Em Marabá, a batalha pela indicação de cargos do segundo escalão é bem mais aguerrida em torno do controle da 11ª Unidade Regional de Saúde.
Na Sema (Secretaria de Meio Ambiente), precisamente a Gerência Regional de Carajás, o deputado Sebastião Miranda (PTB) teria aceitado a nomeação do advogado Roberto Salame, indicação do deputado João Salame (PPS), não havendo, portanto, animosidade pelo cargo, entre o irmão do parlamentar do PPS e o ex-secretário de Saúde de Marabá, Pedro Correa.
O fuça-fuça enviesado encontra-se na área de Saúde que tem o médico Hélio Franco como secretário estadual, da cota do PPS. Este partido tem orientado seus parlamentares a brigarem pela indicação do maior número possível de representantes nas regionais da Sespa.
Como o governador Simão Jatene conseguiu convencer o PPS abrir mão das indicações dos diretores da Sespa de Capanema (entregue ao PTB) e de Conceição do Araguaia (entregue ao PSDB), o partido agora não quer nem saber de abdicar de outras chefias regionais, principalmente a de Marabá.
Ao retirar indicações de Pedro Correa -, primeiro para a Ciretran local; depois para a regional da Sema -, Sebastião Miranda redirecionou ao governo seu pedido para colocar o apadrinhado na 11ª Regional de Saúde, formando-se a rebordosa.
De um lado, o PPS irredutível; de outro, mais ainda, Tião Miranda.
Pessoa próxima ao deputado João Salame, que encontra-se em gozo de férias e não foi localizado para confirmar a versão, diz da disposição do parlamentar pepessista encontrar um denominador, e evitar brigas na base aliada. Segundo essa tradução, Salame teria apresentado a Sebastião Miranda quatro nomes de candidatáveis ao cargo a fim de que este endossasse sua indicação para a Sespa-Marabá.
Sebastião teria ouvido a proposta sem emitir qualquer definição. O que se sabe é que o ex-prefeito de Marabá não abre mão de emplacar Pedro Correa na Sespa, pessoa de sua extrema confiança.
No rastro da encrenca, seus efeitos.
Aliados de primeira ordem estariam bicados até a alma com o ex-prefeito.
Primeiro, a vereadora Vanda Américo (PV), inconformada pela frieza com que Miranda teria recebido seus pedidos para que ele lutasse pela nomeação da irmã Kátia Américo para a 4ª URE (Unidade Regional de Ensino), e a colocação do jornalista Agenor Garcia, marido de Kátia, em algum órgão do Estado.
Kátia foi secretária de Educação de Tião durante dois mandatos e meio.
Segundo, o próprio Salame estaria revendo sua relação com o deputado do PTB.
Ao fim e ao cabo, só o tempo dirá que cenário político surgirá dessas disputas renhidas de bastidores.
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quarta-feira, março 02, 2011
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
Firme na luta
João Salame (PPS) é um dos poucos parlamentares do Sul do Pará envolvidos na luta pelo Estado de Carajás, que não arrefeceu os ânimos, depois da posse do Governo Simão Jatene (PSDB)
O deputado marabaense não baixou a guarda, ao contrário de uns & outros.
Ele agora se mobiliza para a realização de sessão especial, na Assembleia Legislativa, para apresentação dos estudos de viabilidade sócio-econômica do projetado estado.
O deputado marabaense não baixou a guarda, ao contrário de uns & outros.
Ele agora se mobiliza para a realização de sessão especial, na Assembleia Legislativa, para apresentação dos estudos de viabilidade sócio-econômica do projetado estado.
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Qual a agenda?
Deputado João Salame (PPS) já disse publicamente que lutará junto ao governo do Estado para obtenção de recurso da ordem de R$ 6 milhões, destinado à complementação da obra do estádio de futebol de Marabá.
Até agora, ninguém na cidade, principalmente os 34 mil eleitores que votaram no deputado Sebastião Miranda (PTB), têm conhecimento da agenda parlamentar do ex-prefeito como representante do município na AL, e junto ao governo Jatene.
Fica a sugestão do blog: que tal Sebastião Miranda lutar pelo repasse de recursos à área de saúde do município, tão carente e necessitando de grana para ajudar a reduzir suas dramáticas demandas?
Melhor do que ninguém, Miranda conhece todos os problemas do município.
Até agora, ninguém na cidade, principalmente os 34 mil eleitores que votaram no deputado Sebastião Miranda (PTB), têm conhecimento da agenda parlamentar do ex-prefeito como representante do município na AL, e junto ao governo Jatene.
Fica a sugestão do blog: que tal Sebastião Miranda lutar pelo repasse de recursos à área de saúde do município, tão carente e necessitando de grana para ajudar a reduzir suas dramáticas demandas?
Melhor do que ninguém, Miranda conhece todos os problemas do município.
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quinta-feira, fevereiro 03, 2011
Salame esclarece
Do deputado João Salame (PPS):
Meu caro Hiroshy
Vamos esclarecer algumas coisas para alguns anônimos maledicentes e, principalmente, para a opinião pública. A lei proíbe que eu assuma dois cargos a partir de mandatos eletivos. Pra eu assumir a prefeitura teria que renunciar ao mandato de deputado. Porque motivo eu iria assumir a prefeitura por poucos dias e renunciar a 4 anos de mandato de deputado? Não só eu perderia, mas a sociedade, em especial o povo de Marabá e de nossa região que perderia um deputado. Por isso esperei o julgamento do Mandado de Segurança impetrado pelo prefeito. Se ele não fosse reintegrado ao cargo eu assumiria. Porque? Eu não tomaria posse como deputado no último dia 1o. A lei me permite tomar posse em até 60 dias. Nesse período eu assumiria a prefeitura e aguardaria a manifestação da Justiça Eleitoral sobre o processo do prefeito. Como ele foi reintegrado e avalio que nesse período de 60 dias ele não será cassado novamente decidi assumir o mandato de deputado. Se a Justiça afastar em definitivo o prefeito ainda este ano eu assumo o cargo. O Executivo te permite mostrar mais serviço à comunidade do que o parlamento. E acredito que é possível fazer um bom trabalho em um ano. Só que isso não depende de mim, mas da Justiça. E como democrata respeito as decisões do Poder Judiciário.
Atenciosamente
João Salame
Meu caro Hiroshy
Vamos esclarecer algumas coisas para alguns anônimos maledicentes e, principalmente, para a opinião pública. A lei proíbe que eu assuma dois cargos a partir de mandatos eletivos. Pra eu assumir a prefeitura teria que renunciar ao mandato de deputado. Porque motivo eu iria assumir a prefeitura por poucos dias e renunciar a 4 anos de mandato de deputado? Não só eu perderia, mas a sociedade, em especial o povo de Marabá e de nossa região que perderia um deputado. Por isso esperei o julgamento do Mandado de Segurança impetrado pelo prefeito. Se ele não fosse reintegrado ao cargo eu assumiria. Porque? Eu não tomaria posse como deputado no último dia 1o. A lei me permite tomar posse em até 60 dias. Nesse período eu assumiria a prefeitura e aguardaria a manifestação da Justiça Eleitoral sobre o processo do prefeito. Como ele foi reintegrado e avalio que nesse período de 60 dias ele não será cassado novamente decidi assumir o mandato de deputado. Se a Justiça afastar em definitivo o prefeito ainda este ano eu assumo o cargo. O Executivo te permite mostrar mais serviço à comunidade do que o parlamento. E acredito que é possível fazer um bom trabalho em um ano. Só que isso não depende de mim, mas da Justiça. E como democrata respeito as decisões do Poder Judiciário.
Atenciosamente
João Salame
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
Salame assume AL
Deputado João Salame (PPS) tomou posse na Assembleia Legislativa com uma certeza: só assumirá a prefeitura de Marabá caso a ação que corre na Justiça contra o mandato do prefeito Maurino Magalhães (PR) seja transitado e julgado no TSE.
"Não posso comprometer o mandato de deputado, a mim outorgado pelo voto dos paraenses, em decorrência de inseguranças jurídicas que norteiam o pedido de cassação do prefeito", disse.
"Não posso comprometer o mandato de deputado, a mim outorgado pelo voto dos paraenses, em decorrência de inseguranças jurídicas que norteiam o pedido de cassação do prefeito", disse.
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quarta-feira, janeiro 26, 2011
Salame assumirá Prefeitura
É quase certo que o deputado João Salame (PPS), ao desembarcar neste final de semana em Marabá, irá direto assumir o cargo de prefeito.
As garantias jurídicas das quais ele precisa para definir seu futuro político estão sendo postas à mesa, a cada reunião que ele mantém com seus advogados, em Belém.
Se decidir assumir ainda em janeiro, o parlamentar do PPS renúnciará aos últimos dias do atual mandato.
A partir de 1o de fevereiro, quando tomará posse a nova Assembleia Legislativa, Salame terá até 60 dias para assumir o cargo, por força de regimento que faculta esse prazo a cada parlamentar.
Durante 60 dias, ele exercerá o cargo de prefeito enquanto aguarda efeitos dos recursos com os quais Maurino Magalhães tentará reverter seu afastamento da prefeitura de Marabá.
As garantias jurídicas das quais ele precisa para definir seu futuro político estão sendo postas à mesa, a cada reunião que ele mantém com seus advogados, em Belém.
Se decidir assumir ainda em janeiro, o parlamentar do PPS renúnciará aos últimos dias do atual mandato.
A partir de 1o de fevereiro, quando tomará posse a nova Assembleia Legislativa, Salame terá até 60 dias para assumir o cargo, por força de regimento que faculta esse prazo a cada parlamentar.
Durante 60 dias, ele exercerá o cargo de prefeito enquanto aguarda efeitos dos recursos com os quais Maurino Magalhães tentará reverter seu afastamento da prefeitura de Marabá.
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segunda-feira, janeiro 03, 2011
Bia não aceita Funtelpa
Deputado João Salame (PPS) e a suplente de senador, Bia Cardoso (PPS), declinaram convite formulado pelo governador Simão Jatene para que a esposa do deputado assumisse a direção da Funtelpa.
Salame usou três justificativas para o "não":
Primeiro, o deputado desfocaria suas atenções de Marabá, base eleitoral onde ele pretende permanecer mais perto a partir de seu segundo mandato;
Segundo, o cargo de presidente da Fundação de Telecomunicações do Pará obrigaria Bia Cardoso a se afastar da direção do jornal Opinião, editado em Marabá pela família Salame -, num momento em que novos iunvestimento serão feitos no parque gráfico do informativo;
E, terceiro, João Salame alegou a Jatene questão de ordem moral.
Na opinião do deputado, seria aético sua mulher presidir um órgão vinculado a comunicação no período em que ele está ativamente querendo investir na implantação de veículos de informação (Rádio e TV), de sua propriedade, no Estado.
Diante das explicações de Salame, o governador teria reagido com a seguinte frase:
Salame usou três justificativas para o "não":
Primeiro, o deputado desfocaria suas atenções de Marabá, base eleitoral onde ele pretende permanecer mais perto a partir de seu segundo mandato;
Segundo, o cargo de presidente da Fundação de Telecomunicações do Pará obrigaria Bia Cardoso a se afastar da direção do jornal Opinião, editado em Marabá pela família Salame -, num momento em que novos iunvestimento serão feitos no parque gráfico do informativo;
E, terceiro, João Salame alegou a Jatene questão de ordem moral.
Na opinião do deputado, seria aético sua mulher presidir um órgão vinculado a comunicação no período em que ele está ativamente querendo investir na implantação de veículos de informação (Rádio e TV), de sua propriedade, no Estado.
Diante das explicações de Salame, o governador teria reagido com a seguinte frase:
- Lamento não ter a Bia na direção da Funtelpa, mas, diante de suas explicações, compreendo perfeitamente as alegações. Saibam que vocês dois cresceram mais ainda em meu conceito, e, em face disso, tenham certeza de que saberei prestigiá-los em meu governo.
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quinta-feira, dezembro 30, 2010
Jatene chama Salame
Deputado estadual João Salame (PPS) foi chamado para uma conversa com o governador eleito Simão Jatene (PSDB).
Encontro ocorre nesta sexta-feira, 31.
Encontro ocorre nesta sexta-feira, 31.
No remanso da cachoeira
Alheio às negociações de bastidores que ocorrem em Belém para a definição do secretariado de Simão Jatane, o deputado estadual Joaão Salame (PPS) não desgruda do seu eleitorado, percorrendo municípios localizados no entorno de Marabá.
Ao ser indagado sobre os nomes escolhidos por Jatene e aos que faltam ser definidos para ocupar o futuro secretariado, Salame se limita a declarar que "o governador, melhor do que ninguém, sabe o que está fazendo, tem todo meu apoio".
Ao ser indagado sobre os nomes escolhidos por Jatene e aos que faltam ser definidos para ocupar o futuro secretariado, Salame se limita a declarar que "o governador, melhor do que ninguém, sabe o que está fazendo, tem todo meu apoio".
quarta-feira, outubro 13, 2010
Abrindo novos fronts
A “eleição cosmopolita” de João Salame surpreende pela votação em 63 municípios paraenses.
Na capital do Estado, o deputado estadual reeleito marabaense abocanhou 1.443 votos, transformando-o num político com boa base montada, a partir de agora, em Belém.
Dono de estimadas habilidades políticas, Salame perdeu muitos votos em Marabá, mas compensou o revés conquistando novos eleitores em outras cidades.
-----------------
Atualização às 15:54 - 15/10
Retificando números do post.
Na eleição de 2006, João Salame obteve 15.300 votos em 78 municípios.
Na eleição de 2010, os 22.127 votos concedidos ao deputado reeleito foram registrados em 118 municipios, e não 63, como dito acima.
Na capital do Estado, o deputado estadual reeleito marabaense abocanhou 1.443 votos, transformando-o num político com boa base montada, a partir de agora, em Belém.
Dono de estimadas habilidades políticas, Salame perdeu muitos votos em Marabá, mas compensou o revés conquistando novos eleitores em outras cidades.
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Atualização às 15:54 - 15/10
Retificando números do post.
Na eleição de 2006, João Salame obteve 15.300 votos em 78 municípios.
Na eleição de 2010, os 22.127 votos concedidos ao deputado reeleito foram registrados em 118 municipios, e não 63, como dito acima.
quarta-feira, outubro 06, 2010
João Salame analisa votação
Reeleito deputado estadual com 22.127 votos, João Salame (PPS) replica considerações do post Vitória com gosto insosso, explicando as razões de sua baixa votação em Marabá, em relação a que conquistou na eleição de 2006:
Passada a eleição é hora de refletir. Respeitando os seus comentários quero fazer algumas observações iniciais. Como o texto é longo vou dividir em duas partes:
Primeira Parte
01 - Sou um sobrevivente. Um sobrevivente a eleições cada vez mais caras, onde na maioria são eleitos candidatos bancados por poderosas máquinas de fabricar votos ou com grande recall junto ao eleitorado em função do trabalho que realizaram no Executivo ou do desastre de adversários que os sucederam.
02- Sou um sobrevivente ao voto de protesto que juntou um ex-prefeito com grande recall junto ao eleitorado pelo bom trabalho que realizou (Tião Miranda) e uma administração que despertava grandes esperanças e tem frustrado a expectativa popular.
03- A votação do ex-prefeito "desidratou" a todos. A Bernadete perdeu 6.579 votos das eleições de 2006 para a deste ano. A Elza perdeu 4.873. Eu perdi 3.216.
04-E olha que eu fui o mais duramente prejudicado. A candidatura do Tião atingiu diretamente meu eleitorado, posto que temos o mesmo círculo de amizade e durante toda a minha vida política em Marabá pertencemos ao mesmo grupo A candidatura do Ferreirinha também entrou forte no bairro Cidade Nova e junto a amigos comuns. Ter 5.512 votos em Marabá diantes dessas circunstâncias é motivo de orgulho.
05-Vamos agora a análise de estrutura. Todos sabem que dinheiro não é problema para Tião Miranda. Ele tem e tem quem financie suas campanhas. A Bernadete era candidata com o apoio do Incra. A Irismar da Prefeitura. O Ferreirinha da governadora. A Elza sempre teve respaldo em sua família. Você conhece minha situação. Tive o apoio de alguns empresários e valorizo isso, mas você sabe que os empresários de Marabá não colocam a mão no bolso para apostar em projetos. Minha campanha foi modesta. Não era raro o dia em que os carros de som só trabalhavam meio-período por falta de combustível. Não tive as famosas "formiguinhas" e nem as malfadadas bocas de urna.
06-Minha ausência de Marabá durante boa parte da campanha também contribuiu para esse resultado. Muitas lideranças ligadas a mim reclamaram porque dos 60 dias de campanha fiquei apenas 22 em Marabá. O Tião fez caminhadas em praticamente todos os bairros. Eu fiz apenas duas. Mas parecia que eu estava advinhando o tsunami que estava por vir. Meu feeling dizia que tinha de priorizar outros municípios. O resultado é que consegui 16.615 votos fora de Marabá. Se eu tivesse priorizado Marabá talvez tivesse acrescido cerca de 2 a 3 mil votos na minha candidatura. Mas com ceretza teria perdido mais de 5 mil fora. Para garantir a eleição a estratégia foi correta. A disputa não era para prefeito. Era pra deputado e nela me concentrei.
João Salame
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atualização às 14:06
Em 2007, João Salame assumiu a Assembleia Legislativa envolto à ferrenha luta nos tribunais eleitorais para garantir sua diplomação. Pesava contra ele, recomendação do procurador eleitoral, José Augusto Potiguar ,para a rejeição das suas contas de campanha, e a cassação do seu diploma.
Agora, o deputado marabaense reeleito parece ter o mesmo destino: brigar nos tribunais.
Pelo menos é o que garante o primeiro suplente Nélio Aguiar (PMN), que foi candidato a deputado estadual por Santarém.
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atualização às 14:06
Em 2007, João Salame assumiu a Assembleia Legislativa envolto à ferrenha luta nos tribunais eleitorais para garantir sua diplomação. Pesava contra ele, recomendação do procurador eleitoral, José Augusto Potiguar ,para a rejeição das suas contas de campanha, e a cassação do seu diploma.
Agora, o deputado marabaense reeleito parece ter o mesmo destino: brigar nos tribunais.
Pelo menos é o que garante o primeiro suplente Nélio Aguiar (PMN), que foi candidato a deputado estadual por Santarém.
segunda-feira, setembro 20, 2010
PIB fecha com Salame
Grande parte dos empresários de Marabá fechou com a candidatura a deputado estadual de João Salame (PPS).
terça-feira, setembro 01, 2009
Deputado presente
Conteúdo do post E aí, deputados? gera comentário do deputado João Salame (PPS), a seguir transcrito:
Estou viajando muito pelos municípios do sul do Pará e tive pouco tempo pra acessar o seu blog.
Estou viajando muito pelos municípios do sul do Pará e tive pouco tempo pra acessar o seu blog.
Agora me dou conta da notícia que a deputada Bernadete estaria lutando pelo fim do monopólio da Tansbrasiliana.
É fácil. No caso do transporte coletivo urbano de Marabá basta a prefeitura abrir licitação para novas linhas. No caso das linhas existentes, se o contrato tiver expirado, abrir para elas também.
O prefeito Maurino Magalhães, que foi meu adversário, tem o meu apoio para adotar essa medida.
No caso das linhas estaduais basta o governo do Estado, através da Arcon, fazer o mesmo. A deputada Bernadete, que é do PT, mesmo partido da governadora, certamente tem força para convencer o governo a adotar tal medida. De igual modo tem desde já o meu apoio.
Já está provado que o monopólio é ruim até para quem o detém, pois a empresa perde competitividade e deixa de se preparar para a concorrência que mais cedo ou mais tarde virá.
Passos concretos. É o que precisamos nessa questão. No município e no Estado, prefeito e deputada podem contar comigo.
Atenciosamente
João Salame
João Salame
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