Diretores da Petrobrás andaram fazendo tour na cidade.
Visitaram a base de distribuição de combustível da empresa e percorreram as obras da Alpa e locais onde serão construídos os portos da Vale e do Governo do Estado, às margens do Tocantins.
Em pauta, estudos para ampliação da capacidade de armazenagem do terminal de distribuição de derivados, atualmente projetada para 25 milhões de litros, mas trabalhando no limite de 22 milhões.
Executivos da Petrobrás consideram promissora a utilização da futura hidrovia do Tocantins, para o transporte de derivados do porto de Barcarena até Marabá - descartando a Ferrovia Carajás, cujo frete é bem mais caro.
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quarta-feira, setembro 22, 2010
quarta-feira, setembro 15, 2010
Salve, salve!
Boas notícias, em Marabá:
1-A secretaria de Assistência Social (SEASP), disponibilizou mais cinco vagas (quatro femininas e uma masculina) na Casa do Estudante de Marabá (CEMAB), em Belém, para alunos aprovados em universidades públicas e faculdades particulares em cursos de graduação inexistentes neste município.
As vagas serão destinadas, preferencialmente, a estudantes aprovados em universidades públicas.
Interessados devem procurar a SEASP, na Rua Ubá, Quadra 04 – Lote 02 (Agrópolis do Incra), de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h.
2-Obra do estádio Olímpico de Marabá começou a deslanchar com a montagem da estrutura de refeitório e dependências aos empregados da empresa vencedora da licitação.
A terraplenagem já avançada.
3-Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) anuncia a entrega, até dezembro, do “Plano Local de Habitação e Interesse Social” com mapeamento total do município.
Poster teve acesso aos levantamentos do trabalho, altamente profissional.
Com o PLH, o município terá, finalmente, minucioso detalhamento de seus indicadores econômicos, sociais e ambientais da população, habilitando-se a destinar políticas públicas a quem rtealmente está necessitando.
4- Empresa Sempre Vivos, contratada pela Fundação Vale, acompanha processo de tratamento do lixo de Marabá, no aterro sanitário controlado.
Nesse aterro, são jogados, diariamente, 180 toneladas de lixo.
1-A secretaria de Assistência Social (SEASP), disponibilizou mais cinco vagas (quatro femininas e uma masculina) na Casa do Estudante de Marabá (CEMAB), em Belém, para alunos aprovados em universidades públicas e faculdades particulares em cursos de graduação inexistentes neste município.
As vagas serão destinadas, preferencialmente, a estudantes aprovados em universidades públicas.
Interessados devem procurar a SEASP, na Rua Ubá, Quadra 04 – Lote 02 (Agrópolis do Incra), de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h.
2-Obra do estádio Olímpico de Marabá começou a deslanchar com a montagem da estrutura de refeitório e dependências aos empregados da empresa vencedora da licitação.
A terraplenagem já avançada.
3-Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) anuncia a entrega, até dezembro, do “Plano Local de Habitação e Interesse Social” com mapeamento total do município.
Poster teve acesso aos levantamentos do trabalho, altamente profissional.
Com o PLH, o município terá, finalmente, minucioso detalhamento de seus indicadores econômicos, sociais e ambientais da população, habilitando-se a destinar políticas públicas a quem rtealmente está necessitando.
4- Empresa Sempre Vivos, contratada pela Fundação Vale, acompanha processo de tratamento do lixo de Marabá, no aterro sanitário controlado.
Nesse aterro, são jogados, diariamente, 180 toneladas de lixo.
sexta-feira, junho 18, 2010
Lula em Marabá
Desde ontem, 17, equipe precursora do governo do Estado chegou a Marabá para organizar a visita do Presidente Lula e da governadora Ana Júlia na terça-feira ao canteiro de obras da Alpa.
Hoje, desembarca a primeira parte da precursora da Presidência da República.
A entrevista coletiva sobre a visita de Lula vai ser n a segunda-feira no auditório do Incra.
Hoje, desembarca a primeira parte da precursora da Presidência da República.
A entrevista coletiva sobre a visita de Lula vai ser n a segunda-feira no auditório do Incra.
quarta-feira, junho 09, 2010
Soltando a cangalha
Celpa está infernizando a vida da empreiteira responsável pela duplicação da área urbana da rodovia Transamazônica, em Marabá. A distribuidora não move uma palha para alterar a posição dos postes antigos distribuídos ao longo da via para que a construtora possa avançar com a obra.
Como tem contrato com cláusula de pesada multa caso não entregue no prazo a duplicação de seis quilômetros, a CMT ameaça largar no meio da viagem o compromisso, causando apreensão à população e a prefeitura municipal.
Como tem contrato com cláusula de pesada multa caso não entregue no prazo a duplicação de seis quilômetros, a CMT ameaça largar no meio da viagem o compromisso, causando apreensão à população e a prefeitura municipal.
sábado, maio 29, 2010
Mapa da vericalização
Em primeira mão, definição da futura configuração geográfica do complexo industrial verticalizado de Marabá.
Nas legendas, dá para perceber como está e as alterações futuras de rodovias e construção de novos acessos ao Distrito Industrial 3, aquele a ser formado pela Alpa, Aline, portos e grandes empreendimentos a serem elevados na área.
O mapa foi forao blog necido pela SEDECT (Secretaria Estadual de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia).
Nas legendas, dá para perceber como está e as alterações futuras de rodovias e construção de novos acessos ao Distrito Industrial 3, aquele a ser formado pela Alpa, Aline, portos e grandes empreendimentos a serem elevados na área.
O mapa foi forao blog necido pela SEDECT (Secretaria Estadual de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia).
domingo, maio 23, 2010
Demanda reprimindo
De cada dez hotéis de Marabá, pelo menos oito estão com 100% de taxa de ocupação.
Na Velha Marabá, nesta manhã de domingo, todas as hospedarias estão lotadas.
E isso não se deve à decisão do segundo turno do Campeonato Paraense (Águia X Remo). É a demanda crescendo sem que sejam oferecidas novos apartamentos.
Na Velha Marabá, nesta manhã de domingo, todas as hospedarias estão lotadas.
E isso não se deve à decisão do segundo turno do Campeonato Paraense (Águia X Remo). É a demanda crescendo sem que sejam oferecidas novos apartamentos.
sábado, maio 08, 2010
Para quem quer ganhar dinheiro
Uma dica para quem quer fazer investimento ou busca área para implantar algum empreendimento, em Marabá.
Em área nobríssima, disponibilizada a venda de terreno de 6.000 m2, bairro da Nova Marabá, com titulo definitivo registrado em cartorio.
Área ideal para construção de predios residenciais com vista para o rio tocantins.
Contato: Franderlan
(094) 8802. 0903
Em área nobríssima, disponibilizada a venda de terreno de 6.000 m2, bairro da Nova Marabá, com titulo definitivo registrado em cartorio.
Área ideal para construção de predios residenciais com vista para o rio tocantins.
Contato: Franderlan
(094) 8802. 0903
domingo, maio 02, 2010
Um canto para Os Brasas
Em 1º de maio, se ainda existisse, a banda “Os Brasas 6” completaria 38 anos.
Tomei conhecimento desse fato lendo o Correio do Tocantins, edição de sábado, cuja versão digital ainda não se encontrava online até a redação deste texto.
A data foi lembrada pelo pernambucano mais paraense dos paraenses, o músico Valvilson Santos, que pisou Marabá em 1972, nunca mais retornando À sua querida Bezerros, cidade a 100 km de Recife.
Formada pelos músicos João (contrabaixo), Bentinho (solo), Valvilson (base), Luiz (bateria), Divino (teclado) e Zezinho (saxofone), Os Brasas marcou época por ter revolucionado os eventos em cidades do Pará, Maranhão e Goiás.
Eu, particularmente, ao ser tocado pela entrevista do “Negão”, como carinhosamente até hoje chamo Valvilson, fui arremessado ao tempo. E fiquei emocionado.
Fiz parte da banda, como espécie de free-lance, constituindo seu sétimo elemento em algumas apresentações, também fazendo base e voz.
Não apenas integrei o conjunto musical.
Fiz parte da família “Brasas”, morando sob mesmo teto na república da banda localizada na travessa Santa Terezinha, bem próximo do Pinguim, casa noturna montada pelos integrantes do sexteto que se transformou no ponto de encontro da sociedade de Marabá por um bom longo tempo.
Era tudo de bom.
Fase maravilhosamente dourada da banda e da juventude marabaense.
Valvilson era o líder do grupo.
João, um dos mais completos músicos que conheci, a referência musical de todos pelo suingue que conseguia imprimir em seu contrabaixo.
Bentinho, irmão de João, belíssimo solista.
Divino, Zezinho e Luiz, peças fundamentais na estrutura coesa do grupo.
Ao relembrar fatos vividos no dia a dia do grupo, constato o quanto os caras estavam à frente de seu tempo.
Os Brasas era uma verdadeira suruba de influências. Basicamente apoiando-se no rock pop de grandes bandas da época, sem abrir mão das influencias nordestinas de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Marinês.
Tocando Rolling Stones Beatles, Bossa Nova, grandes nomes da época da MPB, xaxado, baião, xote, bolero, os geniais meninos vagavam também até pelo folk.
Quando decidiam traduzir cover de alguns hits da época, davam banho.
Recordo de uma apresentação num clube social chique de Imperatriz quando a banda começou a fazer “Tell Me Once Again”, do Light Reflections , formou-se frisson em todo o salão lotado.
O público não acreditava na interpretação ao vivo da canção, suspeitando tratar-se de execução em playback (*).
O palco foi cercado rapidamente.
De cima, a gente não entendia a razão de tanto burburinho de pessoas aproximando-se do palco, com olhares de incredulidade.
De um ponto qualquer do salão, o presidente do clube fez sinal para que parássemos de tocar a canção. Assim feito, o rapaz subiu ao palco e cochichou próximo ao ouvido de Valvilson.
Ao terminar de ouvir o dirigente, “Negão” deu uma sonora risada e dirigiu-se ao microfone, dizimando dúvidas.
O clube quase foi abaixo, enriquecido por aplausos.
Depois dessa apresentação, Os Brasas recebia quase todo mês proposta para se apresentar em Imperatriz, até surgir um dia convite do prefeito local para os meninos migrar de moradia, deixando Marabá pela bela cidade maranhense.
Claro, permaneceram no Pará.
E isso ocorria em quase todas as apresentações do sexteto, em outras cidades.
Valvilson, João e Bentinho tinham um jeito peculiar de mandar sinais, em cima do palco. Um simples olhar de um deles, descrevia alguma cena interessante no meio da platéia.
Lembro de um lance de João, num baile se não me engano em São João do Araguaia.
De repente, uma mulher trajando sensual vestido vermelho cujo decote chamava a atenção aventurou-se atravessar o salão ainda pouco freqüentado por dançantes, naquele instante.
A cena foi alertada sutilmente por João, ao “puxar” em seu magnífico contrabaixo, fora do repertório, a música You Can Live Your Hat On, de Joe Cocker, sempre usada em desfiles e em casas de streap - tease .
A gente ria desesperadamente. Ria.
Ninguém fazia nada sem consultar Valvilson, líder do grupo.
Contador de causos, conhecedor profundo da música brasileira, Negão simbolizava todo equilíbrio do grupo.
A maioria casados, os integrantes da banda vez em quando entravam em conflito.
Nesse momento, a voz amiga de Valvilson colocava ordem na casa.
Fico imaginando como seria hoje a performance do Brasas 6, aparelhados pela evolução das ferramentas disponibilizadas: MP3, som digital, equipamentos sonoros tecnologicamente revolucionários, enfim, os caras seriam sucesso nacional.
Naquele tempo, havia projeto de gravação do primeiro LP.
João e Valvilson falavam desse projeto, trabalhavam em arrecadar capital de giro para deslocar a banda pras regiões do Sul do país em busca de uma oportunidade.
Quando me afastei da banda, viajando para o Rio de Janeiro, saí com a convicção de que em curto tempo os Brasas estouraria nacionalmente.
A morte por afogamento de João, em Tucuruí, numa de suas apaixonadas manias de pescar no Tocantins, deve ter levado à “morte” os sonhos dos meninos grandes.
Tanto levou que a banda esfacelou-se, cada um buscando sobreviver distante um do outro.
Saudades dos Brasas.
Inda bem, pelo menos dois de seus integrantes, ainda residem em Marabá, e aqui permenecerão ate o final de suas vidas: Valvilson e Bentinho.
-----
*Palavra inglesa utilizada para descrever o processo de sonorização que utiliza gravação prévia de trilha sonora
Valvilson e eu, em foto de tempos atrás.
Tomei conhecimento desse fato lendo o Correio do Tocantins, edição de sábado, cuja versão digital ainda não se encontrava online até a redação deste texto.
A data foi lembrada pelo pernambucano mais paraense dos paraenses, o músico Valvilson Santos, que pisou Marabá em 1972, nunca mais retornando À sua querida Bezerros, cidade a 100 km de Recife.
Formada pelos músicos João (contrabaixo), Bentinho (solo), Valvilson (base), Luiz (bateria), Divino (teclado) e Zezinho (saxofone), Os Brasas marcou época por ter revolucionado os eventos em cidades do Pará, Maranhão e Goiás.
Eu, particularmente, ao ser tocado pela entrevista do “Negão”, como carinhosamente até hoje chamo Valvilson, fui arremessado ao tempo. E fiquei emocionado.
Fiz parte da banda, como espécie de free-lance, constituindo seu sétimo elemento em algumas apresentações, também fazendo base e voz.
Não apenas integrei o conjunto musical.
Fiz parte da família “Brasas”, morando sob mesmo teto na república da banda localizada na travessa Santa Terezinha, bem próximo do Pinguim, casa noturna montada pelos integrantes do sexteto que se transformou no ponto de encontro da sociedade de Marabá por um bom longo tempo.
Era tudo de bom.
Fase maravilhosamente dourada da banda e da juventude marabaense.
Valvilson era o líder do grupo.
João, um dos mais completos músicos que conheci, a referência musical de todos pelo suingue que conseguia imprimir em seu contrabaixo.
Bentinho, irmão de João, belíssimo solista.
Divino, Zezinho e Luiz, peças fundamentais na estrutura coesa do grupo.
Ao relembrar fatos vividos no dia a dia do grupo, constato o quanto os caras estavam à frente de seu tempo.
Os Brasas era uma verdadeira suruba de influências. Basicamente apoiando-se no rock pop de grandes bandas da época, sem abrir mão das influencias nordestinas de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Marinês.
Tocando Rolling Stones Beatles, Bossa Nova, grandes nomes da época da MPB, xaxado, baião, xote, bolero, os geniais meninos vagavam também até pelo folk.
Quando decidiam traduzir cover de alguns hits da época, davam banho.
Recordo de uma apresentação num clube social chique de Imperatriz quando a banda começou a fazer “Tell Me Once Again”, do Light Reflections , formou-se frisson em todo o salão lotado.
O público não acreditava na interpretação ao vivo da canção, suspeitando tratar-se de execução em playback (*).
O palco foi cercado rapidamente.
De cima, a gente não entendia a razão de tanto burburinho de pessoas aproximando-se do palco, com olhares de incredulidade.
De um ponto qualquer do salão, o presidente do clube fez sinal para que parássemos de tocar a canção. Assim feito, o rapaz subiu ao palco e cochichou próximo ao ouvido de Valvilson.
Ao terminar de ouvir o dirigente, “Negão” deu uma sonora risada e dirigiu-se ao microfone, dizimando dúvidas.
- Somos nós, sim, quem tocamos a música. Aqui não se usa playback. Vamos tocar de novo “Tell Me Once Again”, parando e repetino, pra vocês verem que somos reais.E assim fizemos, parando a interpretação varias vezes, e repetindo-a em seguida.
O clube quase foi abaixo, enriquecido por aplausos.
Depois dessa apresentação, Os Brasas recebia quase todo mês proposta para se apresentar em Imperatriz, até surgir um dia convite do prefeito local para os meninos migrar de moradia, deixando Marabá pela bela cidade maranhense.
Claro, permaneceram no Pará.
E isso ocorria em quase todas as apresentações do sexteto, em outras cidades.
Valvilson, João e Bentinho tinham um jeito peculiar de mandar sinais, em cima do palco. Um simples olhar de um deles, descrevia alguma cena interessante no meio da platéia.
Lembro de um lance de João, num baile se não me engano em São João do Araguaia.
De repente, uma mulher trajando sensual vestido vermelho cujo decote chamava a atenção aventurou-se atravessar o salão ainda pouco freqüentado por dançantes, naquele instante.
A cena foi alertada sutilmente por João, ao “puxar” em seu magnífico contrabaixo, fora do repertório, a música You Can Live Your Hat On, de Joe Cocker, sempre usada em desfiles e em casas de streap - tease .
A gente ria desesperadamente. Ria.
Ninguém fazia nada sem consultar Valvilson, líder do grupo.
Contador de causos, conhecedor profundo da música brasileira, Negão simbolizava todo equilíbrio do grupo.
A maioria casados, os integrantes da banda vez em quando entravam em conflito.
Nesse momento, a voz amiga de Valvilson colocava ordem na casa.
Fico imaginando como seria hoje a performance do Brasas 6, aparelhados pela evolução das ferramentas disponibilizadas: MP3, som digital, equipamentos sonoros tecnologicamente revolucionários, enfim, os caras seriam sucesso nacional.
Naquele tempo, havia projeto de gravação do primeiro LP.
João e Valvilson falavam desse projeto, trabalhavam em arrecadar capital de giro para deslocar a banda pras regiões do Sul do país em busca de uma oportunidade.
Quando me afastei da banda, viajando para o Rio de Janeiro, saí com a convicção de que em curto tempo os Brasas estouraria nacionalmente.
A morte por afogamento de João, em Tucuruí, numa de suas apaixonadas manias de pescar no Tocantins, deve ter levado à “morte” os sonhos dos meninos grandes.
Tanto levou que a banda esfacelou-se, cada um buscando sobreviver distante um do outro.
Saudades dos Brasas.
Inda bem, pelo menos dois de seus integrantes, ainda residem em Marabá, e aqui permenecerão ate o final de suas vidas: Valvilson e Bentinho.
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*Palavra inglesa utilizada para descrever o processo de sonorização que utiliza gravação prévia de trilha sonora
Valvilson e eu, em foto de tempos atrás.
sexta-feira, março 12, 2010
Justiça Federal intima Tião Miranda
O juiz federal de Marabá, Carlos Henrique Borlido Haddad, mandou notificar o ex-prefeito Sebastião Miranda Filho e sua ex-secretária de Educação, Kátia Américo Garcia, para apresentarem defesa prévia na Ação Civil Pública por Atos de Improbidade Administrativa que lhes move o Ministério Público Federal (MPF). Haddad também intimou a União e o Município para dizerem se têm interesse na causa.
Quem tem mais detalhes sobre essa encrenca é o jornalista Ademir Braz, no Quaradouro.
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Tião Miranda
terça-feira, março 09, 2010
Saindo do forno
Vereador Miguelito Gomes (PP), coordenador do grupo formado para criar a Agência de Desenvolvimento Regional, reuniu, na noite de segunda-feira, 8, vereadores, empresários, secretários municipais de Marabá e lideranças comunitárias num grande debate em torno da proposta.
Na próxima segunda-feira, 15, o ex-ministro da Fazenda e Planejamento, Paulo Haddad, profere palestra na cidade sobre a importância da ADR, que está sendo idealizada para a coordenação de ações dos diversos atores no processo de desenvolvimento de Marabá e microrregião.
Quem é ele
Para quem não sabe, Paulo Haddad foi ministro durante os governos de Fernando Collor e Itamar Franco, atuando ainda como secretário de Planejamento do Estado de Minas Gerais. Economista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), possui especialização em Planejamento econômico pelo Instituto de Estudos Sociais em Haia, na Holanda, foi professor titular da Faculdade de Economia da UFMG, onde fundou e dirigiu o Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional.
Haddad também foi consultor da Organização dos Estados Americanos (OEA), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Companhia Vale do Rio Doce, Acesita e CDL/BH.
Desde 1989 é consultor da Fiemg, do Banco Mundial, do Sebrae, nas áreas de metodologia de promoção e desenvolvimento de arranjos e sistemas produtivos locais.
Na próxima segunda-feira, 15, o ex-ministro da Fazenda e Planejamento, Paulo Haddad, profere palestra na cidade sobre a importância da ADR, que está sendo idealizada para a coordenação de ações dos diversos atores no processo de desenvolvimento de Marabá e microrregião.
Quem é ele
Para quem não sabe, Paulo Haddad foi ministro durante os governos de Fernando Collor e Itamar Franco, atuando ainda como secretário de Planejamento do Estado de Minas Gerais. Economista formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), possui especialização em Planejamento econômico pelo Instituto de Estudos Sociais em Haia, na Holanda, foi professor titular da Faculdade de Economia da UFMG, onde fundou e dirigiu o Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional.
Haddad também foi consultor da Organização dos Estados Americanos (OEA), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Companhia Vale do Rio Doce, Acesita e CDL/BH.
Desde 1989 é consultor da Fiemg, do Banco Mundial, do Sebrae, nas áreas de metodologia de promoção e desenvolvimento de arranjos e sistemas produtivos locais.
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Não precisa disso
Talvez a governadora do Estado ainda não saiba.
Os médicos legistas de Marabá estão a cinco meses sem receber seus salários.
Resultado: desmotivados, eles iniciaram espécie de greve branca faltando ao serviço, atitude que tem provocado o acúmulo de corpos em geladeiras aguardando a realização de autópsias para liberação, e a insatisfação de familiares enlutados..
Há casos registrados de cadáveres "estocados" por mais de dois dias, no aguardo de procedimentos legisltas.
Se a grana dos salários atrasados não´sair nas próximas horas, o IML de Marabá pára.
Tipo de desgaste do governo desnecessário.
Os médicos legistas de Marabá estão a cinco meses sem receber seus salários.
Resultado: desmotivados, eles iniciaram espécie de greve branca faltando ao serviço, atitude que tem provocado o acúmulo de corpos em geladeiras aguardando a realização de autópsias para liberação, e a insatisfação de familiares enlutados..
Há casos registrados de cadáveres "estocados" por mais de dois dias, no aguardo de procedimentos legisltas.
Se a grana dos salários atrasados não´sair nas próximas horas, o IML de Marabá pára.
Tipo de desgaste do governo desnecessário.
Estado & Município
Quebrada a animosidade entre Maurino Magalhães e Ana Júlia.
O prefeito gostou de ouvir, em discurso durante inauguração de pontes de concreto na BR-222, a promessa da governadora de assinar, nos próximos dias, convênio com a prefeitura de Marabá para o asfaltamento de 8 km de vias urbanas.
O prefeito gostou de ouvir, em discurso durante inauguração de pontes de concreto na BR-222, a promessa da governadora de assinar, nos próximos dias, convênio com a prefeitura de Marabá para o asfaltamento de 8 km de vias urbanas.
sexta-feira, janeiro 29, 2010
Arrecadação recorde
A arrecadação tributária de Marabá, em 2009, superou todos os recordes: 48,7% a mais do que 2008.
Informação confirmada pelo próprio secretário de Gestão Fazendária, Karam El Hajjar, responsável pela implantação do moderno sistema de arrecadação on line, além de rígido mecanismo de cobrança da inadimplência..
Informação confirmada pelo próprio secretário de Gestão Fazendária, Karam El Hajjar, responsável pela implantação do moderno sistema de arrecadação on line, além de rígido mecanismo de cobrança da inadimplência..
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Demétrius no Senado
Ainda não está certo que tipo de licença Mário Couto vai pedir.
Pode ser a médica ou a não remunerada.
Se pedir licença não remunerada, assumirá o suplente, o empresário Demétrius Ribeiro.
Há um certo temor, entre alguns segmentos tucanos, de que, mesmo na condição de senador por apenas 90 dias, Demétrius se deixe seduzir pelo deslumbramento.
Inclusive porque ele nunca exerceu atividade parlamentar.
Paulo Bemerguy, com texto acima, confirma o que o blog já antecipou: Demétrius Ribeiro pode assumir o Senado.
Leia mais no Espaço Aberto.
Pode ser a médica ou a não remunerada.
Se pedir licença não remunerada, assumirá o suplente, o empresário Demétrius Ribeiro.
Há um certo temor, entre alguns segmentos tucanos, de que, mesmo na condição de senador por apenas 90 dias, Demétrius se deixe seduzir pelo deslumbramento.
Inclusive porque ele nunca exerceu atividade parlamentar.
Paulo Bemerguy, com texto acima, confirma o que o blog já antecipou: Demétrius Ribeiro pode assumir o Senado.
Leia mais no Espaço Aberto.
segunda-feira, setembro 21, 2009
Debaixo do tapete
Passados dez dias da inacreditável notificação do Ministério Público de Marabá “recomendando” aos veículos de imprensa locais a não publicação de matérias da prefeitura municipal contendo citações religiosas, ou com indicações nesse sentido, não saiu uma nota nos dois principais jornais da cidade sobre a vergonhosa censura prévia.
Silêncio completo, nas páginas do Correio do Tocantins e Opinião.
Ninguém ousou, nem mesmo de forma subreptícia, tratar do tema que tanto incomoda aqueles que lutam pela consolidação de nossa imprensa livre.
Os dois jornais privaram seus leitores de informação e, pior, refugaram a repercussão de um fato que tanto perigo representa à democracia: o renascimento de censores postos, talhadamente, na toga de promotores públicos.
A única “novidade” veio em forma de comentário, enviado ao blog, com assinatura do repórter Laércio Ribeiro, do jornal Opinião. Está lá postado:
Ou seja: pior do que o soneto. A censura escondeu a cara, usando a dialética como instrumento de sua máscara.
Ao “sugerir”, o mau cheiro propagou-se.
Nenhuma redação de jornal foi criada para servir de Off Boy de qualquer autoridade. O Ministério Público, ao gerar suas demandas que as embale, determinando (e fazendo cumprir) à prefeitura o cumprimento de seus despachos.
Com satisfação, o blog registra a posição dos radialistas Zeca Moreno e Chagas Filho, que em seus programas matinais da Rádio Clube, repercutiram o fato, lendo post do blog e condenando enfaticamente a tentativa de censura patrocinada pelo Ministério Público.
Silêncio completo, nas páginas do Correio do Tocantins e Opinião.
Ninguém ousou, nem mesmo de forma subreptícia, tratar do tema que tanto incomoda aqueles que lutam pela consolidação de nossa imprensa livre.
Os dois jornais privaram seus leitores de informação e, pior, refugaram a repercussão de um fato que tanto perigo representa à democracia: o renascimento de censores postos, talhadamente, na toga de promotores públicos.
A única “novidade” veio em forma de comentário, enviado ao blog, com assinatura do repórter Laércio Ribeiro, do jornal Opinião. Está lá postado:
O Ministério Público finalmente deu a mão à palmatória e voltou atrás na recomendação dada aos órgãos de comunicação. Pelo menos tratou de melhorar a redação do texto enviado anteriormente à imprensa. Agora, sugere que os meios de comunicação em geral "encaminhem as propagandas institucionais contratadas pela Prefeitura de Marabá para que o Ministério Público fiscalize o cumprimento desta Recomendação pelo Município"..
Ou seja: pior do que o soneto. A censura escondeu a cara, usando a dialética como instrumento de sua máscara.
Ao “sugerir”, o mau cheiro propagou-se.
Nenhuma redação de jornal foi criada para servir de Off Boy de qualquer autoridade. O Ministério Público, ao gerar suas demandas que as embale, determinando (e fazendo cumprir) à prefeitura o cumprimento de seus despachos.
Com satisfação, o blog registra a posição dos radialistas Zeca Moreno e Chagas Filho, que em seus programas matinais da Rádio Clube, repercutiram o fato, lendo post do blog e condenando enfaticamente a tentativa de censura patrocinada pelo Ministério Público.
sexta-feira, setembro 18, 2009
Obras avançam na TRANSAM
A Secretaria de Comunicação da prefeitura de Marabá informa que as obras de duplicação da Transamazônica (BR-230), trecho de aproximadamente seis quilômetros entre o Km 6 e a ponte sobre o rio Itacaiúnas, “vem cumprindo rigorosamente o cronograma estabelecido que prevê sua conclusão para o segundo semestre de 2010.
Conforme reforça nota da SECOM, “a duplicação é uma reivindicação antiga dos moradores do município em virtude do grande congestionamento e volume de acidentes, parceria entre Governo Federal, através do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes - DNIT e Prefeitura”.
Investimentos são de R$ 84 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Em Brasília, a prefeitura de Marabá busca adequar ao projeto original em execução a inclusão de uma ciclovia percorrendo todo o trecho duplicado.
Inicialmente prevista para setembro de 2010, a conclusão das obras de duplicação da ponte sobre o rio Itacaiúnas já está sendo antecipada para maio, tal o ritmo imposto aos trabalhos.
“De um total de onze pilares que sustentarão o novo anexo da ponte, dois dos quais erguidos sobre o leito do rio, sete já se encontram com suas estruturas de fundação concluídas”, diz a nota.
Além da rodovia duplicada, o projeto compreende ainda, três viadutos e quatro passarelas aéreas.
Na sequência de imagens do forógrafo Geraldo, da SECOM,, a dimensão da obra.
Obra de duplicação da Transamazônica tocada ritmo acelerado.
Vigas de concreto para sustentação da ponte estão praticamente pronta.
De um total de 11 pilares, sete estão concluídos.
Dois pilares estão sendo erguidos sobre o leito do rio.
Conforme reforça nota da SECOM, “a duplicação é uma reivindicação antiga dos moradores do município em virtude do grande congestionamento e volume de acidentes, parceria entre Governo Federal, através do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes - DNIT e Prefeitura”.
Investimentos são de R$ 84 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Em Brasília, a prefeitura de Marabá busca adequar ao projeto original em execução a inclusão de uma ciclovia percorrendo todo o trecho duplicado.
Inicialmente prevista para setembro de 2010, a conclusão das obras de duplicação da ponte sobre o rio Itacaiúnas já está sendo antecipada para maio, tal o ritmo imposto aos trabalhos.
“De um total de onze pilares que sustentarão o novo anexo da ponte, dois dos quais erguidos sobre o leito do rio, sete já se encontram com suas estruturas de fundação concluídas”, diz a nota.
Além da rodovia duplicada, o projeto compreende ainda, três viadutos e quatro passarelas aéreas.
Na sequência de imagens do forógrafo Geraldo, da SECOM,, a dimensão da obra.
Obra de duplicação da Transamazônica tocada ritmo acelerado.
Vigas de concreto para sustentação da ponte estão praticamente pronta.
De um total de 11 pilares, sete estão concluídos.
Dois pilares estão sendo erguidos sobre o leito do rio.
domingo, setembro 06, 2009
Enquanto as águas não vem...

Com as águas de março levando grande parte de sua estrutura, as obras de urbanização e habitação do bairro Francisco Coelho, mais conhecido como “Cabelo Seco”, estava assim: sem nenhum avanço.
Seis meses depois, rio Itacaiúnas lá embaixo, o conjunto habitacional integrante do projeto ganhou maior ritmo e pode ser perfeitamente concluído ainda este ano, antes da subida das águas previstas para janeiro.
O muro de arrimo que compõe a orla de Marabá, paralelo ao rio Tocantins, numa extensão de 1,5 km de avenida....
.... Até este ponto em que foi construído pelo governo federal e prefeitura, seguirá sua trajetória, contornando o rio Itacaiúnas aí nesse ponto de encontro com o Tocantins, dando prosseguimento a grande avenida.
A foto acima dá uma dimensão melhor do projeto da avenida, exatamente onde os dois rios de encontram. À esquerda, o Tocantins e o ponto até onde o muro de arrimo da orla chegou. À direta, o Itacaiunas, para onde seguirá a avenida por mais 200 metros.
Observem os casebres do bairro Cabelo Seco.
Cerca de quatro mil pessoas residem em becos e vielas recheadas de casebres centenários.
O projeto do governo do Estado prevê beneficiar esse pessoal com esgoto sanitário, drenagem pluvial, novas habitações e melhorias habitacionais, pavimentação de vias, iluminação pública, abastecimento de água, equipamentos de lazer e cultura, espaços de convivência, etc.
A Sedurb está com as obras atrasadas. Nunca conseguiu dar um start consistente às construções. Na foto, de outro plano, o Itacaiúnas desaguando no Tocantins. É exatamente nesse trecho aí com cerca de 200 metros, rio abaixo, que haverá um muro de arrimo e o prosseguimento da avenida beira-rio. As obras do muro de proteção estão indo em ritmo lento demais, com apenas cerca de oito operários trabalhando...
... No levantamento da parede de pedras e concreto.
Como as águas de cheias começam a subir em janeiro, a Sedurb precisa apressar o passo.
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