Resumo da conversa telefônica que Paulo Henrique Amorim teve com a ministra Erenice Guerra, respondeo às "denúncias" da VEJA
- Não brigo para manter o sigilo fechado.
- O meu sigilo, o do meu filho e da minha família estão todos abertos.
- O meu filho se chama Israel e não Verônica.
- Contratei Márcio Thomaz Bastos e ele vai me defender.
- Vou às últimas consequências.
- Vou processar a Veja.
- O meu cargo é temporário.
- Mas sem a minha dignidade não posso viver.
- Todos os meus sigilos estão abertos.
- Não posso conviver com o que a Veja fez.
segunda-feira, setembro 13, 2010
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