marabá ou qualquer outro interior.

Outra é dizer que precisa haver no mínimo TC (tomografia Computadorizada)no Hospital de Curionópolis, como se esse fosse um exame rotineiro. Uma cidade do porte de Curionópolis não tem demanda para um aparelho de TC. O que precisa-se, na verdade, são médicos melhor preparados, que saibam ou se disponham a fazer, no mínimo, uma anamnese bem feita e não fazer uma lista enorme de exames para "se livrar" do paciente.

Os médicos precisam sim, "cair na real" e viver a vida proletária que se avista para a maioria. Uma pequena minoria, como em todas as profissões como cantor ou jogador de futebol, se dará bem nas capitais. Os demais (milhares) vão ficar amassando barro o resto da vida, fazendo planilhas para pagar as contas no final do mês, fazendo planejamento financeiro para trocar o carro 1.0 por um melhor em 03 anos e aguardar a aposentadoria pelo INSS. Essa é a Realidade que os espera e não o posto de Deus e superiores à população que atendem nas comunidades do interior do Brasil.

Visitei recentemente todas as instalações do Hospital de Curionópolis e tudo foi feito com esmero e com os equipamentos realmente necessários à demanda da cidade. Parabéns ao Prefeito.

Detalhe: sou médico, cirurgião plástico, com 25 anos de profissão e naõ poderia deixar de me manifestar para baixar a bola desses recém-formados iludidos.

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Atualização às 19:44

Médico Manoel Veloso, direto do Paraná, coloca também a colher na panela, a respeito do mesmo post:


Caro Hiroshi,

Trabalhei no ano de 2002 por cerca de um ano neste Hospital em questão. À época, atendia como médico contratado para um ambulatório de cardiologia. Viajei entre Marabá e Curionópolis durante este tempo, e posso comentar que já naquele tempo encontrei um ambiente humano muito favorável, por parte da diretoria e dos servidores, além do apoio dos responsáveis pela Secretaria de Saúde. Durante este tempo, munido apenas de um aparelho de ECG (eletrocardiograma) e utilizando as radiografias e medicações disponíveis, conseguimos diminuir agudamente a quantidade de encaminhamento para outras cidades dos casos de AVC (derrames) e IAM (infartos). Aprendi que é possível, com recursos pequenos, porém, com vontade, conseguir mudar um pouco a realidade do quadro da saúde.

Acredito que mais aparelhado, com instalações físicas mais adequadas, o Hospital Elcione Barbalho poderá sim, contribuir muito para o panorama do serviço de saúde local.

Concordo que não há necessidade de tomografia, ressonância ou UTI como condição primária para uma boa medicina. É lógico que seria o ideal todo hospital dispor estes serviços, mas estamos tratando de uma pequena cidade. Além do mais, temos que nos lembrar Curionópolis se encontra a apenas 130 Km de um Hospital Regional (H.R. Geraldo Veloso em Marabá) que poderá ser a retaguarda para os casos que necessitarem de alta complexidade. Claro que há que se trabalhar na esfera administrativa para uma interação melhor possível com a secretaria de saúde estadual para o atendimento avançado de casos que envolvam trauma e outros de maior urgência e dificuldade técnica que exijam UTI, para efetivar este suporte. Existem mecanismos regulatórios que podem suportar esta situação.

Também entendo a dificuldade de se manter um corpo clínico com boa experiência médica e elevado grau de interesse no serviço público. Como médico regulador da central de leitos do Estado do Paraná atualmente, lido com estes casos corriqueiramente.Estes desafios ficam a cargo dos gestores. Por enquanto, acho que há que se felicitar o Prefeito Chamonzinho pelo trabalho e desejar boa sorte na condução do hospital.

quinta-feira, abril 29, 2010

Câncer de próstata

Para os homens descuidados com a saúde, esta notícia não poderia ser melhor.

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quarta-feira, abril 07, 2010

OL convoca pacientes para radioterapia

Da Assessoria de Imprensa do Hospital Ophir Loyola:
Dia 8 de abril é o Dia Mundial de luta contra o Câncer. Neste sentido, o Hospital Ophir Loyola, que atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS) os cidadãos dos 144 municípios paraenses, solicita que pacientes do interior do Estado e da Região Metropolitana de Belém compareçam o mais breve possível no hospital para antecipar a primeira consulta médica em radioterapia.

Os pacientes devem procurar o setor de marcação de consulta do Ambulatório do Hospital, com sua documentação, de segunda a sexta-feira, de 8h às 18h, na Tv. 14 de abril nº 1464, bairro de São Brás, Belém/PA. Estes pacientes, por motivos diversos como o fato de alguns não possuírem telefone, não estão sendo localizados pela equipe de Serviço Social.

Além de Belém, o hospital está convocando pacientes dos municípios de Cametá, São Miguel do Guamá, Soure, Ourilândia do Norte, Igarapé-Miri, Breves, Capitão Poço, Igarapé-Açu, Acará, Redenção, Marituba, Castanhal, Moju, Concórdia do Pará, Jacundá, Barcarena, Tracuateua, Nova Ipixuna, Garrafão do Norte, Santarém Novo, Santa Isabel do Pará, Abaetetuba, Magalhães Barata, Marabá, Canaã dos Carajás, Primavera, Vigia, Santa Luzia do Pará, Pau D'Arco, Tucuruí, Capanema, Bragança, Salinas, Viseu, Santa Cruz do Arari, São Francisco do Pará, Paragominas, Baião, Rondon do Pará, Nova Esperança do Piriá, Irituia, Ananindeua, Marapanim, São Caetano de Odivelas e Bujaru.

O Hospital Ophir Loyola, referência em oncologia na rede de saúde pública, informa que está trabalhando com a capacidade máxima para cuidar das pessoas e a média atual de atendimentos em radioterapia, no momento, tem sido de 115 pacientes novos por semana, além dos que já estão em tratamento.

Mais informações:

(91) 3342-1362 na Coordenação do Ambulatório

(091) 3342-1357 no Setor de Serviço Social da Radioterapia

(091) 3342-1363 no Serviço Social do Ambulatório.